#Estupro #Incesto #Sado #Teen

Viagem ao inferno - o primeiro dia

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AnãoJediManco

A noite na prisão era um inferno vivo, sufocante, como se a própria floresta africana tivesse se fechado ao nosso redor para nos devorar devagar. O calor não dava trégua, um ar denso, úmido, que grudava na pele como uma segunda camada de suor e vergonha. Eu, Mayara, deitada de bruços sobre aquela sela cruel, não conseguia fechar os olhos. O aparelho vibrava sem parar, um zumbido baixo e constante que atravessava meu corpo inteiro, forçando-me a sentir tudo contra a minha vontade.
Minhas pernas estavam presas, abertas o suficiente para que o selim de borracha dura pressionasse diretamente contra meu clitóris e meus lábios inchados. Cada vibração me fazia arquear as costas, involuntariamente, arrancando gemidos roucos da minha garganta. Eu gozei tantas vezes que perdi a conta, ondas quentes, doloridas, que me deixavam tremendo, molhada, exausta, mas sem descanso. O orgasmo não era prazer; era uma tortura lenta, mecânica, que roubava meu controle e minha dignidade. Meu corpo traía minha mente a cada pico, deixando-me ofegante, com lágrimas escorrendo pelo rosto suado, misturando-se à sujeira do chão de terra batida.
Na minha frente, iluminada apenas por uma fraca luz vermelha que mal cortava a escuridão, estava Layza. Minha filha. Tão jovem, tão frágil. Eles a tinham amarrado naquele cavalete triangular, o corpo inclinado para frente, os braços esticados e presos acima da cabeça. Suas pernas estavam abertas, forçadas contra as bordas afiadas da madeira. Eu via tudo com clareza demais, mesmo na penumbra, a buceta virgem dela pressionada contra o ângulo cruel da madeira, os lábios delicados esfolados, inchados, vermelhos de atrito e pressão constante. Cada vez que ela se mexia, mesmo que fosse só um tremor involuntário, um gemido baixo escapava dela, abafado, sofrido. Não era um choro alto. Nenhuma de nós podia emitir palavras. Apenas gemidos. Gemidos que ecoavam pelo porão escuro, misturando-se aos das outras mulheres estrangeiras presas ali, todas perdidas no meio do nada, todas quebradas pelo calor, pelo silêncio imposto e pela humilhação.
Eu queria gritar o nome dela. Queria dizer que ia protegê-la, que aquilo ia passar. Mas a regra era clara, nenhuma palavra. Só o som cru dos corpos sofrendo. Meu gemido saía misturado com o dela, como se fôssemos uma sinfonia grotesca. Cada orgasmo forçado que me atravessava me fazia olhar para Layza com mais desespero, vendo os pequenos espasmos dela, a forma como seus quadris tentavam se afastar da madeira que a feria, mas só piorava o atrito. Os lábios vaginais dela estavam machucados, brilhando de umidade forçada pelo suor e pelo medo, a pele delicada esfolada em pontos que eu sabia que queimariam por dias.
O calor infernal fazia tudo piorar. O suor escorria pelos meus seios, pelas coxas, misturando-se aos meus próprios fluidos. O cheiro de corpos, de excitação forçada, de dor e terra úmida enchia o ar. A floresta lá fora parecia viva, com insetos zumbindo e o vento quente sussurrando entre as árvores, como se risse de nós. Eu gozava de novo, o corpo convulsionando sobre a sela vibratória, e meus olhos não saíam dela. Layza, minha menina. Seus gemidos eram mais fracos agora, entrecortados, como se o cansaço e a dor a estivessem levando para um lugar de onde eu não poderia trazê-la de volta.
Não havia sono. Só a escuridão quente, os gemidos constantes, o zumbido da máquina entre minhas pernas e a visão torturante da minha filha sofrendo na minha frente. Cada segundo era uma eternidade de culpa, desejo quebrado e impotência. Eu era a mãe. E ali, naquela primeira noite na prisão das mulheres estrangeiras perdidas no meio da selva, eu não podia fazer nada além de gemer junto com ela, gozando forçadamente enquanto via sua inocência ser esfolada contra a madeira áspera.
Amanhecer parecia impossível. Mas a noite continuava, implacável, quente, cheia apenas de sons de corpos que não podiam falar.
A manhã chegou com o mesmo calor opressivo que nunca abandonava aquele lugar perdido no coração da floresta africana. O porão ainda estava escuro quando as guardas entraram batendo os porretes nas grades, o som metálico ecoando como um despertador cruel. Eu sentia o corpo inteiro dolorido da noite na sela vibratória, meus lábios vaginais inchados, sensíveis, latejando a cada movimento. Ao meu lado, Layza foi solta do cavalete triangular com um gemido baixo e sofrido. Seus lábios vaginais estavam piores do que nunca, vermelhos-escuros, esfolados em várias partes, com pequenas marcas de atrito que pareciam queimaduras. Ela mal conseguia ficar de pé, as pernas tremendo, tentando instintivamente fechar as coxas, mas as guardas não permitiam.
Fomos colocadas em fila indiana, algemadas nos pulsos e tornozelos com correntes curtas que nos forçavam a andar com passos miúdos e humilhantes. Nenhuma palavra, o silêncio era lei durante o dia também, exceto quando as guardas decidiam o contrário. Nos levaram para o pátio dos fundos, um espaço aberto de terra batida cercado por grades altas e vegetação densa. O sol já queimava forte, mesmo cedo.
A lavagem começou sem piedade. Uma guarda alta e forte agarrou a mangueira ligada ao poço e abriu o jato de água fria com toda a força. A água gelada bateu primeiro em mim, arrancando um arquejo abafado. O frio contrastava violentamente com o calor da pele, fazendo meus mamilos endurecerem instantaneamente e meu corpo inteiro se contrair. A guarda mirava sem vergonha, primeiro nos seios, depois descendo pela barriga até atingir diretamente minha buceta inchada. A pressão da água ardia nas partes sensíveis, limpando o suor seco, os fluidos da noite e o cheiro de excitação forçada. Eu tremia, pernas abertas o máximo que as correntes permitiam, enquanto a água escorria pelas minhas coxas.
Em seguida foi a vez de Layza. Ela encolheu o corpo quando o jato a atingiu. A água bateu em cheio entre suas pernas, lavando os lábios vaginais esfolados. O frio fazia as feridas arderem mais, e um gemido agudo escapou dela, um som fino, quase infantil. A guarda riu baixo e manteve o jato ali por mais tempo, abrindo os lábios dela com os dedos grossos para “limpar direito”. Layza tremia violentamente, lágrimas misturando-se à água que escorria pelo seu rosto jovem. Seus pequenos seios arrepiados, a pele clara contrastando com o bronzeado forçado pelo sol africano.
Depois da lavagem, fomos levadas para as celas do primeiro andar, um corredor estreito com celas individuais de grades enferrujadas, sem camas, apenas um banco de madeira estreito fixado na parede. Lá dentro, as guardas nos tiraram as algemas dos tornozelos, mas prenderam nossas mãos firmemente atrás das costas com algemas de metal frio. Em seguida, colocaram as mordaças, bolas de borracha grossa enfiadas na boca e presas com tiras atrás da cabeça. O silêncio tornou-se absoluto. Não podíamos falar, não podíamos gemer alto. Apenas respirar pelo nariz, sentadas eretas no banco duro, nuas, com as pernas ligeiramente abertas por ordem das guardas.
A manhã inteira foi assim, eu e Layza sentadas em celas separadas, mas uma de frente para a outra, separadas apenas por grades. O calor subia devagar, tornando o ar ainda mais pesado. Meu corpo suava profusamente, com gotas escorrendo pelos seios, pela barriga, acumulando-se entre minhas pernas inchadas. Layza estava na mesma situação, suor brilhando na pele, escorrendo até os lábios vaginais feridos, fazendo-os arder. Nossos olhares se cruzavam constantemente. Eu tentava transmitir força com os olhos, mas via o desespero nos dela, vermelhos de choro contido, cansados da noite sem dormir direito. As mordaças nos faziam babar um pouco, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. O tempo se arrastava em silêncio total, quebrado apenas pelo zumbido de insetos e pelo som distante de outras prisioneiras sendo levadas para o trabalho forçado.
No meio da tarde, quando o sol estava no ponto mais alto e o calor ultrapassava os quarenta graus, as guardas voltaram. Tiraram as mordaças e as algemas das mãos, mas nos colocaram novas correntes nos pulsos e tornozelos. Fomos levadas de volta ao pátio principal, um gramado ralo e amarelado, cercado pela floresta densa. O sol escaldante batia como um martelo. Nos fizeram deitar de costas na grama seca, com os braços e pernas abertos em forma de estrela. Cordas finas foram amarradas em nossos pulsos e tornozelos, presas a estacas fincadas no chão, esticando nossos corpos ao máximo. Eu sentia a grama áspera arranhando minhas costas e minha bunda. Meus seios se espalhavam para os lados com o calor, os mamilos queimando sob o sol direto. Entre minhas pernas abertas, minha buceta inchada ficava completamente exposta, o calor do sol batendo direto nos lábios sensíveis.
Layza foi deitada a poucos metros de mim, na mesma posição. Seu corpo jovem esticado, braços e pernas bem abertos, a buceta virgem e esfolada virada para o céu implacável. O sol de mais de quarenta graus queimava sem misericórdia. Em minutos, o suor começou a escorrer em rios pelos nossos corpos. Meu ventre brilhava, gotas pingando da minha entrada para o chão. Os lábios de Layza, já machucados, pareciam inflamar ainda mais com o calor direto, vermelhos, brilhantes, latejando visivelmente. Ela respirava rápido, superficial, o peito subindo e descendo depressa. Nenhuma de nós podia se mexer. O silêncio continuava, apenas respirações pesadas e, de vez em quando, um gemido abafado quando o sol queimava demais alguma parte especialmente sensível.
Enquanto ficávamos ali, expostas como oferendas ao sol africano, outras prisioneiras passavam em fila ao nosso redor. Acorrentadas em grupos de cinco ou seis, nuas, suadas, eram levadas pelas guardas para carregar água ou madeira da floresta. As correntes tilintavam ritmicamente. Algumas olhavam para nós com pena ou resignação; outras desviavam o olhar, sabendo que poderiam ser as próximas. As guardas gritavam ordens curtas em sua língua, chicoteando de leve as costas de quem atrasava. O desfile continuava por quase duas horas inteiras, o tempo que passamos ali, cozinhando sob o sol escaldante.
Meu corpo ardia inteiro. O suor entrava nos olhos, escorria para dentro da boca aberta de tanto calor. Minha buceta latejava com o calor seco, os lábios inchados e sensíveis queimando como se estivessem sendo assados. Layza sofria mais visivelmente, a pele clara dela ficava rosada, depois vermelha nos pontos mais expostos, seios, ventre, coxas internas e, principalmente, entre as pernas. Seus lábios vaginais pareciam ainda mais feridos, inchados pelo calor. De vez em quando ela soltava um gemido fraco, quase inaudível, o corpo tremendo levemente contra as cordas.
Quando as duas horas finalmente terminaram, estávamos exaustas, desidratadas, com a pele queimada e sensível. As guardas nos soltaram, nos fizeram levantar com dificuldade e nos levaram de volta para a prisão, onde a rotina da tarde continuaria, provavelmente de volta aos aparelhos ou ao trabalho silencioso.
Um dia comum na prisão, calor implacável, humilhação constante, corpos expostos e feridos, e o olhar de mãe que eu lançava para Layza, cheia de culpa e impotência, enquanto sobrevivíamos mais um dia no meio da selva africana.

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