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A nova realidade que mudou o mundo parte 95 - Doce Páscoa

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AnãoJediManco

Uma Páscoa doce

O chão está úmido e frio, a grama molhada pinica minha pele nua, mas já nem sei se sinto isso direito. O bloco de concreto raspa as costas, e o arame áspero da cerca ao redor me causa arrepios a cada ranger. Meu corpo treme, mas não é só de frio, é de um medo que já virou parte do ar que respiro. O medo do que pode acontecer comigo, e o medo maior ainda, do destino de Julie.
Daqui de baixo, tudo parece inclinado, a primeira coisa que vejo são os pés, muitos pés. Chegam em filas, pisando forte e sem pressa, como quem já conhece o caminho. Depois sobem as pernas, os torsos, os olhares. Homens bem-vestidos e alegres. Dezenas, talvez centenas. Cada um carrega uma mulher nua consigo, alguns duas ou mais, algumas dá para ver que são parentes, pois são parecidas. Todas nuas como eu, elas não gritam, não esperneiam, estão duras, com os braços pendurados, os olhos fixos no chão ou no céu, em lugar nenhum. São escravas domesticadas, sem riscos para os donos, sem vontade de fugir, ou pelo menos, sabem que não existe fuga.
Os homens as sentam em cadeiras de praia, dessas de lona listrada, com guarda-sóis abertos formando sombras redondas sobre elas. Parece um concerto ao ar livre. Só que não há palco, só há um pequeno monte, um elevado de grama e terra no centro da praça, um morro baixo de terra batida, recoberto por um gramado verde. E nele, fincadas como árvores mortas, dezenas de cruzes de madeira, grandes, pequenas, de todo tamanho. Umas tortas, outras retas demais. Estão ali, esperando o evento, que na minha mente cristã, torna tudo claro. E meu corpo é recoberto por arrepios de medo, temendo ter que usar uma daquelas madeiras. O vento não move uma folha sequer, nem um pássaro canta. O silêncio é tão pesado que parece abafado por uma redoma de vidro gigante. Dá para ouvir o rangido das cadeiras, o murmuro baixo de um ou outro homem, mas nada mais. É um silêncio assustador, desses que a gente sente no peito antes de um grito.
Do meu lado, Julie soluça baixinho. Ela está encolhida, mas não consegue esconder o corpo trêmulo. O rosto dela... Deus, o rosto dela está pálido de frio, ela está perto de uma hipotermia. Nunca vi aquela tristeza em ninguém, não é só medo, é um cansaço de alma, uma certeza de que o que vem por aí vai doer de um jeito que nenhum nome pode explicar. Os olhos dela estão marejados, vermelhos, mas as lágrimas escorrem devagar, como se até elas estivessem cansadas de cair. Ela me olha por um segundo, não diz nada, não precisa. Mas como mãe, sinto sua dor.
Eu queria alcançar a mão dela, mas estou presa. Queria fechar meus olhos, mas eles se recusam a se despedir da luz. Então só fico ali, sentindo a grama fria, a madeira das cruzes lá no alto, e o peso de todas aquelas sombras redondas que cobrem as mulheres sentadas em silêncio, esperando também, sem nada poder fazer.
Eu tento ter ódio do meu marido por ter nos trazido para esse inferno, mas o medo é tanto, que não consigo me concentrar nele. Como ele pode fazer isso comigo? Como ele vê a sua amada filha nua e sofrendo, e ignora como se fossemos animais? Maldito homem corrompido.
É então, que como um trovão, um homem fala ao microfone, e explica que a cerimônia de Páscoa está começando, e que a crucificação de escravas está para começar. Ele explica que um grupo de escravas públicas serão as primeiras a serem colocadas nas cruzes. E manda os guardas trazerem as escravas para o alto do morro. Eu contei 20 escravas, pelo menos cinco delas, adolescentes, ali perto dos quatorze anos, e um grupo de cinco negras, e cinco idosas.
Meu coração bate tão fundo que parece querer sair pelas costas, batendo no bloco de concreto. Julie está encolhida ao meu lado, mas eu não consigo mais olhar para ela. Se eu olhar, desmorono. O medo toma a minha mente, e o pavor é tanto, que me mijo toda, sem controle, sem pudor, eu estou em choque.
Eles começaram a formar a fila para as crucificações, e aos poucos, o tormento virou espetáculo. As mulheres nuas, que antes estavam sentadas como eu e Julie, indefesas e sem opções, agora são puxadas pelos braços. Uma a uma, sem pressa, para que a próxima possa experimentar o terror de aguardar a sua vez. Os homens que as trouxeram até aqui agora as entregam a outros homens, esses mais rudes, com braços grossos e aventais de couro manchados. Não há grito. Isso é o que mais me assusta, só há aquele silêncio roto de vez em quando por um soluço seco, um pedido de água que ninguém atende, um sussurro para alguma divindade que já deve ter virado as costas para este lugar.
A primeira mulher é arrastada até a cruz do centro. Ela é jovem, talvez minha idade. Seus cabelos loiros estão sujos e embaraçados. Os algozes a jogam no chão de terra batida. Ela tenta se cobrir, cruza os braços sobre o peito, cruza as pernas – mas um dos homens ri e afasta as mãos dela com as costas da sua. Ela chora. As lágrimas abrem caminho na terra do rosto. E então começa o trabalho. Eles a deitam sobre a madeira. Dois homens seguram seus pulsos enquanto um terceiro ergue um martelo. O barulho do primeiro prego atravessando o osso do pulso é algo que eu nunca vou esquecer. É um som molhado e seco ao mesmo tempo. Ela grita, dessa vez ela grita. Um grito que não parece vir de uma garganta humana, vem de algum lugar mais fundo, onde a dor não tem nome. O segundo pulso, ela já não grita mais, ela arfa, arfa, arfa, como um peixe fora d'água. Os olhos estão arregalados demais. Ela está em choque. Depois os pés são colocados um sobre o outro. Um prego só, longo, atravessando os dois tornozelos um sobre o outro. O corpo dela se arqueia na madeira como um arco sendo esticado.
Quando erguem a cruz, o peso do corpo cai sobre os pulsos feridos. Ela abre a boca, mas nenhum som sai. Apenas um chiado. Um chiado longo e molhado. E os homens aplaudem e parabenizam o carrasco.
Eu ouço palmas, assovios e gritos de "mais um!" e "bem-feito!". Homens que trouxeram suas escravas sentam-se de volta em suas cadeiras, acendem cigarros, pedem bebidas. As mulheres nas cadeiras ao lado... algumas choram baixinho. Outras estão petrificadas, olhando o vazio. Uma ou duas riem, um riso nervoso, quebrado, que não engana ninguém.
A segunda mulher é morena, de cabelos negros e cacheados. Com ela, eles são diferentes. Eles amarram seus pulsos com cordas primeiro, esticam seus braços até quase arrancá-los do lugar, e só depois pregam. Ela não grita, ela rosna. Rosna como um animal acuado, cuspindo nos algozes. Um deles ri e diz "essa tem fogo", e então pregam os pés dela virados para trás, de um jeito que as canelas ficam torcidas. Ela morde os lábios até sangrar quando a cruz sobe. Quando a cruz está firme, um carrasco passa um pincel de pimenta entre suas pernas, apenas para causar ainda mais dor na pobre, e fazer ela ter a buceta queimando enquanto morre em uma longa agonia.
A terceira é uma senhora de cabelos grisalhos, flácida. Eles são mais rápidos com ela. Pregam os pulsos, pregam os pés, e pregam seus seios em um pedaço de viga, que ao subir a cruz, pesa para baixo, causando dor e agonia. Eles hasteiam a cruz em menos de cinco minutos, ela não se mexe. Talvez já esteja fraca antes de subir, talvez só tenha desistido. Ela já deve estar cansada de sofrer.
A quarta é uma garota muito nova, no máximo quinze anos, talvez. Cabelos ruivos, corpo bonito, seios duros e firmes. Ela implora por misericórdia, ela grita. "Por favor, por favor, eu faço qualquer coisa, qualquer coisa". Eles não ouvem e a ignoram. Com ela, inventam uma nova forma, eles pregam primeiro o pé esquerdo, depois o direito separado, as pernas abertas. Ela urina na madeira enquanto erguem a cruz, é o mijo do medo do terror. Alguém na multidão ri e grita que quer ver uma negra dessa forma.
A quinta, a sexta, a sétima, uma a uma, o destino delas vai encontrando uma cruz. Cada cruz recebe um corpo de um jeito diferente. Braços esticados, braços quase na horizontal, pernas juntas, pernas escancaradas. Uma delas é pregada de cabeça para baixo, e eu desvio o olho, mas não consigo desver. Não consigo desver nenhuma. É uma cena cruel demais para se esquecer.
As negras todas têm ainda mais humilhação, pois elas são apedrejadas enquanto sobem suas cruzes, e os xingamentos são muitos quando é uma delas. Eu compreendo que esse lugar além de misógino, é muito racista com elas.
Julie está ao meu lado, tremendo tanto que o concreto vibra. Ela chora, não para. seu rosto... Deus, seu rosto está atônito de medo, ela está parecendo um zumbi. A tristeza ali é tão funda que parece um buraco. Ela me olha e seus lábios se movem, mas não ouço o que diz. Talvez não haja nada para dizer.
A fila continua. Mulher após mulher. O sol está mais alto, e as cruzes lançam sombras sobre a praça, sombras que se misturam com o sangue escorrendo pelas madeiras, pingando na terra que já está escura e molhada. E os homens aplaudem. Eles aplaudem cada prego, cada grito, cada cruz que sobe. Alguns se levantam para ver melhor. Outros apontam, comentam, comparam as técnicas dos carrascos como quem compara cortes de carne no açougue. As mulheres sob os guarda-sóis continuam lá. Sentadas nuas. Como que esperando o seu destino.
Eu não sei se serei a próxima. Não sei se Julie será. Só sei que o silêncio se foi trocado por gritos, aplausos e xingamento. Agora há gemidos vindos de todas as direções, gemidos que flutuam no ar quente de um dia após uma noite de chuva, gemidos que vão se tornando mais fracos, mais ralos, mais parecidos com o vento. E ainda assim, os homens aplaudem.
Quando todas estão crucificadas, o homem no microfone avisa que elas podem demorar até três dias para morrerem, e que ainda tem cinco cruzes vazias, e quem quiser, poderá doar uma escrava particular para ser crucificada. Essa fala percorreu a minha espinha como uma navalha. E continuou falando que a cada escrava doada, o dono estaria isento de pagar impostos por um ano.
Eu não quero mais olhar, mas meus olhos estão abertos como feridas. Julie enterrou o rosto entre os joelhos, mas eu... eu não consigo. É como se algo em mim precisasse testemunhar esse inferno. Como se esquecer fosse uma traição pior do que estar aqui.
Eles anunciaram que as próximas são "presentes" que foram doadas por valorosos senhores da sociedade. Os donos se levantaram de suas cadeiras com guarda-sóis, entregaram suas escravas mais bonitas, mais saudáveis, com um sorriso nos lábios. Como quem entrega um vinho raro para uma degustação. Os homens ao redor aplaudiram a generosidade.
A primeira delas se chama Mirela. Eu sei o nome porque o dono gritou em alto e bom som: "Mirela, minha favorita, façam bonito com ela!" Ela tem talvez dezoito anos, não mais do que isso. Cabelos negros e lisos até a cintura, uma pele morena como mel, um corpo firme, seios redondos, pernas longas. Ela caminha com dignidade até a cruz, mesmo nua, mesmo tremendo ela não chora. Olha para o céu como quem pede clemência, mas é em vão. Os algozes a seguram pelos seus cabelos primeiro. Jogam sua cabeça para trás. Um deles passa a mão em seus seios, apalpa suas coxas, enquanto os homens na plateia assobiam. Ela morde os lábios, mas não se move.
Eles a deitam de bruços sobre a cruz. Não de costas, como as outras. De bruços. Depois amarram seus pulsos esticados para frente, e pregam. Ela geme contra a madeira. Depois, os pés, um de cada lado, joelhos abertos, pregados de forma que seu corpo fica arqueado como um arco, o traseiro empinado para quem olha de baixo. A multidão ri e aplaude. Quando erguem a cruz, Mirela fica de frente para o chão. Seu rosto está virado para a terra, seu cabelo pende como uma cortina. Ela cospe terra, tenta erguer a cabeça, mas não consegue. Seu corpo nu e aberto está exposto para todos os homens que agora apontam e riem. "Olha a bunda gorda dela", grita um. "Bem-feito, agora vai virar ração", diz outro.
A segunda. Chama-se Clara. Dezenove anos, talvez. Loira, olhos azuis, pele tão clara que parece translúcida. Pequena, delicada. O dono que a doou, um homem gordo de bigode, chora enquanto aplaude. Lágrimas nos olhos, sorriso na boca. Ele está feliz por ter sido reconhecido com a escolha. Clara não quer ir. Se debate, arranha o rosto de um dos algozes. Eles a seguram pelos braços e pelas pernas, carregam-na como uma boneca de pano. Gritam com ela. Ela cospe neles e leva um soco na boca. Um dos algozes a golpeia no estômago, e ela dobra, sem ar e o outro bate com força nos seus seios.
Com Clara, eles inventam. Amarram seus pulsos juntos acima da cabeça com corda encharcada de água, para que aperte mais enquanto seca. Depois, pregam as cordas na madeira, não os pulsos. Ela ainda pode se mexer um pouco. Eles querem que ela se mexa. Querem que ela dance. Os pés dela são pregados separados, mas um prego só para os dois pés, atravessando os calcanhares lado a lado. Depois, antes de hastear a cruz, um dos algozes pega uma faca e corta seu cabelo loiro, e arranca os seus mamilos e clitóris. Joga os fios e os pedaços de carne no chão. A plateia aplaude de pé. Quando a cruz sobe, Clara está com os braços erguidos, os pés juntos, o corpo nu balançando lentamente. O peso cai sobre os pulsos amarrados. Ela chora. Chama pela mãe e pede socorro enquanto os homens riem.
A terceira é Lívia, uma adolescente de quatorze anos, negra, corpo atlético, cabelos crespos curtos. Seios pequenos e firmes com um grelo imenso e uma bunda dura como rocha. Ela não demonstra medo. Anda até a cruz com passos firmes, olhando nos olhos de cada homem que cruza seu caminho. Cuspiria em todos, se pudesse.
Os algozes não gostam de sua coragem. Prendem-na de costas para a cruz, mas viram seu rosto para o lado, amarrado por uma corda no pescoço que a força a olhar para a direita, exatamente para onde estão sentados os homens mais velhos, os que parecem liderar tudo. Pregam seus pulsos abertos, em cruz. Pregam seus pés um pouco afastados. Tudo normal até aqui. Mas antes de hastear, um dos algozes pega um pedaço de madeira áspera e insere entre suas pernas, forçando-a a ficar ainda mais aberta. Ela morde a língua. O sangue escorre pelo queixo. Quando a cruz sobe, Lívia não grita. Ela rosna alto, rosna como uma leoa. O barulho ecoa pela praça e alguns homens se calam por um instante. Depois aplaudem mais forte.
A quarta é Sofia que completou quatorze anos ontem, a mais nova. Ela tem cabelos castanhos ondulados, sardas no nariz, olhos verdes, parece uma modelo, ela parece uma boneca. Seu corpo é magro, quase frágil. O dono que a doou disse: "Ela ainda é virgem. Aproveitem”. Ela chora desde que ouviu o nome. Os algozes a carregam aos prantos. Ela treme tanto que mal consegue ficar em pé. Os homens na plateia se entreolham e sorriem. "Essa vai gemer bonito", diz um.
Com Sofia, eles são lentos. Delicados, até. Despem o que já está nu. Passam as mãos por seu corpo inteiro antes de começar. Acariciam seus seios, suas coxas, sua barriga. Ela chora e pede para parar. Eles não param. Primeiro, amarram seus tornozelos com uma corda que passa por uma argola no pé da cruz. Depois puxam, puxam até que seu corpo fique esticado, os braços estendidos para cima, os dedos dos pés quase tocando a madeira. Ela está de costas para a cruz, mas o rosto virado para cima, o pescoço esticado. Depois pregam os pulsos acima da cabeça, um prego em cada, com os braços paralelos, não abertos. Ela fica como alguém que está se esticando para alcançar algo. Seu corpo nu fica completamente exposto, da garganta aos pés. Eles pregam também cada pé separado, na horizontal, como se ela estivesse dançando no ar. Em seguida, colocam um vibrador em cada buraco dela, para que morra virgem de machos, mas que goze muito antes do fim.
Quando a cruz sobe, Sofia balança. Cada movimento puxa os pregos. Ela grita muito. Grita sem parar. Um grito agudo, fino, que corta o ar e vem seguido de gemidos altos e finos. A multidão aplaude a cada grito.
A quinta e última se chama Isis. Vinte anos, a mais velha das doadas. Cabelos ruivos e ondulados, corpo cheio, quadris largos, seios fartos. Ela tem olhos amendoados e uma cicatriz no ombro direito. É bonita de um jeito selvagem. Isis não chora, não rosna, não implora. Ela apenas olha. Olha para cada homem na plateia como se estivesse memorizando rostos. Os algozes sentem um arrepio, eu vejo. Um deles hesita por um segundo.
Eles crucificam Isis de cabeça para baixo. Pregam seus pés primeiro juntos, no topo da cruz. Depois descem o corpo, pregam os pulsos na madeira abaixo, separados. Ela fica pendurada de cabeça para baixo, o cabelo ruivo varrendo o chão, os braços abertos em V invertido. Nessa posição, o sangue sobe para a cabeça dela. Seu rosto fica vermelho. As veias do pescoço pulsam. Seus seios caem para o lado do rosto. Ela não grita, apenas respira, e respira fundo. Os homens se aproximam para ver melhor. Alguém joga uma pedra. A pedra acerta sua coxa. Ela não se mexe.
Quando erguem a cruz com ela de cabeça para baixo, o corpo de Isis balança como um sino. O rosto dela passa por todos os níveis, primeiro perto do chão, depois subindo, subindo, até que seu cabelo toca o solo apenas nas pontas. Ela fica ali, invertida, nua, exposta, sangrando lentamente dos pulsos e dos pés. A multidão aplaude de pé como o ápice do trabalho do carrasco.
As últimas cinco já estão nas cruzes. Mirela de bruços. Clara com os pulsos amarrados. Lívia com a cabeça forçada para o lado. Sofia esticada como um barbante. Isis de cabeça para baixo.
O sol começa a entrar na tarde. As sombras das cruzes se alongam. Os gemidos vêm de todos os lados agora, alguns altos, alguns baixos, alguns que já parecem sussurros. Os homens se sentam novamente em suas cadeiras, acendem charutos, pedem mais bebida. As mulheres que ainda estão ao lado das cadeiras com guarda-sóis... algumas choram. Outras estão completamente imóveis. Catatônicas.
Julie ao meu lado soluça baixinho. Seu corpo está tão encolhido que parece menor do que era. A tristeza em seu rosto... Deus, aquela tristeza. É como se ela já estivesse vendo a própria cruz. Eu ainda estou aqui. Presa, nua. Na grama molhada, assistindo.

E os homens aplaudem.

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Comentários (3)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Lex75: Conto estúpido,sem seni. Como é possível deixarem publicar isto??? Lamentável. Depois disto, será que vale a pena publicar aqui, alguma coisa?

    Responder↴ • uid:bqlg01kv4
    • Beto carreiro: Voce nao entende Lex. Esse é o anaojedimanco a mente mais doentia ja vista. Nao sabemos nada sobre ele mas imagino que deve ser algum negro homosexual devido ao que ele escreve. Pessoas racistas assim e homofobicas geralmente sao o reflexo do que projetam. Eu acho sinceramente que uma pessoa dessa é um risco para a sociedade.nal tem nada de EROTICO nesses contos, somente sofrimento, tortura, racismo, homofobia, abusos, humilhações e outros mais 50 adjetivos para essa mente doentia

      • uid:1dkpqfojj6n9