Raízes Entrelaçadas - 16 - O Eco do Diário
Sofia partilha o diário secreto da mãe com a colega Beatriz. As palavras antigas de Ana inflamam o ar. Beijos inocentes transformam-se num laço proibido.
A tarde de meados de Março em Algés envolvia o apartamento num calor lento e viscoso, daqueles que fazem a pele colar ligeiramente à roupa e o ar parecer mais denso, quase palpável. O sol entrava em ângulos oblíquos pelas grandes janelas da sala, desenhando riscas douradas e quentes sobre o chão de madeira clara, refletindo-se suavemente nos móveis modernos e criando um brilho quase líquido nas superfícies. O silêncio era profundo, apenas interrompido pelo zumbido distante do trânsito na marginal do Tejo e pelo chilrear ocasional de um pássaro que se atrevia a pousar no varandim. Ana tinha saído cedo para uma visita a uma moradia de luxo em Cascais, Miguel estava no ginásio a treinar clientes e Mariana aproveitava o dia de folga para resolver assuntos pessoais no centro de Lisboa. O apartamento pertencia apenas às duas raparigas.
Sofia Beatriz Oliveira Santos, com os seus dezoito anos ainda frescos e cheios de uma curiosidade que lhe acelerava o coração, estava sentada à mesa da sala ao lado da colega de faculdade Beatriz. Preparavam juntas um trabalho de grupo sobre paisagens culturais do Alentejo: livros grossos abertos, cadernos cheios de anotações, o portátil de Sofia com o ecrã brilhando suavemente. Mas a mente de Sofia não estava nas planícies douradas, nas oliveiras centenárias nem nos montes brancos que pontuavam o horizonte alentejano. Desde a noite anterior, quando voltara a abrir o diário secreto da mãe, um calor constante e incómodo instalara-se no seu baixo-ventre. As páginas amareladas, a letra elegante e ligeiramente inclinada de Ana aos dezassete anos, o cheiro subtil a papel velho misturado com vestígios do perfume antigo que ainda se agarrava ao couro desgastado da capa… tudo isso a consumia como uma febre doce e proibida.
Beatriz, vinte anos feitos, cabelo castanho-escuro ondulado que lhe caía em cascata pelos ombros nus, olhos castanhos cheios de uma curiosidade viva e inteligente, vestia uma t-shirt fina de algodão branco que se colava ligeiramente à pele por causa do calor e uns calções de ganga curtos que deixavam à mostra as coxas douradas e bem torneadas. Sentada muito perto de Sofia no sofá largo da sala, as pernas nuas coladas uma à outra, sentia o calor que a amiga irradiava como uma onda lenta que subia pela sua própria pele. O cheiro doce de baunilha do sabonete que Sofia usara de manhã misturava-se com o perfume floral mais maduro de Beatriz, criando uma combinação inebriante no ar parado.
— Sofia, estás estranha hoje — murmurou Beatriz, inclinando-se um pouco mais, o ombro roçando deliberadamente no da amiga. A voz dela era suave, quase um sussurro conspiratório. — Pareces… quente. Como se estivesses a pensar noutra coisa que não nas oliveiras e nos socalcos.
Sofia mordeu o lábio inferior com força, sentindo as faces corarem num tom rosado que se espalhava até ao peito. Os seios pequenos e firmes, escondidos sob a camisola fina de alças, subiam e desciam mais depressa, os mamilos rosados já ligeiramente endurecidos contra o tecido leve. O coração batia-lhe descompassado, um tamborilar surdo que ecoava entre as pernas, onde a cona já começava a pulsar com uma humidade traiçoeira. Tomou uma decisão. Levantou-se devagar, sentindo as coxas roçarem uma na outra com uma textura quente e ligeiramente pegajosa, foi ao quarto da mãe e regressou com o caderno de capa de couro desgastada, escondido debaixo do braço como um tesouro perigoso.
— Quero mostrar-te uma coisa — disse, a voz doce e trémula, quase infantil, carregada de uma vulnerabilidade que a tornava ainda mais desejável. — Mas tens de prometer que fica entre nós. É… muito íntimo. Algo que ninguém mais pode saber.
Beatriz ergueu uma sobrancelha, os olhos castanhos brilhando com uma mistura de curiosidade e algo mais profundo, mais quente. Sentaram-se novamente no sofá, coxas coladas com mais força agora, ombros quase a roçarem, o calor dos corpos misturando-se. Sofia abriu o diário na página datada de 19 de Julho de 1995. A letra era de uma Ana ainda adolescente, mas já carregada daquela sensualidade madura e hedonista que a filha tanto admirava e temia ao mesmo tempo.
Com a voz baixa, quase um sussurro rouco que fazia vibrar o ar entre elas, Sofia começou a ler em voz alta, sentindo cada palavra como um toque direto na sua própria pele:
«19 de Julho de 1995, Coimbra. Hoje aconteceu. Rita veio cá a casa quando os meus pais estavam no trabalho. Estávamos a ouvir música no quarto, deitadas na cama, e de repente ela aproximou-se e beijou-me. Primeiro foi só um toque leve nos lábios, como quem pergunta. Depois a língua dela entrou devagar, quente, molhada. Senti os meus mamilos endurecerem de imediato contra a t-shirt fina, uma sensação eléctrica que desceu direta até à barriga e mais abaixo. Tirámos a roupa devagar, como se tivéssemos medo de acordar o mundo inteiro. Os seios dela eram mais pequenos que os meus, mas os mamilos escuros e duros como pedrinhas. Chupei-os com fome, ouvindo-a gemer o meu nome baixinho, o som rouco ecoando no quarto pequeno. A mão dela desceu pela minha barriga suave, abriu-me as pernas trémulas e tocou-me na cona virgem. Estava encharcada, os lábios inchados e escorregadios. Rita lambeu-me devagar, a língua plana percorrendo os lábios externos, depois rodando no clitóris inchado com uma precisão que me fazia arquear as costas. Eu nunca tinha sentido nada assim. O prazer era tão intenso que doía de tão bom. Quando ela enfiou dois dedos e começou a curvar, lambendo ao mesmo tempo com força, eu jorrei pela primeira vez na vida. O squirt molhou-lhe o rosto todo, quente e abundante, escorrendo-lhe pelo queixo. Depois invertemos. Eu, ajoelhada entre as pernas dela, provei o gosto doce e salgado da cona da minha melhor amiga. Lambi até ela tremer e gritar, as coxas apertando-me a cabeça com força, o cheiro forte e almiscarado enchendo-me as narinas. Acabámos enroscadas, suadas, cheias de saliva e humidade, os corpos colados, prometendo que nunca mais pararíamos.»
O silêncio que se seguiu era denso, carregado de eletricidade sexual palpável. O ar parecia mais pesado, mais quente, como se as palavras antigas tivessem libertado um perfume invisível que se espalhava pela sala. Sofia sentia a própria cona pulsar ritmadamente, já completamente molhada, a humidade escorrendo devagar pela fenda depilada e ensopando a calcinha fina de algodão. O clitóris latejava, inchado, sensível ao mais leve movimento das coxas. Beatriz respirava mais fundo, o peito subindo e descendo, as faces coradas num tom profundo, os mamilos visivelmente endurecidos e marcados contra o tecido fino da t-shirt branca.
— Caralho, Sofia… — sussurrou Beatriz, a voz rouca e trémula de desejo contido. — A tua mãe… aos dezassete anos já era assim? Tão… livre? Tão molhada só com a língua de outra rapariga?
Sofia fechou o diário devagar, os dedos trémulos sobre o couro gasto, mas não o guardou. Os olhos castanhos claros, grandes e inocentes, encontraram os da amiga com uma intensidade nova. Sem uma palavra, Beatriz aproximou-se mais. O beijo começou doce, curioso, exatamente como Ana descrevera com Rita tantos anos antes: lábios macios roçando devagar, línguas tímidas tocando-se, explorando o sabor uma da outra. Depois o desejo explodiu como uma onda lenta e inevitável.
As mãos de Beatriz subiram pela camisola fina de Sofia, encontrando os seios pequenos e firmes, os mamilos rosados que endureceram ao primeiro toque dos dedos quentes. Sofia gemeu baixinho contra a boca da amiga, um som infantil e ao mesmo tempo profundamente sujo que lhe saiu da garganta como um soluço. Tiraram as camisolas devagar, pele contra pele quente, seios roçando-se com uma textura macia e eléctrica, mamilos duros deslizando um no outro, enviando faíscas diretas até às conas. O cheiro doce de juventude enchia o ar: baunilha, sabonete, suor leve e excitação fresca que começava a libertar-se.
Sofia deitou Beatriz no sofá com delicadeza, beijando-lhe o pescoço devagar, sentindo o pulso acelerado sob a pele fina, descendo pela clavícula, lambendo um mamilo escuro com a língua plana enquanto a mão deslizava para dentro dos calções da amiga. A cona de Beatriz estava encharcada, depilada, os lábios inchados e quentes como seda molhada. Sofia abriu-os com dois dedos trémulos, sentindo a humidade escorregar abundante e quente sobre os seus dedos.
— Estás tão molhada… — murmurou Sofia, voz doce e rouca ao mesmo tempo. — Como a Rita e a minha mãe… sinto o teu cheiro a subir, tão doce e forte.
Ajoelhou-se entre as pernas de Beatriz, puxou os calções e a calcinha para baixo com mãos ansiosas. O cheiro forte e doce da cona da amiga subiu-lhe diretamente às narinas, inebriante, fazendo-lhe a boca encher de água. Sofia lambeu devagar, língua plana do períneo ao clitóris, saboreando o gosto salgado e doce, sentindo a textura macia e escorregadia contra a língua. Beatriz arqueou as costas, gemendo o nome dela com a voz entrecortada, as coxas tremendo ligeiramente.
— Sofia… ai, porra… chupa-me assim… mais devagar… sinto-te toda…
Sofia introduziu dois dedos curvos, encontrando o ponto G inchado e sensível, enquanto a língua rodava no clitóris com devoção lenta e ritmada. Beatriz agarrou-lhe o cabelo castanho-claro com força, ancas subindo involuntariamente, coxas apertando a cabeça da amiga. O orgasmo veio forte e prolongado: o corpo dela convulsionou, um squirt quente e abundante jorrou contra a boca de Sofia, molhando-lhe o queixo, o peito pequeno e parte do sofá. Sofia bebeu o que pôde, lambendo os lábios inchados, olhos semicerrados de prazer puro, o sabor da amiga gravando-se na sua memória corporal.
Inverteram posições com movimentos lentos e trémulos. Beatriz, ainda a tremer dos resquícios do orgasmo, deitou Sofia no sofá largo. Abriu-lhe as pernas finas com cuidado, admirando a cona depilada, rosada e brilhante de humidade abundante. O cheiro jovem e doce de Sofia encheu-a de uma fome profunda. Lambeu devagar, língua explorando cada prega com paciência, depois sugou o clitóris com força enquanto enfiava dois dedos fundo, curvando-os exatamente no ponto certo. Sofia gemia alto, a voz infantil transformada em rouquidão carregada de desejo:
— Mais… Beatriz… fode-me com a língua… como a mamã fazia com a Rita… não pares…
Beatriz obedeceu com dedicação, a língua entrando e saindo, dedos pressionando sem piedade. O corpo pequeno de Sofia tremeu violentamente, os músculos internos apertando os dedos da amiga. Veio-se com um grito abafado e longo, squirt jorrando com força, molhando o sofá, as coxas de Beatriz e o próprio rosto da amiga num jacto quente e abundante. Os dois corpos ficaram trémulos, suados, colados um ao outro, a respiração pesada misturando-se no ar quente da sala.
Ficaram enroscadas durante longos minutos, nuas, respirando pesado, as peles brilhantes de suor e humidade. O diário aberto ao lado delas, na página de 1995, testemunhava em silêncio o eco vivo do passado. As mãos ainda se acariciavam preguiçosamente: dedos traçando círculos suaves nos seios sensíveis, coxas entrelaçadas, humidade misturada escorrendo devagar pelas pernas, criando uma textura pegajosa e quente que nenhuma das duas queria limpar.
Sofia beijou o ombro de Beatriz com ternura, sentindo o sabor salgado do suor misturado com a própria excitação que ainda lhe cobria os lábios.
— Isto fica entre nós… mas quero mais. Quero que leias comigo outras páginas. Quero sentir isto outra vez… e outra…
Beatriz sorriu, os olhos ainda brilhantes de prazer, e apertou-a contra si com força, os corpos encaixando perfeitamente.
— Sempre que quiseres, Sofia. A tua mãe… abriu uma porta que eu não quero fechar. Nunca mais.
O sol da tarde dourava os corpos jovens e suados com uma luz quente e íntima. O cheiro de cona, saliva, suor e desejo jovem pairava na sala como um perfume proibido e viciante. Lá fora, Lisboa seguia o seu ritmo indiferente. Dentro do apartamento, um novo laço secreto acabara de nascer — um eco vivo, quente e pulsante das raízes entrelaçadas que Ana plantara tantos anos antes.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão neste site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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