A inversão recuperou meu gosto gay
O namoro com a Regina estava em alta e eu colhia os frutos deste relacionamento fazia um ano. Discreta e tendo um namoro tranquilo comigo, a Regina tinha planos bem maiores para mim. No quarto da minha casa, ela não se intimidava e mandava uma mamada forte no meu pau! A negra de pele mais clara, rosto comprido e cabelo black power, magra e 1.74 de altura, vinte e um anos, mostrava poder e avisou que não escaparia. Eu, branco, magro, 1.73 de altura e vinte e dois anos, sabia bem aquilo que ela queria e fiz uma cara de poucos amigos, por fim, topei.
Virei o corpo e curvei com a Regina no sofá. Deu um tapa em minha bunda e elogiou dizendo que eu tinha um bundão e abriu para cair desesperadamente de boca! Sua língua estava necessitada demais para chupar um cu e eu fui do alívio ao desespero pelo prazer sendo colocado! Gemendo e fazendo caretas, mordendo o lábio de olhos fechados, senti tesão. Respiradas, cuspida, bolinadas e eu já estava corado de vergonha e também excitado. A insistência dela vencera a minha resistência.
Não era novidade para mim e sim com ela. Esta prática foi muito cultivada ainda jovem ao fazer sexo com homens e acabei parando ao iniciar namoro com a Regina. Muitos caralhos haviam passado pelo meu cu e o namoro praticamente botou fim nesta prática pois eu tinha um tremendo medo que ela soubesse que fui ou curtia ser gay. O certo, eu estava sentindo tudo aquilo novamente com ela, uma mulher disposta a se tornar a parceira para as minhas vontades enrustidas. A inversão em andamento só foi mostrando que havia algo acumulado em mim e após passar confiança, eu facilitei ao abrir a bunda e mostrar que meu lado gay não estava morto.
Dedos invadiram meu rabo e foram trazendo excitação com suas raspadas e vai e vem! Um gel na bunda que foi muito espalhado deu o tom para mais loucuras! Se dedos passavam, agora, a mão entrou fácil para causar um arrombamento anal e mexendo lá dentro eu quase fui aos céus de prazer! Vendo facilidades, Regina botou uma cinta peniana mandando ficar quietinho. De quatro, deixei o pau preto sumir dentro de mim. Pedi sigilo após abrir a boca fazendo uma careta e ela começou a foder meu cu. Meu rabo ficou fácil aceitando quase 19 cm de pau siliconado. Se o sonho de Regina estava sendo colocado em prática, o meu estava sendo revelado com carinhos e incentivos para dar gostoso e rebolei.
Minha namorada estava mostrando meu lado fêmea e seus olhos brilhavam pela nova descoberta. Cada centímetro daquele pau fazendo vai e vem mostrava um filme na mente que eu precisava retomar! Fodendo, foi falando que meu cu precisava de pau de verdade. O tempo que ela explorou meu rabo mostrava que meu lado gay esta se reacendendo.
Tirou e desta vez partimos para o sexo hétero. Excitado, eu não fiz um sexo normal e virei um fodedor intenso pelo prazer ao ser comido! Ela babava a buceta tendo um orgasmo gostoso resultando em sorriso. Atuando como uma puta, mamou forte, alisando e punhetando, extraiu bem o leite enchendo boca e rosto. Delícia! Segredinhos guardados, abrimos as portas para os fetiches.
O sonho de Regina estava realizado. Ela mostrou confiança e poder de dominação. Por fim, aquilo que eu desconfiava era verdade: Regina também curtia mulheres. Abriu o jogo e revelou que sentia falta. Acabei liberando a Regina para a Flávia, uma loira branca bem gata e ganhei moral com a namorada. No fundo, faltava coragem um ao outro após rirmos de tudo e conversarmos. O medo de ser dispensado pela não aceitação travou um ao outro.
A partir daí, conversa após conversa, realizamos muitas vontades e taras de forma sigilosa e discreta. Não expomos para a sociedade e evitamos dar bandeira. Regina acabou ressuscitando meu lado gay e achei excelente.
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