A casa da minha avo XXIV
Continuação da série de contos de mesmo nome.
Olá, meu nome é Felipe, darei prosseguimento aos relatos contados anteriormente.
Como dito no conto anterior, passamos a véspera de natal na casa da minha namorada, com sua família, incluindo uns parentes de outro estado.
A noite foi como qualquer outra véspera de natal, com ceia e tudo. Mas a madrugada foi comemorada do nosso jeito, numa orgia sem igual, que me lembro até hoje. Principalmente pois foi gravada para recordação.
Fui dormir mais cedo do que todo mundo, junto de Klésia no seu quarto.
Acordei às dez da manhã, meio lerdo e de ressaca. A cabeça doía e as memórias estavam um tanto embaralhadas. Klésia estava ao meu lado, e como era de se esperar, estávamos ambos nús. Levantei da cama e pensei em vestir uma roupa, mas como havia deixado no quarto de casal na noite anterior, não tinha nenhuma.
Me enrolei em uma toalha da Moranguinho que Klésia tinha, para não ficar completamente pelado, e saí pelo corredor em direção ao quarto de casal. A casa de meus sogros tinham quartos de hóspedes, e pude identificar o que estava sendo usado, pois sua porta estava totalmente arreganhada.
Olhei para dentro e vi Rafael acordado, recebendo um boquete duplo de seus filhos. Calebe chupava o pai sem nenhuma frescura, dividindo o cassete com Gabi.
Continuei andando e entrei no quarto de casal dos meus sogros.
Estava escuro. Seu Joaquim estava dormindo na cama grande, com Sandra deitada atravessada na diagonal, com as pernas viradas para ele. Fiquei um tempo olhando para a minha prima, pois ela estava em um estado que nunca vi. Dormia jogada com os cabelos desgrenhados e era possível perceber marcas de todo tipo por todo seu corpo. Chupões, tapas e até mordidas. Me perguntei afinal o que diabos ela tinha feito depois que eu saí. Meu primo dormia na outra cama, enrolado em cobertores.
Procurei minhas roupas sem fazer muito barulho, fui pro banheiro, tomei banho e me vesti.
Depois desci até a mesa do café, onde dona Tereza e minha tia tomavam chá e comiam torradas. Minha sogra usava uma calça jeans e uma camisa florida de tecido fino, e minha tia um short folgado com regata preta. Não usava sutiã, então podia ver seus peitos pelas laterais.
“Olha aí meu genro gato. Dormiu bem?”, dona Tereza me cumprimentou.
Dei bom dia e me aproximei, sentando na mesa, mostrando minha visível ressaca.
“Queria ter aproveitado mais o tempo contigo ontem mas parece que você não aguentou”, comentou minha tia.
“Sua filha me puxou com ela e eu tive de ir”, me justifiquei.
“É, ela não gostou muito de te ver dormindo com a Gabi”, disse minha sogra.
Ri daquilo, mas ela insistiu ser verdade.
Cristiane, que se ocupava na cozinha, apareceu com uma travessa fervente de biscoitos. A empregada usava um short jeans com cintura alta e uma camiseta branca, enfiada por baixo. Eu provei alguns enquanto bebia chá. Devia ser algo para a ressaca, pois me senti muito melhor um tempo depois.
Sandra acordou e desceu também, junto com Klésia. Minha namorada usava uma camisola vinho, enquanto Sandra pegara emprestado um top com short de exercício de tecido grosso. Era possível ver as marcas em seu pescoço e nas coxas.
“Bom dia”, ela disse, um tanto estranha, e evitando nos olhar.
Klésia ao invés de puxar uma cadeira, se sentou no meu colo, perguntando o que eu estava comendo.
Peguei um dos biscoitos e o levei até sua boca.
“Seu tio não vai descer?”, minha tia perguntou a ela, e Klésia respondeu negando com a cabeça.
“Estão acordados, mas bem ocupados”, fez um gesto com a mão próxima a boca, como se chupasse um pau invisível.
“Ah, tá bom”, minha sogra entendeu.
“Você não me disse que eles eram assim”, comentei, abraçando, sua barriga.
Klésia deu de ombros.
“Queria ver a sua reação. Só espero que não fique interessado nisso. Já te divido com uma porrada de mulher. Não tô afim de te dividir com homem também”, declarou.
Dei um beijo na sua bochecha.
“Relaxa, gosto de mulher. Principalmente de ti”, falei.
“Tá, agora me dá outro daqueles”, Klésia pediu e eu obedeci.
Henrique desceu junto de seu Joaquim.
Meu primo estava com um calção emprestado de Calebe, grande demais para seu corpo, pois sua roupa devia estar em algum lugar do andar debaixo.
Meu sogro me cumprimentou, e deu um beijo na testa da filha, e depois na sua mulher. E então foi para a cozinha, atrás de café, dando ainda um tapa na raba de Criatiane.
Era algo curioso estar num ambiente tão familiar como aquele, sendo que todos haviam participado de um bacanal horas antes. Tinha para mim que isso fazia parte da emoção desse estilo de vida.
Minha tia falou com meus outros tios e minha avó, desejando feliz natal, assim como eu e Sandra.
Então passamos o resto do tempo aproveitando o dia.
Minha sogra, tia Ivone e Cristiane prepararam o almoço, enquanto eu, Klésia e meus primos curtimos a piscina. Tínhamos ido rapidamente em casa para pegarmos trajes de banho e outras roupas mais confortáveis para passar o dia.
Sandra usava um biquíni verde, que não era tão curto, mas ainda exibindo muito de sua pele repleta de marcas deixadas na noite anterior, e Klésia estava de fio dental, como sempre.
Só então seu Rafael e seus filhos desceram para o andar de baixo. Eles comeram um pouco do que havia restado do café e então foram para a piscina.
Gabi estava só com a parte inferior do biquíni, dizendo que não se importava já que tinha estado assim na outra noite. Calebe ficou sentado na beirada da piscina junto de Sandra, jogando conversa fora.
Eu me perguntava o quanto ela lembrava da outra noite e se sabia que o rapaz cortava para os dois lados.
Ficamos na piscina por mais uma hora até nos chamarem para o almoço, que foi uma refeição quase tão farta e animada quanto a ceia na noite anterior. O sexo era bom, mas esses momentos juntos também eram divertidos também.
Quando o almoço terminou, acabamos todos tão cheios e cansados que resolvemos descansar. Meus sogros subiram, junto de Rafael. Minha tia e Cristiane ficaram na cozinha limpando a louça do almoço. Os mais novos ficaram nas espreguiçadeiras na beira da piscina, com exceção de meu primo, que ficou deitado no sofá da sala.
Depois de uma hora, Klésia, Gabi e Calebe estavam mergulhando de novo, jogando vôlei na água.
Sandra sentou na beirada da piscina e eu fiquei do lado dela.
“Ei, vou te perguntar uma coisa, mas não fica irritada. Do quanto você se lembra da noite passada?”, falei.
Sandro desviou o olhar.
“O bastante para não querer lembrar do resto”, cobriu o rosto com a mão .
“É, imaginei”.
“Você lembra o que eu fiz?” Ela me perguntou.
Fiz que sim.
“Ah, merda”
“Me pareceu que você tava gostando”, disse com um sorriso sem graça.
“Eu não tava raciocinando direito, senão nunca teria…”
“Trapado com teu irmão?”, zuei ela, que franziu as sobrancelhas com raiva.
“Qual é, não leva isso tão a sério. Não é como se alguém aqui te julgasse. E também, ele não achou ruim também. Acho que ele ia ficar bem magoado se soubesse que você não gostou.
Sandra suspirou.
“Eu sei, tá”, disse e entrou na piscina nadando até os outros três.
Resolvi entrar na casa, e cheguei na sala, notando que meu primo assistia um filme porno na tv.
Dei-lhe um susto de brincadeira, pois para ele ainda devia ser normal tetar se esconder quando alguém o pegava vendo pornô. Ainda mais na tv. Porém aquela tv tinha uma playlist só disso, a maioria caseiro.
E o que o meu primo assistia era um desses.
Mais específicamente a gravação da noite anterior. A tv era conectada ao computador, então devia estar conectado à nuvem, onde a gravação deve ter sido feita.
Eram quatro gravações das quatro câmeras no quarto. Vários gigas de imagem guardados desde o momento em que Rafael e Cristiane as ligaram quando subiram E meu primo assistia a que estava presa a parede, pegando todo o quarto, exatamente na parte em que eu comia o cu de sua mãe.
Na outra cama, ao mesmo tempo, seu Rafael arregaçava Sandra, enquanto ela abria boca para o pau de seu Joaquim.
Olhei pro meu primo que estava com uma expressão de ciúmes.
Peguei o controle e avancei um pouco, vendo tudo o que rolava no quarto até a parte em que eu e Klésia saímos, pois queria saber o que mais tinha acontecido depois disso.
“Gostou da sentada da tua irmã?”, perguntei zoando quando cheguei na parte em que Sandra estava sentando de cócoras sobre ele.
Meu primo fez que sim, um tanto encabulado.
“Achei que ela ia arrancar meu pau.”
Comecei a rir. Tirei meu pau pra fora e disse que se o meu primo quisesse podia fazer o mesmo, ele fez.
Deixei o vídeo rodando normalmente e sentei para assistir. As câmeras tinham áudio também, então podia ouvir toda a gemedeira no quarto.
Depois de gozar, Calebe saiu da bunda de minha tia e deu o pau pra irmã chupar. Deitada, Gabi sugou o pau do irmão enquanto tocava uma siririca na bucetinha que eu tinha deixado cheia de porra até vazar momentos antes.
Sandra gritou dizendo que tava pra gozar, batendo sua bunda forte contra Henrique, que não resistiu por muito tempo também, se tremendo inteiro enquanto gozava mais uma vez dentro da irmã.
Minha prima finalmente soltou o irmão, que devia estar atordoado depois de tantos orgasmos, e se deitou ao lado dele. Depois de um momento ele perguntou onde era o banheiro e Tia Ivone levantou da cama e o levou até lá.
“Quantas vezes você gozou nela?” Perguntei na sala.
“Não sei. Não lembro direito. Nunca tinha feito tanto assim”, ele respondeu.
“É, depois eu te digo o porquê”, comentei, e continuamos assistindo.
Na outra cama, dona Tereza cavalgava seu Joaquim enquanto Cristiane fazia uma espanhola em seu Rafael. Os dois gozaram logo, e ficaram trocando beijos e chupadas com as mulheres que estavam, com seu Rafael saindo da cama primeiro para pegar uma bebida.
Quando minha tia saiu do banheiro com meu primo, dona Tereza pediu para experimentá-lo. E Cristiane falou que ainda não tinha dado pra ele também.
Só aí percebi que também não tinha comido a empregada na noite anterior.
Seu Joaquim foi até minha tia, e com um beijo e um tapa na sua bunda, a convenceu de ceder Henrique a minha sogra e Cristiane. Meu primo ficou no meio daquelas duas, beijando uma, enquanto recebia um boquete da outra.
Minha tia ajoelhou e abriu a boca enquanto seu Joaquim a usava como boceta, metendo e segurando seu cabelo por trás.
Seu Rafael voltou para a cama grande, onde Calebe e Sandra chupavam a buceta e o cu de Gabi, que estava com as pernas apoiadas sobre os ombros do irmão. Minha prima parecia querer conquistar a futura cunhada. A garotinha se contorcia dizendo que ia gozar, e esguichou na cara do irmão.
Ela desceu, rolando para longe na cama.
Sandra se lançou nos braços de Calebe, beijando sua boca melada pelo gozo da irmã.
Seu Rafael chegou beijando-a também, Sandra pegou no pau dos dois e se abaixou, chupando um, depois outro. Seu Rafael e Calebe se beijaram enquanto isso, sem que ela percebesse, ou ao menos eu acho que não percebeu, pois ficava de olhos fechados em meio aos boquetes.
Seu Rafael disse que queria aquele cu, e Sandra falou que queria dois paus.
O coroa mandou Calebe deitar e Sandra sentou de costas para ele, encaixando seu pau no cu. Então seu Rafael arreganhou as pernas dela e meteu o dele no mesmo buraco que o filho estava.
Os dois a fodiam como se fossem rasgá-la, e seu Rafael era bem bruto, enforcando Sandra e batendo em seu rosto e em suas coxas enquanto metia. Chupava seus peitos, apertava seus mamilos, e Calebe chupava e mordia o ombro de minha prima, que suportava tudo com uma careta e gemidos de dor.
Na beirada da cama, minha tia estava debruçada, empinando o rabo e levando ferro de seu Joaquim. Parecia absorta ao que a filha estava suportando.
Na outra cama, meu primo comia Cristiane, sendo abraçado por trás por dona Tereza. Ele tirou o pau e minha sogra começou a chupar sua porra dentro da empregada, arreganhando o rabo para ele. Henrique a penetrou também, se acabando naquela bunda farta.
As coisas ficaram nessa mesma situação por alguns minutos.
Seu Rafael hora tirava o pau do cu e botava na buceta de Sandra, hora se levantava e a fazia chupar só para enfiar de novo em sua buceta. Isso até Calebe gozar no cu da minha prima. O coroa acelerou o ritmo e meteu mais fundo nela, esporrando em sua buceta.
Cristiane ficou chupando o pau de meu primo e depois o introduzindo na buceta da patroa, onde ele estocou até gozar.
Henrique caiu na cama e logo teve o pau coberto pela língua das duas.
Seu Joaquim foi o último a gozar. E quando terminou, deixou a bunda de minha tia vermelha de tanto levar tapas.
Seu Rafael e Calebe pareceram se saciar, então o mais velho pegou Gabi no colo e a levou para fora do quarto, se despedindo, com o filho indo atrás dele. Sandra e minha tia ficaram deitadas na cama, namorando. Seu Joaquim que ainda estava afim ficou metendo de ladinho em minha prima enquanto ela beijava e trocava carícias com sua mãe.
Quando gozou, deitou-se de lado e deixou as duas lambendo uma à outra num meia nove.
Henrique já dormia esgotado na outra cama junto de dona Tereza e Cristiane, e assim as coisas terminaram, com o resto da gravação sendo eles dormindo.
Eu estava duro, batendo uma punheta, assistindo àquilo.
Cristiane entrou na sala nos vendo. Ela viu o que assistimos e então olhou para nós. Apontei pro meu cassete duro. A empregada prontamente se ajoelhou e começou um boquete. Meu primo se aproximou e ela lhe fez uma punheta, deu-lhe umas chupadas até que ele gozasse. O que Cristiane engoliu e voltou para mim, enfiando a pica inteira na boca e deslizando os lábios até a cabeça repetidas vezes.
Não demorou muito para eu também encher sua boca de porra. Após mais algum tempo limpando, a empregada apenas se levantou e voltou aos seus afazeres.
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