#Incesto #Teen #Traições #Virgem

Mais do que amantes

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Provocadora

Léo, 56 anos, está sentado na beira da piscina da sua casa, às 20 horas, tomando um copo de uisque e olhando seu celular... Quando eis que surge, passando ao lado dele, a jovem e loira Gabriele, 17 aninhos... completamente nua... Ela se atira na água e começa a nadar.

Gabriele adora tomar banho a noite na piscina da sua casa... sempre peladinha.

Minutos depois, ela sai da piscina e dá alguns passos sem pressa enquanto mexe em seus cabelos molhados, onde se coloca em pé diante de Léo, sentado, a água escorre em seu loiro corpinho de ninfeta, o ângulo que ele olha pra ela é de frente, a xoxota rosada dela está bem ali a poucos centímetros de seus olhos, uma bela xoxotinha de ninfeta e sem nenhum pelo. Gabriele fica ali espremendo a água dos seus loiros cabelos com suas mãos enquanto pede a ele a toalha, toda empinadinha, toda gostosinha... Léo se levanta e pega a toalha ao lado, ela mesma poderia pega-la, mas ela gosta de pedir favores a ele, e ele adora obedecer.

Ele dá a toalha pra ela enquanto a encara nos seus verdes olhinhos, e ela vai passando a felpuda toalha branca em seus peitos formosos que balançam, cujos mamilos estão espetadinhos de tão endurecidos, não só do frio que faz nessa noite, como por serem naturalmente empinados, típicos peitos de menina moça... Ela vai passando a toalha em sua barriguinha com um sutil piercing de pedrinha de cristal no umbiguinho, na sua virilha toda loirinha, lisinha, com uma sutil marquinha de biquíni, e bem em cima da sua bucetinha cor de rosa toda carequinha... xoxota pequena, sutilmente polpuda, lábios fechadinhos e semelhante a uma boquinha de golfinho...

Logo então Gabriele pede a mão dele, falando:

- A bença, paizinho?

Léo dá a mão pra ela, ela beija as costas da mão dele, em seguida ele beija as costas da mãozinha dela, falando:

- Deus lhe abençôe, filha. Já vai dormir?

Ela diz: - Não, paizinho, vou estudar e depois dormir, tenho trabalho na escola amanhã cedo.

Nisso a bela ninfetinha vai saindo de perto dele enquanto dá as costas pra ele e segue caminhando, deixando a área da piscina e deixando ele espiar a vontade a sua bela bundinha loira redonda rebolando a cada passo até ela entrar casa adentro.

Essa é a relação de Léo e sua filha Gabriele, completamente sem pudor e regras, de acordo com a vontade e a libido que eles sentem um pelo outro. E tal sentimento surgiu à partir do momento em que Grabiele se tornou uma mocinha, a pouco mais de um ano. Sua mãe se divorciou de Léo e foi morar em São Paulo com outro homem, mas Gabriele preferiu ficar no Rio de Janeiro com o pai e sua madrasta, Beatriz, que aliás, acaba de chegar do seu trabalho.

Léo recebe Beatriz com beijos dos mais intensos, colocando ela no colo, levando ela pro quarto e dentro começa ele mesmo a tirar a roupa de trabalho dela meio que de forma afoita, pois o homem está claramente excitado por conta da filha Gabriele que o deixou assim minutos antes na piscina... e logo Léo está deitando sua mulher pelada na cama, arreganhando ela e caindo de boca em sua buceta.

Beatriz se contorce tal qual uma possuída, tamanho o impacto do orgasmo lhe arrebatando o corpo por dentro e por fora... logo ela geme ainda mais agoniada quando seu esposo Léo se ergue por sobre ela, fincando-lhe a rola na buceta e assim começa a fodê-la com força, bombando freneticamente e sem tirar de dentro, sem descanso, o homem quem meter, quer socar, quer foder, quer aliviar o tesão que tanto sua filha lhe fez sentir... as batidas de virilha ecoam no quarto junto aos gemidos de prazer da sua esposa Beatriz, chegando a sair pelas janelas e portas abertas do quarto no andar de cima da casa.

Enfim Léo para, abruptamente, enquanto geme agoniado tal qual um animal enfurecido, espremendo a sua virilha entre as morenas pernas de Beatriz, onde de pau todo atolado na buceta dela, ele goza e assim se alivia de tamanho tesão.

Logo então ele vira seu corpo deitando de costas na cama, completamente lerdo e ofegante, Beatriz, lerda e igualmente ofegante vira seu corpo por sobre o dele, beija a boca de Léo, e o elogia, falando:

- Nossa, que é que te deu pra me comer assim? Que delícia.

Ele quer mais, ainda está de pau duro, onde se vira junto com ela na cama, e recomeça a meter.

Pela manhã Beatriz sai primeiro para seu trabalho, enquanto Léo demora um pouco mais para ir para o seu, pois ele tem que esperar a filha Gabriele se aprontar para a escola. Ele dá carona a ela até a escola dela, no trajeto eles conversam, riem, brincam, sendo que aqui e ali quando ele para nos sinais, ela coloca o rosto no peito dele e ele beija sua cabeça, ou ela beija o rosto dele, passa uma mão pela coxa dele, os dois adoram trocar carícias... até beijo na boca e de língua rola da forma mais natural.

Quando chega na escola dela e Léo estaciona seu carro pra ela descer, pela janela ao lado ele acompanha ela com os olhos até ela entrar na escola, onde ele a vê toda linda, faceira e sorridente, caminhando pela calçada trajada em sua calça jeans colada em sua bela bundinha, de tênis, camiseta de farda e mochila, aí ela se junta aos amigos da mesma idade e no meio deles ela se abraça com um moleque alto, malhado e troca um beijo com ele... Seu nome é Enzo, seu namoradinho.

Ao final da tarde Léo sai do trabalho e volta a escola da filha para busca-la. Antes de irem para casa ele a leva pra tomar um sorvete no shopping, e lá eles se distraem, conversam sobre tudo um pouco, com Léo sempre se mostrando um pai presente, amigo e conselheiro. Pai e filha andam juntos pelo shopping de mãos dadas, parecem mais um casal, ela olhando as vitrines das lojas, comprando algo, enquanto ele apenas vai pagando, fazendo as vontades da filha querida.

Já do lado de fora do shopping, no semiescuro e sossegado estacionamento, Léo está sentado no banco do volante meio reclinado do seu carro, de luz apagada, com a sua calça em linho aberta e meio abaixada enquanto com a mão direita ele segura os cabelos loiros da sua querida e ninfeta filha Gabriele, acompanhando o descer e subir da cabeça dela debruçada por sobre seu colo, conforme ela caprichosamente vai deslizando seus delicados e macios lábios pelo seu rosado e inchado falo, ao tempo em que a pequena mão direita dela segura erguido o membro dele e o masturba bem sutil rumo a sua boca, sendo que os pequenos dedos dela mal abarcam de tão grosso e enrijecido diante de uma ereção quase que metálica... Gabriele revira seus verdes olhos e geme baixinho, estalando lábios enquanto desce seu rosto abocanhando uns três centímetros além do falo ao degustar a rola do pai, pois é impossível dela engolir muito mais, de tão bem dotado que ele é... aliás, esse é um dos motivos que fazem Gabriele sempre pedir para o seu pai deixar ela colocar sua boca no pau dele... ela adora a pica do pai. O tamanho colossal, a grossua, a sutil curvatura para cima, as veias sobressaltadas, o prepúcio fácil de arregaçar e expor o graúdo falo rosado todo lisinho e macio em formato de cogumelo, o saco meio peludo e com bolas enormes... ela adora manusear, manipular o pau do seu paizinho... e ela só se dá por satisfeita quando recebe em sua boquinha uma forte e grande quantidade de esperma... da qual ela faz questão de não deixar escapulir uma única gota que seja.

O primeiro boquete que Gabriele fez não foi em seu pai, foi em um garoto numa festinha na casa de uma amiga, quando ela ainda tinha seus 16 anos... mas depois de provar o sabor do pau do seu pai, aos 17 anos, ela ficou viciada.

De volta a casa deles, a noitinha, Léo fica na sala e deita no colo da esposa Beatriz, que já chegou do trabalho há algum tempo, enquanto Gabriele vai tormar seu banho, jantar e ir para seu quarto.

Léo conversa com a esposa sobre o dia de trabalho, a rotina... mas também troca alguns deliciosos beijos de língua com ela, pois Beatriz é uma mulher bem quente e que adora o jeito viril do esposo, e que aqui a beija a boca de língua enquanto com a sua mão abaixada por entre das pernas dela, dedilha por dentro da sua calcinha e por baixo do vestido a molhada buceta dela.

Eles até se contém quando veem a filha e jovem ninfeta Gabriele sair do quarto rumo a cozinha pra buscar algo pra beber. Gabriele finge que não viu nada e vai a cozinha, volta igualmente silenciosa e vai dormir. Enfim, ela não tem ciúmes do pai, afinal, ela tem ele pra si quando bem quer.

Beatriz, estimulada, chama seu esposo Léo para o quarto... Minutos depos de subirem, de porta trancada, eles se pegam arrancando as roupas um do outro entre gemidos, até que Léo dá a sua esposa Beatriz o que ela deseja... seu pau, por trás, com ele a domando de quatro na cama e arremessando ela para frente a cada virilhada violenta que ele desfere na bunda dela de forma seca e barulhenta TAP TAP TAP TAP TAP... fazendo a mulher gemer numa agonia até perder o fôlego por conta de um orgasmo arrebatador, e isso sem deixar de sentir a endurecida e potente rola do esposo lhe socando tão intenso por trás, sem sair de dentro e numa certa violência que lhe faz arder as paredes internas da sua buceta... e assim ela segue gozando... pois Beatriz adora voltar pra casa e encontrar um marido assim como Léo, estimulado, tarado, dominador e capaz de lhe dar uma foda tão gostosa.

Lá pra de madrugada, Léo deixa a sua esposa Beatriz nua, dormindo e satisfeita na cama, desce as escadarias, só de short de dormir... Ele passa pela sala iluminada por um e outro abajur e segue pro jardim... Entre plantas e arbustos, de pés descalços no macio e verde gramado ele senta num banco e ascende um Bob Marley enquanto olha pro céu estrelado.

E lá vem Gabriele, saindo por uma das portas do terraço que dão acesso a piscina, com seu corpo loiro nu sob a luz do luar e em meio a pouca iluminação ao redor, onde ela entra na água sem salto... apenas imerge e começa a nadar com silenciosos movimentos de pernas e braços. Léo acompanha, ciente de que aquela jovem deusa nua é sua em todos os sentidos, como pai e amante.

Depois de mais um mergulho noturno, Gabriele sai da piscina pelada e pisando na grama macia e verdinha com seus delicados pezinhos até parar diante do pai, sentado no banco, escorrendo água pelo seu loiro corpo enquanto mexe em seus molhados cabelos. A fumaça do cigarro dele sobe até o rostinho dela, ela ri e pede um trago, ele diz que só depois que ela entregar pra ele um diploma de direito. Ela ri chamando ele de chantagista... Nisso ela senta nua e molhada de ladinho na coxa dele... ele olha praqueles peitos rosados e tão formosos da filha, com aqueles seus mamilos vermelhos empinados, logo acima o rostinho de moleca dela enfeitado com um lindo sorriso.

Ela começa uma conversa normal entre filha e pai, a diferença é apenas a intimidade um tanto incomum... Ela fala de seu namoradinho, Enzo, diz que ele quer conhecer sua casa, conhecer seu pai... e nessa conversa Léo pergunta se ela anda se prevenindo, ela diz que sem camisinha não rola, pergunta se ele a trata bem, ela diz que ele é meio afoito e vez em quando ela tem que mandar ele ir mais devagar... A conversa vai ficando mais e mais picante, onde Gabriele acaba confessando:

- Paizinho... tem uma coisa que ele me pediu faz uns dias já e eu tô só enrolando ele, rsrsrsrsr...

Pai - O que foi que ele pediu?

Ela- Bem... rsrsr... ele pediu meu cuzinho.

Pai - Nossa, que safadinho esse seu namorado... Você nunca deu nem pro papai e vai dar pra ele?

Ela - Ah... o senhor que nunca me pediu, rsrsr...

Pai - Eu não tenho pressa igual esse seu namoradinho.

Ela - O senhor deixa eu dar meu cuzinho pra ele, então?

Pai - rsrsr, isso é você quem decide, meu amor.

No dia seguinte, Gabriele traz seu namoradinho Enzo em casa, Léo o cumprimenta e manda ele ficar a vontade, o moleque é tranquilo, bem educado e até meio bobo... Gabriele e ele na área da piscina, conversando, namorando, e Léo na sala com a esposa Beatriz, contudo, espiando a filha e o namoradinho pelas janelas e portas de vidro, sem sentir ciúmes, claro, mas ciente de que a sua filha também é a sua amante.

Mais a noitinha, com a casa já a meia luz e sob total silêncio... Léo deixa seu quarto depois de comer a sua esposa Beatriz e desce rumo a área da piscina, como costumeiramente faz em suas rotineiras noites de insônia... Porém, ele desacelera os passos ao ver que o tal lugar já está ocupado. Léo então se acomoda parado em pé por trás das cortinas da janela e assiste os dois pelados, provavelmente depois de terem nadado na piscina juntos... e aqui ela está sentada numa cadeira de sol e ele em pé diante dela, segurando ela pela cabeça enquanto ela freneticamente movimenta seu rosto ao encontro da virilha dele.

Léo não se contém em apenas assistir ao boquete que a filhinha faz no namorado, assim ele puxa seu pau para fora do seu short de dormir e começa a bater uma punheta em homenagem a sua filhinha linda ordenhando com sua boquinha a rola do seu namoradinho.

Logo ela vai se virando de quatro nessa cadeira, o tal de Enzo continua em pé, agora por trás dela, que de quatro arrebita deliciosamente a sua bunda enquanto ele vai se chegando mais e mais junto da bunda dela e vai encaixando seu pau por trás dela... Léo, de pau extremamente duro em sua mão, castiga na punheta ao se deliciar com a filha realizando o desejo do seu sortudo namoradinho, oferecendo seu cuzinho pra ele comer. Léo até sussurra pra si mesmo:

- Filho da puta... metendo o pau no cuzinho da minha princesa.

O moleque mexe rápido seus quadris enquanto puxa Gabriele de quatro para ele, socando num ritmo que só vai aumentando a velocidade... Léo se acabando na punheta percebe pelos trejeitos e reações corporais da filha que ela está maluca de tesão, empenhada em arrebitar a bunda pro namoradinho meter-lhe a pica no seu cuzinho sem dó... pra quem nunca deu o cu ela se mostra bem safada... os minutos vão avançando e o moleque ali domando a ninfeta da filhinha de Léo de quatro, vai mandando ver sem tirar de dentro, sem descanso... pau no cuzinho da filha do dono da casa... que geme baixinho pra não acordar ninguém na casa. Léo não aguentando goza... a porra bate na vidraça da janela e escorre... ao tempo em que do lado de fora o casalzinho de jovens vai diminuindo o ritmo da foda... até que o moleque para, tira o pau, ela se volta para ele sentando na borda da sua cadeira e ele em pé diante dela arranca a camisinha da sua rola e se masturbando esporra na carinha dela.

Léo limpa seu pau com a cortina e volta sem pressa pro seu quarto, deixando sua filha querida e seu namoradinho sozinhos, curtindo o fogo, a mocidade e toda a virilidade e energia deles, e para quem sabe uma segunda rodada de anal.

No dia seguinte, o namorado fica até o fim da manhã na casa de Léo, Léo inclusive imagina que o sortudo passou a madrugada comendo o rabinho da sua filha querida... e o rapaz, por sua vez, se despede do papai da sua gatinha com um aperto de mãos, onde Léo, gentilmente, diz que as portas da sua casa sempre estarão abertas para ele.

O restante do dia segue normalmente, onde no primeiro momento em que Léo tem à sós com a filha, ele diz pra ela:

- Eu vi.

Ela: - O quê?

- Você, de quatro, realizando o desejo do seu namoradinho sortudo.

Ela: - hhmmrr... viu, é? E gostou do que viu?

- Acho que ele gostou mais do que eu... afinal, era ele quem tava comendo a sua bundinha linda.

Ela: - rsrs, ah... tipo assim, certamente ele ia ter gostado mesmo... se eu tivesse dado, rsrsr...

- Ué? Não deu?

Ela: - Não, rsrsr...

- Porque não?

Ela: - Sei lá... ele quis... eu que não quis, rsrsr...

No dia seguinte, Léo está sentado no terraço com a sua esposa Beatriz, conversando... Gabriele aparece, de blusinha tope ressaltando seus formosos peitos num decote saliente e uma minissaia estampada de tecido molinho, toda focada em seu celular. Ela se senta numa cadeira a alguns metros do pai e da madrasta... sendo que ela está por trás da sua madrasta Beatriz e de frente para o seu pai. Léo presta a atenção na esposa falando... contudo, Léo percebe sua doce, meiga e insinuante filha Gabriele rindo para ele, com ar de quem quer aprontar.

Quando eis que ela se vira na sua cadeira de costas pro olhar do pai, ergue a sua minissaia e mostra pra ele sua bundinha loira toda redondinha e empinada sem calcinha... e com um plug anal em formato de coração com uma pedra azul enfiado no meio.

Léo fica tenso, disfarça o olhar puxando conversa com Beatriz, justamente para ela não olhar pra trás e não ver a filha mostrando a bunda pra ele. Gabriele então vai deixando o terraço e dá um sorriso e um tchauzinho pro pai.

Beatriz tem compromisso, vai visitar sua mãe, Léo acompanha ela até a garagem, onde ela entra em seu carro e deixa a casa. Léo entra de volta e vai pela casa procurando sua doce, meiga e insinuante filhinha Gabriele. Ele nota que a porta do quarto dela está só encostada, ele empurra sem fazer barulho e entra. Léo está de bermuda, camiseta e descalço. Sua linda, meiga e insinuante filha está bem diante dos olhos dele, deitada de bruços em sua cama, olhando seu celular, ela nem olha pra ele entrando em seu quarto, mas sabe que ele está presente, ela continua de tope e minissaia. Léo dá passos até ela, senta na beirada da cama dela ao lado dela e passa a mão na bunda dela de minissaia, levando essa mão para debaixo da minissaia dela e a sobe bunda acima, onde ele olha melhor e pertinho aquela sua loira bunda empinada sem calcinha e com um safado e sexy plug em formato de coração com uma pedra azul metido em seu cuzinho rosado.

Ela, de bruços, sentindo o delizar da imensa mão do pai acarinhando sua bunda diante sua minissaia levantada, olha pra ele por sobre um ombro seu, rindo, e ele ali apalpando de cima abaixo e de baixo acima a bunda dela, pergunta pra ela:

- Tem certeza que quer que eu seja o primeiro?

E ela, olhando pra ele por sobre um ombro:

- Sim, papai. Eu quero que o senhor me ensine a dar o cuzinho.

Léo se levantou e tirou sua camisa, sua bermuda e sunga, se mostrando já de pau duraço e pulsando de tesão pra filha... enquanto ela, toda insinuante e faceira, também tirou toda a sua roupa e voltou pra mesma posição, de bruços. Léo foi se colocando na cama dela de joelhos, colocando a mão esquerda na nádega esquerda dela e com a direita ele pegou no plug dela e foi puxando beeem devagar, fazendo Gabriele de bruços gemer sentindo uma dorzinha até gostosa... até sair...

... e diante da bundinha dela ali virada pra ele, e com o seu cuzinho meio vermelhinho após a saída do plug, com ela deitada de bruços, Léo ainda ajoelhado na cama mergulhou de rosto na bunda loira dela, que até arrebitou pro papai cheirar, lamber e beijar toda ela, de uma nádega a outra, enfiando seu rosto no meio e dando caprichadas lambidas no seu rosado cuzinho. Fazendo Gabriele reagir:

- aaaiimmmrr, aaiii papai, que deliiciiaaahhhrr...

Não estava sendo a primeira vez que Gabriele recebia do seu papai um gostoso oral na bundinha, afinal, Léo é tarado pela bunda da sua filha e já se dedicou a longas carícias com a sua boca e língua nela toda em outras oportunidades... porém, aqui estava sendo diferente, pois o propósito era deixar seu lacrado cuzinho o mais estimulado possível, as suas preguinhas bem molinhas e relaxadas... e a ninfeta se comportava toda manhosinha, bem mais dengosa do que geralmente é na cama, gemendo da forma mais sexy e o tempo inteiro sofrendo espasmos devastando, explodindo seu corpinho loiro deitado de bruços enquanto aguentava a pressão do rosto do pai na sua bunda, com a sua barba por fazer espetando suas nádegas conforme ele movimentava seu rosto ao usar sua boca e língua pra provar do cuzinho dela com lambidas, beijos e socadas... e ela reagindo:

- aaai, papai, que coisa mais gostoosaaaa, rraammmrr...

Para ele, olhar pra loira bundinha tão redonda, sedosa, macia e gostosa da filha assim de rosto grudado, só aumentava seu tesão e a sua vontade de continuar lambendo e fodendo o cuzinho dela com sua língua. Até porque, todo esse capricho era nada mais do que um aquecimento para o que viria a seguir... era a primeira foda anal da filha, e o papai tinha que deixar ela bem a vontade e relaxada para experimentar.

Léo segurava a bunda da filha com as duas mãos, arreganhava e estocava sua língua endurecida no cuzinho dela incessantemente, socando sem tirar de dentro... deixando as pregas bem amolecidas... salivadas... ora ele cuspia dentro... girava a ponta da língua nas preguinhas dela, que se contraiam abrindo e fechando, entrando e estufando... e assim ele socava, socava, socava sua língua... enfiava fundo... e ela louca de bruços agarradinha a um travesseiro... se acabando de tesão num surto de espasmos lhe arrebentando por dentro e por fora, provocando nela uma espécie de ânsia de orgasmo, com ela reagindo:

- rraaammrr, rraammrr, aaii meu cuuu, paiieerr, aaii meu cuuziinhoooohhhrr...

... ao mesmo tempo essa constante e frenética socada de língua em seu cuzinho causava-lhe uma pulsação intensa na sua bucetinha ali deitada na cama. A danadinha chegava a remexer seus quadris rebolando a sua bunda na cara do papai lhe chupando o cu... ao mesmo tempo grosando a sua rosada e carequinha buceta nos panos da cama... e ela louca:

- aaiii papaaii, aaiiimmrr, aaiii que tesããooo, aaahhhrr... aaiiimmmrr...

Ele tirou um pouco o rosto apenas pra pedir pra ela:

- Bota a mãozinha por baixo e toca uma siririca na xoxotinha, meu amor, bota. Vou te fazer gozar.

Léo voltou a enfurnar seu rosto na raba da filha, mandando ver uma intensa foda de língua no cuzinho dela... fazendo a ninfeta se acabar de gemer e espasmar num contorcionismo constante:

- rraaahhhrrr, rraaahhhhrrr... aaiii papai, eu vô gooozaaaarrr...

Gabriele se estremeceu toda enquanto gozava de bruços, com a sua mão por baixo da sua bucetinha, gemendo manhosa completamente ofegante... Léo, por sua vez, puxou ela pelos quadris ao tempo em que pedia pra ela ficar de quatro... ela foi se erguendo, empinando bem a sua bunda, se ajeitando melhor de joelhos e antebraços na cama, ficando bem rente e virilha dele ajoelhado por trás dela... Léo tendo a deliciosa visão panorâmica da bunda loira dela toda aberta e arrebitada virada para ele... olhando praquele seu rosado cuzinho já vermelhinho e bem estimulado, todo lambidinho... onde então ele deu uma cuspida nele e segurando seu pau com uma mão, apoiou a esquerda na nádega esquerda dela e foi encaixando seu rosado e graúdo falo bem no meio... cutucando de leve, o suficiente pra ela gemer toda manhosa, tremer sua bunda e piscar o cu, falando para ele enquanto olhava pra ele por sobre um ombro seu:

- Devagar, paiziinhooorr... por favoor...

E ele, passando segurança para ela:

- Relaxa, meu amor, relaxa... papai não vai te machucar... Empina mais, vai... isso... assim... fica paradinha, vou botar só a cabeça, tá bem?

- aaiimmrr, aaii papaaiieerrr...

- Calma, amor... nem empurrei... calma.

- É que o seu pau é grande, paaii, rrrmmrr...

- Se quiser eu deixo pro seu namorado comer primeiro, quer?

- Não, não... eu quero dar meu cu pro senhor... só tô com medo de doer... tudo bem... coloca, vai.

- Relaaxaaa...

- aaiimmrr, uuuiieerr...

- Calma... fica quietinha... assiimmm...

- aaii, papaaiii, que cabeeçãoo...

- Shiii-shiii-shiiihhrr... vô empurrar... mmmrr... calma... nossa, que cu apertado, amor... mmmrr...

- aaiimmrr, aaiii meu cuuu... aaiiimmrr...

- Shiirrr... só mais um pouquinho, hhmmrrr... pronto, calma, calma... não se mexe... fica paradinha, assim... pro seu cuzinho se acostumar com a cabeça da minha rola... calma, não mexe a bunda.

- aaaiimmrr, não acrediito que o seu pauzão tá no meu cuuzinhooo, rrmmmrr...

- É só a cabeça, amor... relaxa. Fica quieta.

- Tá, rraammrr, tá bom, mmmrrr...

- Caralho, amor... que bunda mais linda você tem, mmmrrr... que cuzinho mais gostooso, rrrmmrr... eu vou colocar só mais um pouquinho pra dentro... aguenta.

- aaaiimmrr, rraaammrr, noossaaa...

- Agora é com você, princesa... rebola, rebola pra entrar mais, vai... vai rosqueando, vai rosqueando meu pau... assim, assim, sua danadinha...

- rraaiimmrr, aaiiimmrr...

- Para, para um pouco... isso... agora tenta piscar o cu, vai. Aperta a cabeça do meu pau com o seu cuzinho... issoo... assimmrr... faz um boquete na cabeça do meu pau com esse cu, vai, assim mesmo... aaaii que deliiciaa... Viu só, o danadinho já tá gostando do meu pau.

- aaiiii, que cabeeçãããoooohhhrr...

- Para... Fica assim. Bem empinadinha.

- Assim?

- Isso... Agora eu vou socar... você aguenta, amor?

- Aguento, rrmmrr, aguento, pode socar... mas soca bem devagar, tá, paizinho? rrmmrrr...

- Já tô socando, amor... tá vendo? Relaxa, relaxaa... tá vendo? Papai tá socando beem gostosinho no cuzinho da minha princesa... assimmmrr, assimmrr... fica assim, bem empinadinha pro papai meter mais... iisssooo... tá bom assim? mmrr?

- aaimmrr, aaiimmrr, tá doendo um pouquinho, rrmmrr, mas tá gostoosoo, mmmrrr, rraaiimmr, rraiimmm, mais devagar, papaiiieeerr...

Léo começou a imprimir um ritmo meio a meio, nem tão lento demais e nem tão rápido... o suficiente pra fazer a cabeça do seu pau entrar toda no cuzinho da sua filhinha bunduda... que por sua vez gemia de dor, porém uma dor controlável, mesmo com o tamanho e a grossura avantajados do cacete do pai em constante movimentação, sem sair de dentro... pra frente e pra trás num vai e vem, num entra e sai permanente...

- aaaii papaaiirrr, aaiimmrr, aaii meu cuurr, aiii meu cuuziinhooorr...

- Tá doendo muito, filhinha?

- Táaahh, mmmrr, mas continua, vaaiimmrr, vaaiimmrr, rraammhhhrr...

A dureza do cacete de Léo era estimulado pelo tesão dele em olhar pra uma bunda tão bem feita e gostosa como a bunda da sua filha, e que além de gostosa de ver tinha um cuzinho delicioso de sentir enquanto ele socava... um delicioso cuzinho macio, quentinho, apertadinho... um legítimo cuzinho virgem... um cuzinho virgem sendo descabaçado com todo o empenho, capricho e cuidado do seu paizinho... pra não machucar ela, afinal... ela queria apenas perder o cabaço e aprender a dar a bundinha para depois dar pro seu namoradinho... e ninguém melhor que o seu pai para fazer esse delicioso favor para ela... pois Léo, desde que começou a comer a sua filha, depois que ela completou seus 17 aninhos, dá a ela um prazer sem igual, pois ele é atencioso, tarado, quente, viril... e tem uma rola que deixa Gabriele extramente louca e realizada.

... e tome rola no cuzinho da filhinha ninfeta, com o papaizinho dela de mãos repousadas por cima, a puxando sutilmente enquanto mantinha o ritmo suave... onde conforme ele ia empurrando sua rola adentro da bundinha dela, mais e mais seu cuzinho ia arrombando e aceitando até mais centímetros... Gabriele toda arrebitadinha na clássica posição de cachorra, de joelhos e antebraço direito na cama, enquanto a sua mão esquerda se mantinha por baixo dela, siriricando o grelinho da sua rosada e carequinha xoxota a fim de aliviar a dor que a rola dele em constante movimentação causava em seu cuzinho... e nessa siririca Gabriele gozou... e o gozo da bucetinha subiu pra seu cuzinho sendo fodido... causando nela uma falsa sensação de orgasmo anal:

- aaaii papaaaiieerr, tô gooozaaaannnn... rrraaammmmrr...

A moleca se tremeu todinha, num esforço em permanecer de quatro pra continuar tomando na bundinha pro pai, a segurando firme pelos quadris enquanto mantinha seu pau enfiado no rabinho dela, metendo, socando, empurrando... desvirginando essa delícia de cuzinho da filha... que gemia, gemia mais do que manhosa, um lindo e penoso gemido chorado... mas sem momento algum pedir para seu papai tirar o pau do seu cuzinho... pois ela tava empenhada a dar seu rabo pra ele, sentir o pau dele lhe socando o cuzinho, sentir todo o tamanho, a grossura e dureza da rola bem dotada do seu paizinho lhe empurrando as pregas pra dentro da sua bundinha, deixando ela louca de tesão a cada impulsão da virilha dele enquanto lhe socava, socava, socava o pau no seu cuzinho... e tamanho tesão em sentir a rola dele socando seu cu, tomou de conta dela de tal forma que ela tirou a mãozinha da buceta, apoiou-se com as duas então na cama dando uma levantadinha em seu corpo, sem sair da posição de cachorra e arrebitando ainda mais sua bundinha pra ele e assim atingir um prazer jamais sentido antes... onde se tremendo toda ela falou enquanto gemia de forma chorada:

- aaiiimmrr, aaiii caralho, meu cuzinho tá goozaaanndoooohhhhrr...

Léo também não aguentou, pois após mais algumas estocadas sem tirar de dentro, sempre puxando e socando por trás e de forma empenhada e ritmada na filha, seu pau sentiu tamanho prazer que enquanto socava dentro, começou a jorrar toda a porra que no momento ele tinha em seu saco... foram de 4 a 6 tiros bem fortes de esperma dentro do cuzinho da filha, causando nele gemidos agoniados, uma convulsão de espasmos e fazendo ele deitar de bruços por sobre as costas dela, que também desabou de bruços na cama.

Os dois deitados se agarraram cheios de movimentos letárgicos, respirações ofegantes, palpitando a mil por hora, com seus corpos suados, arrepiados e ainda sob o efeito de espamos pós orgasmos... o orgasmo dele em comer o cuzinho dela e o orgasmo dela em dar o cu pra ele.

No dia seguinte, Gabriele de aprontou cedo e seu pai foi deixa-la na casa de uma amiga, pra uma festinha... eles se despediram com um beijo na boca e ele falou que logo antes de anoitecer viria buscar ela. Uma festinha colegial, e que Gabriele usaria para ficar a sós com o tal de Enzo, para enfim deixar ele comer seu cuzinho... cuzinho, aliás, já descabaço pelo papai.

Logo mais tarde então, no horário combinado entre eles, Léo chega para busca-la. E durante o trajeto de volta para casa, Gabriele fala para o pai que deu o cuzinho pro namoradinho, o tal de Enzo... mas entre sorrisos ela ressalta que foi como se não tivesse dado. Léo chama o tal namoradinho da filha de frouxo, por ter sido incapaz de fazer a filha sentir prazer anal, mas ela confessa que o problema não foi ele, e sim ela mesmo, ressaltando que o seu namoradinho até que se empenhou, mas foi ela quem não sentiu nada.

À partir dessa confissão, Léo muda o trajeto e antes de voltar pra casa leva a sua querida filha para um motel, a fim de dar para ela o que ela realmente quer... a rola do seu papai em seu cuzinho.

FIM! Comentem, por favor!

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