Raízes Entrelaçadas - 8 - Chegada ao Monte
O ar quente do Alentejo envolve-os num abraço proibido. Corpos suados e a promessa de uma noite em que os gémeos se fundem e a família se entrelaça sem limites.
O SUV preto do João levantou uma nuvem fina de poeira vermelha quando parou diante do portão de ferro enferrujado do monte. Eram quase onze da manhã de sábado e o sol de março já queimava como se fosse pleno Verão. Inês ia no banco do passageiro, com a mão direita pousada na coxa firme do irmão, os dedos desenhando círculos preguiçosos sobre o tecido fino das bermudas. No banco de trás, Miguel e Sofia trocavam olhares carregados de segredo; a mão dele descansava na perna nua dela, subindo lentamente até quase tocar a bainha dos calções.
Ana tinha ficado em Algés — “assuntos de trabalho que não podiam esperar”, dissera ela com aquele sorriso malicioso que escondia tudo. O carro parou. O portão rangeu ao abrir-se.
Pedro e Clara apareceram primeiro. Ele, alto e largo, camisa branca aberta sobre o peito peludo e bronzeado, barba cerrada com fios prateados. Ela, curvilínea e acolhedora, vestido leve de algodão verde-azeitona colado ao corpo suado, seios pesados balançando suavemente a cada passo. Os abraços foram longos, quentes, cheios de corpos que se pressionavam mais do que a cortesia exigia.
— Bem-vindos ao nosso cantinho, meus amores — murmurou Clara com voz suave e sotaque alentejano doce, beijando Inês na boca com demora, a língua apenas roçando o lábio inferior.
Atrás deles surgiram Lucas e Lara. Os gémeos de dezoito anos caminhavam lado a lado, quase colados, como se o ar entre os dois fosse demasiado denso para os separar. Pele dourada pelo sol constante do campo, cabelos pretos brilhantes, olhos castanhos profundos e idênticos. Lucas vestia apenas uns calções velhos de ganga cortados; o tronco nu mostrava músculos definidos pelo trabalho no pomar. Lara trazia um top branco justo e uma saia curta de linho, os mamilos marcando levemente o tecido fino. Havia uma candura serena neles, uma inocência selvagem que contrastava com a fome latente nos olhares.
O ar cheirava a terra quente, azeite fresco, figos maduros caídos no chão e ervas aromáticas esmagadas pelos pés. Inês sentiu um arrepio delicioso percorrer-lhe a espinha.
Instalaram-se na casa principal de taipa branca, paredes grossas que guardavam o fresco. Os quartos eram simples, camas largas de ferro, lençóis de linho cru. O almoço foi servido na varanda sombreada por parreiras antigas: queijo de ovelha derretido sobre pão torrado regado com azeite verde, tomates maduros ainda quentes do sol, chouriço assado na brasa e um vinho tinto robusto da própria adega. O calor subia para os 38 graus. As vozes baixavam, os olhares demoravam-se.
— Vamos ao tanque antigo? — propôs Pedro, limpando o canto da boca com as costas da mão calejada. — A água está fria como o pecado.
Ninguém recusou.
Despiram-se devagar, quase em ritual. João tirou a t-shirt, revelando o peito definido e a linha escura de pelos que descia até ao umbigo. Miguel despiu-se com a segurança de quem sabe que o corpo é arma; as tatuagens tribais nos braços brilharam ao sol. Sofia deixou cair o calção e o top, ficando apenas de calcinha fina branca que mal-escondia a cona depilada. Inês demorou-se mais, tirando o top devagar, deixando os seios C firmes libertarem-se ao ar quente; os mamilos rosados já endurecidos.
Pedro e Clara despiram-se com naturalidade camponesa. O caralho de Pedro, grosso e pesado mesmo semiduro, balançou ao sair dos boxers. Clara revelou seios grandes e pesados, mamilos escuros largos, ancas largas e um rabo macio marcado por estrias prateadas suaves. Lucas e Lara tiraram a roupa com aquela candura serena que os tornava ainda mais eróticos. O corpo dele era jovem, definido, o pau já meio inchado pela excitação do momento. Ela, pequena e perfeita, seios pequenos firmes, cona depilada brilhando ligeiramente de suor, o clitóris tímido entre os lábios finos.
Entraram na água fria do tanque antigo de pedra até à cintura. A pele arrepiou-se toda. Gotas geladas escorriam pelos seios de Inês, fazendo os mamilos contraírem-se dolorosamente. Lara aproximou-se de Sofia devagar. A mão da gémea roçou a coxa dela, demorando-se, subindo um pouco mais, os dedos leves como pluma. Sofia mordeu o lábio, sentindo a cona pulsar.
Inês sentiu o braço forte de Pedro roçar-lhe o seio esquerdo quando ele se moveu para pegar numa garrafa de água fresca. O contacto foi elétrico. O cheiro dele — terra, suor limpo, azeite — invadiu-lhe as narinas.
Ficaram mais de uma hora dentro de água. Corpos brilhantes, gotas escorrendo devagar pelos vales entre os seios, descendo pelos abdómens, acumulando-se no triângulo das virilhas. Miguel e João observavam da borda, paus semiduros flutuando na água. Lucas mantinha-se perto de Lara, os corpos quase colados, respirando no mesmo ritmo.
Quando saíram, a varanda de madeira rangeu sob os pés molhados. Clara passou a toalha pelos ombros de Inês, demorando-se.
— Vocês têm um cheiro especial… — murmurou ela, nariz perto do pescoço da jovem. — Cheiro de quem já se entregou à família.
Inês sorriu, corando levemente.
— É recente… mas viciante. Não conseguimos parar.
Pedro acenou devagar, o caralho agora mais visível sob a toalha fina que colocara à cintura.
— Aqui não precisam de esconder nada. Os nossos miúdos… — olhou para Lucas e Lara com orgulho sereno — descobriram-se há quase um ano. Eu e a Clara aceitámos desde o primeiro dia. É natural para eles. São um só ser.
Lara corou lindamente, as faces ganhando um tom rosado. Lucas pousou a mão grande na coxa nua da irmã, apertando-a com carinho possessivo. O gesto era simples, mas carregado de intimidade profunda.
Mais tarde, no calor da tarde, Inês pegou na mão de Lara e levou-a para o pomar de figueiras. Debaixo de uma árvore antiga, os corpos ainda húmidos colaram-se. Beijaram-se devagar. Lábios macios, línguas lentas, sabor a vinho tinto e sal de pele. As mãos de Inês percorreram as costas da gémea, descendo até ao rabo empinado, apertando as nádegas pequenas e firmes. Lara gemeu baixinho contra a boca dela, um som doce e puro.
Perto do tanque, Sofia encostou-se ao peito de Lucas. Ele era mais alto, o pau semiduro pressionando a barriga dela. A mão dele subiu pela coxa dela, lenta, até à anca, os dedos roçando a borda da cona molhada. Sofia tremeu, encostando a testa no ombro dele.
Da varanda, Miguel e João observavam em silêncio, os caralhos agora completamente duros sob as toalhas, a excitação palpável no ar quente.
O jantar foi ao pôr-do-sol: salada fresca, chouriço grelhado, mais vinho. As vozes estavam mais roucas, os olhares mais pesados.
Quando a noite caiu, todos se dirigiram ao quarto grande da casa principal. A cama enorme de ferro antigo ocupava quase todo o espaço. Uma ventoinha de teto antiga girava preguiçosamente. Despiram-se por completo. Corpos nus, peles de tons diferentes brilhando à luz suave dos candeeiros.
Inês deitou-se no centro. Lara e Sofia deitaram-se de cada lado. As bocas das duas mais novas encontraram o pescoço dela, descendo até aos seios. Lábios quentes sugaram os mamilos rosados de Inês, que arqueou as costas com um gemido longo. Lucas encaixou-se atrás de Lara, o pau duro pressionando a entrada da cona da irmã. Entrou devagar, centímetro a centímetro, até ficar completamente dentro dela. Ficaram imóveis, respirando juntos, corações batendo no mesmo ritmo. Lara fechou os olhos, um sorriso sereno e feliz nos lábios.
Pedro posicionou-se entre as pernas de Sofia. O caralho grosso e maduro abriu os lábios jovens dela com cuidado. Entrou devagar enquanto Clara se ajoelhava e começou a lamber o clitóris inchado da rapariga com língua lenta e experiente. Sofia gemeu alto, as mãos agarrando os lençóis.
Miguel e João revezaram-se em Inês. Miguel enfiou o caralho na boca dela, fundo, sentindo a garganta quente contrair. João entrou na cona molhada da irmã com um gemido grave, fodendo-a devagar, profundamente. Os movimentos eram ritmados, quase hipnóticos.
Os orgasmos vieram longos e silenciosos. Corpos tremendo, conas contraindo-se em volta de caralhos, bocas cheias de saliva e gemidos abafados. Porra quente escorreu devagar entre coxas, misturando-se com humidades femininas. O cheiro de sexo, suor, terra e figos encheu o quarto inteiro.
Adormeceram entrelaçados. Peles coladas, pernas entrelaçadas, respirações sincronizadas. Inês no centro, o corpo coberto de marcas suaves de bocas e mãos. Lara e Lucas ainda unidos, o pau dele amolecendo lentamente dentro da cona da irmã. Sofia com a cabeça no peito de Pedro. Clara encostada a Miguel, uma mão descansando sobre o pau dele.
A ventoinha girava. Lá fora, os grilos cantavam. Dentro, a família expandida dormia em paz profunda, saciada e pronta para mais.
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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.
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Comentários (1)
Mommy: Acabou a espera, voltei meus amores.... T. Fan_taassy
Responder↴ • uid:1dh6eaf8a2ny