Objeto de estudo
Nenhuma mulher pode dizer que teve prazer com seu marido, se não comer o cuzinho dele
A vida das trintonas no Nordeste é muito mais difícil que no restante do País. Nasci quando minha mãe era bem novinha. Quando eu já tinha corpo para carregar lata de massa de construção, o macho com quem ela vivia, começou a me levar para ajudar nas obras. Ao completar dezoito anos, eu só tinha o primeiro grau e assentava azulejos como poucos profissionais conseguiam fazer, nessa altura minha mãe já tinha passado dos trinta e cinco e o cara com quem ela vivia, a trocou por uma novinha. Resolvemos vir para vir para o Sudeste tentar a sorte. Arrumei emprego fácil na mesma empreiteira que contratou minha mãe como cozinheira, ela ainda muito atraente logo passou a receber um mestre de obras para dormir em casa. Esse novo companheiro de minha mãe, era um camarada bem intencionado, tanto fez pressão para eu voltar a estudar. Meu colégio era um verdadeiro manicômio. Uma noite, fui ao forro e encontrei uma mulher tipo falsa magra que estudava no terceiro ano da mesma escola que eu. No fim do forro, depois de esfregar bastante a minha piroca no meio das pernas dela, ela me arrastou para uma rua sem saída, abriu o zíper da minha calça, tirou a calcinha, agarrou meu pescoço com os braços, cruzou as pernas na minha cintura e fez com que o peso de seu corpo forçasse sua buceta a aceitar minha trolha, a danada começou a gemer. Era a primeira mulher que eu estava comendo sem pagar. Quando já tinha entrado a metade ela pediu para parar um pouco, eu estava doido para gozar, mas tive que concordar, ela ajoelhou na minha frente, acendeu um isqueiro e meio abismada mediu com as mãos o comprimento e a grossura da minha pica, ajoelhou no chão da rua e eu meti naquele bucetão de joelhos, como metia nas putas fazendo-a gritar e rebolar no meu cacete. A Cleusa a trintona que eu comi pertencia a uma turminha da pesada e ninguém na escola se metia com a gang do terceiro ano. No dia seguinte, quatro mulheres dentre as quais a Cleusa, me levaram para o banheiro feminino e passaram a medir minha rola com uma fita métrica sem me explicar o motivo, como estava muito legal as quatro se revezando na chupeta não me importei nem quando elas usando uma máquina polaroide tiraram várias fotos do meu pau. Na sexta feira daquela semana, eu estava tentando prestar atenção na aula geografia quando Cleusa interrompe o professor dizendo que a professora de matemática estava me chamando e eu a segui, chegando na sala dos professores me deparei com as professoras de matemática e de biologia e as quatro meninas do grupo da Cleusa. As duas professora estavam nitidamente nervosas e as meninas super animadas. A professora de matemática me esclarece que tinha passado um trabalho livre interdisciplinar para a classe e que as quatro "meninas" tinham apresentado um trabalho de "volume de um cilindro" que apesar das fotos, os números não estavam convencendo a professora de biologia e que elas queriam conferir. Diante da explicação abri o zíper e todos os rostos se iluminaram, especialmente das professoras, duas coroas bastante gostosas, a professora de biologia colocou e tirou os óculos umas três vezes e a de matemática com as mãos tremulas tentou aproximar a fita métrica da minha caceta, quando uma das mulheres protestou dizendo que poderia deixar meu pau maior e caiu de boca, no inicio fiquei meio encabulado, mas a vagaba devia ter pós graduação em chupeta pois atingi minha maior ereção em menos de dois minutos e as professoras levaram uns dez minutos medindo meu caralho, a prof. Beth de matemática, cumpriu sua missão limpando o canto da boca a todo instante para não babar, saquei que a prof. Rute de biologia, tentava enfiar a quina mesa no cu. Repentinamente fui dispensado e voltei de pau duro para classe, sem comer ninguém. Na saída vi a gang do terceiro ano tirando par ou impar e uma delas, a Neide uma gordinha chegou para mim e falou: "Eu ganhei e vou te comer no meu barraco". Segui a gordinha até o quarto dela em uma habitação coletiva, chegando lá ela tiramos a roupa e ela já deitou na cama e arreganhou as pernas, eu doidão, empurrei com tudo e ela em desespero gritou: "Ai, ai, ai, tira, tira e muito grosso, você estourou minha buceta". Achando que era teatro continuei empurrando e ela chorando passou a gritar por socorro e eu gozei dentro dela. Achando que algum macho dos quartos do lado poderiam acabar me agredindo, coloquei a calça e o sapato e saí com a camisa na mão. No dia seguinte, quando eu estava saindo da obra, vi a professora Ruth ao volante do carro atrás de seu óculos fundo de garrafa, me aproximei e ela com cara de tarada me pergunta se eu queria participar de um experimento de biologia, vendo a tesão estampada na cara dela, senti que ela queria rola e entrei no carro dela. Rodamos bastante sem trocarmos uma palavra. Já no apartamento, assim que ela fechou a porta, trocamos um dos melhores beijos da minha vida e ela me levou para seu quarto. Nos despimos mutuamente, quando estávamos completamente nus, me joguei na cama com meu mastro apontando para o teto, Ruth examinou cada milímetro da minha caceta, tirou os óculos, soltou o cabelo, abriu a boca e com incrível destreza engoliu toda a minha piroca, sem se engasgar, para mostrar sua habilidade fez eu passar a mão em sua garganta e pude sentir a forma da cabeça do meu pau entrando e saindo da garganta que inchava e voltava ao tamanho normal conforme meu movimento. Ela tirou a cobra da boca e pegou um pote de pomada e deu na minha mão, ficou de quatro, abriu as nádegas e pediu para eu colocar a pomada com o dedo em seu buraquinho. Depois da experiencia com a gordinha e com a negativa de todas as putas de me darem o cu, tinha certeza que Ruth não aguentaria, mas ela estava transtornada e disse: "Arromba meu cu, quero sentir dor do seu pau destruindo meu rabo, me rasgando toda". Passei bastante pomada, encostei a cabeça da pica na rosca e ela com voz de foda fala: "Vai pirocudo, me rasga, ai, isso, enfia, hummm, aí". Ruth com seu quadril largo cintura fina passou a balançar a bunda para um lado e para o outro, parecia que estava em transe e dizendo coisas que nenhuma puta é capaz de dizer por vergonha, engoliu todo meu pau com seu cu que para minha caceta é apertado. Não devia estar sendo fácil para ela também, porque ela estava suando por todos os poros e sua mão cerrada indicava que aquela louca estava tentando realmente acabar com seu cu. Ela entrou em um extasse assustador debatendo-se como uma galinha com o pescoço quebrado, forçando-me a segurar firme seu quadril para encher aquele canal anal com meu leite. Já sem forças, cai sobre a tarada. A mulher excepcional fazendo seu cu piscar pediu para eu continuar bombando. Enquanto eu fazia os movimentos aquela insaciável tremeu todo o corpo em gozos que pareciam emendar um no outro, até que gozei novamente. Tirei a piroca de dentro da fêmea valente, entre porra e fezes, haviam placas de sangue, ela bem acabada me falou quase adormecendo. "Não se preocupe, pode tomar banho, bater a porta e voltar sempre que quiser".
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