Raízes Entrelaçadas - 18 - Noite Proibida
Na pulsação quente de uma festa no Bairro Alto, os gémeos Lucas e Lara encontram Katya, a streamer russa de corpo incendiário.
O baixo grave vibrava nas paredes do apartamento amplo da associação de estudantes, algures no coração do Bairro Alto de Lisboa. Era uma daquelas festas de final de semestre que pareciam nunca acabar: luzes néon vermelhas e azuis dançavam sobre corpos suados, o ar denso com o cheiro misturado de perfume barato, cerveja fresca derramada e suor jovem. A música eletrónica pulsava como um coração acelerado, fazendo as costelas tremerem e os quadris moverem-se quase sem controlo.
Lucas e Lara Costa tinham chegado naquela mesma tarde de comboio, vindos do Alentejo profundo. Aos dezoito anos, os gémeos raramente abandonavam o monte familiar, onde o ritmo era ditado pelas oliveiras centenárias, pelo cheiro da terra quente e pelo silêncio cúmplice que partilhavam desde sempre. Clara, a mãe, insistira com aquele sorriso acolhedor e maternal: “Vão, meus amores, vivam um bocadinho a cidade antes de voltarem para as oliveiras. Respiram ar novo.” Pedro limitara-se a acenar com a cabeça, os olhos castanhos escuros brilhando com aquela compreensão silenciosa que os pais deles sempre tiveram. Sabia que o fogo que ardia entre os filhos desde a adolescência não se apagava com distância — apenas se transformava.
Lucas vestia uma camisa de ganga aberta sobre uma t-shirt branca justa que colava ao peito definido pelo trabalho no campo. Os braços fortes, veias salientes das horas a carregar caixas de azeitonas, contrastavam com o cabelo preto curto e o rosto sereno. Lara, idêntica no olhar profundo e na expressão calma que escondia tempestades, usava um vestido curto preto simples, o tecido leve colando-se às ancas arredondadas e às pernas douradas pelo sol alentejano. O cabelo comprido e liso caía-lhe até meio das costas, roçando a pele quando ela se movia. Estavam encostados a uma parede, de mãos dadas como sempre — um gesto natural, quase inconsciente, que para eles significava “és eu”.
Foi então que a viram.
Katya Ivanova avançava pela multidão como se o espaço lhe pertencesse. Vinte e quatro anos, streamer russa que acumulava milhões de seguidores no TikTok com danças sensuais, rotinas matinais em lingerie e lives provocantes onde mostrava apenas o suficiente para deixar os homens — e muitas mulheres — a babarem-se. Cabelo platinado longo até à cintura, brilhante como seda líquida sob as luzes néon. Olhos azuis gelados que pareciam derreter quando sorria, lábios carnudos pintados de vermelho escuro. O corpo era uma arma: seios médios-firmes que balançavam com cada passo, cintura fina, ancas largas e um rabo redondo, empinado, que hipnotizava ao ritmo da batida. Vestia um top cropped branco tão curto que mal continha os seios, os mamilos marcando levemente o tecido fino, e uma saia de pele preta tão curta que a curva inferior das nádegas espreitava a cada movimento.
Falava um português carregado de sotaque russo, misturado com inglês quando a excitação subia.
— Oi, vocês dois… são gémeos, da? — perguntou ela, aproximando-se com um copo de vodka na mão. O sorriso era largo, predador, os dentes brancos contrastando com a pele clara. Tinha-os visto dançar juntos, colados, os corpos movendo-se em perfeita sincronia, e sentira imediatamente o cheiro de algo proibido no ar — aquele aroma subtil de desejo incestuoso que ela, com a sua experiência em lives quentes, reconhecia de longe.
Lucas acenou devagar, a voz grave e calma como o vento no monte.
— Somos. Lucas e Lara. Do Alentejo.
Lara sorriu timidamente, mas os olhos castanhos profundos brilhavam com curiosidade e algo mais quente.
— E tu és a Katya… seguimos-te no TikTok. As tuas danças são… intensas.
Katya riu, um som rouco e sensual que vibrou no peito deles. Encostou-se entre os dois sem pedir licença, o corpo quente pressionando o de Lara de um lado e o de Lucas do outro. O perfume dela — baunilha doce misturado com notas cítricas caras e um toque almiscarado de pele excitada — invadiu-os como uma onda.
— Intensas? Espera até me veres ao vivo, krasivyy. Querem dançar?
A música mudou para um ritmo lento e grave, quase hipnótico. Os três moveram-se juntos no canto mais escuro da sala. Katya no meio, as mãos grandes e calejadas de Lucas na cintura fina dela, sentindo a pele quente sob o tecido. As mãos delicadas de Lara nas ancas da russa, os dedos roçando a borda da saia curta. Os corpos colavam-se sem pudor. Lucas sentia o rabo firme e redondo de Katya pressionando directamente contra o volume que já endurecia nas calças de ganga, o caralho ganhando grossura e calor a cada roçar. Lara sentia os seios da streamer contra os seus, pequenos e firmes, os mamilos duros roçando o tecido fino do vestido preto, enviando arrepios directos para a cona que começava a pulsar.
— Vocês são… diferentes — murmurou Katya ao ouvido de Lara, a respiração quente e vodka perfumada roçando a pele sensível. A mão dela deslizou pelas costas da gémea, descendo devagar até apertar levemente o rabo empinado. — Vejo que se amam mais do que irmãos. Eu gosto disso. Na Rússia temos segredos assim também. Segredos quentes.
Lara corou, um rubor subindo pelo peito e pescoço, mas não se afastou. Pelo contrário, pressionou mais o corpo contra o de Katya, sentindo a humidade crescer entre as pernas. Lucas apertou a cintura da russa com mais força, o caralho agora totalmente duro, grosso e latejante contra o tecido da saia.
— Querem sair daqui? — perguntou Katya, os olhos azuis brilhando com fome explícita. — Tenho um quarto de hotel aqui perto. Só para convidados especiais.
Não houve hesitação. Os gémeos trocaram aquele olhar único — o olhar que dizia tudo sem palavras: “és eu”. Seguiram-na para o Uber que chegou em minutos. No banco de trás, Katya sentou-se no meio, as coxas nuas coladas às deles. A mão dela deslizou pela coxa musculada de Lucas, subindo devagar até roçar o volume grosso do caralho por cima das calças. A outra mão encontrou a perna de Lara, subindo por baixo do vestido curto até tocar a cona já encharcada por cima da cueca fina de algodão.
— Vocês são lindos — sussurrou ela, misturando russo e português num tom rouco. — Ya khochu vas oboikh… quero os dois ao mesmo tempo.
O hotel era discreto, um quatro-estrelas com vista para o Tejo. O quarto no quarto andar tinha uma cama king-size imensa, luzes suaves e janelas do chão ao tecto. Assim que a porta se fechou com um clique suave, a loucura começou.
Katya tirou o top cropped num movimento fluido, os seios firmes saltando livres, mamilos rosados escuros já inchados e duros como pedras. Lara aproximou-se primeiro, os lábios carnudos encontrando os da russa num beijo faminto e doce. As línguas enrolaram-se, quentes e molhadas, trocando saliva com um som obsceno. Lucas despia-se atrás delas, a camisa de ganga caindo no chão, revelando o peito largo e o abdómen marcado. O caralho grosso e moreno saltou livre, veias salientes pulsando, a glande brilhante de pré-gozo.
Katya gemeu contra a boca de Lara, as mãos apertando os seios pequenos e firmes da gémea, os dedos beliscando levemente os mamilos rosados que endureceram instantaneamente. Lucas colou-se por trás da streamer, o pau quente e duro roçando a curva do rabo dela enquanto desabotoava o vestido preto de Lara. Em segundos estavam os três nus, peles quentes colando-se.
Katya deitou-se na cama, as pernas abertas sem vergonha, a cona depilada brilhando de humidade, os lábios inchados e rosados.
— Venham… mostrem-me como os gémeos fodem — pediu, a voz rouca e carregada de sotaque.
Lucas e Lara subiram juntos, sincronizados como sempre foram em tudo. Lara deitou-se ao lado de Katya, beijando-lhe os seios com devoção, a boca quente chupando um mamilo enquanto os dedos deslizavam pela cona russa, já encharcada e escorregadia. Lucas posicionou-se entre as pernas de Katya, o caralho grosso abrindo devagar os lábios inchados. Entrou fundo num movimento lento e profundo, um gemido grave escapando do peito dele ao sentir o calor apertado envolvendo-o.
Katya arqueou as costas, gritando em russo:
— Da! Glubzhe! Fode-me mais fundo!
Enquanto Lucas começava estocadas ritmadas e poderosas, o som molhado do caralho entrando na cona enchendo o quarto, Lara subiu, sentando-se sobre o rosto da streamer. Katya lambeu a cona depilada de Lara com fome voraz, a língua entrando na entrada apertada, chupando o clitóris com pressão forte e ritmada. Lara gemeu alto, os quadris mexendo-se contra a boca da russa, os olhos fixos nos do irmão, cheios de amor e luxúria.
— Lucas… sinto-te através dela — sussurrou Lara, a voz serena e sensual, tremendo de prazer. — És eu… e ela é nossa agora.
O quarto encheu-se de sons crus e molhados: o tapa ritmado do caralho de Lucas fodendo a cona de Katya, os gemidos abafados da russa contra a cona de Lara, o som obsceno das bocas chupando pele suada. Katya veio primeiro, o corpo convulsionando, a cona contraindo-se violentamente em volta do pau grosso de Lucas, squirting forte e quente molhando a barriga dele e os lençóis.
Não pararam. Lucas tirou o caralho brilhante e reluzente de humidade. Lara desceu imediatamente, chupando-o com devoção filial e incestuosa, a língua enrolando-se na glande, saboreando o gosto misturado da cona russa e do irmão — salgado, doce, proibido.
Katya, ainda tremendo de prazer, virou-se de quatro, o rabo redondo empinado. Lucas entrou nela por trás com força, as mãos agarrando as ancas largas enquanto fodía com estocadas profundas. Lara deitou-se debaixo, lambendo a cona e o clitóris inchado da streamer ao mesmo tempo que chupava as bolas pesadas do irmão, a língua quente e molhada.
Os gémeos estavam em perfeita sincronia: quando Lucas acelerava, Lara sugava mais forte. Katya gritava, o corpo convulsionando em orgasmos múltiplos, o russo misturando-se com português sujo:
— Porra… vocês são loucos… fodem-me como animais!
Lucas sentiu o clímax subir como uma onda. Puxou o caralho no último segundo e gozou sobre o rabo redondo de Katya, jatos grossos e quentes de porra escorrendo pela pele clara e brilhante. Lara lambeu tudo avidamente, partilhando a porra com a russa num beijo molhado, profundo e obsceno, as línguas trocando esperma e saliva.
Depois foi a vez de Lara. Deitou-se de costas, as pernas abertas. Lucas entrou na cona dela devagar, o ritmo lento e profundo que eles conheciam de cor — o ritmo do monte, do amor que os unia desde sempre. Katya sentou-se sobre o rosto de Lara, esfregando a cona ainda pulsante e molhada contra a boca da gémea enquanto beijava Lucas com fome, as mãos dele apertando os seios dela.
Os gémeos gozaram quase ao mesmo tempo, como sempre acontecia: o corpo de Lara apertando o caralho do irmão num espasmo delicioso, o squirt dela jorrando abundante enquanto Lucas enchia-a de porra quente e densa. Katya veio mais uma vez, o corpo tremendo violentamente sobre o rosto de Lara.
Ficaram os três enroscados na cama king-size, suados, ofegantes, o cheiro forte de cona excitada, porra fresca e perfume russo enchendo o ar. Katya riu baixinho, os dedos passando pelo cabelo longo de Lara.
— Nunca tive gémeos assim… vocês são perfeitos. Querem gravar um vídeo privado para o meu OnlyFans? Só nós três, sem caras.
Lucas e Lara trocaram aquele olhar cúmplice, o mesmo que partilhavam desde crianças.
— Talvez — murmurou Lucas, a voz grave ainda rouca de prazer. — Mas só se for segredo nosso.
Lara aninhou-se contra o peito da streamer, uma mão ainda acariciando o caralho meio duro do irmão, sentindo-o pulsar contra os dedos.
— O monte é longe… mas Lisboa tem jardins proibidos também.
Katya beijou-os a ambos, o corpo ainda quente e trémulo de depois-gozo.
— Então voltem sempre que quiserem. Eu sou vossa quando quiserem.
A noite ainda era longa. Lá fora, as luzes de Lisboa reflectiam no Tejo como estrelas caídas. Dentro do quarto, os gémeos e a streamer russa perderam-se novamente numa segunda ronda de loucuras — bocas famintas chupando caralhos e conas, dedos explorando buracos apertados, corpos colando-se em posições cada vez mais ousadas. O som molhado de línguas e caralhos entrando em conas, os gemidos misturados em português, russo e suspiros alentejanos, o cheiro denso de sexo enchendo cada canto.
Lucas fodia Katya devagar enquanto Lara chupava o clitóris dela, depois trocavam, Lara cavalgando o caralho do irmão enquanto a russa lambia a união dos gémeos. Orgasmos sucediam-se, squirting molhando lençóis, porra escorrendo por coxas e rabos. Cada toque era carregado de cumplicidade incestuosa — o olhar de Lucas nos olhos de Lara dizendo “és eu”, o corpo dela respondendo com tremores que ele sentia como seus.
Quando o amanhecer começou a tingir o céu sobre o rio, os três estavam exaustos, enlaçados, peles coladas de suor e fluidos. O Alentejo esperaria mais algumas horas. Por agora, o prazer tinha sido selvagem, cru, sem limites — e os gémeos sabiam que esta noite marcaria algo novo na teia de desejos que já entrelaçava as suas raízes.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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