Inspeção Paternal – Pelos, Barba e o Carinho Profundo do Pai
Pai examina barba, pelos e bolas do filho viril. De bruços, come-o devagar com carinho possessivo e amor
O quarto principal da casa antiga em Ivaiporã estava mergulhado numa luz âmbar suave, vinda apenas do abajur de canto com cúpula de vidro vermelho-escuro. O cheiro era uma mistura familiar e íntima: couro velho das botas que Roberto deixava encostadas na parede, suor masculino recente, e aquele odor sutil de óleo corporal que os dois usavam depois do banho. A cama king size ocupava o centro do cômodo, lençóis de algodão cinza-escuro já amassados de antecipação.
Roberto, aos 48 anos, ainda carregava o corpo de quem trabalhou décadas na roça e depois na academia: ombros largos como portas, peito coberto por uma pelagem espessa e grisalha que descia em V até a barriga firme, marcada por algumas cicatrizes antigas de arame farpado. Seus braços eram grossos, veias saltadas, pelos escuros e grisalhos misturados cobrindo os antebraços até os pulsos fortes. A barriga não era tanquinho, mas sólida, com aquela camada de gordura protetora que os homens maduros desenvolvem e que Lucas secretamente adorava sentir contra si. A barba dele era cheia, bem aparada nas laterais, mas densa no queixo e no bigode — fios pretos e brancos entrelaçados, ásperos ao toque. Os olhos castanhos escuros brilhavam com uma mistura de posse e ternura.
Ele estava descalço, vestindo apenas uma calça de couro preta velha, com zíper frontal totalmente aberto, o pau grosso e semi-ereto já escapando, veias pulsantes, a cabeça larga e rosada brilhando levemente de excitação contida. As bolas pesadas pendiam livres, cobertas por pelos grisalhos e grossos, balançando a cada passo lento que dava em direção ao filho.
Lucas, 19 anos recém-completados, estava de pé no centro do tapete, nu como nascera. O corpo jovem ainda carregava traços da adolescência tardia: ombros começando a alargar de verdade, peito definido por treinos recentes, abdômen marcado em seis gomos suaves. A pele era morena clara, bronzeada do sol paranaense. Pelos escuros e macios cobriam o peito em uma camada fina, concentrando-se mais forte entre os peitorais e descendo em trilha grossa e preta até o umbigo fundo. A barba dele era recente, mas já cerrada: sombra densa no maxilar, bigode começando a engrossar, alguns fios rebeldes no queixo. O púbis era selvagem, pelos pretos e cacheados cobrindo a base do pau ereto, que apontava para cima, veias saltadas, cabeça inchada e úmida. As bolas eram grandes, pesadas, quase sem pelos longos, mas com uma penugem escura que Roberto adorava sentir na palma da mão.
— Levanta os braços, filhote. Mãos atrás da nuca. Pernas abertas na largura dos ombros. Olha pra frente. — A voz de Roberto saiu grave, calma, mas com aquele tom que não admitia hesitação.
Lucas obedeceu instantaneamente, o peito subindo e descendo mais rápido. Seus mamilos endureceram com o ar fresco e com o olhar do pai percorrendo-o de cima a baixo.
Roberto se aproximou devagar, circulando o garoto como um predador carinhoso. Parou atrás dele primeiro. Passou as mãos grandes e calejadas pelos ombros de Lucas, apertando os músculos jovens.
— Ombros ficando fortes… — murmurou, quase para si mesmo. Desceu as palmas pelas costas, sentindo cada vértebra, cada músculo das escápulas. — Costas largas. Pelos começando a descer mais grossos aqui na lombar… olha só isso.
Seus dedos traçaram a linha de pelos que nascia na nuca e descia até a base da coluna, onde ficavam mais densos e escuros. Ele se inclinou e beijou a nuca do filho, barba áspera roçando a pele macia.
— Cheiro de homem jovem… meu cheiro misturado com o seu. — Soprou quente contra a orelha. — Você tá crescendo bonito, sabia?
Deu a volta e parou na frente. Segurou o queixo de Lucas com o polegar e o indicador, erguendo o rosto.
— Olha pra mim. — Virou o rosto do garoto para a esquerda, depois para a direita. Passou o polegar devagar pela barba. — Barba cerrada… fios grossos no maxilar. Aqui embaixo do lábio já tem uma penugem que vai virar barba cheia. — Sorriu de lado. — Meu menino tá virando homem de verdade. Mas ainda tem cara de filhote que precisa de colo.
Desceu as mãos pelo pescoço, apertando levemente a traqueia, sentindo o pomo-de-adão subir e descer com a respiração acelerada. Depois chegou ao peito. Abriu as palmas sobre os peitorais, sentindo os mamilos duros roçarem suas palmas calejadas.
— Peito peludinho… olha como os pelos são macios aqui no meio. — Roçou os polegares nos mamilos, girando devagar. Lucas soltou um gemido baixo. — Sensíveis ainda. Bom sinal. Significa que você ainda sente tudo que eu faço.
Beliscou de leve, depois mais forte, observando o rosto do filho corar e os olhos semicerrarem de prazer.
— Dói gostoso, né, filhote?
— Sim, papai… dói gostoso…
Roberto sorriu, satisfeito. Desceu as mãos pela barriga, traçando cada gomo do abdômen com as pontas dos dedos.
— Abdômen marcado… trilha de pelos grossa, preta, descendo direto pro teu pau. — Parou no umbigo, enfiou o dedo mindinho ali, girando. — Fundo… gosto disso. Mostra que você cuida do corpo.
Chegou ao púbis. Passou os dedos abertos pelos pelos pubianos, sentindo a textura cacheada e densa.
— Púbis selvagem… não aparou nada, né? Bom menino. Papai gosta quando você deixa tudo natural. — Segurou a base do pau ereto com uma mão, apertando levemente. O membro pulsou na palma quente. — Pau bonito… cabeça inchada, veias saltadas. Tá babando pra mim desde que entrei no quarto.
Com a outra mão, pegou o saco pesado, sopesando as bolas.
— Bolas grandes… cheias… peludas na medida certa. — Rolou-as devagar entre os dedos, sentindo a pele fina e quente, os pelos curtos roçando sua pele. — Ainda pesadas demais, filhote. Cheias de leite que não te pertence mais. — Apertou de leve, vendo Lucas arquear as costas e gemer. — Quando eu decidir capar você, vai ser com carinho… mas hoje não. Hoje elas ainda são minhas pra brincar.
Lucas tremia inteiro, o pau pingando pré-gozo no chão.
— Papai… por favor…
— Calma. Ainda não terminei de olhar.
Virou o garoto de costas novamente. Abriu as nádegas com as duas mãos grandes, expondo o sulco peludo. O buraco era rosado, franzido, cercado por uma penugem escura e fina que se tornava mais densa perto do períneo.
— Bundinha perfeita… redonda, firme. Pelos macios no rego. — Passou o polegar devagar pelo anel, sentindo a contração. — Piscando pra mim… querendo ser aberto. — Inclinou-se e deu um beijo lento bem no centro do sulco, língua roçando de leve o buraco. Lucas gemeu alto, pernas tremendo.
— Deita de bruços na cama, filhote. Braços esticados pra frente, pernas abertas. Quero ver tudo.
Lucas obedeceu, deitando-se devagar, bunda empinada levemente. Roberto tirou a calça de couro, ficando nu. Seu corpo maduro contrastava com o do filho: peito largo e peludo grisalho, barriga sólida, pau grosso e curvado para cima, veias grossas pulsando, bolas pesadas balançando. Subiu na cama, posicionando-se entre as pernas do garoto.
Primeiro, beijou a nuca, depois desceu beijando cada vértebra, barba arranhando gostoso as costas peludas.
— Meu menino lindo… todo peludinho… todo meu… — Murmurava entre beijos.
Chegou à lombar, lambeu a linha de pelos. Abriu as nádegas novamente e começou a chupar devagar o buraco, língua grossa circulando o anel, entrando aos poucos, molhando tudo. Lucas gemia rouco, quadris se movendo involuntariamente.
— Relaxa… deixa papai te abrir com a boca primeiro… — Sugava, lambia, enfiava a língua fundo, mãos apertando as nádegas com carinho.
Depois de minutos deixando o garoto molhado e trêmulo, Roberto se ergueu. Cuspiu na palma da mão, passou no próprio pau devagar, lubrificando cada centímetro. Posicionou a cabeça grossa contra o buraco.
— Olha pra trás, filhote. Quero ver teu rosto enquanto entro.
Lucas virou o rosto, olhos brilhando de tesão e submissão.
— Vai devagar, papai… por favor…
— Sempre devagar com você, meu amor. — Empurrou só a cabeça, sentindo o anel se abrir devagar. — Isso… respira fundo… deixa entrar…
Centímetro por centímetro, foi entrando, gemendo baixo com o calor apertado. Quando estava todo dentro, parou, barriga peluda colada nas costas do filho, peito contra as costas, barba roçando a nuca.
— Todo dentro… sente como papai te enche?
— Sim… tão grosso… tão quente…
Roberto começou a mexer devagar, estocadas longas e profundas, saindo quase todo e entrando novamente. Uma mão na nuca do filho, acariciando os cabelos; a outra no quadril, guiando.
— Isso… meu garoto… meu filhote peludo… — Beijava a orelha, o pescoço. — Você é tão gostoso… tão apertadinho… tão meu…
Aumentou o ritmo aos poucos, mas sempre com carinho, nunca bruto. As bolas pesadas batiam ritmadas contra as de Lucas, pelos se misturando, suor escorrendo.
— Quando eu capar você… — sussurrou no ouvido, voz rouca — …vou te comer assim mesmo… sem bolas… só com esse cuzinho apertado me apertando… mas hoje… hoje você goza com elas cheias…
Lucas gemeu alto, corpo tremendo.
— Papai… vou gozar…
— Goza, filhote… goza pra mim… deixa papai sentir…
Lucas gozou forte, jatos quentes molhando os lençóis, corpo convulsionando. Roberto segurou firme, estocando mais fundo algumas vezes, depois gozou também, enchendo o garoto até transbordar, gemendo baixo e carinhoso no ouvido:
— Isso… toma tudo… meu menino… meu amor…
Ficou dentro por longos minutos, acariciando as costas peludas, beijando a nuca, a barba jovem, sussurrando palavras doces.
— Você é perfeito… todo peludo, todo homem… mas sempre meu filhote.
Quando finalmente saiu, virou Lucas de lado, abraçou por trás, pau amolecendo ainda roçando a bunda molhada.
— Descansa agora… amanhã a gente continua olhando… decidindo… te amando.
Lucas suspirou, aninhando-se no peito peludo e quente do pai.
— Te amo, papai… sou todo seu.
— Eu sei, filhote. Eu sei.
E ali ficaram, corpos entrelaçados, pelos misturados, respiração sincronizada, num silêncio cheio de posse e carinho profundo.
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