Vivendo
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
Logo que terminei a faculdade, fui aprovada no concurso de Investigador de Polícia em um grande Estado. Aos vinte e três anos, ainda cabaço recebi todos os tipos de cantadas de homens de todos os cargos já no curso de formação, sabia que se me envolvesse com algum figurão que nos davam aulas, conseguiria um lugar rodeada de luxo e status, mas não era o que eu queria, afastei eles todos. Na hora de escolher a vaga, escolhi uma delegacia que eu sabia ser pesada, mas onde eu poderia encontrar as emoções que procurava. Para me apresentar na delegacia que escolhi, tive que passar por várias instâncias administrativa uma fazendo oficio para me apresentar na outra, em todas, os chefes ao me verem, me convidavam para trabalhar ao lado deles, continuei recusando e cheguei na minha unidade, todos estranharam que uma novinha gostosa fosse parar lá, alguns até acharam que eu era infiltrada para descobrir algum tipo de irregularidade. Em menos de quinze dias me envolvi no meu primeiro tiroteio, e descobri a adrenalina que procurava. Passei a trabalhar dia e noite, completamente envolvida com o trabalho, já com seis meses de serviço, aceita por meus colegas, todos machos, fui fazer uma campana com o chefe da delegacia, o Sr. Sebastião, negro, alto forte, discreto e com ar severo. Caiu a noite e nos revessávamos nas cochiladas e depois de uns minutos de sono profundo, acordei com a cabeça encostada nos peitos daquele senhor que sempre manteve-se distante de mim e senti toda sua sensualidade, seu cheiro, seu olhar de desejo e tive vontade de morder aqueles lábios grossos, mas em respeito ao fato dele ser o Investigador Chefe, me controlei. Ao nascer do sol, invadimos o local que tínhamos observado a noite toda controlando nossos instintos sexuais. Acabamos a burocracia já na hora do almoço e satisfeitos com as prisões feitas, fomos almoçar juntos. Sentamo-nos lado a lado quando ele com suas mãos grande acariciou a minha mão, olhei dentro daqueles olhos escuros e sem dizer uma palavra dei permissão a ele para seguir em frente. Como estávamos a quase vinte e quatro horas trabalhando, combinamos que só voltaríamos a delegacia na manhã seguinte e aceitei uma carona do chefe que morava com a esposa em um bairro próximo do meu. No caminho ele encostou o carro e trocamos nosso primeiro beijo, eu já tinha pegado em alguns pintos, mas aquele mexeu comigo e aos vinte e quatro anos, pela primeira vez cruzei a portaria de um motel sem estar a serviço. Na suíte, tomei meu primeiro banho acompanhada de um homem, um macho encantador, forte que beijava como macho e sabendo comer uma mulher, sua boca chupou minha buceta fazendo-me gozar pela primeira vez e fiz o que sonhava fazer a muito tempo, chupei uma caceta dura como aço. Ele deitou seu corpanzil sobre o meu e me penetrou sem dar trancos, apenas fazendo pressão, senti meu hímen romper e minha buceta aceitou aquela rola todinha dentro de mim. Passamos a ser amantes por quase um ano, mas em uma mudança administrativa, ele foi transferido para o interior e eu para uma delegacia especializada, onde o normal é ter diploma de louco, continuei vibrando com o trabalho, fazendo equipe com um parceiro da minha idade, um aventureiro por natureza, ainda mais inconsequente que eu. Acabei indo para cama com ele que também era casado, loirinho, corpo pequeno, mas com uma piroca esperta, sempre dura como rocha, com certeza, passei a come-lo mais do que a mulher que era casada com ele. Uma noite em minha casa depois de bebermos um pouco mais, ele me colocou de quatro e fez pressão com a cabeça do seu pau no meu cuzinho como muitas vezes antes tinha feito, eu louca para ser penetrada relaxei e a cabeça entrou, a dor foi até a alma, mas querendo conhecer o prazer anal, aguentei firme e adorei dar o cu, o que passou a ser obrigatório. Eu estava vivendo intensamente e veio trabalhar conosco um colega que era amigo do meu amante desde a academia, já com vinte e oito anos, em uma madrugada fria, tive minha primeira dupla penetração em que tive minha primeira convulsão de prazer com os dois buracos perfeitamente preenchidos e sempre que podíamos repetíamos o programa a três, que sempre começava com muita chupação e ao final com as fabulosas dupla penetração. Arrombadinha, tive que voltar a Academia para fazer reciclagem aos trinta anos, onde conheci a Lucy uma sapatão muito sensual, nunca tinha me sentido atraída por nenhuma mulher, mas ela com aqueles ombros e quadril largos, peitinhos médios, coxas torneadas e fortes e seus olhares gulosos fizeram-me aceitar o convite para assistir a um de seus trinos de basquete no clube que ela frequentava e cheia de boas ideias na cabeça, após o treino, acabei conhecendo seu quitinete, logo que chegamos lá, correspondi a seu beijo molhado e Lucy provou que o toque feminino é o segredo do sexo gostoso, a machinho chupou minha buceta com tanta técnica que fez meu corpo inteiro gozar aos pulinhos, me debati como alguém com ataque de epilepsia, me apaixonei por aqueles grandes lábios volumosos e me deliciei chupando aquela racha careca em nosso primeiro sessenta e nove como se fosse uma lésbica experiente, naquele mesmo fim de sábado, conheci o maior prazer que uma mulher pode ter, a de esfregar uma buceta em outra. De lá para cá, passei a frequentar bares de meninas e só fodo com homens em programa a três ou mais.
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