O feriado com o amigo na praia
O despertar estava previsto e eu refletia na praia ao tomar Sol. Procurei um pouco a sombra e olhei para ele que estava sorridente e bebendo uma latinha de cerveja. O meu sorriso era um disfarce. Sentei e botei o óculos escuros. Um banho de mar, mais papo e voltamos ao apê.
O feriado de Carnaval com o amigo da faculdade era tudo que eu precisava. Minha mãe autorizou após conhecê-lo. Eu não tenho pai. Na praia, Fábio esperava atitude da minha parte e na volta ao apê, o volume saltou da sunga dentro da cozinha pedindo ação! Um pau preto grosso, médio, foi a senha para que eu virasse fêmea. Trocamos olhares e eu ajoelhei para punhetar, segurar e mamar aquilo sem a menor vergonha, pudor ou medo. A viagem era para isto pois o Fábio sabia que eu tinha tendência gay. Encostado na parede, ele foi sentindo o meu poder!
Novo, dezenove anos, branco, magro, eu mostrava que não era novato na coisa, ao contrário, eu carregava uma larga experiência no assunto que começara três anos antes. O meu receio era a condição dele, amigo de sala de aula, eu tentava não dar margem e após muito papo e convencimento, a viagem significava sexo. Aos quarenta e três anos, ele não tinha nada para perder. Divorciado, preto, magro e um pouco alto, rosto arredondado e bigode, ele já fazia caretas após minha tara acender engolindo sua rola inteira e sendo apresentado aos pentelhos. O gosto de pau, o cheiro, tudo aquilo trazia mais excitação e prazer ao ponto de levantar, tirar minha sunga e regata para dar mais mamadas segurando firme! Pelado, o meu rabo dava as piscadas para mostrar aquilo que precisava.
Ele jogou a atitude para o meu lado e fez o certo. Carinho na cabeça, eu passei a rola preta no meu rosto e dei uma cuspida para elogiar e espalhar tara líquida. O máximo que fez foi segurar sua pica introduzindo em minha boca para preenchê-la e ficar balançando ao segurá-la! Babei e pedi aquilo que desejava.
Fechou a cortina da sala e fiquei de quatro no sofá para dar uma balançada na bunda pedindo pau preto. Sem pressa, o gel foi depositado e espalhado na minha bunda com o rabo piscando. Um toque e arrepiei. O teste com dois dedos escorregando por completo foi gostoso e excitante. A pica lambuzada veio ao encontro e aquilo sumiu dentro de mim. O rasgo seguido de boca aberta e careta de leve significava que meu cu branco abraçou a causa na largada e pouco a pouco ele foi fodendo sem preocupação alguma. Meu cu não estranhou o cacete e logo eu estava mordendo o meu lábio e tentando olhar para respirar rápido e soltar mais caretas pela velocidade que a pica preta já impunha dentro do meu cu.
A palavra camisinha foi deixada de lado e ele só optou no investimento do gel e achei legal. Sentindo a potente rola preta dentro do meu cu que ia tomando conta e fazendo o vai e vem, eu sabia que pele na pele era melhor e mais picante. O Fábio mostrava ao amigo que pau preto e cu branco estavam formando excelente parceria e abri a bunda sem medo de ser feliz. Uma surra dada e eu passei a língua no lábio em sinal de concordância e avisando que eu estava entrando em excitação. A transpiração seguida de suor no forno santista era natural e sexo sendo feito, eu pedi uma toalha que chegou rápido.
Seu delicioso caralho preto estava levando para a excitação e eu já soltava gaguejadas em sinal de respeito a sua tara. Por outro lado, eu sentia segurança e estava livre para soltar toda a minha tara que foi expressa em reboladas com sorrisos leves e falando que estava gostoso para levar bombadas fortes! Meu cu branco aceitou a tensa luta e fui sentindo o poder dele dentro de mim. Caretas e ais entraram neste momento e eu nada podia fazer diante da tara do pau preto querendo mostrar serviço! O bom disto tudo que ele forçava eu aceitar a relação na força da pica e conseguiu! Tirou e abriu meu cu ao máximo para sentir ainda mais tarado e ganhei uma cuspida com mais gel. Sequei o rosto e parti para a cavalgada.
Entregue e feliz fazendo sexo, não tive problemas para descer até o talo e rebolar gostoso na vertical com os olhos fechados e soltando sorrisos de leve para dizer que aquilo era gostoso demais e amava tudo. Abaixei o corpo e aguardei a pica preta trabalhar e como trabalhou! Gaguejei com caretas após um vai e vem que esquentava tudo e botou fogo no meu rabo tarado. Gemi naturalmente e deixei a pica preta gostosa agir. Trocando beijos, ele fez novamente e desta vez eu fiquei muito tenso! O carente cu estava sendo tratado como deveria e eu deixei a coisa rolar para o bem da putaria em andamento. Sequei o rosto e continuamos. O calor que o pau preto produzia lá dentro só estimulava a dar mais, muito mais! Solto e leve, Fábio viu a oportunidade para foder com mais solidez e aplicou uma surra bem longa e meus gemidos ficaram claros, o tesão estava beirando a loucura pela tensão e ele passou a fincar para que eu voltasse para a posição vertical e apoiando em seu peito, sentasse meu cu em seu pau preto de olhos fechados!
É muito bom fazer sexo e eu estava leve e aceitando tudo numa boa. O Fábio estava matando a minha carência e também acenando para novas fodas futuras, seja na praia ou em sua casa. Uma nova surra longa veio e desta vez o pau preto sabia que meu cu precisava! Foi parando e soltou leitadas fortes que acabaram vazando antes de tirar e ele não tirou voltando a meter para espalhar tudo lá dentro. Socadas fortes era aquilo que eu recebia e seu leite grudado na minha bunda era a gota do iceberg que ele deixara dentro. Nestas horas eu queria ter útero para poder engravidar destes fodedores safados e percebi que o rabo havia ficado aberto e piscando com as latejadas bem características de foda feita. Ganhei um tapa e levantei todo sorridente elogiando e chamando de gostoso. O pau preto não perdia a potência e ainda brinquei um pouco ao segurar e mamar olhando nos olhos dele. Fechamos o sexo ao tomarmos banho.
Na ducha os elogios corriam aos dois lados com sorrisos de safadeza feita e muita expectativa de novas fodas. O Fábio mostrou que não estava de brincadeira e botara fogo no meu rabo que mesmo lavando ainda latejava muito. Ele foi o cara que impediu minha parada no sexo anal com homens pois eu já dava por encerrada a minha participação no mundo gay devido a falta de machos que assediassem. O bom que não deixei a coisa morrer e após o ato quente e safado, eu fiz um almoço leve e bem caprichado regado com caipirinha. Comeu, bebeu e foi dormir. Eu fiquei vendo televisão.
Eu e ele voltaríamos só na quarta de Cinzas e ficamos mais nas rapidinhas após o sexo trabalhado onde ele impôs um sexo bem forte causando muito tesão no meu cu. Disse que eu precisava acostumar que seria assim e ri após meu bundão bem perfeito ganhar esperma espirrado sendo muito distribuído para marcar território. A viagem no feriadão de Carnaval abriu não só meu cu como a chance de manter um caso com o Fábio. Meu cu tinha dono após meses sem um relacionamento fixo.
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkCoroa60comtesãonorabo: Cara que momento super legal que vc viveu, aproveita está interação sexual de ambos e tenham um casinho gostoso.
Responder↴ • uid:xqegs2vhyxn