O dia que comi minha prima
Eu e minha prima sempre fomos muito próximos. Desde crianças, quando a família se reunia no sítio, a gente era inseparável. Ela me contava tudo, eu protegia ela. A gente passava horas conversando na varanda ou caminhando pela trilha. Duas noites antes daquele dia, estávamos sozinhos na varanda tarde da noite. A conversa foi ficando mais profunda. Ela ficou mexendo nas mãos, vermelha, e acabou confessando com a voz baixa e envergonhada que ainda era virgem. Disse que tinha vontade de perder a virgindade, mas só com alguém especial, alguém que ela gostasse de verdade e que gostasse dela de volta, alguém em quem pudesse confiar completamente. Quando falou isso, olhou para mim com aqueles olhos grandes cheios de sardas. Eu segurei a mão dela e disse que entendia, que ela merecia ser tratada com carinho. A gente ficou em silêncio, mas algo bonito e quente nasceu ali entre nós. Uma conexão mais profunda, cheia de confiança e desejo contido.
Dois dias depois, no fim de tarde quente, as tias mandaram a gente ir até a venda pela trilha comprar ovos para o bolo de fubá. Ela veio andando ao meu lado, vestidinho fino colado no corpo suado. No meio do caminho vimos a casa velha abandonada. Eu sugeri dar uma olhada e ela aceitou, segurando minha mão.
Dentro da casa o cheiro de poeira, madeira úmida e mato seco enchia o ar. Raios de luz dourada cortavam a penumbra. Eu puxei ela devagar para perto de mim e comecei a beijar. Primeiro suave, depois mais fundo. A boca dela tremia no começo, mas foi se entregando. Minhas mãos subiram por baixo do vestidinho e tirei ele pela cabeça. O corpo apareceu: seios pequenos e empinados com bicos rosados, pele clara com sardas, bunda redonda e firme. Ela ficou vermelha, mas me deixou olhar.
Baixei a calcinha dela devagar. A buceta era delicada, rosada, completamente lisa, com lábios finos e fechados. O cheiro era leve, doce e natural. Ajoelhei no chão sujo, abri as coxas e encostei a boca. Quando minha língua tocou o clitóris ela soltou um gemido baixo e doce, segurando minha cabeça com as mãos. Eu chupei devagar, passando a língua em círculos, sentindo o gosto doce e quente dela na boca. Ela ficou molhada rápido. As pernas tremiam contra meus ombros, o quadril começou a se mover sozinho contra minha língua. Eu lambi mais fundo, chupando os lábios, sentindo o mel escorrendo. Os gemidos dela foram ficando mais longos e urgentes.
Quando ela já estava ofegante e bem molhada, eu me levantei. Tirei a bermuda. Meu pau estava duro, dezesseis centímetros bem grosso, latejando. Ela olhou com os olhos grandes, curiosa e nervosa. Eu deitei ela no chão em cima do vestidinho, abri as pernas e encostei a cabeça grossa na entrada apertada. Empurrei bem devagar. No começo ela sentiu um desconforto forte, o corpo tensionou um pouco e soltou um gemido baixo, apertando os olhos. Eu parei, beijei o pescoço suado dela, o rosto vermelho, e falei baixinho que ela era linda, que eu estava sentindo ela tão gostosa e que ia devagar. Aos poucos empurrei mais, sentindo a buceta virgem quente e apertada engolindo meu pau centímetro por centímetro. A pressão era incrível, molhada e quente. Quando entrei até o fundo, ela soltou um suspiro longo e o corpo começou a relaxar.
A respiração dela mudou. Ficou mais rápida, mais funda. Ela começou a rebolar devagar, o quadril subindo para encontrar o meu. A buceta foi ficando cada vez mais escorregadia, apertando meu pau em espasmos quentes. Eu comecei a entrar e sair devagar, sentindo o som molhado ecoando na casa abandonada toda vez que meu pau entrava fundo. O cheiro de sexo começou a se misturar com o cheiro de poeira. Eu aumentei o ritmo pouco a pouco, segurando a cintura dela. Ela gemia mais alto agora, uns gemidos doces que iam ficando mais safados. “Tá bom… continua assim…” sussurrava entre um gemido e outro.
De repente o prazer tomou conta dela. O corpo começou a tremer forte. As pernas se fecharam ao redor da minha cintura, as unhas cravaram nas minhas costas, a buceta apertou meu pau em ondas rápidas e intensas. Ela gozou gemendo alto, o rosto vermelho, boca aberta, olhos semicerrados de prazer. A buceta pulsava forte, sugando meu pau como se quisesse tirar tudo de mim. Eu não aguentei. Gozei bem fundo dentro dela, jatos grossos e quentes enchendo a buceta apertada, transbordando um pouco e escorrendo pela coxa enquanto ela ainda tremia no orgasmo.
Ficamos ali colados por um bom tempo, suados, ofegantes, meu pau ainda dentro dela latejando. Eu beijei a testa dela, o rosto, e ela sorriu tímida, ainda respirando pesado.
No dia seguinte chamei ela atrás da casa e entreguei a pílula do dia seguinte. Ela pegou com a mão tremendo, ficou vermelha, mas olhou para mim com confiança. Engoliu em silêncio e me abraçou rápido. A gente ficou quieto, cada um pensando na conexão bonita e no tesão intenso que tinha rolado naquela casa abandonada
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