#Estupro #Gay #Grupal #Incesto

Escravo Familiar: Capítulo 19 (A Punição de Dim)

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Tártaro

Meu pai foi rebocado para fora e enfiado no carro. Eu e mamãe fomos em sua direção para podermos nos acomodar nos bancos de carona. Papai ligou o carro e fomos embora em direção à nossa casa.
...
Um tempo depois, chegamos. Era ainda início de noite quando chegamos em casa, entramos na garagem e mamãe me perguntou se eu estava bem.
— Ah, mãe, mais ou menos ter sofrido na mão do meu tio não foi nada legal. Estou dolorido e os machucados doem.
— Desgraçado, eu ainda vou acabar com a raça daquele filho da puta. Esperem só alguns dias, vou convocar a família toda para assistir à punição. Ele vai pagar caro pelo que fez.
— Calma, João, não faça nada agora de cabeça fria, para você não se arrepender depois. Minha mãe disse para meu pai.
— Me arrepender? De quê? Ele violentou meu filho. Nosso filho é para satisfazer sexualmente a família; foi para isso que o transformei. Não para ser brutalizado; além do mais, até para aplicar castigo nele tem que ter um motivo. Seu irmão não tinha condições nem de ficar em pé e queria fazer sexo com meu filho?
— Olha, deixa isso para depois, ok? Resolvemos isso depois. Vamos todos nós nos acalmar e esfriar a cabeça; depois vemos o que faremos. Concordo em não deixar essa situação sem punição, mas precisamos de um descanso. Essa semana foi extremamente puxada para todos.
— Ok! Meu pai respondeu a contragosto.
— Filhote, mamãe te ama. Vai tomar um banho e cuide desses machucados; depois venha comer.
— Está bem, mãe.
— E você, João, vai tomar banho e esfriar a cabeça; depois conversamos melhor.
Meu pai saiu de perto de nós dois sem dizer nada e foi para dentro de casa.
Mamãe me deu um beijo na testa e foi para sua casa. Eu subi em direção ao primeiro andar da casa em que eu e papai moramos, no mesmo terreno que mamãe, e fui arrumar minhas coisas para tomar banho.
...
Depois do banho, fui para casa da minha mãe. Quando entrei, mamãe já estava com a comida pronta e de banho tomado.
Sentei-me à mesa com um prato de comida, devorando-o em segundos.
— Eita, parece que alguém estava com fome. Mamãe disse, me olhando.
— Nem eu sabia que estava com tanta fome assim, mãe.
Depois que terminei de comer, levei o prato para a pia, dei um beijo na bochecha da minha mãe e fui de volta para a casa de papai e para o meu quarto.
...
Era por volta das 23:00 quando deitei na cama para dormir. Estava com o corpo tão dolorido e cansado que, quando me aconcheguei na cama, caí em segundos no sono.
...
DIAS DEPOIS...
*COMUNICADO A TODA FAMÍLIA:
"Convido todos a se reunirem nesse próximo domingo no sítio do meu irmão Chico, para testemunhar a punição do meu cunhado Dim, por ter violentado o escravo familiar sem um devido motivo aparente. A sentença será dada durante o decorrer do dia. Espero todos lá, até breve."
Essa foi a mensagem deixada pelo meu pai e dono no grupo da família. Mais um membro da família que acha que meu dono brinca quando diz que tudo precisa passar por ele. Papai é possessivo por poder e é extremamente ciumento comigo. Me violar foi o maior erro do meu tio, ainda mais sabendo que meu irmão Thiago e meu tio Chico já tinham sido punidos anteriormente.
Desconectei-me de tudo e fui tentar relaxar por um tempo.
...
— Filho, venha cá! Papai gritou do seu quarto.
— Pois não, papai!
— Querido, essa semana você vai descansar um pouco. Eu preciso resolver todos os preparativos da punição do seu tio, então nenhum outro membro tem permissão para usufruir de você, até que passe essa punição.
— Tudo bem, papai!
Saí e fui me distrair com meus robes.
...
A manhã de sábado acordamos todos cedo em casa. Hoje era o dia da punição do meu tio.
Eu, meu pai, minha mãe e minha irmã mais nova nos arrumamos. Papai retirou o carro da garagem e fomos para o sítio do meu tio Chico.
...
Uma hora depois, chegamos; a família toda estava presente para testemunhar a punição.
Papai tinha pedido para meu tio arrumar o sítio, decorando-o com brinquedos sexuais, incluindo uma série de açoites de couro.
Comprimentos todos em uma saudação simples. Meu pai não queria perder tempo, então foi logo chamando meu tio Dim para começar com sua punição.
— Bom, estamos aqui hoje para testemunhar a punição do meu cunhado Dim por ter violentado indevidamente o escravo familiar.
Seu crime conta com um estupro e com uma suposta punição ao escravo, ambos sem o meu consentimento, e todos sabem que, para usufruir ou até mesmo castigar o escravo, terá que antes combinar comigo. EU SOU O DONO DELE, ENTÃO EU PRECISO SABER DE TUDO O TEMPO TODO. Já é a terceira vez que isso acontece, então, meus senhores e senhoras, daqui para frente me comuniquem tudo; se não, vocês sofrerão as consequências.
Então a punição para o senhor Dim será, já que ele gosta de um sexo forçado, que todos os homens presentes poderão, se quiserem, foder o cu e a boca desse canalha. Vocês que quiserem se juntar a mim, deverão fodê-lo do jeito que quiserem. Que comecemos a punição.
— Aeeeeee. Berraram em uníssono.
Os homens e mulheres começaram a tirar a roupa. As mulheres iriam assistir, assim como os homens que não quisessem participar.
Papai pegou meu tio pelo colarinho, jogou-o ajoelhado no chão do sítio e começou a tirar suas roupas. Quando meu tio Dim já estava pelado, ele passou a se despir.
Meu tio Dim foi colocado de quatro pelos nossos familiares; papai olhou para mim e me fez uma pergunta sem emitir o som.
"Quer ser o primeiro?"
Balancei a cabeça positivamente, aproximando-me do meu tio.
Minha raiva fervia no meu sangue, aproximei-me dele e dei um tapa forte na sua cara.
PLAFT!
Retirei minhas roupas, ficando pelado. Segurei meu pau duro, fazendo movimentos de vai e vem lentos, preparando-me para socar o pau na garganta dele. Aproximei-me da sua boca, abrindo-a com os dedos da mão esquerda, expus a cabeça da minha pica de 15 centímetros rosa e introduzi-a na sua boca.
— Aaaaãh! Gemi alto, sentindo a boca quente e molhada do meu tio Dim no meu pinto. Segurei no topo da sua cabeça e comecei a foder sua boca até sua garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu bombava ritmado nele; sua saliva estava grossa e pegajosa, deixando meu pinto brilhoso. Ele me olhava com olhos de cachorro que pedia desculpas pelas suas travessuras. Aquilo me dava ainda mais tesão.
Segurei firme com as duas mãos a sua cabeça e fodi com volúpia sua boca, deixando toda a minha raiva fluir.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
COFF, COFF, COFF. Ele se engasgou quando finalmente sai da sua boca.
Fui em direção ao seu cu, e outro membro da família foi para sua boca. Ajoelhei no chão, abrindo suas nádegas, expus seu cu peludinho, que piscava igual a pisca-pisca de árvore de Natal de fim de ano.
Aproximei meu rosto do seu delicioso rabo, durinho, redondo e moreno, cheirei me deliciando naquele cheiro de cu de macho apertadinho.
Fssssssssssssss!
Em seguida, cai de boca, enfiando fundo minha língua naquelas montanhas carnudas e empinadas.
Eu rodava minha língua tocando sua próstata madura, depois enfiei um, dois, três dedos no seu cu, rodei fazendo ele tremer as pernas, depois comecei a fazer movimentos de vai e vem, entrando e saindo do seu cu.
Logo substitui meus dedos pelo meu pinto. Fiquei de joelhos atrás da sua bunda, segurei firme no meu pau e pincelei, segurei firme nos seus cabelos, retirando sua boca que chupava o pau do meu padrinho Leandro, e comecei a foder seu cu com toda a força que eu tinha.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Eu alucinava ali, com o pau entrando e saindo de dentro do cu do meu tio Dim. Ele inconscientemente rebolava para mim, jogando sua bunda para trás de encontro com minha virilha.
PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuum! Huuuuuuuuuum!
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Em minutos, explodir dentro dele, inundando seu cu de porra.
PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Saí de dentro dele e fui me sentar para assistir à sua punição, satisfeito.
Meu pai foi para sua bunda que vazava meu leite, apontou a cabeça da sua pica gostosa e socou firme.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Papai, o fodia violento, fazendo-o delirar. Outros membros da família que estavam excitados vendo a cena começaram a se aproximar e a colocar o pau na boca do meu tio para ele chupar. Ele alternava as picas, chupando, línguando e cheirando. Os homens à sua volta batiam com as picas no seu rosto, na sua bunda. Vi um de meus primos deitar embaixo dele e começar a chupar seu pênis duro enquanto batia punheta.
Em um determinado momento, observei que meu primo írio pegou uma garrafa de cerveja e apontou o gargalo na entrada do cu do meu tio e o penetrou, fazendo-o urrar de dor.
— HUUUUUUUUUUM! Ele urrava com a boca sendo fodida pelos membros da família.
Meu primo entrava e saía com a garrafa dentro do seu cu, sorrindo, dando tapas nas suas nádegas.
Papai parou de foder ele e deu espaço para outro tio meu.
Era um revezamento constante dos membros da família. Depois de quase uma hora, todos estavam exaustos.
Meu tio Dim estava com lágrimas escorrendo pelo seu rosto, seu peito subia e descia cansado. A galera estava suada e o ar exalava um forte cheiro de sexo.
Teve momento em que meu tio foi penetrado duplamente e tentaram colocar até três picas de uma vez. Ele berrava e implorava para que tudo acabasse.
...
As horas passaram, todos já tinham se satisfeito com ele de todas as formas possíveis, o colocaram ajoelhado no chão e fizeram uma roda. Em seguida, deram um belo banho de mijo nele, alguns mirando em sua boca aberta, fazendo-o engolir uma boa quantidade de mijo.
...
No fim, depois de todos exauridos, fomos todos para o banho.
Um tempo depois, todos começaram a ir embora; papai agradeceu a todos por terem participado. Meu tio, antes de sair, foi interceptado pelo meu pai.
— Dim, espera aí, ainda não terminei com você.
Ele ficou do lado do meu pai, enquanto meu pai se despedia de todos os membros da família.
Um tempo depois que todos já tinham ido embora, e só restaram eu, mamãe, meu tio Chico, minha tia Deja, papai e ele. Meu pai o chamou para um dos quartos da chácara.
— O que foi agora? Meu tio perguntou de cabeça baixa.
Eu estava espiando os dois pela fresta da janela.
Papai segurou no pescoço dele e deu um beijo de língua em sua boca. Depois papai abriu suas calças novamente e o colocou de joelhos.
— Preciso sentir você me chupar de novo antes de irmos embora.
Papai segurava com delicadeza a cabeça do meu tio, enquanto ele o chupava.
— Huuuuuuuuum! Papai gemia baixinho, segurando a cabeça do meu tio. Alguns minutos depois, meu pai gozou na sua boca, o ergueu em seguida e os dois se beijaram de língua.
Eu batia uma punheta, observando tudo, até que gozei. Me limpei e saí dali.
...
Um tempo depois, meu pai veio de encontro a mim e a mamãe. Chamou a gente para ir embora.
Despedimos do meu tio Chico e da minha tia Deja, entramos no carro e partimos para casa.
...
Quando chegamos em casa, já era final da tarde. Mamãe foi atrás de preparar algo para jantarmos e depois fomos tomar banho.
Eu e papai tomamos banho juntos. Papai me beijava e me dizia que me amava.
— É denguinho, final de semana puxado de novo. Sua semana vai ser bem intensa também; você terá outros membros para satisfazer. Papai tá organizando tudo.
— Ok, papai, só não pega muito pesado com meu corpo, preciso de alguns intervalos entre um membro da família e outro.
— Nada de corpo mole, e evite arrumar motivos para apanhar; seu corpo precisa sarar.
— Está bem, papai.
E assim foi mais um dia. Quem sabe o que o futuro destinará para mim daqui para frente.

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