Raízes Entrelaçadas - 3 - A Introdução de Sofia
A novela "Raízes Entrelaçadas" é escrita em Português de Portugal, passa-se em Portugal com personagens Portuguesas e de outras nacionalidades.
A Inês já não conseguia viver sem aquilo. Acordava todas as manhãs com a cona a pingar, os lençóis molhados entre as pernas, o corpo latejando de desejo mesmo antes de abrir os olhos. Dormia a sonhar com caralhos — grossos, quentes, pulsantes —, acordando no meio da noite com a mão entre as coxas, dedos já dentro de si, gemendo baixinho o nome do irmão e do vizinho. Mandava mensagens ao grupo dos três a qualquer hora do dia ou da noite, os dedos trémulos no telemóvel: “Quero ser fodida em público hoje. Por favor. Quero sentir o risco, o cheiro do medo misturado com o cheiro de porra.”
O João e o Miguel trocaram olhares cúmplices uma noite, enquanto limpavam o esperma da cara dela com o polegar — o líquido quente, viscoso, ainda escorrendo pelos lábios inchados e pelo queixo dela. O cheiro forte enchia o quarto. Miguel sorriu devagar, os olhos brilhando com aquela fome que Inês adorava ver.
— Vamos levar isto lá para fora — disse ele, voz baixa e rouca, enquanto passava o polegar pelos lábios dela para ela lamber. — Quero ver até onde vais. E eu tenho uma surpresa.
A Inês abriu os olhos, o corpo inteiro arrepiado como uma cadela no cio, a cona contraindo-se só de ouvir.
— Qual surpresa?
— A minha irmã mais nova… a Sofia. Tem 18 anos acabadinhos. Ouviu uns gemidos pela parede fina da nossa casa todas as noites e anda a perguntar-me coisas há semanas. Quer ver. Quer participar.
A Inês sentiu um calor subir-lhe do fundo da barriga até ao peito, os mamilos endurecendo imediatamente. A ideia de envolver a irmã mais nova do Miguel — aquela miúda morena, magra, com cara de anjo safado — fez-lhe a cona latejar visivelmente.
— A tua irmã? Quero. Quero que ela me veja a ser usada como uma puta. Quero lamber-lhe a cona enquanto vocês me fodam. Quero que ela aprenda comigo.
Marcaram para o sábado seguinte. Saíram os quatro de carro — o SUV grande e confortável do Miguel —, com destino à praia da Costa da Caparica, mas não para tomar banho. Para foder. Levaram uma tenda de praia grande, cervejas geladas que suavam nas garrafas, lubrificante em tubo grande, um saco cheio de brinquedos (vibrador duplo, plug, cordas macias) e toalhas grossas. A Sofia entrou no carro com um shortinho de ganga curtíssimo que mal cobria o rabo redondo, e uma t-shirt branca fina sem soutien, os mamilos pequenos e rosados marcando o tecido como duas pedrinhas. Era morena como o irmão, cabelo comprido e liso até meio das costas, corpo de ginásio — pernas longas, cintura fina, seios pequenos mas firmes —, mas ainda com aquela cara de menina safada, olhos grandes e inocentes que escondiam o fogo. Olhou para a Inês e sorriu, um sorriso tímido mas cheio de curiosidade.
— Ouvi-te a gemer todas as noites pela parede. Quero aprender.
A Inês respondeu logo, pondo a mão na coxa dela, subindo devagar até sentir o calor da pele jovem.
— Hoje vais aprender tudo, putinha. Tudo.
Chegaram à praia quase deserta — fim de tarde de setembro, pouca gente, o sol baixo pintando o mar de laranja e dourado. Montaram a tenda num canto mais afastado, atrás de umas dunas altas que os escondiam do vento e dos olhares distantes. Mal fecharam o fecho com um zip lento, o ar dentro da tenda ficou pesado de antecipação. O cheiro a plástico quente da tenda misturava-se com o perfume doce da Sofia, o suor leve de todos e o mar distante.
A Sofia ficou nervosa mas visivelmente molhada — as coxas apertadas, um brilho no olhar. A Inês pegou nela primeiro, devagar, como quem ensina uma aluna. Beijou-a devagar, língua contra língua, sentindo o gosto a pastilha elástica de morango e a juventude. Enquanto beijava, tirou-lhe a t-shirt branca. Os seios da Sofia eram pequenos e firmes, mamilos rosados e pequenos que endureceram imediatamente ao ar. A Inês chupou um, depois o outro, mordendo levemente, a língua rodando, sentindo o mamilo ficar duro como uma pedrinha na boca. O cheiro da pele da Sofia era doce, jovem, com um toque de sabonete de coco.
— Gostas, Sofia? Gostas que a puta do teu irmão te chupe as mamas assim?
— Gosto… caralho, gosto muito… — respondeu Sofia, voz trémula mas excitada.
O Miguel e o João assistiam sentados, caralhos já duros fora das calças, veias salientes, cabeças brilhantes. O Miguel agarrou a irmã pelos cabelos com delicadeza mas firmeza e guiou-lhe a boca até ao caralho dele.
— Chupa, mana. Aprende com a Inês.
A Sofia obedeceu, desajeitada mas ansiosa. Metade do caralho do irmão na boca quente, língua explorando, baba a escorrer pelo queixo e pingando nos seios. Ao mesmo tempo a Inês deitou-se debaixo dela, abriu-lhe as pernas e começou a lamber-lhe a cona virgem e depilada — língua plana, lenta, saboreando cada gota do gosto doce e fresco. A Sofia gemeu alto com a boca cheia, o som abafado pelo caralho do irmão.
— Ai foda-se… que língua boa…
O João não aguentou. Posicionou-se atrás da Inês, levantou-lhe o rabo e meteu-lhe o caralho todo na cona de uma vez. Começou a foder com força enquanto ela chupava a Sofia. O som das estocadas molhadas misturava-se com o barulho das ondas lá fora e o vento nas dunas — risco real de serem ouvidos.
— Olha para a tua irmã, Miguel — disse o João, voz rouca. — Está a vir-se na boca da minha mana.
A Sofia veio-se pela primeira vez na vida com uma mulher, a tremer toda, corpo pequeno convulsionado, gritando “porraaaa!” abafado pelo caralho. O Miguel puxou o caralho da boca dela e veio-se na cara da própria irmã — jactos grossos, quentes, pintando-lhe as bochechas, os lábios e o nariz. A Inês lambeu tudo devagar, limpando a cara da Sofia com a língua quente, saboreando o gosto do irmão misturado com a saliva da miúda.
— Boa menina. Agora vamos lá para fora.
Saíram da tenda só com toalhas à volta da cintura, os corpos ainda brilhantes de suor e saliva. A praia estava quase vazia, mas ainda havia uns surfistas ao longe e um casal a passear devagar. A Inês estava louca de tesão. Deitou-se de barriga para baixo na areia ainda quente do dia, rabo no ar, as nádegas separadas.
— Fodam-me aqui. Os dois. Quero que a Sofia veja tudo.
O João meteu primeiro no cu dela, devagar mas fundo, sentindo o anel apertado abrir-se ao redor do caralho. A Inês gemeu alto, sem se importar com o som que ecoava. O Miguel meteu na cona ao mesmo tempo. Dupla penetração na areia, em plena praia, o sol baixo iluminando os corpos. A Sofia ajoelhou-se ao lado, olhos arregalados de espanto e desejo, dedos já dentro da própria cona, tocando-se enquanto via.
— Mais forte… fodam a vossa puta em público… quero que me ouçam…
Eles aceleraram. A Inês gritava sem filtro: “Ai caralho, estou cheia dos dois caralhos… sou uma vadia… fodem-me mais!” O som chegava longe, misturando-se com as ondas. Um surfista parou a olhar de longe, mas eles não pararam — o risco tornava tudo mais intenso.
A Sofia, excitada ao ponto de tremer, meteu dois dedos na própria cona e depois aproximou-se. A Inês virou a cara e lambeu-a outra vez, língua quente e molhada na cona da miúda, enquanto levava os dois caralhos batendo fundo. O cheiro a areia quente, a mar, a suor e a sexo enchia o ar.
— Lamber a cona da Sofia enquanto me partem ao meio… adoro…
Os dois vieram-se quase ao mesmo tempo. Primeiro o Miguel na cona, jorros quentes enchendo-a. Depois o João no cu. Quando saíram, a Inês ficou de rabo no ar, esperma a escorrer dos dois buracos para a areia quente. A Sofia, sem ninguém mandar, ajoelhou-se e começou a lamber tudo — o esperma do irmão misturado com o do João, saindo da Inês, saboreando o gosto salgado e quente.
— Boa putinha — elogiou o Miguel, acariciando o cabelo da irmã com ternura. — Aprendes rápido.
Voltaram para o carro, corpos sujos de areia e porra, pernas moles. A Inês não queria parar. Sentou-se no banco de trás entre o João e a Sofia. O Miguel conduzia, o carro seguindo na Marginal com as luzes da cidade ao longe.
— Quero mais — pediu ela, voz rouca. — Quero que a Sofia me foda com o vibrador enquanto vocês me usam.
Tiraram o vibrador grande do saco (aquele com duas cabeças grossas). A Sofia, agora completamente solta e com os olhos brilhantes de tesão, molhou-o na boca, lambendo devagar, e meteu-o na cona da Inês enquanto o carro seguia. Ao mesmo tempo o João meteu-lhe o caralho no cu outra vez. A Inês estava a ser fodida pelos dois buracos no banco de trás, com a Sofia a controlar o vibrador, mexendo-o devagar mas fundo.
— Mais fundo, Sofia… fode-me como uma puta… ai foda-se, estou a vir-me outra vez!
O carro abanava um pouco com os movimentos ritmados. O Miguel olhava pelo retrovisor e ria-se baixinho.
— Olha para a minha irmãzinha a foder a tua mana, João. Que família de porcos.
A Inês veio-se tão forte que squirted no banco, molhando a mão da Sofia e o assento. Depois virou-se, pôs a Sofia de quatro no banco e começou a lamber-lhe o cu devagar enquanto o Miguel parava o carro num parque de estacionamento escuro junto à estrada.
Ali, com o carro parado mas luzes apagadas, fizeram o que a Inês mais queria: dupla penetração na Sofia pela primeira vez.
O Miguel deitou a irmã no banco rebatido. Ele meteu na cona dela devagar (era virgem ali, apertada, quente). O João molhou o caralho e meteu no cu da Sofia ao mesmo tempo. A Inês segurava a cabeça da miúda e beijava-a fundo, abafando os gritos e gemidos.
— Dói mas é bom, não é? — sussurrava a Inês entre beijos. — Deixa-te foder pelos dois. Eu faço isso todos os dias.
A Sofia choramingava de prazer e dor misturados, mas empinava o rabo pedindo mais, ancas mexendo-se sozinhas. Veio-se duas vezes seguidas, apertando tanto que os dois caralhos quase não se mexiam. Quando eles se vieram — Miguel na cona, jorros quentes e abundantes, João no cu —, a Inês meteu a boca e lambeu os dois buracos da Sofia, engolindo o que escorria, saboreando o gosto misturado.
— Sou viciada em vocês todos — disse a Inês, cara brilhante de porra e baba, olhos vidrados. — Quero isto todas as semanas. Na praia, no carro, num cinema, num parque… onde quiserem. E a Sofia vem sempre. Quero que ela seja a nossa putinha nova.
A Sofia, ainda ofegante, corpo a tremer, sorriu com os olhos vidrados de prazer:
— Quero. Quero ser vossa também. Quero que me fodam em todo o lado.
O Miguel ligou o carro outra vez, a voz rouca:
— Então na próxima semana vamos ao parque de Monsanto à noite. Levo cordas e uma mordaça. Vamos amarrar as duas e foder-vos até não aguentarem andar.
A Inês encostou a cabeça no ombro da Sofia e sussurrou, o hálito quente contra a pele dela:
— Perfeito. Quero que toda a gente ouça como eu sou puta do meu irmão e do vizinho… e agora também tua.
O carro seguiu na noite, os quatro em silêncio cúmplice, corpos ainda latejando, o cheiro de sexo e mar impregnado em tudo. O diário de Ana ainda esperava na gaveta, mas esta noite já tinha aberto portas novas. O desejo não parava. Nunca mais pararia.
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