Coisa de criança? - Parte 5: Depois. E antes. Minha primeira vez.
Minha irmã queria saber como foi minha primeira vez, consegui contar uma parte pra ela.
Coisa de criança? - Parte 5: Depois. E antes. Minha primeira vez.
Jessica acordou rápido do seu desmaio, assim que a peguei no colo, preocupado, ela despertou, com aqueles olhos lindos me olhando.
“Te amo meu lindo”
“Também te amo… Como você está, tá doendo, eu te machuquei?”
“Não doeu, não ta doendo. Foi tão bom” Muito tempo depois ela me contou que tinha mentido pra mim, que tinha doído sim, que ela passou um dia com muita dor. Mas sabia que eu iria me preocupar com ela. Não sei se já disse isso antes, mas ela é a irmã gêmea mais velha, 15 minutos mais velha, e sempre tenta e me protege.
“Vem, vamos pro quarto…” Ela tentou ficar em pé. Mas suas pernas não respondiam, segurei ela e a ajudei a subir no sofá. “Vamos ficar aqui, juntinhos?”
Deitamos de conchinha no sofá e logo dormimos. Só fomos acordar perto das cinco da tarde.
Acordamos com muita fome, esquentamos o almoço que ficava separado para gente no microondas e comemos, notei que quando ela andava, ela dava uma pequena mancadinha, como quem sente desconforto, também não conseguia sentar parada no lugar por muito tempo. Eu sabia como era aquilo. Fomos pro quarto, ela deitou, ainda nua, de barriga para baixo e ficou procurando alguma coisa para assistir na tv, fui ao quarto de nossos pais e peguei o que precisava, uma pomada que tirava dor, e dois remédios de dor de cabeça, era o que tinha. Peguei um copo de água e fiz ela tomar o remédio, depois passei a pomada no seu cuzinho. Ele estava bem vermelho, mas já tinha fechado.
“A gente pode fazer amanhã de novo?” Ela me perguntou, ainda procurando o que assistir.
“Melhor não… Podemos fazer com a boca né, é bem gostoso”.
“Mas eu to bem, eu acho” Ela disse isso, piscando o cuzinho, tentando saber se doía ou não “Ele ta muito feio? Machucado?”
“Não, mas ta bem vermelho… Vamos fazer assim, amanhã a gente não faz, e aí a gente tenta depois de amanhã, se ainda doer muito, a gente pula mais um dia”
“Tá.” Ela sentou, virou pra mim, desligou a TV. “Me conta como foi sua primeira vez, quando você perdeu a prenda, ou quando ganhou e comeu primeiro. Conta?”
Fiquei com vergonha, realmente fiquei. Será que ela ia achar que eu era gay se contasse?
“O que foi? Me conta, eu já vi você fazendo mesmo, só queria saber como foi a primeira vez. Doeu muito?”
“Não é isso, é que não foi no campinho. E não foi prenda. Foi diferente. Foi no início do ano passado, nas férias…”
PASSADO:
Meu melhor amigo, desde sempre, era o Thiago, além de sempre estudarmos juntos, ele também era meu vizinho, morava ali na frente da minha casa. Meus pais sempre deixavam que ou ele viesse em minha casa, ou que eu fosse na dele. Eu preferia sempre ir na dele, que lá tinham brinquedos mais legais, e ele também era filho único, e ninguém ficava se intrometendo nas nossas brincadeiras e jogos, diferente aqui de casa, onde minha irmã sempre queria brincar junto.
Naquelas férias os pais de Thiago instalaram uma dessas piscinas de lona, o verão estava quente naquele ano, e ficaram os dois patos na água o dia todo. Além de nós dois, não ficava ninguém cuidando da gente. Nossa brincadeira preferida era de lutinha na água, um derrubando o outro. Ou segurando até o outro pedir pra soltar.
Numa dessas de ficar segurando notei que o pinto do Thiago estava duro nas minhas costas. Não falei nada porque várias vezes eu ficava também com o pinto duro nessas brincadeiras da gente. Na minha vez de segurar ele, acabei ficando também, só que o Thiago acabou falando.
“Nossa cara, você também tá de pau duro?” E riu.
Eu achei graça ele falar Pau Duro, os outros garotos também chamavam de pau. Mas eu ri do jeito que ele falou.
“Eu to. Mas você ficou primeiro”
Ele ficou de pé, e abaixou a sunga dele ficando com aquele pau pra fora. Não sei por que, mas ver aqui fez o meu pau ficar ainda mais duro. Fiz o mesmo, abaixei a sunga e fiquei com meu pau de fora.
Ficamos comparando, o meu era mais comprido. Mas o dele apontava pra cima. A cabeça do meu saia completo da pele, o dele não. Ele precisava puxar pra fora pra sair. Acabamos concordando que os dois tinham a mesma grossura.
“Quer ver uma coisa lá dentro?” Ele falou isso como se fosse um segredo, eu disse que sim.
Nos secamos com as toalhas, colocamos as sungas para secar e entramos. Nenhum dos dois acabou colocando roupa. Ele ligou o computador, e foi entrando em alguns sites. Não sei o que ele tava fazendo, mas ele dizia que tinha que fazer do jeito certo ou o pai dele ia descobrir o que ele estava assistindo.
Depois de um tempo ele entrou num site, todo preto, com imagens. Parecia um youtube, mas com pessoas peladas. Eu não tinha computador em casa. Então não sabia direito o que era aquilo, mas imaginava que era o tal site pornô que os amigos da escola falavam.
Ele colocou um vídeo, na época a internet não era assim tão boa, demorava um pouco pra carregar o vídeo, e travava um pouco. O vídeo era uma loira chupando um pau, mas era um pau MUITO grande, que me assustou, fiquei imaginando que eu tinha o menor pau do mundo. Aí ele colocou outro, e mais uma vez, um pau muito grande entrando dentro da buceta de uma mulher. Eu fiquei sem saber o que falar. Meu pau estava doendo de tão duro. Então eu notei que Thiago estava brincando com seu pau. Ele ficava puxando a pelinha da cabeça do pau pra cima e para baixo, ele notou que eu vi e falou “Faz também, é bem gostoso.”
Tentei imitar ele, mas nunca tinha feito aquilo, não sabia como era. Ele me olhou e falou “Não cara, é assim” Então ele mesmo pegou no meu pau e começou a fazer o vai e vem. Mas como os dois estavam sentados em cadeiras de escritório, e como eu estava à direita dele, era complicado pra ele fazer. Então ele me falou para ficar de pé. Veio por trás de mim e começou a fazer. Eu assistia o vídeo daquele cara comendo uma loira com seios enormes, enquanto ele brincava com meu pau. Aos poucos fui sentindo o pau de Thiago em minha bunda, achei estranho, mas também achei gostoso. E deixei. A sensação foi aos poucos ficando melhor. Era uma sensação que eu nunca tinha sentido antes, minhas pernas estavam amolecendo, falei pra ele que precisava fazer xixi, mas ele disse que não era xixi, só pra deixar acontecer que eu ia entender.
Tentei me segurar na mesa do computador, mas não deu, minhas pernas tremiam, falei pro Thiago que precisava sentar. Ele sentou na cadeira e me puxou pro colo dele. Sua mão não parava de bater punheta no meu pau, ele fazia bem rápido o movimento pra frente e pra trás. Enquanto isso eu estava sentado bem em cima do pau dele. Eu sentia ele no meu cu. Não forçando, mas ali no meio. Eu não consegui controlar o gemido que dei. Foi muito alto, segurei a mão dele, forçando toda a pele para trás, apertando ela contra mim, senti algo sair do pau e não era xixi. Também não era muito. Eu tinha gozado pela primeira vez.
PRESENTE:
“Esse Thiago hem…” Minha irmã me olhava com olhos curiosos “E depois, o que aconteceu?”
“Sabe quando você gozou pela primeira vez, que você ficou toda mole. Eu fiquei assim, eu acabei caindo no chão de joelhos. Ai o Thiago me ajudou a ficar de pé e me levou pra cama dele, eu deitei lá, com o pau todo sujo de porra, tinha escorrido um pouco pras minhas pernas. Ele foi e pegou uma toalha e me limpou. Ele ainda tava com o pau duro, apontado pra cima. Aí ele disse que ia bater a dele pra amolecer o pau.”
PASSADO:
“Deixa eu fazer?” Eu disse pra ele.
“Mas você não sabe ainda. Eu faço bem rápido aqui.”
“Quero aprender cara.”
Ele veio, sentou com as coxas por cima das minhas, eu estava encostado na cabeceira da cama dele sentado, ele dobrou as pernas por trás das minhas costas, era uma posição bem estranha, mas aí ele deitou e ficou com o pau bem perto do meu.
“Vai lá então. Mas com cuidado cara.”
Fiz mais ou menos como ele tinha feito em mim, o pau dele, diferente do meu, tinha uma espécie de curva para cima, e eu estava batendo pra ele invertido, sempre forçando o seu pau na minha direção. Mas logo eu peguei o jeito. Ele começou a respirar forte, ele dizia “Isso, continua.” “Bate com mais força” “Puxa até o fim”. Meu pau voltou a ficar duro, era muito gostoso fazer aquilo pra ele. Pela posição que a gente estava, ele sentiu meu pau, e começou a procurar ele com a bunda, então ele conseguiu encaixar, parecido com o que eu fiz quando sentei nele. Então eu senti o cú dele piscando no meu pau. “Será que eu fiz isso com o meu no pau dele?” Foi o que eu pensei. Estava muito gostoso pra mim, aquelas piscadas. Ele começou a gemer, e então ele gritou “Vou gozarrrrrr!!!” O primeiro jato que saiu entrou pela minha boca, o segundo foi na minha bochecha e pescoço, o terceiro escorreu na minha barriga. Não lembro mesmo se senti nojo. Mas eu não contei isso pra ele que foi na minha boca. Ele não viu, só achou graça que foi no meu pescoço e barriga.
PRESENTE:
Jessica ouvia a história enquanto masturbava sua pequena boceta. Eu sentia aquele cheiro delicioso vindo em minha direção. Ela logo iria gozar também. Não aguentei e caí de boca. Meu pau estava doendo de duro, eu já nem sabia mais se era por lembrar dessa história ou se por poder chupar aquela coisa preciosa pra mim, que era minha irmã.
Ela gemia forte a cada linguada que eu dava, minha língua passeava em cada dobra daquela bucetinha, eu forçava ela dentro do seu canal, era ali que vinha aquele sabor delicioso, mas ela sempre fazia minha língua ir até seu clitóris. Eu chupei ela enquanto batia uma punheta. Eu também estava a ponto de gozar. Então Jessica fez alto que não acreditei, ela me virou de barriga pra cima, e veio com sua boceta em minha cara enquanto ela passou a chupar meu pau, aquela estava sendo a melhor chupada que já tinha ganhado, ela fazia direito, parecia já ter prática, mesmo essa sendo sua segunda vez. Eu lambia ela com força, era fácil chupar sua boceta assim. Difícil era se concentrar estando quase gozando. E dessa vez eu gozei primeiro, ela sentiu os jatos e não tirou a boca, ela ficou lá, até ele parar. Então ela sentou em minha cara e passou a rebolar. Agora ela queria gozar e foi o que ela fez. Quase fiquei sem ar. Quando ela enfim gozou, ela gemeu alto e ela mesma tirou sua boceta da minha cara. Eu via aquela baba deliciosa escorrendo de dentro dela. Eu passei o dedo, e puxei pra boca o que pude.
Eu ia ter que falar com ela sobre sua virgindade, eu queria aquela boceta pra mim. E tinha que ser logo…
Mas já era tarde, nossos pais iriam chegar em breve, falei pra ela ir tomar banho, que eu ia arrumar o quarto. Fiz o que pude, até troquei os lençóis. Passei um bom ar na casa. Fui lavar a louça. Quando ela saiu do banho eu entrei. Ela deu mais uma arrumada no que achou fora do lugar, pegou uns cadernos em nossas malas e jogou na mesa, para parecer que fizemos a lição do dia ou estudamos.
Nossos pais chegaram e não notaram nada.
Continua…
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Comentários (1)
Henri: Será que teremos a irmã com o Thiago👀👀
Responder↴ • uid:n4n8osed1