#Incesto

"Mamãe Sentada no Pauzão do Filho por 4 Horas de Estrada"

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Era um fim de semana quente de março de 2026, em plena São Paulo. O sol já castigava forte desde cedo, marcando uns 34 graus na capital paulista. Eu e meu marido, Roberto, passamos a manhã inteira suando pra caralho enquanto arrumávamos o carro lotado. Nosso filho, Lucas, de 19 anos, estava indo embora pra faculdade em Campinas. O porta-malas tava um caos, cheio de malas, caixas e porcaria toda. O banco de trás mal dava pra enfiar mais um chinelo.

Lucas saiu de casa carregando a porra da TV de 50 polegadas novinha.

— Onde caralhos você vai enfiar essa TV, moleque? — perguntou Roberto, limpando o suor da testa.

— Sei lá, pai, mas não quero deixar pra trás. Vamos dar um jeito no banco de trás.

Eu olhei pro espaço apertado e balancei a cabeça:

— Nem fode, filho. Não cabe porra nenhuma aí.

Lucas deu uma olhada dentro do carro, pensativo.

— Podemos botar no meio do banco da frente.

Eu ri, cruzando os braços.

— Ah é, universitário safado? E onde a tua mãe vai sentar, hein? No teto?

Ele ficou com aquela cara de quem tava bolando uma ideia safada. Abriu a porta do passageiro, enfiou a TV no meio e se jogou no banco.

— Olha só, tem espaço pra caralho. Mãe, senta aqui comigo no meu colo.

Tentei me encaixar ao lado dele, mas a porta nem fechava direito. Eu sou baixinha pra porra: 1,52m e só 46kg. Já o Lucas era um touro: 1,85m e quase 95kg de puro músculo de academia.

— Não sou eu que tô ocupando tudo, é você, seu grandão — reclamei, saindo do carro. — Deixa essa TV aí. Quando a gente for te visitar, trazemos.

— Nem pensar, mãe. De jeito nenhum.

— Então decide logo, Lucas. Tá um forno aqui fora e eu tô derretendo.

Ele me olhou de cima a baixo com aquele sorrisinho malicioso.

— Tá bom. Você senta no meu colo, mãe. Vai ser tranquilo.

Roberto ergueu a sobrancelha:

— São quase quatro horas de estrada até Campinas, filho.

— Eu sei, pai. Mas a mãe é leve pra caralho. O que você acha, mãe? Topa sentar no colo do seu filhão?

Dei de ombros, já sentindo um calorzinho diferente na barriga.

— Beleza, eu sento no teu colo. Mas se ficar desconfortável pra porra, paramos no primeiro posto. Combinado?

Roberto concordou com a cabeça.

— Então vamos tomar um banho rápido e cair na estrada.

Meu banho foi veloz. Como ia ficar quatro horas no colo do Lucas, queria algo bem soltinho e fresco. Jeans ia me apertar as coxas e me matar de calor. Revirei o armário e achei um vestidinho de verão bem curtinho, sem mangas, que abotoava todinho na frente. Vesti, mas vi que o sutiã ficava aparecendo demais. Tirei o vestido, arranquei o sutiã e vesti de novo. Meus peitos, aos 38 anos, ainda eram firmes e empinados — graças à academia e bons genes. O vestido mal cobria metade das minhas coxas. Coloquei uma calcinha fio-dental branca bem pequena e me olhei no espelho.

“Porra, pra mãe de um garoto de 19 anos eu ainda tô uma delícia. Roberto me come pelo menos seis vezes por semana e ainda pede mais”, pensei, sorrindo safada.

A buzina tocou lá embaixo. Desci correndo, tranquei a casa e fui pro carro. Lucas já tava sentado no banco do passageiro com a TV bloqueando tudo. Sentei no colo dele e fechei a porta. Meu vestidinho subiu pra caralho, mal cobrindo a bunda. Senti a pele quente das minhas coxas nuas roçando nas pernas dele, que tava só de bermuda larga e regata.

— Tá confortável aí, filhão? — perguntei baixinho.

— Tá ótimo, mãe. Você não pesa nada. Pode se mexer à vontade.

Olhei por cima da TV pro Roberto:

— Tá conseguindo dirigir direito, amor?

— Consigo sim, só vejo tua cabecinha linda. E você, tá confortável no colo do menino?

Eu me remexi devagar no colo do Lucas, sentindo já uma coisa dura crescendo embaixo de mim.

— Tô ótima... não me importo nem um pouco.

Liguei o rádio e comecei a curtir a música. Mas logo senti o pau do Lucas endurecendo pra valer contra a minha bunda. Ele ficou quietinho de repente. Eu sorri por dentro: “Não tava assim quando sentei... caralho, meu filho tá ficando de pau duro comigo no colo.”

O vestido tinha subido mais ainda. Quase dava pra ver minha calcinha. As mãos dele tavam apoiadas no banco, uma de cada lado.

— Como você tá aí atrás, Lucas? — perguntei, fingindo inocência.

— Tô bem, mãe. E você? Tá gostando?

— Tô gostando do que tô sentindo... — respondi baixinho, com a voz rouca. — Seus braços tão cansados nessa posição?

— Tá um pouco desconfortável sim.

— Então experimenta isso aqui, meu putinho.

Segurei as duas mãos dele e coloquei bem nas minhas coxas nuas, palmas pra baixo. Os polegares dele ficaram roçando bem perto da minha calcinha.

— Melhor assim?

— Porra, muito melhor, mãe...

Eu olhei pra baixo. Os dedos dele tavam a centímetros da minha boceta. Apoiei minhas mãos sobre as dele e comecei a acariciar, bem devagar, como se fosse coisa de mãe carinhosa. Mas eu queria mais. Empurrei as mãos dele um pouco pra cima, pra debaixo da saia. Ele não resistiu. Levantei o quadril rapidinho e puxei o vestido mais pra cima. Agora dava pra ver claramente minha calcinha branca minúscula.

Peguei a mão direita dele e coloquei direto em cima da minha boceta por cima da calcinha. Ele deixou a mão ali, quente, sem mexer no começo. Abri um pouco as pernas. A mão deslizou entre elas. Pressionei forte contra ele.

— Sente como a mamãe tá molhada já, Lucas... — sussurrei no ouvido dele.

Ele começou a esfregar devagar por cima do tecido. Eu tava encharcada.

— Caralho, mãe... você tá pingando.

Peguei a mão dele, enfiei por dentro da calcinha e guiei os dedos até meus lábios inchados. Ele enfiou dois dedos de uma vez na minha boceta melada. Soltei um gemidinho baixo.

— Tudo bem aí, amor? — perguntou Roberto do banco do motorista.

Eu sorri, fingindo normalidade, enquanto os dedos do meu filho fodiam minha boceta devagar.

— Tô ótima, marido. Achei que ia ser ruim sentar no colo do Lucas, mas tá delícia. A viagem vai ser boa pra caralho.

Ali tava eu, conversando com meu corno enquanto o Lucas me dedava gostoso.

— Quanto falta pra gente parar? — perguntei pro Roberto.

— Quero rodar mais um pouco.

— E você, Lucas? Consegue aguentar mais? — perguntei pro meu filho, apertando a boceta nos dedos dele.

— Consigo sim, mãe. Posso ir bem mais fundo... quer dizer, mais longe.

— Ótimo. Quanto mais a gente avança, mais eu tô curtindo.

Virei um pouco e olhei pro Lucas nos olhos:

— Eu também não quero que você pare, filhão... enfia esses dedos bem fundo na buceta da mamãe.

Enquanto ele falava com o pai sobre a viagem, ele afundou os dedos até o talo, curvando pra acertar meu ponto G. Eu mordi o lábio pra não gemer alto.

— Mãe, você fica se mexendo pra ficar confortável... — disse ele pro Roberto, enquanto me dedava com força.

Comecei a rebolar devagar no colo dele, cavalgando os dedos. Meu suco escorria pela mão dele. De repente ele tirou os dedos, me deixando louca de tesão. Mas logo começou a desabotoar meu vestido, botão por botão, de cima pra baixo. O ar-condicionado gelado bateu nos meus mamilos duros como pedra.

Quando abriu tudo, meu corpo ficou praticamente nu pra ele. Ele apertou meus peitos com força, beliscando os bicos.

— Porra, mãe... que peitos gostosos. Ainda tão firmes.

— Aperta mais forte, meu safado. Mama a buceta da mamãe com esses dedos.

Levantei o quadril e puxei o vestido todo pra trás. Ele abriu o zíper da bermuda. Levantei mais ainda. Ouvi o barulho do zíper. O pau dele pulou pra fora, duro pra caralho, quente e latejando contra minha bunda nua.

— Tá tudo bem aí, querida? — perguntou Roberto. — Tá desconfortável no colo do menino? Quer que eu pare?

Enquanto o Lucas baixava a cueca, eu respondi:

— Não, amor. Se eu me mexer direitinho, vou ficar bem confortável. E você, Lucas? Precisa que a mamãe faça alguma coisa pra te deixar mais à vontade?

Ele segurou meus quadris com as duas mãos.

— Mãe, levanta um pouquinho que eu vou me posicionar melhor.

Empinei a bunda o máximo possível. Senti ele segurar o pau e apontar pra minha entrada melada. Desci devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios e entrou tudo de uma vez. Meu cuzinho roçou na base enquanto o pau dele me enchia inteira.

— Aaaahhh... caralho, Lucas... que pauzão gostoso do meu filho — gemi baixinho.

— Tem certeza que não quer parar, amor? — perguntou Roberto de novo.

Enquanto eu descia até o fundo, sentindo o pau do Lucas batendo no meu colo do útero, respondi gemendo:

— Não para não, marido. Continua dirigindo. Eu aguento mais... e você, Lucas? Aguenta foder a mamãe mais um pouco?

— Aguento pra caralho, mãe. Quando você sentou de novo, eu me posicionei direitinho. Levanta um pouquinho comigo?

— Levanta tu, filhão. Me fode bem fundo.

Ele empurrou os quadris pra cima com força, socando tudo. Quase gozei na hora.

Comecei a rebolar pra frente e pra trás, cavalgando o pau do meu próprio filho enquanto meu marido dirigia a poucos centímetros de nós. A TV bloqueava tudo. Roberto não via porra nenhuma.

— Quando você acha que a gente pode visitar o Lucas depois que ele se instalar? — perguntei pro marido, com o pau do filho dentro de mim até o talo.

— Com meu trabalho, vai ser difícil eu ir, mas você pode ir sozinha, amor. A viagem não é longa.

Conversar com meu corno enquanto meu filho me arrombava a buceta me deixou ainda mais safada.

— Entendi. Não fica chateado se eu gozar várias vezes sem você. Vou gozar quantas vezes der. Tá bom pra você, Lucas?

— Pode gozar o quanto quiser na rola do filho, mãe. Quanto mais você esguichar, mais eu vou gostar — respondeu ele, socando forte.

— Quando você acha que vai gozar, filhão? — perguntei, rebolando mais rápido.

— Daqui a pouco, mãe... bem fundo em você.

Senti o orgasmo vindo forte. Tirei as mãos dele dos meus quadris e coloquei nos meus peitos. Apertei junto com ele. O pau socando sem parar e as mãos apertando meus peitos foi demais. Gozei pra caralho, tremendo inteira, apertando a rola dele com a buceta. Durou quase meio minuto de puro prazer.

Caí mole pra trás, encostada no peito dele. Mas ele não parou. Continuou estocando forte. As pernas dele tremeram. Senti o pau inchar e começar a jorrar porra quente bem no fundo da minha buceta. Jato atrás de jato, me enchendo toda. Fiquei paradinha, aproveitando cada gota.

Alguns minutos depois, Roberto viu uma placa.

— Tem um restaurante uns 15km pra frente. Tão com fome?

— Tô sim, pai. Eu comeria qualquer coisa agora — disse Lucas, ainda com o pau meio duro dentro de mim.

Eu sorri pra ele:

— Eu tô bem satisfeita... mas posso comer um lanche. Quem sabe um hot dog bem grosso.

Me abaixei pra pegar a calcinha no chão do carro. Quando levantei o quadril, o pau do Lucas saiu com um “plop” molhado. Senti a porra dele escorrendo pela minha coxa. Coloquei a calcinha, mas antes que eu puxasse, ele enfiou o dedo de novo na minha buceta cheia de porra.

— Seu safado! — ri, dando um tapinha na mão dele.

Ele tirou o dedo lambuzado e cheirou bem fundo, gemendo baixo:

— Caralho, mãe... cheiro de buceta molhada misturado com porra do filho. Delícia.

Puxei a calcinha, abotoei o vestido e ele guardou o pau. Roberto parou no restaurante.

Depois de comer, voltamos pro carro.

— Ainda faltam umas duas horas e meia — disse Roberto. — Conseguem aguentar?

— Eu consigo ficar no colo do Lucas o tempo que for — respondi. — Se ele aguenta a mãe sentada em cima dele...

Lucas sorriu:

— As duas primeiras horas passaram voando. Imagino que as próximas vão ser ainda melhores. Pode sentar de novo, mãe. Eu aguento o dia inteiro.

— Não tenho nenhuma reclamação — falei pro Roberto. — E você, filhão?

— Mãe, eu não reclamaria nem se a viagem durasse o dia todo. Na verdade, quero que dure mais.

— Obrigada, meu putinho. A mamãe vai fazer as próximas horas bem gostosinhas pra você... rebolando devagar na rola dura do meu filho, deixando você sentir minha buceta apertando e meu cuzinho roçando. Quem sabe na próxima parada eu te deixo cheirar minha bunda suada e até sentar no seu rosto pra você sentir o cheiro de porra escorrendo. Tá afim?

— Porra, mãe... tô louco pra isso.

Durante as duas horas seguintes, o Lucas me fodeu mais duas vezes: uma na buceta e outra, quando eu levantei um pouco mais o vestido, ele enfiou o dedo no meu cuzinho apertado enquanto eu cavalgava devagar. Eu gemia baixinho, conversando com o marido sobre besteiras, enquanto meu filho me usava como uma vadia safada.

No final da viagem, quando chegamos em Campinas, eu já tava viciada. E o Lucas também.

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