Subjugando o primo do meu namorado - DP
Até que chegamos à noite do 'Teste Final'. O Kaito me olhou com um brilho sádico nos olhos.
Se você chegou agora, eu sou o Diego: 1,83m de altura, pele clara, olhos azul-esverdeados e um corpo de carateca com 19 cm de puro vigor. Meu namorado é o Kaito: 1,71m de puro músculo denso, filho de japoneses, nasceu no Japão mas se mudou ainda criança para o Brasil, cabelo preto sempre preso num coque instigante e um segredo de 21 cm que é o meu vício. Viemos ao Japão e o primo dele, o Sora, achou que sua banca de 'machão tradicional' nos intimidaria. Ele nos testou na corrida e nos vigiou no banho, mas o tiro saiu pela culatra. O desejo reprimido dele virou sua ruína. Agora, o 'guardião' de Enoshima está prestes a descobrir que, entre eu e o Kaito, ele é apenas um brinquedo de luxo. Para quem não viu as duas primeiras parte do conto /2026/03/conto-128393 e /2026/03/conto-128527
— Ele não é nada, Diego — o Kaito rosnou, a voz vibrando de uma fúria selvagem que me fez pulsar instantaneamente. — Só você me possui. Só o seu leite importa.
Ele não esperou e Avançou para cima de mim como um predador. Os 21 cm ainda latejantes, brilhando com o resto da saliva e do gozo que ele tinha acabado de despejar no primo. Eu o joguei de costas no tatame, mas o Kaito não queria ser dominado; ele usou a força para inverter a posição, montando no meu quadril com uma agilidade absurda.
Ele segurou meus pulsos contra o chão, os dedos apertando como algemas de ferro, e desceu com tudo.
Meus 19 cm desapareceram dentro dele de uma vez. O Kaito soltou um grito rouco, a cabeça jogada para trás, expondo a linha do pescoço que eu tanto amava morder. Ele começou a cavalgar com uma força animalesca, cada sentada fazendo o tatame ranger e o som da nossa carne batendo ecoar pelas paredes de papel. Ele não estava apenas transando; ele estava expurgando a presença do Sora, reafirmando que aquele território — o corpo dele, a alma dele — era exclusivamente minha.
Eu via o suor escorrendo pelo peito dele, pingando no meu abdômen, enquanto ele se acabava no meu pau. Eu sentia as paredes internas dele me apertando, me ordenhando com uma urgência que dizia que ele precisava ser preenchido por mim para se sentir limpo.
— Goza dentro, Diego! Me marca! — ele gemeu entre dentes, os olhos fixos nos meus, transbordando uma lealdade sombria.
Eu não aguentei. No ápice daquela fúria, eu arqueei meu corpo e descarreguei tudo. Senti cada jato do meu leite quente atingir o fundo dele, uma assinatura de posse que o fez desabar sobre o meu peito, ofegante, o coração batendo como um tambor contra o meu. Estávamos marcados. O Japão era nosso.
Os 13 dias que se seguiram foram uma descida lenta e deliciosa ao inferno da luxúria. O Sora, que antes nos vigiava com desdém, passou a nos seguir como um cão castigado. A pressão psicológica que exercíamos sobre ele era constante. De dia, éramos os convidados perfeitos; à noite, éramos os seus mestres.
Eu via a mudança no corpo dele. O Sora começou a perder aquela postura rígida de 'guardião'. Ele andava pela casa com o olhar baixo, sempre atento ao menor sinal meu ou do Kaito.
Ele estava viciado na humilhação, viciado no peso dos nossos paus. E sempre estava a prontidão quando sinalizávamos que queríamos ser acordado com mamadas, ele entrava delicadamente no nosso quarto para não estragar a supresa de sermos despertos com sua boca quente e gostosa, percebi que esse era um dos maiores prazeres dentre muita coisa que ele já tinha passado
Até que chegamos à noite do 'Teste Final'. O Kaito me olhou enquanto tomávamos chá no jardim, um brilho sádico nos olhos.
— Diego, o cu dele já está treinado o suficiente. Ele já conhece a profundidade dos meus 21 e a largura dos seus 19. Acho que está na hora de ele conhecer nossas medidas de uma vez só.
O treino havia sido exaustivo. O mestre Takeshi exigira cada gota de suor, e o som dos nossos kiais ainda parecia ecoar nas vigas de madeira do dojo. Sora estava ofegante, a mecha de cabelo grudada na testa pálida, tentando manter a postura impecável de herdeiro enquanto desamarrava a faixa preta. Eu o observava , sentindo o calor do meu próprio corpo sob o kimono pesado.
Aproximei-me dele no vestiário silencioso. O cheiro de madeira e esforço físico era inebriante. Sem que os avós ouvissem, inclinei-me levemente em sua direção.
— No rotenburo. Quinze minutos. — Minha voz saiu grave, quase um comando militar.
Vi o pomo de adão do Sora subir e descer. Ele não disse 'sim', mas o leve tremor em suas mãos e aquele sorriso de canto, quase imperceptível e carregado de uma submissão viciada, foram a minha resposta. Ele estava intimado.
Quando cheguei à área externa, o vapor das águas termais dançava sob a luz da lua, criando uma névoa que isolava o mundo. O Kaito já estava lá. Ele era a visão da paz absoluta: nu, encostado nas pedras escuras, com os braços relaxados sobre a borda. A água batia em seu peito definido, e eu parei por um segundo apenas para contemplá-lo. O amor que eu sentia por aquele homem se misturava a um desejo possessivo; ele era o meu mestre, o meu parceiro, a minha metade naquela jornada de excessos.
Entrei na água com cuidado, sentindo o calor abraçar minhas pernas cansadas, e deslizei até ele. Não precisei de palavras. Selei nossa cumplicidade com um beijo profundo, sentindo o gosto da água e o calor da sua boca, um pacto silencioso de que o que viria a seguir seria a nossa obra-prima.
No tempo exato, o Sora apareceu. Ele não hesitou. Despiu-se com uma urgência silenciosa, deixando o kimono cair como se estivesse abandonando sua última defesa. Ao entrar na água, o corpo dele parecia brilhar sob o vapor. Ele se posicionou entre nós, o olhar oscilando entre o meu rosto e o do Kaito, pronto para ser o elo de carne que nos uniria.
Senti o Kaito se aproximar por trás dele, as mãos morenas e fortes envolvendo a cintura do primo, enquanto eu segurava o Sora pelos ombros. Estávamos tão próximos que eu sentia a vibração da respiração do Kaito contra a minha própria pele, através do corpo do Sora.
— Você treinou bem hoje, Sora... — sussurrei, sentindo o corpo dele arquear sob o meu toque. — Mas o verdadeiro teste de resistência começa agora.
Nossos olhares se cruzaram sobre a cabeça dele. A malícia nos olhos do Kaito era um espelho da minha. Não havia mais espaço para o 'meu' ou o 'seu'. Naquela noite, no silêncio do jardim, o Sora deixaria de ser um só para se tornar o ponto de encontro de nós dois, sentindo cada milímetro da nossa vontade fundindo-se dentro dele."
O vapor do rotenburo parecia se condensar ao redor de nós três, criando um casulo de calor e silêncio. Sora estava no centro, e a expressão dele era de um triunfo perigoso. Enquanto o Kaito, posicionado estrategicamente atrás, começava a dedilhar aquela entrada já sensível pela água quente, eu fazia o mesmo pela frente.
Vi o sorriso do Sora se alargar, um brilho de vaidade cruzando o rosto dele sob a luz da lua. Ele realmente achava que éramos dois cães brigando pelo mesmo osso, que ele era o prêmio de uma disputa de egos. Mal sabia ele que a nossa sincronia era absoluta, um pacto de sangue e prazer que não deixava frestas.
A cumplicidade entre eu e o Kaito vibrou no ar. Sem aviso, o Kaito fincou os dedos na cintura do primo, puxando-o com uma força que fez a água transbordar pelas pedras. O som do ar escapando dos pulmões do Sora foi abafado pelo impacto seco: o Kaito meteu o pau todo de uma vez. O corpo do Sora arqueou violentamente, as mãos buscando desesperadamente o apoio das pedras vulcânicas, enquanto os olhos dele reviravam, perdendo o foco na mistura brutal de dor e preenchimento.
Eu não dei tempo para ele processar. Antes que o urro dele pudesse ecoar pelo jardim, soterrei a boca dele com meu pau. Sora, já viciado na nossa dinâmica, reagiu com uma maestria que me surpreendeu; ele engoliu até a base, trabalhando a língua com uma destreza que quase me fez perder o ritmo, mantendo aquele olhar de quem ainda se sentia no controle da situação.
Foi então que o jogo mudou.
Tirei meu pau da boca dele de forma abrupta, deixando-o ofegante e confuso. Segurei o quadril dele com as duas mãos, forçando-o a se manter firme contra o peito do Kaito.
Posicionei a cabeça da minha rola logo abaixo de onde o Kaito já estava enterrado. Senti o calor que emanava daquela fenda, o pulsar frenético da carne tentando se fechar ao redor de um, sem saber que o segundo estava a caminho.
Fiz uma pressão constante, sem ceder um milímetro. Os olhos do Sora, antes semicerrados de prazer, arregalaram-se de um jeito que eu nunca tinha visto. Ele sentiu a largura dobrando. O pânico começou a substituir a vaidade. Ele tentou um movimento instintivo de fuga, um deslize lateral na água para escapar daquela invasão impossível, mas o Kaito era uma rocha. Meu namorado apertou a cintura dele com uma força de mestre, imobilizando-o contra seu próprio corpo, enquanto sussurrava algo em japonês que soou como uma sentença definitiva.
— Não tem para onde ir, Sora... — eu disse, a voz baixa, sentindo a fibra da pele dele esticar até o limite absoluto.
Fui ganhando terreno milímetro a milímetro, sentindo a resistência das pregas dele lutando contra a minha largura. O som da água agitando-se e o estalo da pele esticando eram os únicos ruídos. Até que, com um empurrão firme e decidido, a cabeça do meu pau começou a entrar, rompendo a última barreira daquele orgulho que ele tanto tentava proteger.
Meu pau finalmente venceu a última resistência, enterrando-se até a base logo ao lado do monstro do Kaito. A sensação foi indescritível: um calor denso, uma pressão que parecia expandir cada fibra daquele corpo submisso. Sora emitiu um som que não era mais humano; era um lamento agudo, um choro de prazer e choque que borbulhava na água do rotenburo.
Mantive o pau todo lá dentro, estático, deixando que as paredes internas do Sora se moldassem àquela largura impossível. Por cima do ombro dele, meus olhos encontraram os do Kaito. O rosto do meu namorado estava transfigurado pelo esforço e pelo triunfo. Inclinei por cima no ombro de sora e em um beijo quente, demorado “comemoramos” 'Conseguimos', eu disse sem voz, sentindo a língua do Kaito encontrar a minha enquanto nossos paus se tocavam e pulsavam dentro do primo dele.
Era uma conexão elétrica. Eu sentia cada batida do coração do Kaito através da carne do Sora.
Quando a cabeça do Sora finalmente cedeu sobre o meu ombro, pesado e sem forças, eu soube que era o momento. Comecei o movimento. Iniciei um ritmo lento, quase torturante, retirando o pau quase por completo, sentindo o vácuo e o som de sucção da água, para então meter com tudo em estocadas profundas.
A cada estocada, eu sentia a rola do Kaito pulsar lá dentro, um atrito de pele com pele que me fazia apertar os dentes para não gozar de imediato. A luta pelo controle era absurda; o prazer de sentir o meu pau e o do homem que eu amava ocupando o mesmo espaço sagrado era viciante.
Sora, em um surto de entrega total, jogou o peso do corpo sobre o Kaito, buscando o peito do primo como se pedisse clemência. Foi o sinal verde. O ritmo, que antes era uma valsa de poder, tornou-se um frenesi de guerra. As estocadas ficaram rápidas, brutais, jogando a água do banho para fora da borda.
Os gemidos do Sora subiram de nível , tornando-se urros que rasgavam a névoa do jardim. O Kaito tentava abafar o som, cravando os dentes com força nas costas e nos ombros do Sora, mas era inútil. A dor e o prazer de ser possuído por nossos centímetros de virilidade Yamatoyama e brasileira era maior que qualquer tentativa de silêncio. Naquela noite, Enoshima inteira saberia que o seu herdeiro tinha sido reclamado por dois reis.
Eu me afastei do centro por um segundo e me sentei na borda de pedra fria, sentindo o ar fresco da noite de Enoshima contrastar com o fogo que corria nas minhas veias.
Não havia tempo para descanso. Eu não queria que o cu do Sora tivesse um segundo sequer para recuperar a forma; ele precisava continuar dilatado, rendido. Com um gesto autoritário, sinalizei para que ele viesse. Sora, agindo por puro instinto de submissão, arrastou-se na água e sentou com tudo no meu pau. Senti a pressão absurda daquela entrada tentando me acomodar enquanto eu forçava para cima, buscando o fundo.
O Kaito, que não precisava de ordens, posicionou-se logo a frente. Ele não esperou. No segundo em que eu estava totalmente enterrado, o Kaito começou a socar. O ritmo era acelerado, constante, uma máquina de prazer. A sensação era surreal: eu sentia o pau do meu namorado, massageando e masturbando a minha própria rola dentro do Sora. Era um atrito interno, quente e rítmico, que me fazia perder os sentidos.
No auge daquela loucura, sentimos o corpo do Sora entrar em espasmos violentos. Ele estremeceu da cabeça aos pés, as pernas bambas na água, gozando em jatos involuntários sem que ninguém sequer tocasse no pau dele. Foi a rendição total do "machão" de Enoshima.
Eu e o Kaito não tiramos os olhos um do outro. Aquela expressão de predador que eu conhecia tão bem no rosto dele se intensificou; ele estava no limite. O Kaito acelerou as estocadas, os estalos da carne batendo na raba do Sora ecoando no jardim. Foi o gatilho final. Gozamos juntos, um urro de vitória que rasgou o silêncio da noite, despejando muita porra e se misturado dentro do herdeiro dos Yamatoyama.
O Kaito saiu devagar, o som de sucção selando o fim do ato. Tirei o Sora de cima de mim e ele desabou. Ficou ali, com os braços abertos, a cabeça relaxada na borda de pedra, os olhos fixos nas estrelas, completamente transformado.
Eu e o Kaito nos selamos em um beijo profundo, um sabor de conquista e lealdade. Antes de sairmos da água, demos tapinhas suaves e vitoriosos no rosto do Sora. Eu sussurrei um "obrigado" carregado de malícia, e o Kaito, com um olhar de irmandade que eu nunca vira, disse uma expressão em japonês que soou como um código antigo de honra entre guerreiros. O Sora, em vez de ódio, apenas sorriu e assentiu. Ele finalmente fazia parte de algo maior.
O dia seguinte passou como um borrão de luz e sombras. No final da tarde, enquanto o trem nos levava de volta ao aeroporto, eu olhei para o Kaito. Ele estava encostado na janela, observando as colinas de Enoshima ficarem para trás.
O Japão não era mais apenas a terra dos ancestrais dele. Agora, era o lugar onde tínhamos provado que o nosso amor e o nosso desejo não conheciam fronteiras, nem tabus. Eu apertei a mão dele sob o casaco, sentindo a aliança invisível que tínhamos forjado no suor do dojo e no vapor do rotenburo.
— Próxima parada, Brasil? — perguntei com um sorriso de canto.
O Kaito se virou para mim, os olhos pretos brilhando com a promessa de que o que vivemos no Japão era apenas o começo de uma nova era para nós dois.
— Próxima parada, nossa cama, Diego. E dessa vez, sem primos para dividir.
O avião decolou, e enquanto as luzes de Tóquio se tornavam pequenos pontos abaixo de nós, eu soube: tínhamos voltado mais fortes, mais unidos e, definitivamente, com muito mais história para contar.
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Comentários (1)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk