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Raízes Entrelaçadas - 5 – A Noite em que Tudo Mudou

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Tugolândia

Inês e Sofia entregam os corpos a seis desconhecidos sob o olhar atento de Miguel e João. Duas putinhas famintas de humilhação descobrem prazeres proibidos.

A luz suave do fim de tarde entrava pelas janelas da casa em Algés quando Inês se encostou ao peito de João no sofá. Sofia estava aninhada no colo de Miguel, as pernas nuas balançando preguiçosamente. O ar cheirava a café fresco e ao perfume doce das raparigas. Nenhuma delas conseguia parar de sorrir, os olhos ainda brilhando com a recordação recente.
— Lembras-te daquela noite no Monsanto? — murmurou Inês, a voz rouca e baixa, os dedos traçando círculos lentos no peito do irmão. — Aquela em que nos deixaste completamente à mercê deles…
Sofia ergueu o olhar para Miguel, as faces corando levemente, mas o sorriso safado não escondia nada.
— Eu ainda sinto os tremores só de pensar — confessou ela, voz doce e infantil. — Como tudo começou…
E, como se o tempo tivesse recuado sem esforço, as memórias envolveram-nos os quatro ao mesmo tempo.
Era sábado, quase meia-noite. O carro do Miguel parou no parque de estacionamento escuro junto ao trilho principal do Monsanto. Ele desligou o motor e virou-se para trás, o olhar sério mas carregado de desejo.
— Última oportunidade de desistir. São desconhecidos. Quatro homens e duas mulheres. Vão usar-vos as duas como quiserem. Eu e o João só vemos. Nada de tocar. Combinado?
Inês, já com a mão dentro dos calções curtos da Sofia, sentiu os dedos deslizarem na humidade quente que escorria da cona da mais nova.
— Combinado — respondeu ela, os olhos brilhando. — Quero que me vejam a ser uma puta completa. Quero que vejam a tua irmãzinha a levar porrada também.
Sofia tremia de excitação pura, o corpinho de dezoito anos vibrando contra o banco.
— Eu também… quero sentir-me usada por desconhecidos… enquanto o meu irmão só olha.
Saíram os quatro. Inês e Sofia vestiam apenas vestidos leves de verão, curtos, sem nada por baixo. O tecido fino colava-se à pele suada, marcando os mamilos endurecidos e o contorno das ancas. Miguel e João caminhavam atrás, os paus já duros marcando as calças.
Caminharam uns trezentos metros pelo trilho escuro até ao claro aberto: relva alta, dois bancos de madeira antigos, apenas a luz prateada da lua e um candeeiro distante. O risco tornava tudo mais intenso.
Miguel e João sentaram-se num dos bancos. Inês e Sofia ficaram de pé à frente deles, corações acelerados.
Às doze e doze da manhã, dois carros pararam ao longe. Seis figuras aproximaram-se: quatro homens fortes, entre os trinta e os quarenta e cinco anos, e duas mulheres — uma loira curvilínea de trinta e cinco anos e uma morena magra de vinte e oito.
O líder, um careca chamado Rui, sorriu ao vê-las.
— Então estas são as duas putas. Perfeito. Vamos começar.
Não houve conversa. Os seis rodearam-nas como lobos. Mãos ávidas agarraram os vestidos. Um puxão seco rasgou o de Inês de cima a baixo; o de Sofia voou para a relva. Ficaram as duas completamente nuas, corpos iluminados pela lua.
— Mãos na cabeça, pernas abertas — ordenou a loira, chamada Carla.
Elas obedeceram. Dedos grossos invadiram as conas e os cus sem aviso. Inês já pingava, gemendo baixo. Sofia, mais apertada, soltou um gemido agudo quando dois dedos lhe entraram fundo no cu. Os seis tocavam, apertavam, exploravam cada centímetro de pele jovem.
Uma das mulheres ajoelhou-se e chupou os mamilos de ambas com força. Depois mandou-as de joelhos na relva.
— Chupem-nos todos. Um a um.
Os quatro paus saíram. Inês engoliu o maior até à garganta, baba escorrendo pelos seios. Sofia, ainda a aprender, engasgava-se mas insistia, olhos lacrimejantes de esforço e prazer. As mulheres riam, tocando-se enquanto assistiam.
Deitaram as raparigas de costas na relva fria. Dois homens por cada uma. Inês sentiu dois paus grossos esticarem-lhe a boca enquanto a loira se sentava na sua cara, esfregando a cona molhada contra a sua língua. Do lado, a morena fez o mesmo com Sofia. Os outros dois homens lambiam e mordiam os clitóris inchados.
Inês veio-se primeiro, o corpo arqueando-se violentamente, squirting com força na boca do homem que a chupava. Gritou abafado dentro da cona da loira:
— Foda-se… estou a vir-me… sou uma puta pública!
Sofia seguiu logo depois, o corpinho pequeno tremendo sem controlo, choramingando entre as coxas da morena.
Viraram-nas de quatro. Rui meteu na cona de Inês de uma vez, fundo. Ao mesmo tempo, outro homem entrou-lhe no cu. Dupla penetração brutal que a fez gritar de prazer:
— Partam-me… partam a puta do meu irmão… quero que ele veja!
Ao lado, Sofia recebia o mesmo: um pau abrindo-lhe a rata devagar mas sem piedade, outro no cu apertado. A miúda uivava, lágrimas escorrendo, mas empinava o rabo pedindo mais.
As mulheres juntaram-se com strap-ons enormes. Uma fodia a boca de Inês enquanto ela levava os dois paus; a outra fazia o mesmo com Sofia. Mudaram de posição várias vezes: encostadas a árvores, de pé, depois deitadas uma em cima da outra em 69, lambendo-se gulosamente enquanto os homens as fodiam por trás.
O claro enchia-se de sons molhados, gemidos roucos, pele batendo contra pele. Um ciclista passou ao longe e parou um instante a olhar, mas continuou. Eles nem abrandaram.
Inês veio-se quatro vezes só naquela fase. Sofia três. Ambas com os buracos vermelhos e escorrendo porra.
As mulheres tomaram então o comando total. Mandaram as raparigas de joelhos frente a Miguel e João.
— Olhem bem para as vossas putas — disse Carla.
Obrigaram Inês e Sofia a lamberem-se uma à outra num 69 profundo na relva. Enquanto isso, os quatro homens masturbaram-se por cima delas. Jactos quentes de porra caíram ao mesmo tempo: na cara, nos cabelos, nos seios, nas costas. As duas ficaram pintadas de branco.
Depois, as mulheres pegaram nos strap-ons. Uma fodeu Inês no cu com força; a outra fodeu Sofia na cona. As raparigas gemiam como animais:
— Mais… mais fundo… sou vossa puta… usem-me!
Inês, completamente perdida no prazer, pediu com voz quebrada:
— Quero que me mijeis em cima… por favor…
Dois homens satisfizeram o pedido. Um mijou na cara dela enquanto ela chupava outro; o outro deixou o mijo quente escorrer para dentro da cona aberta de Sofia. O calor da humilhação fez as duas gozarem outra vez.
No final, os quatro homens alinharam-se e foderam-nas em rotação: cinco minutos em cada, alternando buracos. Inês levava dois paus ao mesmo tempo — um na cona, um no cu — enquanto chupava um terceiro. Sofia recebia o mesmo tratamento, com uma das mulheres sentada na sua cara.
Os estranhos vieram um atrás do outro, enchendo-as de creampies fundos. Quando o último se retirou, as duas raparigas estavam deitadas de pernas abertas na relva, buracos pulsantes e abertos, rios de porra escorrendo pelas coxas misturados com mijo e baba.
As mulheres lamberam tudo, limpando as conas e os cus com línguas ávidas, engolindo a porra antes de beijarem Inês e Sofia, passando o esperma quente boca a boca.
Inês olhou para Miguel e João, voz rouca e destruída:
— Viram? Viram como a vossa putinha e a irmãzinha foram usadas por seis desconhecidos no meio do parque? Eu sou viciada… quero isto todas as semanas. Quero mais gente.
Sofia, ainda a tremer, acrescentou com um sorriso fraco:
— Eu também… irmão… deixa-me ser puta pública como a Inês.
Os seis estranhos vestiram-se e partiram em silêncio. Miguel e João aproximaram-se finalmente, ajudando as raparigas a levantar. Inês mal conseguia andar, as coxas tremendo, porra escorrendo pelos pés. Sofia estava igual.
No caminho de regresso ao carro, Inês colou o corpo sujo contra o de João, sussurrando ao seu ouvido com a voz ainda rouca de tanto gemer:
— Foi perfeito… nunca me senti tão puta na vida.
Miguel sorriu no escuro, o braço em volta da cintura de Sofia:
— Vocês foram incríveis. As nossas putinhas.
Inês e Sofia sorriram, olhos vidrados de puro vício, os corpos ainda latejando com a memória de cada toque, cada jacto, cada humilhação deliciosa.
As memórias desvaneceram-se devagar, trazendo-os de volta à sala quente em Algés. Inês mordeu o lábio inferior, olhando para João com fome renovada. Sofia apertou-se mais contra o peito de Miguel, a cona já latejando só com a recordação.
O silêncio confortável instalou-se por momentos, apenas quebrado pelo som suave das respirações. As quatro figuras permaneciam ali, unidas pela cumplicidade profunda que aquela noite no Monsanto tinha selado para sempre. O cheiro doce da excitação ainda pairava no ar, misturado ao aroma do café que arrefecia nas chávenas. Ninguém precisava de dizer mais nada. O desejo, o amor e o vício partilhado falavam por si.
Inês deixou a mão deslizar lentamente pela coxa de João, sentindo o calor da pele dele. Sofia, por sua vez, encostou a face ao ombro largo de Miguel, fechando os olhos por um instante como se quisesse reviver cada segundo daquela noite selvagem. O sol poente pintava a sala de tons dourados e laranja, tornando o momento ainda mais íntimo e sensorial.
Eles sabiam que aquela recordação não era apenas uma memória — era o combustível que alimentava o fogo que ardia entre todos. Cada gemido, cada gota de porra, cada olhar trocado no escuro do parque tinha aprofundado os laços que os uniam. A família expandida, com os seus segredos e prazeres proibidos, tornava-se cada vez mais forte.
Miguel passou os dedos pelo cabelo de Sofia, puxando-a gentilmente para mais perto. João, por sua vez, apertou Inês contra si, sentindo o bater acelerado do coração dela contra o seu peito. O ar parecia mais denso, carregado de promessas silenciosas e de uma luxúria que nunca se saciava por completo.
Naquela tarde tranquila, enquanto o mundo lá fora seguia o seu ritmo normal, dentro da casa em Algés reinava uma realidade diferente — uma onde o prazer não conhecia limites e onde o olhar atento dos homens apenas aumentava o gozo das suas putinhas.

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A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades, é uma obra de ficção, inspirada em acontecimentos reais, publicada em primeira mão nestes site (ContosEroticosCNN), qualquer semelhança com situações e pessoas reais é mera coincidência.
Todas as imagens são criadas com recurso a ferramentas de inteligência artificial, não correspondem a pessoas reais e têm como único propósito dar rosto e corpo às personagens.
Agradecemos a todos a classificação atribuída e os comentários, mesmo os menos positivos.

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Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Tugolândia: Estou de volta ;-)

    Responder↴ • uid:yg1gk4ql