#Incesto #Sado #Teen

Dilema íntimo entre Irmãos Parte 5

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Samy

O mundo era um zumbido distante além do silêncio grosso e úmido do nosso quarto. A caixa de pizza jazia jogada no chão, uma única fatia fria endurecendo dentro. A gente tinha comido num torpor confortável e sem palavras, os corpos ainda vibrando da punição de antes. Lara estava enroscada contra mim, a cabeça no meu peito, os dedos traçando preguiçosamente as linhas dos meus músculos abdominais. A bandagem no pulso dela estava fresca e arrumada, um branco puro contrastando com a pele dela.

O toque dela desceu mais baixo, os dedos deslizando pelo tufo de pelos na minha virilha, circulando a base do meu pau mole. Ele se mexeu, meio interessado. Eu estava saciado, fisicamente esgotado, mas meu corpo tinha aprendido a reagir à proximidade dela num nível primal, celular.

“Você tá pensando alto de novo,” ela murmurou, o sopro quente na minha pele.

“Só… no amanhã.”

“Foda-se o amanhã.” A voz dela era baixa, mas carregava uma borda de aço nova que eu não tinha ouvido antes. Ela se apoiou num cotovelo, olhando pra baixo pra mim. O brilho âmbar do abajur pintava o rosto dela em sombras dramáticas, destacando a mandíbula determinada. “O amanhã não entra nesse quarto. Agora, eu não tô pensando no amanhã. Tô pensando no agora. E no que eu quero agora.”

Encontrei o olhar dela. “O que você quer, Lara?”

Ela não piscou. “Quero que você me amarre.”

Um segundo de silêncio. Meu coração deu um baque forte contra as costelas. “O quê?”

“Você ouviu. Quero que você me amarre na cama. Nos pés da cabeceira. Quero ficar completamente indefesa. E depois…” Ela se aproximou mais, os lábios quase roçando os meus. As palavras eram uma promessa quente e perversa. “Quero que você foda minha garganta. Quero que segure minha cabeça pra baixo e use minha boca como se fosse só mais um dos meus buracos. Quero sentir você perder o controle e enfiar o pau tão fundo na minha garganta que eu não consiga respirar. Quero engasgar nele. Quero chorar. Quero que você foda minha cara até gozar direto no meu estômago.”

A fantasia gráfica e violenta saiu dela com uma clareza aterrorizante. Não era um pedido; era uma exigência. A garota submissa que pediu uma surra tinha sumido, substituída por algo mais escuro, uma criatura faminta por rendição total, pela extremidade absoluta da sensação.

“Lara… isso é… intenso.”

“Eu sei o que é,” ela rebateu, os olhos faiscando. “É o que eu preciso pra caralho. Depois de hoje, depois de deixar o medo entrar… preciso sentir que sou possuída de um jeito que não deixe dúvida. Preciso saber que mesmo se o mundo tentar te tirar de mim, você ainda pode fazer isso comigo. Que eu ainda sou sua pra usar assim. Que meu corpo pertence a você tão completamente que você pode amarrá-lo e tratá-lo como um brinquedo de foda.” A voz dela suavizou só um pouco, implorando. “Por favor, Samy. Mostra pra mim. Me faz sua coisa.”

As palavras dela acenderam uma fornalha na minha barriga. O impulso dominante, a fera possessiva que ela tinha acordado, rugiu em aprovação. O cansaço sumiu, queimado por uma onda pura de tesão escuro. Meu pau, que estava mole, engrossou com uma velocidade chocante, subindo contra minha barriga, já vazando uma gota clara e grudenta.

“Você entende o que tá pedindo?” eu rosnei, sentando, forçando ela a recuar. “Você não vai poder me parar. Não vai poder bater pra sair. Uma vez amarrada, você é minha. Meu brinquedo. Minha vadia. A garganta da minha irmã é meu masturbador. Entendeu?”

Um tremor atravessou ela, mas o queixo se ergueu. “Sim. Quero isso. Quero ser seu masturbador. Me usa.”

Olhei o quarto. Não tínhamos cordas de seda nem algemas. Mas tínhamos cintos. Meu cinto de couro, ainda passado pelas calças que usei dias atrás, estava jogado na cadeira da escrivaninha. Dois cintos de tecido das calças jeans dela estavam no armário.

“Pega os cintos. Os de tecido do armário. Agora.”

Ela se mexeu rápido, um lampejo de excitação nos movimentos. Voltou com dois cintos longos de tecido trançado, macios mas fortes. Peguei meu cinto de couro, a fivela grossa fria na mão.

“Deita. De costas. No meio da cama.”

Ela obedeceu, arrastando-se pra trás até a cabeça ficar alinhada com o topo da cabeceira, uma coisa velha de ferro forjado com barras verticais resistentes. Esticou os braços pros lados, pulsos perto das barras. A respiração já estava acelerando, o peito subindo e descendo rápido. Os mamilos estavam duros, picos escuros contra o inchaço pálido dos peitinhos pequenos. Estava completamente nua, totalmente vulnerável, e a visão dela esperando, se oferecendo pra ser amarrada, era a coisa mais erótica que eu já tinha visto.

Comecei pelo pulso esquerdo. Enrolei o cinto de tecido ao redor dele e da barra fria de ferro, dando um nó apertado o suficiente pra o tecido morder a pele, mas sem cortar a circulação. Repeti com o pulso direito, usando o segundo cinto de tecido. Puxei. Sólido. Ela estava presa.

“Consegue mexer?”

Ela tentou levantar os braços. Subiram uns centímetros antes das amarras puxarem. Um som suave e desesperado escapou dela. “Não.”

“Bom.”

Fui pro pé da cama. Os tornozelos. Usei meu cinto de couro pra um, passando pelo próprio laço, a fivela encaixando no buraco com um clique definitivo. O som fez ela pular. Usei o resto de um dos cintos de tecido pro outro tornozelo, amarrando na barra de baixo. Abri as pernas dela bem largas, expondo tudo — o tufo macio de cachos, os lábios inchados e brilhantes, o piscar rosa escuro do cuzinho. Estava completamente aberta. Completamente presa.

Afastei-me, olhando meu trabalho. Lara, minha irmã linda, estava de pernas e braços abertos na nossa cama, amarrada nos pulsos e tornozelos. Os olhos eram poços enormes e escuros de antecipação e um lampejo de medo. O peito corado num rosa profundo. Os pulsos amarrados puxavam levemente contra o tecido. Era um presente. Um banquete. Meu banquete.

Subi na cama, ajoelhando entre as pernas abertas dela. Passei as mãos pelas coxas internas, sentindo ela tremer. Meu pau, agora completamente ereto, um comprimento grosso e veiado de necessidade latejante, balançava pesado, a cabeça roçando na barriga baixa dela, deixando uma mancha molhada.

“Olha pra você,” eu respirei, a voz rouca de desejo. “Toda amarradinha esperando o pau do irmão. Parece um sacrifício.”

“Eu sou,” ela sussurrou, a garganta trabalhando ao engolir. “Sou sua. Faz.”

Me inclinei pra frente, apoiando as mãos no colchão dos dois lados da cabeça dela. Fiquei pairando sobre ela, o pau deitado ao longo do esterno. Sentia o cheiro leve e doce do shampoo no cabelo dela, misturado com o almiscarado do tesão entre as pernas. Abaixei a boca no ouvido dela.

“Você vai abrir a boca bem larga. Vai me pegar o mais fundo que conseguir. E quando engasgar, vai tentar me pegar mais fundo. Entendeu? Seu único trabalho é tentar engolir meu pau. Se falhar, eu fodo sua garganta mais forte. Se conseguir… eu fodo sua garganta mais forte. Não tem vitória. Tem só aguentar.”

Uma lágrima escapou do canto do olho dela, traçando um caminho até a linha do cabelo. “Sim. Por favor.”

Me levantei pra uma posição ajoelhada, montando no peito dela. Peguei meu pau na mão, guiando a cabeça inchada e roxa pros lábios dela. Estavam entreabertos, tremendo.

“Abre mais. Mostra sua garganta.”

Ela obedeceu, esticando o pescoço pra trás, abrindo a boca num ‘O’ largo. A língua estava achatada. Eu via a caverna rosa, a úvula pendurada no fundo.

Apertei a cabeça contra os lábios. Eles cederam. O calor da boca envolveu a ponta. Aah… Um suspiro suave dela, abafado. Empurrei devagar, observando os olhos enquanto a coroa grossa deslizava pela língua. Os olhos dela lacrimejaram imediatamente. Alimentei mais um centímetro, depois outro. Os lábios se esticaram num anel apertado ao redor do eixo. Porra, a visão.

Parei quando metade de mim estava na boca dela. Ela respirava forte pelo nariz, o peito arfando debaixo de mim. Uma linha de saliva conectava o lábio inferior ao meu pau.

“Agora,” eu disse, a voz um comando. “Relaxa a garganta. Engole.”

Empurrei pra frente.

A cabeça bateu no fundo da garganta. Ela ficou rígida, o reflexo de engasgo a dominando. Hnnk! O corpo se sacudiu contra as amarras. Lágrimas brotaram.

“Engole, Lara. Faz.”

Ela tentou. Senti a contração muscular da garganta, um glurk poderoso que me puxou mais um centímetro precioso. O calor apertado e sugador era inacreditável. Era mais apertado que a boceta dela, um túnel exigente e chupador.

“Boa menina,” eu grunhi. “Agora pega o resto.”

Não dei escolha. Agarrei a cabeceira com uma mão pra alavanca, coloquei a outra firme na testa dela e empurrei os quadris pra frente.

Glrk! Gah!

A garganta abriu, lutando pra acomodar a invasão. Senti a sensação incrível da cabeça do pau forçando passagem pelo esfíncter e entrando no esôfago. O nariz dela pressionou meu osso púbico. Estava completamente embainhado na garganta dela. Segurei ali, enterrado até o talo, olhando o rosto dela.

Os olhos estavam arregalados de pânico, inundados de lágrimas. O rosto ficava vermelho. Ela não conseguia respirar. O corpo se debatia e puxava contra os cintos, uma luta selvagem e frenética. Era isso. Submissão total. Posse total.

Depois de uma contagem de cinco que pareceu eterna, puxei pra trás até só a cabeça ficar na boca. Ela inspirou um fôlego enorme, irregular e molhado, tossindo, baba e cuspe voando.

Hack! Cough! Gasp!

“Oh Deus… oh porra…” ela soluçou, as palavras arrastadas.

“Shhh,” eu disse, a voz assustadoramente calma. “A gente tá só começando.”

Não deixei ela se recuperar. Empurrei de volta, uma estocada dura e lisa, enterrando de novo. Glurp! Outro som engasgado e molhado dela. Estabeleci um ritmo — não rápido, mas profundo e implacável. Até o talo, segurar, puxar até a ponta, enfiar de novo.

Glrk… schlop… glurk… schlllp.

Os sons eram obscenos. Molhados, guturais, engasgados. Cada estocada produzia um mmmpfh! engasgado ou um gk! estrangulado dela. Saliva e pré-gozo cobriam meu pau, fazendo uma bagunça escorregadia e suja no queixo, no pescoço, no peito dela. O rosto era uma máscara de agonia e êxtase manchada de lágrimas. Os olhos reviravam.

Olhei pra baixo entre minhas pernas. A boceta dela pingava, um fluxo constante de tesão encharcando os lençóis debaixo da bunda. O clitóris era um nó latejante e inchado. Ser usada assim estava fazendo ela gozar sem toque.

“Olha sua boceta,” eu rosnei, pontuando cada palavra com uma estocada profunda na garganta. “Pingando. Você é uma vadia de garganta, Lara. Goza sufocando no pau do seu irmão.”

Gulp! Splurt! Ela tentou falar ao redor da grossura, produzindo só ruídos molhados e embaralhados. Os quadris levantavam da cama, procurando fricção que não conseguia ter.

Acelerei. O ritmo virou punitivo. Glrk-glrk-glrk! Uma série rápida de fodas profundas na garganta. A cabeça dela estava pregada no colchão pela força das estocadas. A cama rangia. Os cintos esticavam. Os sons se fundiam numa sinfonia contínua, molhada e engasgada: Slurp-gag-glurk-schlop-cough-splurt.

Sentia meu orgasmo se formando, um tsunami juntando força nas bolas. A sensação da garganta dela, aquele calor apertado, ordenhador e incrível, era demais. Estava perdendo o controle, exatamente como ela queria.

“Quer meu gozo?” eu rosnei, a voz irregular. “Quer que eu bombeie direto na sua garganta do caralho? Implora. Implora com os olhos.”

Ela olhou pra cima pra mim, os olhos implorando, desesperados, cheios de lágrimas e rendição absoluta. Conseguiu um aceno fraco e engasgado.

Foi tudo que precisei.

Com um rosnado final e brutal, agarrei a cabeça dela com as duas mãos, os dedos enroscados no cabelo, e bati até o fundo, me segurando lá. Explodi.

SPLURT!

O primeiro jato atirou direto no esôfago com força violenta. Senti ela convulsionar ao meu redor, um engolir poderoso e engasgado. GULP!

SPLURT! SPLURT!

Os próximos pulsos foram igualmente intensos, cordas quentes do meu gozo inundando o estômago dela. A garganta trabalhava freneticamente, engolindo por instinto, tentando acompanhar o dilúvio. Glug… glug… gulp… Um pouco de gozo escapou ao redor do selo dos lábios, borbulhando pelos cantos da boca em filetes grossos e brancos, misturando com a baba e as lágrimas no rosto.

Spurt… spurt… Os pulsos finais eram mais fracos, mas eu moí os quadris contra o rosto dela, garantindo que ela pegasse cada última gota. Segurei ali, exausto, latejando, enterrado no calor molhado, usado e quente da garganta dela.

Devagar, puxei pra fora.

Ploooosh.

Um som final, molhado e bagunçado. Meu pau, escorregadio e brilhante, saiu da boca arruinada dela. Uma cascata dos nossos fluidos combinados seguiu — saliva, pré-gozo e gozo grosso e branco escorrendo pela língua e pela bochecha. Ela inspirou, um fôlego cru e arranhado, e imediatamente entrou numa crise de tosse úmida e engasgada.

Hack-cough-gasp! Hack!

Virou a cabeça pro lado, tossindo fios de cuspe e sêmen no travesseiro. Splut. Cough. O corpo desabou contra as amarras, completamente exausto, tremendo violentamente.

Desabei ao lado dela, meu próprio corpo vibrando de cansaço e saciedade. Por um minuto, os únicos sons eram as tentativas irregulares e molhadas dela de respirar e o batimento do meu coração.

Rolei pro lado, apoiando a cabeça pra olhar pra ela. Era uma bagunça linda e fodida. Os lábios estavam inchados e parecendo machucados. O rosto estava escorregadio e grudento. Os olhos fechados, lágrimas ainda vazando dos cantos. Mas havia um sorriso fraco e trêmulo nos lábios arruinados.

Estiquei a mão e limpei delicadamente um glóbulo de gozo do queixo dela com o polegar. Ela se encolheu, os olhos tremulando ao abrir. Estavam vidrados, desfocados.

“Você…” ela grasnou, a voz um sussurro destruído. “Você… realmente fez.”

“Você que pediu,” eu disse suavemente, levando o polegar à minha própria boca e lambendo limpo. O gosto do meu próprio gozo misturado com a saliva dela era salgado, primal, perfeito.

“Eu sei.” Ela engoliu com dor, fazendo careta. “Minha garganta… parece que você rearrumou tudo.”

“Provavelmente arrumei.” Me inclinei e beijei a testa dela. “Você foi incrível. Pegou tudo. Cada centímetro do caralho.”

Uma luz orgulhosa e fraca piscou nos olhos dela. “Queria tudo.” Testou as amarras de novo, um puxão fraco. “Me solta? Eu… preciso sentir você.”

Me mexi rápido, soltando o cinto de couro do tornozelo, desamarrando as restrições de tecido. Os pulsos e tornozelos tinham linhas vermelhas da pressão. Esfreguei gentilmente enquanto ela, devagar e rígida, trazia os braços pra baixo. Gemeu ao tentar engolir de novo.

Virou pro lado, me encarando, e se enroscou no meu peito. A pele estava fria com o suor secando. Estava tremendo. Abracei ela, acariciando o cabelo.

“Acho que não vou conseguir falar amanhã,” ela sussurrou rouca.

“Então não fala. Liga dizendo que tá doente. Eu ligo também.”

“A gente não pode.”

“A gente pode. Mais um dia na bolha.”

Ela ficou em silêncio por um longo momento, os dedos traçando padrões na minha pele. “Samy?”

“Hmm?”

“Quando você tava… quando tava fodendo minha cara… eu gozei. Só com isso. Nunca senti nada igual. Foi como se meu corpo inteiro fosse um fio elétrico e você fosse a corrente.”

A confissão mandou um novo arrepio possessivo por mim. “Eu sei. Vi sua boceta vazando. Foi a coisa mais quente que já vi.”

Ela se aninhou mais perto. “Quero fazer de novo. Algum dia. Talvez… talvez você possa me amarrar e usar todos os meus buracos. Um depois do outro. Até eu virar só uma poça de irmãzinha quebrada e usada.”

As palavras dela, ditas naquela voz destruída e rouca, eram um canto de sereia pras partes mais escuras de mim.

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