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Raízes Entrelaçadas - 20 - A Curva

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Tugolândia

Na neblina da Serra de Sintra, uma jovem de branco entra no carro. No breu total, mãos frias e quentes exploram corpos. Gemidos, porra e humidade misturam-se.

A estrada serpenteava pela Serra de Sintra como uma cobra negra. Não havia lua. Apenas o feixe amarelo dos faróis cortava a neblina baixa, revelando troncos retorcidos e muros de pedra cobertos de musgo antigo que pareciam respirar no escuro. João conduzia o carro de Miguel, as mãos firmes no volante, os nós dos dedos ligeiramente brancos de tensão. Ao lado dele, Inês olhava pela janela, o cinto de segurança apertado contra os seios médios-firmes, fazendo o tecido fino da blusa subir e descer ao ritmo da respiração nervosa. No banco de trás, Miguel ia reclinado, o corpo grande e musculado ocupando quase todo o espaço, as tatuagens tribais nos braços aparecendo e desaparecendo conforme a luz dos faróis dançava sobre a pele bronzeada e quente.
— Esta estrada dá-me arrepios — murmurou Inês, a voz doce, mas tensa, com aquele tom rouco que surgia sempre que o medo se misturava com outra coisa mais profunda, mais molhada. — Vamos voltar. Não gosto disto, João. Sinto qualquer coisa estranha no ar.
Miguel riu baixinho atrás dela, um riso grave que vibrou no peito largo e fez o ar dentro do carro tremer.
— Relaxa, mana. É só um atalho. Chegamos mais depressa a casa. A Ana e a Sofia estão à espera, e tu sabes como a mamã fica impaciente quando demoramos… especialmente quando a cona dela já está a latejar por nós.
Inês mordeu o lábio inferior, sentindo um calor traiçoeiro subir entre as pernas só de ouvir aquelas palavras. Foi então que a viram.
De pé na berma, iluminada apenas pelos faróis, uma jovem vestida de branco. Vestido longo, quase etéreo, cabelo escuro caindo solto sobre os ombros pálidos. Pele muito branca, como porcelana antiga que nunca tinha visto o sol. Estava imóvel, como se esperasse por eles há séculos, os olhos perdidos na neblina.
João abrandou instintivamente, o motor ronronando mais baixo, o coração acelerando sem ele entender porquê.
— Merda… uma miúda sozinha aqui? Que porra é esta?
Inês agarrou-lhe o braço com força, as unhas cravando-se na pele quente.
— Não pares. Por favor. Isto não está certo, João. Sinto um arrepio na cona só de olhar para ela.
Mas João já travava. Miguel abriu a porta traseira sem hesitar, o ar frio entrando no carro como um suspiro gelado que lhe arrepiou os pelos dos braços tatuados.
— Entra. Não podes ficar aqui sozinha nesta merda de neblina.
A jovem entrou sem uma palavra. Sentou-se no meio do banco de trás, entre Miguel e a porta. O vestido branco parecia brilhar na escuridão, quase fluorescente contra o couro preto dos bancos. Cheirava a terra molhada, a musgo, a algo doce e floral que lembrava jasmim antigo e podre ao mesmo tempo. Um cheiro que se colava à pele, misturando-se com o calor dos corpos e fazendo a cona de Inês pulsar involuntariamente.
— Como te chamas? — perguntou João, olhando pelo retrovisor, os olhos castanhos tentando captar o rosto pálido dela.
Silêncio. Apenas o som da respiração dela, leve e ritmada, quase inexistente, como se não precisasse de ar.
— Para onde vais? — insistiu Inês, a voz trémula, virando-se ligeiramente no banco, o cinto apertando ainda mais os mamilos que já endureciam de nervoso.
— Para casa — respondeu ela finalmente. A voz era baixa, quase um sussurro, sem sotaque definido, como se viesse de dentro das cabeças deles.
O carro avançou. A neblina adensou-se, engolindo os faróis num manto espesso. De repente, o motor engasgou com um estertor seco. As luzes do painel apagaram-se com um clique que soou como um adeus. O carro parou no meio da estrada, como se tivesse morrido. Os telemóveis, que ainda piscavam com sinal fraco, ficaram negros de uma vez.
Escuridão total.
— Que porra é esta? — rosnou Miguel, tentando ligar o carro outra vez, o braço musculoso esticando-se para a frente. Nada. Apenas o silêncio denso, interrompido pela respiração acelerada dos três.
Inês sentiu o coração disparar contra as costelas. Depois, uma mão fria tocou-lhe a coxa nua por baixo da saia curta. Dedos leves, quase etéreos, subindo devagar, roçando a pele quente e arrepiada. Ela arquejou alto, o corpo inteiro contraindo-se.
— Quem… quem és tu? Tira a mão da minha cona!
A mão não parou. Subiu mais, afastando a cueca fina com uma delicadeza assustadora, e dois dedos entraram na cona já húmida, curvando-se exatamente onde ela mais precisava, pressionando o ponto G com uma precisão sobrenatural que a fez ver estrelas no breu. Inês gemeu alto, as pernas abrindo-se por instinto, a humidade escorrendo imediatamente pelos dedos frios.
— Ahhh… caralho… está a tocar-me… está a foder-me com os dedos…
Ao mesmo tempo, outra mão — quente, forte, calejada — pousou no peito de Miguel, apertando o mamilo escuro através da t-shirt fina. Ele grunhiu, o caralho inchando instantaneamente dentro das calças, grosso e pesado.
— Porra… quem é que me está a apertar o mamilo assim? Sente-me o pau, puta… toca-me o caralho todo.
João sentiu dedos traçarem o contorno do seu pau por cima do tecido das jeans, apertando devagar, massageando a cabeça grossa com movimentos circulares perfeitos que faziam o pré-gozo manchar o tecido.
— Foda-se… alguém me está a esfregar o pau… continua, continua a apertar-me a piça assim…
A jovem de branco não falava. Apenas tocava. No escuro absoluto, os sentidos explodiram. Não havia visão. Apenas som, cheiro, tato e gosto. O ar dentro do carro ficou pesado, carregado de excitação, suor masculino jovem e aquele perfume floral estranho que se colava à pele como uma memória antiga e proibida.
Inês gemeu mais alto quando os dedos da desconhecida afastaram completamente a cueca e entraram mais fundo na cona molhada, movendo-se em círculos lentos e profundos, esfregando as paredes internas que latejavam. A humidade escorria pelos dedos frios, pingando no banco de couro com um som molhado e obsceno.
— Mais fundo… fode-me a cona com esses dedos frios… ahhh, estou a ficar toda molhada para ti…
Ao mesmo tempo, uma boca quente e ávida encontrou o pau de João, engolindo-o até ao fundo num único movimento suave. A língua enrolava-se na veia grossa, sugando com uma fome que ele nunca sentira, os lábios apertando a base enquanto a garganta pulsava em volta da cabeça.
— Caralho… chupa-me o pau todo… engole-me até às bolas… que boca quente é esta?
Miguel abriu as pernas, deixando a mão — ou seriam duas mãos agora? — libertar o caralho grosso e duro. Dedos frios envolveram a haste quente, masturbando-o com movimentos lentos e firmes, apertando a base e subindo até à cabeça inchada, espalhando o pré-gozo que já escorria abundantemente.
— Toca-me o caralho assim… esfrega-me a cabeça… porra, estou a ficar duro como pedra… mete-me na tua boca também…
Não havia regras. Não havia limites. No breu total, os corpos misturaram-se num emaranhado de carne quente e fria.
Inês sentiu-se puxada para o banco de trás. Mãos fortes abriram-lhe as pernas. Alguém — Miguel? A rapariga? — enfiou um caralho grosso e quente na sua cona apertada, fodendo-a com força enquanto outra boca chupava os seus mamilos rosados, sugando-os com fome, mordiscando levemente.
— Enche-me a cona… fode-me forte… sinto o teu caralho a abrir-me toda… ahhh, mais, mais!
Ao mesmo tempo, dedos frios entravam no seu cu, abrindo-a devagar, preparando-a com movimentos circulares que a faziam tremer.
— Está a meter-me no cu… dois dedos no meu cu enquanto me fodam a cona… sou a vossa putinha no escuro…
Miguel sentiu o pau ser engolido por uma cona apertada e fria no início, depois quente como lava. A pressão era perfeita, os músculos internos contraindo-se em volta dele como se o quisessem sugar para dentro.
— Porra… que cona apertada… aperta-me o caralho assim… vou encher-te toda de porra quente…
A sua mão grande encontrou o rabo redondo de Inês e apertou-o com força, os dedos enterrando-se na carne macia enquanto ele empurrava mais fundo.
— Sente o meu rabo, Miguel… aperta-o enquanto me fodam… quero sentir o teu caralho a pulsar dentro de mim…
Gemidos enchiam o carro. O som molhado e obsceno de caralho entrando em cona, de bocas chupando com saliva escorrendo pelos queixos, de pele contra pele suada e pegajosa. Inês veio primeiro, o corpo convulsionando, a cona apertando o caralho dentro dela enquanto squirting forte, o líquido quente jorrando no escuro e escorrendo pelas coxas, molhando o banco inteiro.
— Estou a gozar… ahhh… jorro toda… a minha cona está a esguichar por todo o lado… fode-me enquanto eu gozo!
Miguel gozou logo depois, enchendo uma boca desconhecida com jatos grossos e quentes de porra, o prazer tão intenso que viu estrelas mesmo na escuridão total.
— Toma a minha porra… engole tudo… enche a boca de esperma quente…
João fodeu com força a cona — ou seria a boca? — que o envolvia, o nó do prazer apertando até explodir dentro dela, enchendo-a até transbordar, a porra escorrendo pelas bordas.
— Gozo dentro de ti… sinto a tua cona a sugar-me a porra toda… caralho, que delícia…
Os quatro corpos — ou seriam mais? — contorciam-se no espaço apertado. Mãos tocavam tudo: seios pesados que latejavam, caralhos latejantes cobertos de veias, conas pingando humidade doce, rabos macios e quentes. Bocas lambiam tudo: pescoços suados, mamilos inchados, clitóris inchados, cabeças de pau cobertas de porra e humidade misturada. O cheiro de sexo era esmagador — suor masculino jovem e forte, humidade feminina doce e almiscarada, porra salgada e aquele toque floral antigo que nunca mais sairia das narinas, colando-se às memórias como um segredo proibido.
Inês sentiu outro caralho — grosso, diferente, frio e quente ao mesmo tempo — entrar no seu cu enquanto o primeiro ainda pulsava na cona. Dupla penetração no escuro total. O prazer era avassalador. Ela gritou, o corpo tremendo em orgasmos múltiplos, a cona e o cu contraindo-se em espasmos que faziam os rapazes grunhir de prazer.
— Dois caralhos ao mesmo tempo… um na cona e outro no cu… fodem-me os dois buracos… sou a putinha de vocês no breu…
Miguel lambeu o suor do pescoço de Inês enquanto outra boca chupava o seu caralho ainda semi-duro, limpando os restos de porra com a língua ávida.
— Lambe-me o pau todo… tira os restos da minha porra… quero sentir a tua língua na cabeça sensível…
João tinha a mão enterrada nos cabelos longos da desconhecida, guiando a cabeça que o chupava com devoção sobrenatural, os lábios apertando a base enquanto a garganta engolia cada gota.
— Chupa-me até ao fim… engole o meu caralho todo… porra, que boca perfeita…
Quando o último orgasmo os deixou exaustos, os corpos moles e brilhantes de suor e fluidos misturados, a luz do painel acendeu-se de repente. O carro ganhou vida com um ronco suave. Os telemóveis vibraram, recuperando sinal.
Mas a jovem de branco tinha desaparecido.
Ninguém a vira sair. A porta traseira continuava fechada.
Inês tremia, a saia subida até à cintura, a cona ainda latejando, porra grossa e quente escorrendo pela coxa interna, misturando-se com o seu próprio squirting que deixava o banco pegajoso. O cu também pingava, uma sensação deliciosamente suja e plena que a fazia contrair os músculos internos só de recordar.
— Onde… onde está ela? — sussurrou Inês, a voz rouca de tanto gemer, os dedos tocando a porra que escorria e levando-os à boca sem pensar.
Miguel ligou a luz interior do carro. Vazio. Apenas o cheiro intenso de sexo — porra salgada, cona doce, suor masculino — e algo mais: terra molhada e flores antigas, quase sepulcrais, que se colava às peles nuas.
João pegou no telemóvel com as mãos ainda a tremer. Abriu o YouTube e procurou, o coração acelerado, o pau ainda meio duro dentro das calças molhadas.
— Lembram-se da lenda da Teresa Fidalgo? A da Serra de Sintra?
Procuraram o vídeo. “A Curva – David Rebordão”. O vídeo começou. Três amigos na estrada. A jovem de branco à beira. A mesma cara pálida, o mesmo vestido. A mesma voz baixa.
“Estão a ver aquela curva ali? Foi ali que eu tive o acidente… e morri.”
O rosto desfigurado encheu o ecrã.
Os três ficaram lívidos. Inês cobriu a boca com a mão, ainda com o cheiro de porra nos dedos, o sabor doce e estranho na língua. Miguel sentiu o estômago revirar, mas o caralho deu um salto involuntário dentro das calças ao recordar a sensação daquela cona fria e quente ao mesmo tempo apertando-o. João acelerou, os pneus cantando na estrada escura e molhada.
— Saiamos daqui. Agora!
Enquanto o carro fugia pela serra, o cheiro dela ainda pairava no ar, colado às peles, às roupas, às memórias mais profundas. A cona de Inês latejava, ainda cheia da porra que não sabiam de quem era — de Miguel? De João? Do espírito? O gosto doce e estranho ainda permanecia na boca de Miguel, misturado com o sabor da humidade de Inês que ele lambia dos lábios.
Tinham fodido com um espírito.
E, no fundo, nenhum deles queria realmente esquecer o toque daquela noite sem visão, onde todos os sentidos se renderam ao desejo mais puro e mais proibido. O prazer que não precisava de nomes, nem de rostos, nem de explicações. Apenas carne, calor, frio, porra quente escorrendo, conas pulsando e entrega total no breu da Serra.
O carro desceu a serra em silêncio, mas os corpos ainda vibravam. A cona de Inês pulsava suavemente, lembrando cada centímetro que a preencheu, cada jorro de porra que a encheu até transbordar. Miguel passou a mão pela coxa dela, sentindo a humidade misturada, e sorriu no escuro, o dedo roçando a entrada ainda aberta.
— Quando chegarmos a casa… vamos contar à Ana e à Sofia? — perguntou baixinho, a voz grave ainda rouca de prazer.
Inês virou-se, os olhos brilhantes de excitação e medo, a mão descendo para tocar a porra que ainda escorria.
— Talvez… ou talvez guardemos este segredo só para nós. Pelo menos por agora. Mas a minha cona ainda está a latejar… sinto a porra de vocês a escorrer e não quero que pare.
O cheiro floral antigo ainda os acompanhava quando as luzes de Algés apareceram ao longe. A noite não tinha acabado. Apenas mudara de cenário, deixando nos corpos a memória de um toque que nunca mais seria esquecido.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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