Putaria com a minha amiga da escola - Parte 1
Eu sempre fui tímido e virjão, mas a Beatriz conseguiu despertar um lado meu que eu nem sabia que eu tinha
Eu me chamo Bruno, atualmente tenho 22 anos, mas o que vou contar hoje aconteceu a uns bons anos atrás, na minha época de ensino médio, quando eu tinha entre meus 15 e 16 anos.
Antes de qualquer coisa, gostaria de ressaltar que apesar da história ser verídica, os nomes das pessoas aqui citadas serão fictícios, até porque foi um amigo de lá que me recomendou esse site, e com certeza ele vem aqui até hoje pra bater uma, então não vamos correr esse risco de expor alguém desnecessariamente, rsrs. Enfim, postos os pingos nos i 's, vamos ao que interessa.
Tinha essa menina chamada Beatriz, ou Bia, que assumidamente gostava de mim. Mas eu não dava muita atenção pra isso. Ela era sim, bem bonita. Branquinha, cabelos lisos e castanhos, corpo esguio mas nada faltando, e as suas sardas davam um charme único ao seu rosto, o único problema era que, apesar da sua aparência, ela não era muito feminina. Tinha um jeito nada meigo de falar, gostava de jogar bola, não se portava como uma donzela.
“Eu ainda vou conseguir um beijo teu”, eram coisas que eu ouvia dela, mas levava na brincadeira, eu realmente não me sentia muito atraído por ela por essas coisas que falei anteriormente, e num geral não tava muito a fim de ficar com quem quer que fosse.
Eu era um daqueles adolescentes meio deslocados. Era tímido, não saia muito de casa. O que eu gostava mesmo era de gastar o pouco tempo que eu tinha fora da escola, que era em tempo integral, jogando no meu PC ou vendo anime, tinha uma mentalidade de virjão, da qual eu me orgulhava, ou pelo menos não fazia o menor esforço pra mudar.
Apesar de tudo isso, éramos até colegas bem próximos, e de vez em quando a gente jogava uma conversa fora entre as aulas ou na fila quilométrica do almoço.
Foi num desses intervalos de 10 minutos entre a aula de português e a de biologia que tudo mudou.
A Beatriz puxou um assunto qualquer comigo e, não me pergunte como, trinta segundos depois a situação já era a seguinte: O lápis que eu segurava escorregou das minhas mãos, caiu na barriga dela, e gentilmente rolou, seguindo a gravidade, até que decidiu que o lugar onde ele deveria terminar sua trajetória era em cima do monte de vênus dela (a testa da buceta, pros mais leigos).
Ela podia muito bem ter só pegado ele, e me entregado de volta, mas que graça teria isso, não é mesmo? Bia não ia deixar essa oportunidade passar.
– Pega aí. – Ela disse, e me encarou com aqueles olhos castanhos-claros intimidadores e um sorrisinho bem sugestivo.
Meus olhos alternavam entre o lápis e o olhar safado dela. Ela estava me desafiando, e eu não pretendia recuar.
– Tá bom. – Arqueei as sobrancelhas e mexi levemente os ombros, num gesto que dizia “Por mim tudo bem, ok? Só estava esperando a sua permissão”.
Estendi o braço em direção ao lápis e à sua buceta, e tive tempo o suficiente para encarar aquela cena. Nossa, ela sempre foi tão avantajada assim? Não é à toa que o lápis parou justo ali. Ela só podia estar projetando seu quadril para cima, tinha que ser isso. Como se estivesse dando o seu máximo para manter o objeto equilibrado justo ali.
Quando eu finalmente peguei o lápis, não foi nem de longe com a delicadeza e cuidado de quem puxa uma peça de Jenga quando a torre já está bamba e prestes a cair. Foi com gosto. Com malícia. Como quem diz “Não era isso que você queria? Então tá aí”. Com direito a apertada e tudo. Eu afundei os meus dedos naquela rachinha, deu pra sentir a maciez, o calor que emanava dali. E então tirei minha mão de lá, já segurando o lápis.
– Nossa, Bruno! – Beatriz me encarava com fogo no olhar. – Não achei que tu fosse pegar mesmo.
– Ué, não foi você que mandou eu pegar? Peguei.
– E como pegou, viu? – Ela sorriu.
– Gostou?
Ela me respondeu apenas com um sorriso carregado de malícia, e não demorou muito até que o professor de Biologia entrasse na sala.
Aquele seria o último horário antes do intervalo para o almoço.
Depois do que rolou, eu mal prestei atenção na aula. Só conseguia pensar na loucura que eu tinha feito, e quais iriam ser as consequências daquilo. Não muito tempo depois o sinal tocou, já era meio-dia, hora do intervalo.
Naquele dia o meu melhor amigo, João Pedro, tinha faltado, e eu não tava nem um pouco afim de pegar aquela fila enorme. Resolvi que ia esperar um pouco para almoçar. Peguei meu celular e fui em direção ao ginásio da escola, que era um pouco afastado do núcleo, mas era o único lugar que pegava dados móveis. Cheguei na arquibancada e me sentei numa das fileiras mais altas, já que algumas meninas estavam jogando vôlei na quadra, e eu não queria que uma bola viesse do nada na minha cabeça.
Pus meu fone de ouvido e comecei a assistir um episódio de Boku no Hero, que eu estava viciado na época. Alguns minutos depois, adivinha quem vem chegando?
E lá vinha ela. Começou a subir as escadas da arquibancada e veio justo na minha direção. Continuei olhando para o celular como se não soubesse que ela estava vindo. Naquela hora me deu um baita constrangimento quando me lembrei que a duas horas atrás eu tinha literalmente enfiado a mão na buceta dela por cima da roupa. Meu coração acelerou de nervoso.
– Oi, Bruno! – Ela me cumprimentou, e sentou ao meu lado.
– Ah, oi. E aí? – Respondi, meio acanhado, sem saber pra onde olhar. Ela claramente percebeu. – Veio olhar o jogo das meninas?
– O jogo? Não, vim não. Eu tava te procurando mesmo.
– Me procurando, é? – Dei uma risada sem graça. – Por que?
– Ah, não sei. Só pra conversar mesmo. O que foi? Tá com vergonha de mim? – Ela sorriu e pôs a mão no meu ombro.
– Vergonha? Pra ser sincero, tô um pouco, sim. – Tentei rir para disfarçar o meu desespero.
– Fica não. Foi tão gostoso…
Não consegui pensar em nenhuma resposta pra isso. Apenas olhei pra ela, com um sorriso no meu rosto, que a essa altura já devia estar vermelho.
– Ó, vamo fazer assim então. – Ela prosseguiu. – Pra tu não ficar com vergonha, e se eu fizesse em ti também? Tu deixa?
Meu rosto só faltou pegar fogo nessa hora. Só de pensar nela pegando no meu pau por cima da roupa, o próprio já começou a dar sinal de vida. E eu nem gostava dela. Eram os hormônios falando mais alto mesmo.
– Deixo, claro!
Bia ergueu uma sobrancelha, surpresa com a minha resposta.
– Posso mesmo?
Foi aí que tive uma ideia genial. Tinha uma borracha no meu bolso. Peguei ela e posicionei bem na cabeça do meu pau, que já tava começando a fazer volume na farda.
– Pega aí.
CONTINUA
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Comentários (3)
Ana: Brunooooo ótimo conto amei muito bom mesmo quase não tem conto aqui que excita menina mas esse tá perfeito continuaaaaaa
Responder↴ • uid:1dzztltjvg5vMarys: Nossa esse conto foi perfeito, amo conversar sobre coisas pesadas assim T Mariersk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkAline: Nossaaa continuaaa quero muito saber o que aconteceu depois rsrs. T Linee_198
Responder↴ • uid:1dldx4w53bz4