#Incesto

As cinco irmãs- introdução

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BRUTO

Era uma união tranquila, construída com paciência e cumplicidade, mas que, nos últimos tempos, começava a mostrar rachaduras

Luciana e Fernando completavam 20 anos de casamento naquela semana. Era uma união tranquila, construída com paciência e cumplicidade, mas que, nos últimos tempos, começava a mostrar rachaduras sutis — não de brigas, mas de uma rotina que tinha engolido o fogo. Fernando, aos 42 anos, ainda olhava para a esposa com desejo, mas o sexo havia se tornado previsível, quase mecânico. Luciana, aos 20 anos de casada (e 40 de idade), continuava linda: corpo firme, pele clara, cabelos castanhos longos e um sorriso que ainda fazia o marido parar o que estava fazendo só para observá-la.

Ela era a caçula de quatro irmãs, todas casadas, todas vivendo suas vidas adultas em cidades próximas. Regina, a mais velha, 35 anos, mãe de dois filhos, sempre séria e controladora. Marina, 30 anos, divorciada há pouco, com uma energia inquieta e um jeito de falar sem filtro. As gêmeas Clara e Clarice, 25 anos, idênticas até no jeito de rir, casadas com primos distantes e vivendo uma vida quase simbiótica.

Foi numa reunião de família no sítio dos pais, num domingo quente de fim de tarde, que tudo começou a mudar.

A família estava reunida na varanda larga, bebendo cerveja gelada e comendo churrasco. As crianças corriam no gramado, os homens falavam de futebol e política, as mulheres comentavam sobre filhos, maridos e preços de supermercado.

Marina, que tinha bebido um pouco mais que o normal, estava deitada numa rede, blusa leve de algodão, sem sutiã — o que não era exatamente novidade para quem a conhecia. De repente ela soltou, alto o suficiente para todo mundo ouvir:

— Eu não uso sutiã, gente. Meus peitos são muito pequenos. Pra quê esconder? Eles são assim mesmo, miudinhos, mas eu gosto deles. São meus.

Fez-se um silêncio estranho por dois segundos. Regina revirou os olhos, Clarice deu uma risadinha nervosa, Clara fingiu que não ouviu. Luciana, que estava de pé servindo suco para as crianças, nem registrou direito a frase da irmã. Estava distraída, pensando em outra coisa. Fernando, sentado do outro lado da mesa com uma cerveja na mão, ouviu perfeitamente. Seus olhos se desviaram para Marina por um instante — não de forma óbvia, mas o suficiente para notar o contorno dos mamilos marcando o tecido fino da blusa branca sob a luz dourada do entardecer.

Marina continuou rindo de si mesma, sem perceber o olhar.

— Sério, às vezes eu penso em aumentar. Mas aí lembro que meu ex adorava chupar eles assim mesmo. Então foda-se.

A conversa mudou de assunto logo depois. Luciana chamou as crianças para o banho, Fernando se levantou para pegar mais carvão. Marina se espreguiçou na rede, os peitinhos pequenos subindo e descendo com a respiração, e ninguém mais tocou no assunto.

Mas Fernando não esqueceu.

Naquela noite, de volta para casa, Luciana tomou banho primeiro. Quando saiu do banheiro enrolada na toalha, Fernando já estava na cama, luz apagada, só o abajur aceso. Ela se deitou ao lado dele, nua, como sempre fazia. Ele a puxou para perto, beijou o pescoço, desceu a mão devagar até o sexo dela, que já estava úmido.

— Você ouviu o que a Marina falou hoje? — ele perguntou, voz baixa, quase casual.

Luciana franziu a testa, confusa.

— Sobre o quê?

— Que ela não usa sutiã porque os peitos são pequenos.

Luciana deu uma risadinha.

— Ah, sim… ela sempre fala essas coisas. Por quê?

Fernando não respondeu com palavras. Em vez disso, ele rolou por cima dela, segurou os pulsos dela acima da cabeça com uma mão só, e começou a foder com uma intensidade que há muito não aparecia. Luciana gemeu surpresa, depois de prazer. Ele metia forte, olhando nos olhos dela, e sussurrou:

— Imagina se fosse a Marina aqui agora… deitada assim… sem sutiã… peitinhos pequenos apontando pra mim… você assistindo enquanto eu chupo eles devagar… lambo devagar… faço ela gemer baixinho…

Luciana arregalou os olhos. Não era ciúme que sentiu — era excitação pura, imediata, quase violenta. Ela apertou as coxas em volta da cintura dele, puxando-o mais fundo.

— Continua… fala mais…

Fernando acelerou o ritmo, voz rouca:

— Ela ia abrir as pernas pra mim… mostrar que também não usa calcinha… bucetinha lisinha, molhada… e eu ia meter devagar, olhando pra você o tempo todo… pra você ver como eu fodo sua irmã… ver ela gozar chamando meu nome…

Luciana gozou primeiro, forte, o corpo tremendo inteiro, unhas cravadas nas costas dele. Fernando continuou, sem parar:

— E depois… você ia sentar na cara dela… esfregar sua buceta na boca da sua irmã enquanto eu fodo ela por trás… as duas gemendo juntas… irmãs se lambendo… eu gozando dentro dela… e depois na sua boca… pra vocês dividirem…

Luciana gozou de novo, quase gritando. Fernando explodiu dentro dela, grunhindo alto, o corpo colado ao dela.

Depois, os dois ficaram em silêncio por longos minutos, ofegantes. Luciana virou o rosto para ele, ainda suada, e perguntou baixinho:

— Você queria mesmo… com a Marina?

Fernando respirou fundo.

— Queria ver você com ela. Queria ver vocês duas juntas… e eu no meio. Mas só se você quisesse também.

Luciana ficou quieta por um momento. Depois sorriu, um sorriso lento, perigoso.

— Então vamos chamar ela pra vir aqui em casa no próximo fim de semana. Só nós três. Sem crianças. Sem ninguém sabendo.

Fernando sentiu o pau endurecer de novo só de imaginar.

— E se ela topar?

Luciana se inclinou e mordeu o lóbulo da orelha dele.

— Aí a gente descobre se ela realmente não usa sutiã… e se aqueles peitinhos pequenos ficam duros quando a gente chupa juntos.

Eles se beijaram devagar, profundamente, selando o pacto sem palavras.

Naquela noite, 20 anos de casamento ganharam um novo capítulo — um capítulo proibido, quente e inevitável.

CONTINUA .....

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