#Gay #Sado

Vizinho de mudança me fez submisso - agora meu desejo é obedecer macho

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satisfacaodemacho

Meu primeiro conto. Verídico, na verdade só estou escrevendo como um pedido, ao final vocês vão entender. Pretendo ser breve mas detalhar as partes importantes.
Meu nome verdadeiro é Henrique, vivi a minha vida toda em Santo André, depois que completei 18 anos, passei a morar com meu pai por que eu sabia que com ele teria mais liberdade. Mudei para uma daquelas casas de quintal com vários modadores.
Enquanto a mudança acontecia, um casal de uma das casas também estavam se mudando, porém para outra cidade. Desde criança sempre soube que gostava de homens, eu não podia ver um macho alto da voz grossa que já ficava animado, se estivesse sem camisa então, era o fim, ali eu pecava com gosto! Tanto é que perdi minha virgindade com 12 anos (acho muito cedo, mas não me arrependo. Porém, isso é história para outra hora).
Ainda era manhã, por volta de 9h, como eu estava saindo da casa da minha mãe (que por sinal é no mesmo bairro justamente para eu não ficar longe dela) eu não tinha muitas coisas para trazer, e meu pai sempre foi solteiro então também não tinha muitas coisas, conseguimos trazer tudo no braço mesmo. Foi cansativo fazer diversas viagens de ida e volta mas no fim deu certo. Entrando na casa nova trazendo o último móvel que era uma cômoda junto com meu pai, vi aquele macho delicioso sem camisa, e aparentemente sem cueca também. Era um homem alto, de aparentemente 33 anos, malhado, com uma barba curta bem feita e o melhor de tudo, um peito peludinho todo suado! Passamos por ele, dando bom dia. Nossa casa é no térreo, e a casa dele era nos andares superiores, ele tentava carregar diversas madeiras enormes de algum móvel que eu supunha que era um guarda-roupa. Como não sou besta nem nada, larguei meu pai se virando para organizar as coisas e falei que iria ajudar o moço pois ele aparentava precisar de ajuda.
Eu: Precisa de ajuda?
Moço: Você magrinho assim vai conseguir carregar esse peso todo?
Sempre fui aquele magrinho com um leve tanquinho, não sou de malhar mas tenho o cabelo curto enrolado e uma bunda que aguenta muita pica! Mas ele estava certo, mas como dizem, uma mão lava a outra, então eu respondi:
Eu: Pode não parecer, mas eu sou forte.
Moço: Vamos ver então - E deu uma leve risada.
Moço: Sobe lá em cima, tem algumas outras coisas na porta para descer, pode ir trazendo aqui pra baixo. É no último andar.
E então eu fui, e fiz como ele pediu. Tive que dividir a viagem em 2 por que não conseguiria trazer tudo de uma vez. Ele já estava subindo quando nos encontramos na escada e vi aquele volume gostoso nas suas pernas. Não consegui parar de olhar.
Moço: Pode deixar que esses eu levo daqui, você já está todo suado - E soltou uma risada.
Eu: Preciso tirar essa camisa - E ali mesmo tirei.
Descemos e colocando os moveis desmontados na trazeira de seu carro, ele me olhou de cima a baixo.
Moço: Tu deve pegar várias né muleque?
Eu: Hahahaha, na verdade nem de mulher eu gosto. Eu gosto é de ser a mulher! (Nunca fui de me esconder, e sempre deixei isso bem claro para as pessoas).
Moço: Filho da puta Hahaha então você dá pra macho?
Eu: Com todo prazer!
Moço: Bom, voltando aqui, sobe lá em cima que está faltando algumas outras coisas, quero que você busque para mim. Se não for incomodar.
A última coisa que faltava pegar era uma pequena poltrona, quando olho para a porta, vejo ele vindo com algo rosa na mão, e um frasco de algo. Na hora eu pensei: Fudeu. (Literalmente)
Moço: Vem aqui - Me levou para um canto e me encurralou. Colocou os objetos no chão, era uma fio dental e um lubrificante.
Moço: Vou te mostrar como uma mulher deve tratar os homens. Tira a roupa.
Eu obedeci em silêncio só com um sorrisinho no rosto.
Moço: Agora coloca a calcinha da minha mulher. Ainda tá com o cheirinho da buceta dela.
Eu olhei para baixo para colocar a calcinha...
Moço: Olhando pra mim vadia. Sempre olhando pra mim. Quando eu mandar você obedece e me chama de macho.
Eu: Sim meu macho!
Moço: Agora vem aqui - Ele tirou as calças e as botas e sentou na poltrona pelado com as pernas abertas, realmente estava sem cueca. Que tesão de homem! Pernas grossas e peludas, e um cacete de 18cm bem grosso, e aquele saco tesudamente depilado, as bolas lisinhas e a testa da pica cabeluda, do jeito que eu adoro. Eu babei.
Moço: Dá uma voltinha pro seu macho. Coube certinho, atoladinha no rabo e mal cabe essa rolinha dura.
Moço: Ajoelha pro seu macho!
Eu: Sim meu macho! Ja ia pegando naquela pica quando de repente sinto um estalo no rosto. Ele me seu um tapa.
Moço: Eu disse que você só faz o que eu mandar fazer.
Eu: Me desculpa meu macho! Vou te obedecer sim.
Moço: É isso que eu quero ouvir. Empina o rabinho e pode começar a mamar - Eu fui loucamente naquele monumento, coloquei as duas mãos e...outro tapa.
Moço: Puta não mama usando as mãos, coloca essa mão no chão ou no joelho. E olhando pra mim - Enchi a boca! Aquele macho além de roludo era sacudo também, mamei as 2 bolas juntas enquanto ele urrava. E entre os urros eu respondia...
"Aaaahh"
Eu: Geme meu macho! Sente sua pica na minha garganta.
"Isso vadia" "mostra quem te manda"
Eu: Faz o que quiser comigo, eu sou sua puta!
Ele me deu outro tapa e levantou. Continuei ajoelhado. Ele apontou a pistola na minha cara, e agora com as mãos no chão e a calcinha atolada no rabo, voltei a mamar. E dessa vez olhando para ele.
Moço: Admite que era isso que você queria putinha! - E socou com força na minha garganta segurando minha cabeça. Mal tinha espaço para respirar.
Eu: Você me dá tesão meu macho. Quando te vi fiquei morrendo de vontade de cair de boca na sua rola!
Moço: Então baba nessa piroca vadia! E se engasgar apanha!
Entre socadas e muita baba engasguei e levei mais alguns tapas. Senti aquelas linhas bolas penduradas batendo no meu queixo.
Moço: É assim que se trata uma mulher seu viadinho. Eu sei que você tava doido pra sentir um saco pentelhudo na cara.
O desgraçado realmente sabia como dominar sua presa. Depois de um tempo eu já nem engasgava mais com aquelas socadas profundas.
Moço: Agora você vai tomar meu leite, e se fizer gracinha eu te quebro!
Puxando meu cabelo ele socou mais uma vez e veio a primeira jatada. Senti a porra quente descendo pela minha garganta, docinha.
"AAAAAARRGH VADIA DO CARALHO!"
"TOMA PORRA VIADINHO"
"AAAARGH"
Até que meu pau explodiu e eu também gozei sem nem me tocar.
"AAAAI"
"QUE MACHO TESUDO"
Mais uma jatada e a última no rosto. Agora sua rola já estava começando a dormir, enquanto seu pau ainda pingava porra. Eu olhava para cima e fazia um sorriso safado pra ele.
Moço: Gozou tomando leite né putinha?
Eu: Obrigado meu macho! - Ele pegou minhas mãos e colocou cada uma em uma coxa sua.
"Agora limpa essa rola"
Segurando suas coxas eu novamente coloquei a tromba na boca e fui mamando com carinho, pra sair toda a porra.
Moço: Ainda tem no rosto - Ele passou a mão e levou até a minha boca.
Moço: Isso aí vadia, você fez um bom trabalho! - Me deu mais um tapa, cuspiu na minha boca e me deu um único beijo.
Eu me levantei e vi ele indo em direção às suas roupas que estavam no chão quando ele disse:
Moço: Me devolve a calcinha, mais tarde vou precisar.
Eu: Você é um desperdício de homem!
Moço: Só por que sou casado com mulher? Homem de verdade fode buraco, não importa de quem. E nunca deixa ninguém passar fome.
Eu: Isso sim é um homem de verdade.
Tirei a calcinha, vesti minhas roupas e audei ele a carregar o último móvel enquanto nós encarávamos descaradamente.
Eu: Nos vemos novamente?
Moço: Quem sabe um dia - E partiu.
Depois disso ele nunca mais apareceu, isso já faz quase 5 meses. Eu deveria ter pedido seu número ou ao menos perguntado seu nome, mas eu sei que ele não diria, ele é o tipo de cara que gosta de se sentir no poder, e isso é o que mais me dá tesão. Então, agora fiquei com vontade de experimentar mais esse lado da obediência e de escravo, só preciso de um bom macho para isso.
Um beijo seus putos!

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