Coisa de homens e de irmãos sem inocência
Continuação da minha história. Tem algumas coisas que estão imprecisas, pois escrevi puxando da memória situações que vivi. Relato real.
Esta é a continuação de como meu irmão mais velho me introduziu e me ensinou muita sacanagem da maneira mais tranquila possível.
Leiam o conto anterior para entender melhor
Depois de quase termos sido pegos pela mamãe, Fábio e eu começamos a ficar mais cuidadosos.
No outro dia, não lembro bem, mas não rolou quase nada. Não teve pegada na bunda, tapinhas, músicas com putaria, palavrão, nem ele pegando na mala e deixando dura me incitando. Não demorou numa tarde da outra semana meu irmão deu uma daquelas escapadas que ele vinha dando. Saiu num dia e eu não falei nada, porém ficava curioso com quem ele estava ou o que estava fazendo.
Numa dessas tardes, ele voltou bravo. Eu estava caminhando pela casa quando ele entrou e começou a falar um monte de coisas (não lembro mais o conteúdo). Numa dessas ele falou "Aquela puta do caraio não quis me dar!".
Aquilo me acendeu um alerta. Meu irmão estava saindo escondido pra fuder com as meninas. Óbvio que eu fiquei bravo e puto! Afinal, ele tinha começado a foder comigo e parou.
O dia passou, chegou de noite e tava chegando o mês de frio. Os dias quentes começaram a ficar mais frios e a noite eu deitei no sofá numa ponta, Fábio em outra e minha mãe no outro sofá pequeno sozinha. Estávamos com o cobertor e a luz apagada.
Não demorou muito, sinto uns leves chutes. Fábio estava me cutucando e olhava de lado e fazendo sinais me chamando com a mão, bem discreto. Entendi que ele queria que eu deitasse com ele. Estranhei também porque não era comum do meu irmão fazer aquilo e acabei ignorando. Não demorou muito ele fez de novo, com sinais e com expressões no rosto. Acabei cedendo e deitei com ele.
Me aconcheguei por dentro das pernas dele, de modo que minha cabeça ficou em seu peito. Mal deitei e já senti algo duro me cutucando. Ele olhou pro meu rosto e fez sinal de silêncio com a mão rapidamente. Demorou uns segundos ele pegou minha mão e foi levando até seu pau. Ajudei, claro, nem precisou muito e fui discretamente envolvendo aquela rola na mão. Parecia que tinha crescido mais desde a última vez que eu tinha pegado. Estava dura que parecia que iria estourar. Lisinha, um pouco áspera na base de pelos começando a apontar para crescer. Olhei pro Fábio e seu rosto mostrava a satisfação e tesão. Fechava os olhos, às vezes, porém a maior parte do tempo ele fingia estar prestando atenção na tv. Meu medo era minha mãe que estava logo ali.
Ela estava meio que assistindo, meio cochilando, mas ainda assim era arriscado. Isso só fazia com que a adrenalina subisse mais.
Ele foi no meu ouvido e sussurrou: “Bate uma para mim bem de leves, senão a mãe vai perceber…”
E assim eu fiz.
Mexia de baixo para cima, de cima para baixo, passava a mão pela cabeçona que já babava. Num movimento, peguei com os dedos uma porçãozinha de pré-gozo e levei até minha boca. Fábio observou e fez a cara mais safada do mundo com um sorrisinho. Veio no meu ouvido de novo: "Tô doido pra botar você pra mamar no meu pau..."
Olhei para ele e escorreguei meu corpo para baixo e puxei o cobertor para cobrir minha cabeça. No momento que fiz isso, Fábio segurou meu corpo e puxou o cobertor e foi até meu ouvido: Ficou louco?
Não respondi nada, levei a mão de volta a seus shorts e puxei pra baixo junto com a cueca, o pau dele pulou pra fora. Peguei a coberta e puxei forte minha cabeça, a cintura dele mais acima da altura do umbigo. Deitei minha cabeça sobre a barriga dele e manuseei o pau dele olhando. Coloquei a cabeça na boca. Tinha um cheiro de mijo fraco, aquilo fez meu pauzinho pulsar. Suguei a cabeça do pau dele como se tivesse tomando coca com canudo, parecia que eu estava beijando o pau dele. Meu irmão pegou e puxou o cobertor pra olhar a cena, depois cobriu de novo. Deslizou a mão por baixo do cobertor e foi procurando meu bumbum enfiando a mão por dentro da cueca. Comecei a chupau o pau dele, tentava ir até mais da metade, mas não conseguia, voltava para a cabeça e com a outra mão comecei a explorar as bolas dele, coisa que não tinha feito tanto antes. Meu maninho tinha umas bolas fartas, pesadas. Naquele momento elas estavam rígidas, mas ainda assim o saco dele era caído.
A mão dele saiu da minha bundinha que ele não parava de alisar e foi até meus cabelos. Ele começou a massagear meu cabelo, segurava firme as vezes e guiava minha cabeça bem lentamente, voltava a massagear. Teve um momento que ele puxou meu cabelo rápido distanciando e segurou o pau.
Voltou a mão rápido pelo meu corpo e meio que me puxou pra cima.
Não demorou muito, minha mãe acordou e virou o rosto pra nós. Eu estava deitado sobre Fábio e ele olhava para tv e eu também.
- Meninos, vamos dormir?
- Já vou mãe... - respondeu o Fábio.
- Vamos Rafael. Vai escovar os dentes e vai deitar.
- Tá bom mãe, eu já vou... deixa a gente terminar o filme...
- Tá, mas não vai dormir no sofá com a tv ligada.
E minha mãe saiu da sala, entrou no banheiro (acho que tomou banho).
- Viu o que eu falei manezão! - Fábio sussurrou meio que numa bronca.
- Ela não viu nada. - voltei a pegar no pau dele.
- Por minha causa porque eu tô de olho.
Já ia voltando pra chupar ele, quando ele meio que tirou minha mão e falou.
- Pera, pera, deixa ela ir deitar...
Não demorou, minha mãe saiu do banheiro, falou alguma coisa com a gente e foi deitar fechando a porta.
Voltei a mão pro pau de Fábio nesse momento. Ele sussurrou no meu ouvido: "Tu tá uma putinha safada, hein... Nem as meninas que eu fodo tão assim por pica..."
Eu não tive o que responder, só ri.
- Vai, volta lá... - Fábio sussurrou no meu ouvido de novo. Abaixei a cabeça e voltei pro meu pau favorito. Estava quente, pegando fogo. Sentia o cheiro da minha baba, o líquido transparente começou a escorrer. Botei a língua pra fora e lambi até a entradinha do buraquinho da jebona. Fábio fez um barulho com a boca.
Não demorou muito ele tirou o cobertor de cima de mim, estava ficando quente e ele queria ver a cena. Chupei muito o pau dele. Estava ficando profissional. Subia, descia. Às vezes ele batia o pau na minha cara, fodia os cantos da minha boca, tentava ir fundo na minha garganta a ponto de eu começar a engasgar, algumas lágrimas descerem.
Ele me puxou pra cima de novo e sussurrou: "Quero botar no seu cuzinho". Olhei pra ele, o brilho na tv.
- Fábio, vai doer… deixa só eu chupar e você pode gozar na minha boca…
- Não quero saber, quero botar pelo menos a cabecinha. Bora pro quarto.
Ele levantou e desligou a tv e saiu pro quarto deixando a porta aberta.
Não tive escolha, fui atrás dele. O quarto estava escuro, estava acostumando meus olhos no escuro. Acendi a luz. Fábio tava deitado na minha cama.
Ele só olhou pra mim, voltou o olhar pro pau dele com o shorts abaixado que estava me esperando. Fechei a porta e apaguei a luz e fui até ele.
- Tira o short e a cueca e chupa mais um pouquinho.
Assim eu fiz, tirei os shorts junto a cueca que foi ficando pelo quarto. Acabei tirando minha camisa também. Fui até ele tateando e toquei seu pau. Ele se afastou para o canto e eu agarrei. Devorei o pau. Fábio começou a movimentar sua cintura para cima e para baixo e começou a foder minha boca
Puxou minha bunda pra ele, molhou o dedo e enfiou no meu cuzinho. Senti o desconforto por conta da ardência ainda. Depois foi pra outro dedo e mais um. Sentia meu cuzinho arder e ele começou a socar freneticamente.
Parei de chupar o pau dele e comecei a gemer. Ele com a outra mão, pegou minha cabeça e guiou para o pau dele de volta e começou a socar na minha boquinha sem soltar minha cabeça.
Minha rodinha ardia, ficou quente, minha boca invadida pela rola dele e eu já não estava no controle. Meu pintinho ardia durinho, a pelinha repuxando por conta da fimose. Pela primeira vez em muito tempo fiz algo que nunca tinha feito, levei a mão pro meu pintinho e comecei a bater uma punhetinha rápida meio desajeitado.
Fábio tirou os dedos do meu rabinho e começou a empurrar meu corpo. E depois puxou e meu corpo deslizava sobre a cama. Ele me colocou sentado sobre suas pernas. Meu corpo de frente pro dele. Ele estava sentado encostado contra a parede. Minha cabeça quase batendo na madeira da beliche.
Meu pintinho estava colado nas bolonas dele apontando pra cima, minhas bolinhas mal podia sentir. Seu pau espremido entre nós. Ele pegou minha mão e sussurrou ofegante: "Bate uma pra nóis dois, vai... pega seu pau e bate junto com o meu."
Afastei um pouco, as bolas dele desceram com o espaço, peguei no começo do meu pauzinho e tentei agarrar o dele, mas minha mão não fechava envolta. Agora estava colado, pau com pau, se beijando. Subi a mão na bronha e meu pauzinho acabou, sobrando só o de Fábio. Repetia os movimentos, mas meu pintinho era muito pequeno comparado ao dele. Foi aí que ele pegou minha mão e colocou no meio do pau dele e ele agarrou a base do pau dele junto com o meu. "Bati do meio pra cima e eu assumo aqui".
E assim foi... Cada um num ritmo desordenado, às vezes nossas mãos se batiam, ora iam na direção oposta e mantinha um ritmo. Meu corpo vibrava àquelas sensações, eu sentia um fogo dentro de mim nunca antes sentido. Fábio suava um pouco e eu também. Comecei a empinar minha bundinha devido ao tesão, meus olhos fechados. Com a outra mão Fábio apertava minha bunda com força e subia pelas minhas costas indo até meus cabelos e os puxando para trás de leve. "Já tá bom, não aguento mais, quero meter em você Rafinha...". Ele nem precisou falar mais nada. Fábio girou o corpo e deitou no meu travesseiro. Eu fiquei louco de um jeito que nunca tinha acontecido. Seja lá o que tenha acontecido, meu irmão despertou a puta que habitava em mim. Eu subi mais no seu colo e agora o seu pau passou pra trás. Passava por toda minha bunda. Eu com as mãos abri meu bumbum e fechei em volta do pau dele (que tesão me dava fazer isso).
Fábio passava a mão pelo meu rostinho e dava tapinhas de leves, puxava meu cabelo pra trás.
Ele começou a guiar o pintão para entradinha do meu cuzinho que por essa altura já estava bem suada. O pau dele começou a soltar líquido.
- Rafa, abre bem a bundinha.
Assim eu fiz, deitei meu peito contra o dele porque perdi o equilíbrio, empinei bem e com as duas mãos abri bem o bumbum guloso. Fábio lambeu bem os dedos e começou a passar no meu anelzinho, era úmido e morno. Cuspiu um monte de vezes até ficar bem melado. Apontou a cabeça e começou a forçar.
Comecei a gemer um pouco por conta da dor, ele puxou. Forçou de novo e eu reclamei, ele não parou, mas foi devagar e aos poucos. Voltou a cuspir nos dedos e passar em volta do pau e no meu cuzinho. "Relaxa... Abre bem pra escorregar". Ele dizia. E assim foi, sem ele tirar, todo momento cuspindo nos dedos e levando pro meu cuzinho e esfregando no pau, aquele monstro foi sumindo dentro de mim. Sentia uma pressão enorme, uma pontada no estômago, uma vontade de expulsar aquele intruso, mas ao mesmo tempo de manter dentro. Seria mentira minha se dissesse que estava sentindo um prazer enorme como muitos dizem, eu estava com dor e conforto, porém era suportável. Meu pintinho que antes estava no ponto de bala, eu sentia ele molinho e balançando embaixo de mim.
Fábio foi descendo centímetro por centímetro. Podia sentir a respiração ofegante dele na lateral do meu rosto, em cima do meu cabelo.
Senti algo bater na polpinha da minha bundinha e certa aspereza. "Pronto Rafinha, tá tudo dentro."
Mal pude acreditar... Não fazia ideia de como aquela cobra daquele tamanho que eu mal conseguia pôr na boca cabia direitinho no meu rabinho.
"Vamos ficar parados um pouquinho"... Eu sentia o pau do Fábio pulsar no meu cuzinho. A sensação de desconforto aumentava e diminuía.
"Vou mexer...", e ele começou a socar de leves. Eu sentia como se eu estivesse enchendo quando ele ia pra frente e quando voltava sentia como se estivesse esvaziando. Fábio gemia baixinho falando besteirinha "Que cuzinho apertadinho da porra. Só meu, só meu... minha putinha gostosa...". Do nada sinto um ardor e um estalo. Fábio meteu o tapa na minha bunda.
- Aí! Para Fábio, a mamãe vai acordar! - sussurrei no susto com a dor.
- Foi mal, é gostoso… não vou fazer de novo...
Comecei a sentir meu cuzinho meu oleoso, deslizava mais suava, estava gostoso. Fábio começou a dar umas bombadas sequenciadas rápidas e fizeram barulho de pau batendo na bunda (ploct, ploct). Tive que segurar ele pra parar com aquele barulho. Eu estava morrendo de medo de nossa mãe pegar a gente naquela situação, parecia que Fábio havia se esquecido.
Lembro de ter ficado tenso e meu cuzinho apertar e o pau de Fábio ficar comprimido. Fábio gemia gostoso, estava adorando, mas eu não...
Lembro de pedir pra ele terminar. "Tá cabando Rafinha, tô quase lá"
- Vai Fábio, por favor, tá me machucando...
- Calma, vou tirar um pouquinho e ficar só a cabecinha...
E ele puxou e ficou me fudendo só com aquele cogumelo roliço. Era incômodo, mas perto de tudo que estava dentro, meu cuzinho ficou aliviado.
Fábio me jogou sobre a cama e seu corpo foi junto sem sair de dentro. Ele arreganhou minhas pernas e a cama fez um barulho por causa do peso. Ele enfiou a mão por cima do meu saquinho e meu pauzinho que chegou a doer e socava a cabecinha acelerado. Foi metendo e de repente parou dando uns gemidinhos meio urrados bem baixinho.
Senti algo úmido em mim, tinha certeza que ele tava mijando no meu cuzinho. Não era, era porra.
Fábio ficou um bom tempo parado naquela posição, minha perna estava doendo pressionada contra a parede e a outra apontada pro ar. Fábio puxou a cabeça do pau. Senti um vácuo e um cheirinho no ar. Minhas preguinhas agora era um buracão! Sentia o ar entrando, algo meio molhado escorrendo bem pouquinho pelas preguinhas.
- Rafinha, puxa os shorts pra cima, vou acender a luz.
- Meus shorts tá no chão - sussurrei um pouco mais alto.
Ele acendeu a luz. Virou e voltou pra cama. O pau dele tava meia bomba um pouco sujo. Abriu meu cuzinho um pouco.
- Carai Rafinha, cabe um alma de flor aí dentro. - Alma de flores era o desodorante da época da Avon de revista que minha mãe usava, aqueles de plástico de spray do pote azul.
Levantei e peguei meus shorts com a cueca junto. Meu cuzinho estava quente, meio ardido e anestesiado, não vou mentir, mas eu não estava sentindo quase nada de prazer. Tinha um vácuo, como se meu rabinho tivesse ficado com o buraco aberto. Senti algo escorrer na minha bunda e ir pra cueca. Fábio meio que limpou o pau numa cueca suja e jogou escondido num canto. Botou a cueca e os shorts rapidinho.
- Bora, deita lá, vô apaga a luz.
Lembro de ter ido até ele e dizer tipo:
- Fábio, deita comigo... to sentindo estranho.
- Tu tá com medo manezão?
Na verdade eu tava, tava sentindo o cuzinho estranho aberto, ardência, não sabia explicar. Eu não lembro de ter respondido nada, só fiquei olhando pra ele.
- Tá beleza, eu fico contigo...
Eu fui e deitei e Fábio veio em seguida, mas não subiu a beliche. Me empurrou pro canto e ficou do meu lado. Ambos estávamos quentes ainda, meio suados, eu ainda sem camisa e ele também.
- Tu não vai abrir o bico, isso é segredo de irmão...
- Uhuum...
- Vem cá... tu deve tá fraquinho... - eu lembro dele me puxar pra seu braço e meio que me abraçar. Eu fechei os olhos e lembro da sensação daquelas ondas de choque que a gente sente quando está começando a pegar no sono chegar em mim e eu não me lembro de mais nada depois disso.
Bom, depois conto mais detalhes de outros momentos entre meu irmão e eu que a história ficou meio grande.
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Comentários (2)
Yiikes: nossa, que delicia de conto, você escreve muito bem. tenho uma história parecida com um primo que comeu meu cuzinho, não dá pra esquecer.
Responder↴ • uid:bemnr0mqrdMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zk