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A vingança da minha esposa

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Alberto

Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele

Amo minha esposa Sandra, morena jambo, 1,58m, bucetinha volumosa com racha bem pequena, bundinha arrebitada e carnuda, seis perfeitos. Sandra é professora que só dá aulas no período da manhã, pois passa todas as tardes na academia. Minha esposa sempre me diz que pratica esporte para manter-se gostosinha para mim. Casamo-nos quando eu tinha trinta e dois anos e ela vinte e quatro. Com dez anos de casado, passei a gerente nacional de uma grande firma de logística. Alterno, uma semana trabalho na matriz e na outra trabalho em uma das filiais. Na semana em que estou trabalhando na matriz, Sandra faz de tudo para me agradar na cama, é uma verdadeira loucura, mas já na idade do lobo, aprendi um macete, contrato em cada capital que frequento uma garota de programa e a levo a uma casa de swing onde posso comer a mulher de todos os frequentares apresentando-me como marido das vadias. Dois anos nessa batida, comendo a mulher dos cornudos, tendo meu tesãozinho só para mim. Em uma sexta feira a noite, quando chego em casa cheio de apetite, Sandra está com as malas prontas na porta de casa, sentada na sala de estar com um olhar gelado para mim, imediatamente acendeu o alerta, ela deve ter ouvido falar de alguma coisa, mas eu tinha a resposta pronta: "Não é o que você está pensando, eu estava acompanhando um cliente importante e não toquei em nenhuma mulher, só o cliente."
Minha gostosa sem falar nada estica a mão e me entrega fotos tiradas dentro da casa de swing de Porto Alegre, Curitiba e Salvador, onde eu estava comendo as casadas. Puta não tinha como negar, imediatamente entendi que eu daqueles maridos chifrudos tinha tirado as fotos e enviado a Sandra. Ela estava irredutível, ia embora de casa, sobre a mesa, estavam os documentos do divorcio, uma relação completa de nossos bens, em fim, eu estava fodido. Chorei, ajoelhei, me humilhei pedindo para ela ficar, esse drama rolou por mais de cinco horas, até que ela fala: "Está bem, não vou embora, mas não abro mão da minha vingança". Não quis nem saber qual seria a vingança e concordei. Ela se trancou na suíte de hospede e eu não dormi. Na hora do almoço, eu a encontro saindo de casa, logo imaginei que ela ia encontrar e dar gostoso para alguém, ela me conhecendo bem diz: "Não se preocupe, minha vingança será no próximo sábado. Você terá que assistir eu fazer sexo com alguém para quem sempre tive vontade de dar, mas nunca admiti a hipótese de ceder a minha vontade, por respeito a você". Deu as costas e saiu. Fiquei louco imaginando minha amada nos braços de um canalha oportunista qualquer, imaginando se ela gozaria em outra pica como gozava com a minha, tremi ao imagina-la dando o cuzinho para um desconhecido. Durante a semana, todos meus amigos eram suspeitos e eu imaginava todos aqueles canalhas enfiando a rola na bucetinha pequenininha da minha baixinha. Naquela semana, eu só via minha esposa de relance, ela dormiu todas as noites na suíte ao lado da minha e para meu desespero, eu ouvia o som da televisão, todos as noites ela assistiu filmes de putaria. Chegou a porra do sábado, ela então me dirigiu a palavra: "Prepare nossa suíte como se fosse para uma lua de mel, quero champanhe, morangos e chantili, pétalas de flores vermelhas na cama e tudo mais. Sei que você não esquecerá de nada, nem o banquinho na parte mais escura do quarto para você sentar nu a partir das quatorze horas e não quero que meu macho ouça um pio seu." Torcendo para que tudo aquilo fosse só um ameaço preparei tudo. Às quatorze horas sentei-me nu no banquinho do lado oposto ao abajur, com o ar condicionado no máximo, como ela gostava, meu queixo passou a tremer de frio, medo e apreensão, ainda com a esperança que ela entrasse no quarto e me jogasse na cama dizendo que aquela era uma lição e eu juraria para ela que nunca mais olharia para outra mulher. Finalmente as dezesseis horas, ouvi o interfone tocar, não demorou minha esposa entra usando um penhoar lindo, até os pés, preto, com brilho que refletia a luz do abajur e vi ela trocar um beijo demorado com um camada pouco mais alto que ela, cabelos curtos, usando meu roupão de banho atoalhado, a luz de fora não me permitiu identifica-lo de imediato, mas quando ela fechou a porta e o puxou pela mão, o choque foi maior do que eu podia suportar, era o Pedro, irmão dela. Os dois voltaram a trocar um beijo e ela abre o roupão de banho que meu cunhado estava usando e vi a maior piroca do mundo, pelo menos cinquenta por cento maior que a minha de quinze centímetro e certamente cem por cento mais grossa. Dura como estava a piroca, aquilo não era apenas uma encenação para me torturar, era uma foda mesmo, que ia destruir a bucetinha apertadinha da minha esposa. Eu já não estava sentindo mais frio, pelo contrário, estava soando por todos os poros, tive vontade de gritar para eles pararem, mas Sandra tinha dito que não queria que seu macho, me ouvisse e resolvi me controlar. O canalha já completamente nu encostou aquela espada na barriga da minha esposa enquanto chupa seu pescoço e começou a desnuda-la, estava prestes a sair correndo, quando ela estoura a champanhe e derrama sobre seus seios e meu cunhado começa a mama-la. Nesse instante percebi que minha ereção nunca tinha sido tão forte, meu pau estava doendo de tão duro que estava, tentei não ouvir os gemidos de Sandra ao ser mamada, mas era impossível, quando ela virou o rosto para meu lado, a expressão era de uma mulher completamente perdida pela tesão . O canalha, de quem sempre tive eu certo ciúmes que eu tentava me convencer que era infundado, baixou a calcinha dela e a deitou em minha cama, só então notei que naqueles pentelhos cortados baixinho do jeito que eu adoro, estava diferente, ela havia mandado raspar as três iniciais do nome do maldito e ele deitou em cima dela, levantando pernas em "V", pude ver a baba escorrendo daquela rachinha minúscula que eu havia deflorado com todo cuidado dado o seu tamaninho. Ouvi o gemido da mulher que tinha recebido em sua grutinha um cacete maior que podia aguentar, e coloquei a mão no pau bem a tempo de impedir que meu esperma caísse no chão, usando uma toalha para me limpar, mas minha caceta não amoleceu, pelo contrário, ao ver as mãos crispadas de minha mulher, percebi o esforço que ela estava fazendo para aguentar a separação das paredes daquela vagininha tesuda. Assim que Pedro começou os movimentos, minha esposa teve uma de suas excepcionais convulsões de prazer e vi suas unhas dilacerarem as costas do macho assim como ele estava arrombando a buceta dela e o filho da puta gozou demoradamente dentro de Sandra Já me masturbando novamente, não me importei de sujar o tapete. Quando os dois se movimentaram na cama, temi que o cafajeste fosse tentar arrombar o anelzinho que Sandra sempre gostou muito de dar para mim, mas os sacanas já tinham tudo combinado, Pedro levantou, pegou meu roupão que estava no chão e saiu da suíte, Sandra com uma cara de puta que eu nunca tinha visto antes, falou com voz firme: "Agora vem limpar com a boca a porra que está querendo escorrer da minha buceta e fique sabendo que todas as sextas feiras a partir de agora, eu estarei em um clube de swing com eu sem você." Cumpri as ordens me deliciando ao chupar aquela bucetinha que eu sabia que passaria a receber muitas outras picas.

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Comentários (1)

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  • Oriebir: O conto tava ficando excelente até revelar a personalidade do macho que iria fuder sua esposa, poderia ser um amigo, primo, tio etc, mas o irmão é broxante!

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