Pau de bebado não tem dona
Aos trinta e seis anos, eu estava dando aulas todas as manhãs e todas as noites, dormindo quatro horas por dia, morando em um apartamento de quarto e sala, com espaço entre os livros e publicações diversas, só para circular entre o banheiro, cama e escrivaninha, sem comer ninguém a mais de um ano e separado a mais de dois, me preparava para defender minha tese de doutorado. As pressões de todo lado estavam me deixando louco, meus únicos momentos de alegria era levantar a cabeça e ver Sandra uma mulher de 36 anos, dona de um corpo magnifico e sua filha Suzi uma criança de dezesseis anos ainda mais gostosa tomando sol na cobertura do prédio ao lado do meu. Aquele era o terceiro ano que eu dava aula de matemática para Suzi, no colégio mais caro da cidade, não bastasse isso, eu guardava meu carro no mesmo estacionamento que Sandra guardava o dela, não tinham sido raras as vezes que eu acabei dando carona para a filha. Assim, as vezes uma ou outra acabava me levando um lanchinho no sábado ou no domingo, só para eu parar de estudar por alguns minutos. Os carinhos foram aumentando e embora eu não percebesse, as duas mulheres passaram a me disputar. Fim de novembro, meio da semana, defendi a tese e conquistei o doutorado. Naquela sexta feira, tentei dar aulas no período da noite, mas meus alunos da faculdade não permitiram, me levaram para um bar e bebi tudo que deveria ter bebido desde de que tinha resolvido encarar o doutorado. Já era duas da manhã quando um aluno que até hoje não sei qual é, estacionou meu carro ao lado do carro da Sandra quando as duas chegavam de uma festa de casamento. As duas vendo meu estado lamentável me levaram para a cobertura delas, assim que entrei no banheiro, vomitei o chão todo, as mulheres achando que eu não perceberia, tiraram seus vestidos longos e ficaram só de calcinha e sutiã, deram-me uma escova de dentes nova, um efervescente e vendo que eu não melhorava, tiraram minha roupa. Eu estava super bêbado, mas meu pau não, enquanto me seguravam embaixo do chuveiro, Sandra aproveitou para mostrar para a filha como masturbar um cacete, a cara de admiração que Suzi fez ao ver que a mãe estava abusando de mim é indescritível, a jovem para sacanear a mãe caiu de boca no meu mau, ambas riram e não sabendo a quanto tempo eu não gozava, continuaram a brincadeira, até o instante que Suzi ao se abaixar para dar nova sugada e a mãe ainda me masturbava , meu pau malcriado pintou o rosto da jovem de porra, concluíram que eu não estava tão bêbado quanto elas achavam e me arrastaram para a cama da suíte master. Realmente eu estava mal, mas ainda tive forças para puxar Sandra pelo pescoço e faze-la deitar a meu lado sacando um de seus seios do sutiã suguei forte ouvindo dela o som de mulher carente e mesmo ela tentando evitar, coloquei sua calcinha de lado e penetrei aquela buceta quente na frente da filha e passei a bombar, a fêmea passou a mexer o quadril como profissional, Suzi vendo aquela cena quente, levantou um pé apoiando-o na cama e passou a se masturbar. Sandra virou um vulcão gozando como uma louca impedindo que eu ouvisse os gemidos gostosos da filha . Enchi aquela buceta de porra. Sandra se livrou de mim e correu para o banheiro, tratando de enfiar o chuveiro na buceta por não saber se estava no período fértil, Suzi correu para ajuda-la, consultando a tabelinha que pegou no criado mudo. Acordei achando que tinha tido um sonho erótico, mas vi que realmente estava nu e enquanto tentava me orientar, as duas entram usando só a parte de baixo de seus biquinis. Os problemas de física e matemática eram fáceis, mas escolher qual o par de seios era o mais bonitos, era impossível. As duas com carinhas de safadas sentaram uma de cada lado admirando meu pau apontado para o teto. Suzi me deu os seios para chupar, enquanto a mãe ajoelhou em cima da minha caceta, a engoliu todinha com a buceta e passou a quicar, Suzi me beijou lascivamente e disse no meu ouvido vou deixar ela aproveitar que não está no período fértil dela mas... Sem completar a frase, Suzi sentou na minha cara de frente para a mãe e eu passei a chupar aquela bucetinha novinha que lambuzou toda minha cara com seu melzinho e a mãe entrou em extasse, quase me fazendo gozar novamente, mas assim que sai da posição, Suzi assumiu seu lugar pedindo para eu não gozar pois ela queria faze-lo novamente, segurei o máximo que deu, mas a natureza falou mais alto e a enchi com meu leite exatamente quando a danada engatou em um gozo magnifico. As duas me puxaram ao mesmo tempo pelas mãos. Ao entrarmos no banheiro, vi que a banheira estava preparada e entramos os três nela. Suzi com voz de criança com todo seu chama diz: "Sempre fantasiamos dividir o mesmo homem, mas achávamos que era impossível. Quer ser nosso macho?"
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)