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Putaria com a minha amiga da escola - Parte 2

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Bruno_x

Eu de maneira nenhuma esperava que aquela brincadeira de mais cedo fosse virar o que virou.

Meu coração pulsava forte. Minha rola por baixo daquela calça de tecido fino também. Se você estivesse lá e prestasse bastante atenção, poderia ver a borracha branca e desgastada dando pequenos pulinhos no meu colo. Minhas mãos estavam frias de nervosismo, mas ele em breve passaria completamente.

– Pega aí – falei. Agora a situação estava invertida, mas ao contrário de Beatriz, que não esperava que eu fizesse aquilo, eu já sabia muito bem o que estava prestes a acontecer.

– Tá bom – Ela fez questão de dizer isso na mesma entonação que eu havia dito mais cedo.

Bia chegou um pouco mais perto de mim, encostando seu ombro no meu e fixou seu olhar curioso no meu pau, digo, na borracha. Ela então estendeu sua mão esquerda e foi levando ela em direção à borracha numa velocidade provocante.

Os dedos dela roçaram primeiro na borracha branca, que pulava feito louca com cada batida do meu coração. Ela parou ali por um segundo, só sentindo o movimento. Depois, com a ponta dos dedos, contornou o formato todo, devagar, de baixo pra cima, como se estivesse jogando um daqueles jogos de adivinhe o objeto colocando a mão dentro de uma caixa escura.

Aos poucos a minha rola foi passando de meia-bomba para completamente dura, tudo isso enquanto ela já estava apertando a mesma, sentindo cada pulsação que endurecia o meu pau mais e mais.

– Nossa, Bruno, já tá desse jeito? – Ela olhava no fundo dos meus olhos. A mão já envolta no meu pau, completamente enrijecido.

– Mas também, como que não fica? – Fiz bastante esforço pra falar.

– Ele é grosso, né? – Ela parecia impressionada. Meu pau não era lá essas coisas em comprimento, tendo seus catorze centímetros, mas em circunferência, eu já aos 15 anos não conseguia nem enfiá-lo num rolo de papel higiênico. Sim, eu tinha testado.

Tudo isso aconteceu em um intervalo de uns quinze segundos, mas que pra mim pareceram uma eternidade. Bia tirou sua mão do meu pau rapidamente, levando consigo a borracha, e me deixando querendo mais.

– E aí, gostou?

– Gostei… mas eu quero mais. – Lancei um olhar firme.

– Ixe, quer mais, é? Mas se tu gostou tanto, eu não mereço um pouco também? Ó – ela disse, pegando a borracha, esticando o seu short de educação física e colocando-a lá dentro. – A borracha é tua, não é? Vem pegar.

Eu sorri franzindo as sobrancelhas, com a mesma malícia que ela havia me demonstrado mais cedo. A situação tinha acabado de avançar um nível, e eu não ia recuar, não depois que ela já tinha me deixado cheio de tesão. Levei minha mão até a coxa direita dela e a deslizei suavemente por lá, até encostar a ponta dos dedos na sua vulva. Continuei guiando a minha mão até que ela estivesse completamente envolta na sua buceta, e que bucetão. Quente, macia, parecia que eu estava sonhando. Apertei. Pude sentir a borracha. Ela estava no lugar mais oportuno possível, bem na frente da sua entradinha. Senti como se pudesse empurrar aquele objeto para dentro dela só usando meus dedos ainda por fora, mas eu não ia fazer isso.
Bia soltou um suspiro curto e rouco quando meus dedos delicadamente apertaram ali. O tecido era fino, elástico, e agora ele tava colado na pele dela, marcando tudo. A borracha tinha escorregado um pouco pro lado, mas ainda tava lá, presa entre os lábios inchados e a calcinha que eu já sentia umedecer.
– Bruno… – ela murmurou, voz baixa, quase um gemido abafado. – Coloca a mão nela. Tu não vai conseguir pegar a borracha assim.
Ela tinha razão. Eu obedeci. Tirei a mão de lá, pus em cima da sua barriga, e como uma minhoca abrindo caminho na terra, fui arrastando meus dedos caminho abaixo, e o elástico do seu short e sua calcinha não iam me impedir por nada.
Barreira vencida. Agora era pele com pele.
A primeira coisa que pude sentir foram seus pelos pubianos aparados começando a crescer, fazendo cócegas nos meus dedos. Senti o calor subindo em ondas, e quando meus dedos finalmente chegaram onde interessava, ela já tava inchada, quente, os lábios externos entreabertos como se estivessem esperando por mim.
– Hmmm… – Bia murmurou, voz tremendo de leve, quadril se mexendo um pouquinho pra frente pra me ajudar.
Deslizei o dedo médio devagar entre os lábios, sentindo a umidade escorregadia envolver a ponta. Ela estava encharcada, o tipo de molhado que faz barulhinho leve quando você mexe. Encontrei o clitóris quase na hora. Pequeno, duro, pulsando contra meu dedo. Circulei devagar, pressionando de leve, e ela arfou alto o suficiente pra eu olhar pros lados rápido. Ainda ninguém olhando pra cima. As meninas na quadra talvez nem tinham notado a nossa presença ali.
Eu já estava quase ficando louco de tesão. A cabeça do meu pau duro feito pedra já transbordava de pré-gozo fazendo uma pequena mancha na minha calça, mas decidi que ia jogar o jogo dela, e também parei com as carícias, encontrei a borracha, que já estava úmida de seu melzinho, e a retirei do meio das suas pernas.
– Ô, Bruno…! Continua – ela disse, quase que com raiva, como se ela fosse uma criança birrenta eu tivesse acabado de arrancar um pirulito da sua boca.
– Tá aqui a borracha, ó – mostrei a borracha úmida para ela, girando devagar como se fosse um troféu. – Safada. Era isso que tu queria, não é?
– Não. Eu quero mais. Tu também quer, que eu sei.
– Quero. – Apertei meu pau com a mão e chacoalhei pra ela ver.
– Vem cá – Bia se levantou da cadeira e me puxou pela mão – vamo no banheiro.

CONTINUA

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Comentários (1)

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  • Anônimo: Precisamos de mais, urgente

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