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A nova realidade que mudou o mundo parte 104 - Gozando a nova vida

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AnãoJediManco

Eu senti o coração apertar quando a porta do galpão das negras rangeu e ele entrou.
Meu marido, o homem que um dia eu chamei de meu. Ele estava impecável, terno escuro, sapatos brilhantes, cheiro de colônia cara contrastando com o fedor de suor, porra e merda que impregnava o ar quente e úmido. Seus olhos varreram o lugar até me encontrar. Não havia carinho. Só um sorriso frio, satisfeito. “Está na hora, Caroline.”
Dois peões me ergueram. Primeiro colocaram a mordaça de argola na minha boca: um círculo de metal frio que forçava meus dentes a ficarem abertos, esticando os lábios de forma grotesca. Eu não conseguia fechar a boca, nem falar, só babar. Depois enfiaram um plug anal grosso e longo no meu cu, ainda sensível do enema anterior, e o giraram até travar. Por fim, ligaram um vibrador dentro da minha buceta. Era forte, zumbindo sem parar, roçando meu clitóris inchado e me mantendo num estado constante de excitação dolorosa e humilhante. Eu tremia enquanto me arrastavam.
Julie foi a próxima. Colocaram nela uma mordaça de bola vermelha grande, que enchia sua boquinha e a fazia babar profusamente. Ela choramingou abafado, os olhos enormes cheios de terror. Yara e Maya, as duas indiazinhas, receberam o pior. Em cada uma enfiaram uma mordaça de pênis enorme, grossa, longa, forçando a garganta delas e fazendo as bochechas incharem. As duas se engasgavam, baba escorrendo pelo queixo. Depois colocaram plugs anais nelas e, o mais cruel, um aparelho de metal que prendia os lábios da buceta bem abertos, com garras afiadas que mordiam a carne sensível. Cada passo que elas davam fazia o metal puxar e rasgar levemente os lábios, causando dor constante. Elas andavam de pernas abertas, gemendo abafado, lágrimas escorrendo.
Meu marido nos olhou com satisfação. “Vamos. Quero mostrar para vocês onde eu costumava me divertir antes de vocês chegarem.”
Ele nos levou pela rua, acorrentadas pelo pescoço numa única corrente. Eu babava pela argola, o vibrador zumbindo sem piedade dentro de mim, o plug me esticando a cada passo. Julie mancava ao meu lado com a bola na boca. Yara e Maya vinham atrás, choramingando a cada movimento que fazia o aparelho de metal morder suas bucetas abertas. Chegamos ao galpão público, um depósito grande, mal iluminado, cheirando a sangue velho, porra e medo. Era um lugar aberto para qualquer homem usar as escravas públicas. O chão era de concreto sujo, com correntes penduradas no teto e vários aparelhos de tortura espalhados.
Meu marido sorriu ao entrar, como quem reencontra um velho amigo. “Camila!”
No centro do galpão, uma escrava branca estava sentada num cavalete de madeira estreito e áspero. O cavalete era uma barra triangular afiada que entrava fundo entre as pernas dela, pressionando e machucando cruelmente a buceta e o clitóris. Camila, uma mulher de uns vinte e cinco anos, pele clara marcada de chicotadas antigas, gemia baixo, o corpo tremendo. Seus seios grandes estavam amarrados bem apertados na base com cordas finas, inchados e roxos, os mamilos esticados por pesos pesados de metal que puxavam a carne para baixo. Cada respiração fazia os seios balançarem dolorosamente.
Embaixo dela, no chão, estava a negrinha, uma menina bem jovem, magra, pele escura brilhando de suor. Ela estava de quatro, rosto virado para cima, boca aberta, pronta para qualquer uso que quisessem. Seus olhos estavam vazios, resignados. Meu marido se aproximou de Camila, deu um tapa forte nos seios inchados dela e riu quando ela soltou um gemido abafado. “Quanto tempo, Camila. Ainda aguentando o cavalete? Eu lembro quando te coloquei aqui pela primeira vez… você chorou a noite inteira.”
Depois ele olhou para a negrinha no chão. “E você… ainda lembra do formigueiro? Eu te deixei sentada nele por horas só para ver você chorar e se contorcer enquanto as formigas mordiam sua buceta e seu cu. Foi divertido.”
Meu marido riu baixo ao ver meu olhar de horror quando ele mencionou o formigueiro. Ele se aproximou da negrinha que estava de quatro no chão, debaixo do cavalete onde Camila gemia, e deu um tapa leve no rosto dela, como quem cumprimenta uma velha conhecida. “Você ainda lembra, não é? Eu te coloquei sentada num formigueiro uma vez… só para ver você chorar.”
A negrinha não respondeu. Apenas baixou os olhos, o corpo tremendo levemente. Mas não foi ela quem contou a história. Foi outra escrava branca, uma mulher de uns vinte e sete anos chamada Renata, que estava acorrentada a uma coluna próxima. Ela tinha cicatrizes redondas e irregulares nas coxas e na barriga, marcas que pareciam mordidas antigas.
“Eu vi vários castigos de formigueiro. É um dos favoritos dos sádicos daqui. Eles cavam um buraco raso no chão, enchem de formigas vermelhas, aquelas que mordem forte e soltam ácido. Depois colocam a escrava sentada ou de quatro em cima, com a buceta, o cu ou os peitos bem em cima do formigueiro. As formigas entram em tudo. Mordem os lábios, o clitóris, o interior da buceta, o anel do cu, os mamilos… tudo que for macio e sensível.”
Renata engoliu em seco, a voz ficando mais baixa. “Eu vi uma garota de dezenove anos ser punida assim. Eles amarraram as pernas dela bem abertas, sentaram ela direto no formigueiro e prenderam um peso nos ombros para ela não conseguir se levantar. As formigas invadiram a buceta dela em minutos. Centenas. Mordendo por dentro, soltando ácido. Ela gritava tanto que perdeu a voz. O clitóris inchou até ficar do tamanho de uma bola de gude, vermelho vivo, coberto de formigas. Elas entravam no cu também, mordendo as paredes internas. Depois de duas horas ela estava se contorcendo, urinando de dor, o líquido misturando com as formigas que caíam mortas. Quando tiraram ela, a buceta estava inchada, cheia de picadas, sangrando em vários pontos. Ela passou semanas sem conseguir andar direito. Toda vez que mijava ardia como fogo.”
Outra escrava, uma negra magra chamada Laila, continuou a história com voz rouca: Tem o castigo do ‘formigueiro duplo’. Eles colocam a escrava de quatro, buceta e cu bem em cima de dois formigueiros diferentes. Depois enfiam mel ou açúcar nos buracos para atrair mais formigas. As formigas entram aos montes. Algumas mordem por dentro da buceta, outras sobem para o clitóris e ficam lá mordendo sem parar. Eu vi uma mulher gozar de dor, o corpo dela convulsionava enquanto as formigas mordiam o ponto mais sensível. Depois eles a deixaram ali a noite inteira. Quando tiraram, o clitóris dela estava duas vezes maior, roxo, coberto de picadas. Ela nunca mais sentiu prazer ali. Só dor.”
Meu marido sorriu, claramente satisfeito com as lembranças, e completou ele mesmo: “Eu fiz isso com essa negrinha aqui uma vez. Sentei ela em um formigueiro grande, pernas bem abertas, e deixei por quatro horas. As formigas entraram fundo no cu e na buceta dela. Ela chorava tanto que fazia pena… mas eu adorei. Toda vez que ela tentava se levantar eu batia com a vara nas coxas. No final ela estava coberta de formigas, o cu e a buceta inchados, vermelhos, pingando uma mistura de mijo, sangue e formigas mortas. Foi lindo ver ela se contorcer.”
A negrinha no chão tremeu visivelmente ao ouvir aquilo, mas não levantou os olhos.
Renata continuou, voz trêmula: “Tem versões piores. Uma delas é o ‘formigueiro com mel nos peitos’. Eles passam mel nos mamilos e nos seios e penduram a escrava de forma que os peitos fiquem bem em cima do formigueiro. As formigas sobem e mordem os mamilos sem parar. Os peitos incham, ficam cheios de picadas vermelhas, os mamilos viram duas bolas doloridas. Eu vi uma mulher cujos mamilos necrosaram depois de um dia inteiro. Tiveram que cortar os dois.”
Outra escrava, uma branca mais velhas murmurou quase sem voz: “E o pior de todos: o ‘formigueiro interno’. Eles enfiam um tubo fino na buceta ou no cu da escrava e derramam formigas vivas direto lá dentro. Depois tampam com um plug. As formigas ficam presas, mordendo tudo por dentro. A dor é insuportável. A mulher as sente andando mordendo as paredes internas, subindo até o útero. Algumas morrem lá dentro e apodrecem. Eu vi uma escrava ter febre alta por dias. Quando tiraram o plug, saíram formigas mortas misturadas com pus e sangue.”
Eu ouvia tudo com o coração na garganta. O vibrador dentro de mim continuava zumbindo sem piedade, me forçando a sentir prazer no meio do horror. Julie, ao meu lado, tremia violentamente com a mordaça de bola na boca, os olhinhos cheios de lágrimas. Yara e Maya, com os aparelhos de metal mantendo suas bucetas abertas e doloridas, choramingavam abafado pelas mordaças de pênis enormes. Eu imaginava minha filha sentada num formigueiro, pernas abertas, formigas vermelhas invadindo sua bucetinha virgem, mordendo o clitóris delicado. Imaginava Yara e Maya com formigas entrando fundo nos cus e nas bucetas já machucadas pelos aparelhos de metal. O trauma me sufocava. Esse mundo não tinha limite para a crueldade. Eles transformavam até a natureza, pequenos insetos, em instrumentos de tortura lenta, humilhante e agonizante.
Meu marido observava nossa reação com um sorriso satisfeito, claramente excitado com o medo que via em nossos olhos. “Vocês vão aprender a temer até as formigas daqui pra frente”, disse ele, dando um tapa forte nos seios amarrados de Camila, que gemeu alto no cavalete.
Eu babava pela argola na boca, o vibrador me fazendo tremer, e só conseguia pensar que, mais cedo ou mais tarde, um desses castigos com formigueiros seria aplicado em mim… ou, pior ainda, em Julie.
E não haveria misericórdia. Só dor, picadas, inchação e o som de risadas enquanto nós nos contorcíamos. O galpão público continuava escuro e fedido. E o horror, eu sabia, estava apenas começando.
A negrinha não respondeu. Só baixou os olhos.
Meu marido se virou para nós quatro, eu, Julie, Yara e Maya, e sorriu daquele jeito que eu odiava. “Vocês vão ficar aqui um tempo. Quero que vejam como as coisas funcionam de verdade nesse lugar. Quero que assistam. Quero que aprendam.”
Ele puxou minha corrente, forçando-me a ficar de joelhos ao lado de Camila. O vibrador dentro de mim continuava zumbindo, me fazendo tremer de excitação forçada e vergonha. Julie foi colocada ao meu lado, a bola na boca fazendo-a babar sem parar. Yara e Maya foram forçadas a ficar de pé, pernas abertas por causa do aparelho de metal que mantinha suas bucetas dolorosamente expostas e abertas.
Meu marido deu um passo atrás, cruzou os braços e observou a cena com prazer evidente. “Bem-vindas ao galpão público, meninas. Aqui não tem regras. Só dor e uso.”
Eu olhei para Camila com os seios roxos e inchados, o cavalete cortando sua buceta e para a negrinha no chão, pronta para ser usada como urinol ou pior.
Olhei para Julie, minha filha, babando pela mordaça de bola, olhos cheios de terror. E soube, naquele momento, que o verdadeiro inferno ainda estava apenas começando.
O vibrador zumbia sem parar dentro de mim, a argola mantinha minha boca aberta, e meu marido observava tudo com um sorriso satisfeito no rosto. Eu queria gritar, mas só conseguia babar.
Eu não aguentava mais. O vibrador dentro da minha buceta não parava. Era um zumbido constante, forte, implacável, roçando direto no meu clitóris inchado e nas paredes internas já sensíveis demais. Meu marido tinha ligado no máximo antes de nos deixar ali, no meio do galpão público, e agora eu estava de joelhos, mordaça de argola forçando minha boca aberta, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos nus. O plug anal me esticava por trás, cheio, pesado, me lembrando o tempo todo que eu não era mais dona de nada, nem do meu cu, nem da minha buceta, nem da minha dignidade.
Eu tentava resistir. Apertava os músculos, mordia a argola de metal, fechava os olhos com força. Mas o aparelho não dava trégua. Ele vibrava, pulsava, girava levemente dentro de mim, e o prazer veio rápido, traiçoeiro, quente.
O primeiro orgasmo me acertou como um soco.
Meu corpo inteiro se contraiu. Minhas coxas tremeram, minha buceta apertou o vibrador com força, e eu gozei. Gozei forte, molhada, um jorro quente escorrendo pelas minhas pernas enquanto eu babava pela argola aberta. Um gemido rouco e abafado saiu da minha garganta, ridículo, animalesco. Eu ouvi meu marido rir baixo. Julie estava ali, de joelhos ao meu lado, olhos arregalados atrás da mordaça de bola. Ela viu. Minha filha viu a mãe gozando como uma puta no cio, de joelhos, babando, corpo se contorcendo sem controle. Eu queria morrer de vergonha.
Mas o vibrador não parou. O segundo orgasmo veio logo depois, quase sem intervalo. Mais forte. Mais fundo. Meu clitóris latejava, sensível demais, e cada vibração agora doía um pouco, misturando prazer com uma pontada aguda. Eu gozei de novo, mais molhada, o líquido escorrendo pelo chão sujo do galpão. Minhas pernas fraquejaram. Eu caí para frente, apoiada nas mãos, peitos balançando, baba pingando no concreto. Meu cérebro começou a ficar confuso. O prazer estava virando algo perigoso, algo que não parava.
O terceiro orgasmo me fez soluçar. Dessa vez não foi bom. Foi demais. Meu corpo inteiro tremia, a buceta contraía sem parar, os músculos do ventre doíam de tanto se contrair. O prazer se transformou em uma queimação constante, como se estivessem esfregando pimenta dentro de mim. Eu gozei de novo, mas agora o gozo vinha misturado com dor, uma dor profunda, latejante, que subia pela espinha e explodia na minha cabeça. Eu babava mais, a argola mantendo minha boca aberta, a saliva escorrendo pelo pescoço, pelos peitos. Meu juízo começou a falhar. Eu não conseguia pensar direito. Só sentia o vibrador, o prazer que já não era prazer, só uma tortura elétrica que não parava.
Quarto orgasmo. Quinto. Sexto. Eu perdi a conta.
Cada gozo era pior que o anterior. O prazer tinha virado agonia pura. Meu clitóris estava tão inchado e sensível que cada vibração parecia uma facada. Minha buceta latejava, inchada, molhada demais, os músculos exaustos de tanto contrair. Eu me contorcia no chão, gemendo como um animal, o corpo todo suado, baba escorrendo sem parar pela argola. Meu cérebro estava derretendo, literalmente derretendo. Os pensamentos se dissolviam. Eu não conseguia mais lembrar meu nome, nem o rosto de Julie direito, eu só sentia o zumbido, o gozo forçado, a humilhação de estar gozando sem parar na frente da minha filha, na frente de Yara e Maya, na frente do meu marido que assistia tudo com aquele sorriso satisfeito.
Eu era só um buraco. Um buraco que gozava.
O sétimo, o oitavo… eu não sabia mais. Meu juízo tinha se corrompido completamente. Eu ria e chorava ao mesmo tempo, um riso histérico abafado pela argola, lágrimas escorrendo enquanto outro orgasmo me rasgava por dentro. A dor agora era tudo. Uma dor quente, latejante, que fazia meu ventre se contrair em espasmos violentos. Eu sentia que ia desmaiar, mas o vibrador não deixava. Ele me mantinha acordada, me forçava a sentir cada segundo. Meu cérebro derreteu de vez. Eu perdi os sentidos.
Não havia mais Caroline. Só um corpo convulsionando, gozando sem parar, babando, urinando um pouco de tanto esforço, o cu piscando em volta do plug enquanto outro orgasmo me fazia arquear as costas. Eu via tudo borrado. Ouvi Julie choramingar abafado. Ouvi meu marido rir. Mas nada fazia sentido. Eu era só carne. Carne que gozava. Carne que sofria. Carne que se quebrava.
Quando o vibrador finalmente parou, não sei quanto tempo depois, eu desabei no chão, tremendo, babando, o corpo todo molhado de suor, baba e meus próprios gozos. Minha buceta latejava, inchada, dolorida, sensível ao ponto de doer só com o ar. Meu juízo estava em pedaços. Eu não conseguia formar um pensamento completo. Só soluçava baixinho, a argola ainda mantendo minha boca aberta, a humilhação completa gravada na minha alma.
Eu tinha gozado dezenas de vezes na frente da minha filha. Tinha perdido a dignidade, a sanidade, o controle. E o pior era saber que meu marido estava olhando, satisfeito, e que isso era só o começo.
Eu era dele, era deles. Era só um buraco que gozava até o cérebro derreter. E eu nem conseguia mais chorar direito. Só babava. E esperava o próximo castigo.

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