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Raízes Entrelaçadas - 10 - Avarias e Desejos

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Tugolândia

No calor brutal de uma estrada secundária, o SUV avaria e orgias explodem em dois lugares ao mesmo tempo: Suor, terra e porra misturam-se sem limites.

O SUV deixou o monte alentejano por volta das dezassete horas daquele domingo de março de 2026. Os quatro regressavam a Algés: João ao volante, Miguel no lugar do morto, Inês e Sofia no banco de trás. O ar dentro do carro ainda conservava o cheiro doce de figo maduro, terra quente e do sexo lento e profundo que tinham vivido nos últimos dias.
A estrada secundária serpenteava por entre planícies douradas e oliveiras retorcidas. O termómetro marcava 38 graus e o ar condicionado lutava contra o calor que entrava pelas janelas entreabertas. Os vestidos leves de Inês e Sofia colavam-se-lhes ao corpo como uma segunda pele húmida. O suor escorria devagar entre os seios de Inês, descia pela barriga suave de Sofia e acumulava-se na dobra das coxas. O cheiro doce e almiscarado da excitação residual misturava-se com o perfume de coco do champô de Inês e o toque suave de baunilha da pele jovem de Sofia.
De repente, um cheiro a borracha queimada invadiu o habitáculo. João franziu o sobrolho. Um ruído metálico, depois o motor tossiu duas vezes e morreu. Ele conseguiu encostar na berma estreita, numa zona completamente erma: só mato seco, oliveiras velhas ao longe e o asfalto a tremelicar com o calor.
- Caralho… - murmurou João, saindo do carro. O ar lá fora era um forno vivo. Miguel saiu também, a camisa preta colada ao peito musculado e tatuado, o suor já a escorrer-lhe pelo pescoço e pelo abdómen definido.
Inês e Sofia desceram atrás deles. Os vestidos finos colavam-se-lhes aos corpos, marcando os mamilos endurecidos pelo contraste de temperatura e pelo desejo que nunca parecia saciar-se por completo. Inês passou a mão pela testa, afastando uma madeixa molhada. Sofia mordia o lábio inferior, os olhos castanhos-claros brilhando com aquela mistura de nervosismo e excitação que a caracterizava desde a primeira noite no monte.
Os telemóveis tinham muito pouca rede naquela zona remota. Miguel tentou ligar para o reboque, mas só conseguiu a chamada à terceira tentativa. Disseram-lhe, como era uma estrada secundária do interior, que o serviço demoraria pelo menos duas horas, talvez mais. O calor apertava cada vez mais. Quinze minutos depois, o ronco grave de motores pesados aproximou-se. Cinco motards surgiram na curva: homens entre os trinta e os quarenta e cinco anos, corpos fortes, braços tatuados, capacetes pretos brilhantes, motos grandes e barulhentas. Pararam ao lado do SUV avariado.
O líder, Rui, um homem de barba cerrada e olhar penetrante, tirou o capacete e aproximou-se. Os olhos dele percorreram primeiro Inês, depois Sofia, reparando no suor que fazia o tecido fino colar-se às curvas jovens.
- Problemas, pá? - perguntou com voz grave e rouca.
João explicou a avaria. O calor apertava. Rui olhou para as raparigas, depois para os rapazes.
- Elas não aguentam aqui ao sol. Há uma sombra boa ali atrás, junto às oliveiras velhas, a uns trezentos metros por aquele caminho de terra. Levamos-vos de moto. Ficam mais frescas enquanto vocês esperam o reboque.
Inês e Sofia trocaram um olhar rápido. Aquele olhar cúmplice, carregado de desejo proibido, que tinham aprendido a reconhecer uma na outra desde o fim-de-semana no monte. Subiram nas motos sem hesitar. Inês atrás de Rui, os seios pressionados contra as costas largas dele, as mãos finas agarrando-lhe a cintura. Sofia atrás de outro motard chamado Marco, o corpo pequeno e firme colado ao dele.
Os motores roncaram. Partiram pela terra batida, deixando João e Miguel na berma.
O claro entre as oliveiras era um oásis de sombra espessa. O chão coberto de folhas secas e terra solta cheirava a erva quente e a sol. Os motards desligaram as motos. O silêncio caiu, quebrado apenas pelo vento leve e pelo canto insistente das cigarras.
Rui tirou o capacete devagar e aproximou-se de Inês. O olhar dele era lento, predador.
- Aqui está mais fresco… mas vocês continuam a ferver, não é?
Inês sentiu o olhar dele percorrer-lhe o corpo inteiro. O vestido colado, os mamilos rosados marcados no tecido fino, o suor brilhando no decote. Os outros quatro rodearam-nas. O cheiro forte de couro, gasolina, suor masculino e testosterona encheu o ar.
Rui puxou Inês pela cintura e beijou-a fundo. A língua dele invadiu-lhe a boca com fome, sabor a tabaco e cerveja velha. Inês gemeu baixo dentro da boca dele. As mãos grandes de Rui subiram-lhe pelos flancos e agarraram-lhe os seios por cima do vestido, apertando com força. Os mamilos endureceram imediatamente, sensíveis como sempre.
Ao lado, Sofia foi rodeada por três motards. Marco baixou-lhe as alças do vestido devagar. O tecido leve caiu aos pés dela, deixando-a completamente nua. A pele dourada brilhava de suor. Marco ajoelhou-se, abriu-lhe as pernas magras e lambeu-a devagar, língua plana desde a entrada molhada até ao clitóris inchado. Sofia soltou um gemido alto, doce e rouco, as mãos pequenas enterrando-se no cabelo curto dele.
Tiago tirou o caralho grosso e veioso para fora. Sofia agarrou-o com a mão delicada, lambeu a cabeça brilhante de pré-gozo e meteu-o na boca. Chupou devagar, língua rodando, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios pequenos. Carlos posicionou-se atrás dela, cuspiu na mão e meteu dois dedos grossos no cu apertado, abrindo-a com cuidado.
Inês foi deitada na terra quente. Rui despiu-lhe o vestido com um puxão. Dois motards seguraram-lhe as pernas bem abertas. Rui posicionou a cabeça grossa do caralho na entrada molhada e empurrou de uma vez, enterrando-se fundo. Inês gritou de prazer, a cona apertada esticando-se à volta dele. Ele começou a fodê-la devagar, depois com mais força. O som molhado e obsceno ecoava entre as oliveiras. O suor dele pingava nos seios dela, misturando-se com o dela. Outro motard ajoelhou-se à frente e meteu-lhe o pau na boca. Inês chupou com fome, garganta apertando, baba escorrendo pelos cantos da boca.
As posições mudavam constantemente. Inês de quatro, um caralho grosso no cu, outro na cona - dupla penetração lenta, mas profunda que a fazia tremer inteira. O terceiro na boca, fodendo-lhe a garganta. Ela gemia sem parar, o corpo coberto de suor e terra, a humidade da cona escorrendo pelas coxas e misturando-se com o pó do chão. O cheiro era intenso: porra, suor masculino, terra quente, sexo ao ar livre, cona molhada.
Sofia, mais leve, foi levantada ao colo de dois motards. Um enterrou o caralho na cona dela, o outro no cu apertado ao mesmo tempo. Balançavam-na devagar entre eles. Sofia veio-se com um grito longo e agudo, o squirt quente escorrendo pelas pernas dos homens. Depois puseram-na de joelhos. Os cinco rodearam-na. Masturbaram-se sobre o corpo jovem. Jorros grossos e quentes bateram-lhe na cara, nos seios pequenos, na língua estendida. Sofia lambeu tudo o que conseguiu, engoliu com gosto, os olhos castanhos brilhando de prazer sujo. Pediu mais.
Enquanto isso, na berma da estrada secundária, o calor continuava implacável.
João e Miguel esperavam, camisas coladas ao corpo, suor escorrendo pelo peito definido. Um carro parou atrás deles. Um casal de cerca de quarenta e cinco anos. Helena, morena, corpo curvilíneo e voluptuoso, vestido leve colado à pele suada, seios grandes e pesados marcando o tecido. António, calado, olhar curioso e sereno.
- Precisam de ajuda? - perguntou Helena, voz rouca e maternal.
João explicou a situação. Helena olhou para os dois rapazes jovens, corpos atléticos brilhando de suor, e sorriu devagar.
- Venham para o nosso carro. Tem ar condicionado forte. Ficamos à espera convosco.
Entraram. Helena sentou-se no banco de trás, mesmo entre João e Miguel. António virou o banco do passageiro para trás, ficando de frente para eles.
O ar fresco do ar condicionado bateu nos corpos quentes. Helena pousou a mão na coxa de João.
- Vocês estão a ferver… - sussurrou, a voz carregada de desejo.
A mão subiu devagar até ao volume duro dentro das calças dele. Sentiu o caralho endurecer sob os dedos. Miguel fez o mesmo do outro lado: mão grande subindo pela coxa dela até encontrar a cona. Helena não trazia calcinha. Estava encharcada. Abriu as pernas sem vergonha.
Tirou o vestido pela cabeça. Os seios grandes e pesados saltaram livres, mamilos escuros e grandes já duros. João e Miguel baixaram-se ao mesmo tempo, cada um chupando um mamilo. Línguas rodando, dentes leves a roçar. Helena gemeu alto, a cabeça inclinada para trás. As mãos deles desceram. Dois pares de dedos entraram na cona madura e molhada, esticando-a, mexendo devagar, polegares esfregando o clitóris inchado. O som molhado e obsceno enchia o interior do carro.
António assistia em silêncio absoluto. Tirou o próprio caralho para fora - duro e grosso - e começou a bater uma punheta devagar, os olhos fixos na mulher sendo tocada pelos dois jovens.
Helena ajoelhou-se no banco largo. Chupou primeiro João: boca quente, garganta profunda, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Depois Miguel. Alternava os dois caralhos, lambendo as bolas, chupando fundo, gemendo com a boca cheia.
Sentou-se em João. Desceu devagar sobre o caralho grosso, a cona apertada engolindo-o centímetro a centímetro até ficar completamente sentada. Começou a mexer-se, devagar primeiro, depois mais rápido. Miguel cuspiu na mão, posicionou-se atrás e meteu o caralho no cu dela devagar. Dupla penetração dentro do carro com ar condicionado. Helena gritava de prazer, o corpo curvilíneo tremendo entre os dois rapazes, a pele suada batendo contra a deles.
António masturbava-se mais rápido, olhos vidrados, sem tocar na mulher. Apenas via.
Mudaram de posição. Helena de quatro no banco. Miguel na cona, João no cu. Foderam-na com mais força agora. Ela veio-se várias vezes, o squirt molhando o banco de couro. Por fim, os rapazes gozaram quase ao mesmo tempo: Miguel jorrando fundo na cona, João enchendo-lhe o cu. A porra quente misturou-se e começou a escorrer pelas coxas grossas de Helena.
Ela lambeu os dois caralhos com devoção, saboreando o gosto misturado deles e o dela própria. António veio-se também, jorros brancos na própria mão, gemendo baixo enquanto via a mulher saciada.
As duas cenas continuaram a desenrolar-se em paralelo, sem que uns soubessem o que se passava com os outros. O claro entre as oliveiras enchia-se de gemidos abafados, corpos jovens sujos de terra e porra. O carro com ar condicionado enchia-se de sons molhados, respirações pesadas e o cheiro forte de sexo confinado.
Quando o reboque finalmente chegou, todos estavam esgotados, suados, marcados e felizes. Inês e Sofia regressaram com os motards, sorrisos cúmplices nos lábios, corpos sujos de terra e porra seca, vestidos amarrotados. João e Miguel saíram do carro do casal com um aceno discreto de agradecimento.
A viagem continuou. O SUV foi rebocado até Algés. Chegaram já de noite cerrada. Em casa esperava-os uma nova surpresa.

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