#Incesto #Virgem #Voyeur

Olhos Famintos na Fazenda

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Capador

Clara, virgem de 19 anos, sente o corpo incendiar ao espiar o peão nu sob a água fria. O desejo a leva a observar, escondida, o irmão e o pai pelados.

O sol de fim de tarde queimava o terreiro da fazenda como brasa. Clara, 19 anos, virgem, corpo miúdo mas curvilíneo, seios firmes que mal cabiam nas regatas velhas, bunda redonda marcada pelas calças jeans surradas, cabelos castanhos longos e desgrenhados, pele morena de tanto sol, estava voltando do curral com uma lata de leite fresco quando ouviu o barulho de água correndo atrás do galpão dos tratores.

Curiosa, ela se aproximou devagar, coração batendo forte. Escondeu-se atrás de uma pilha de lenha e espiou pela fresta entre as tábuas velhas.

Era o Zé, o peão mais novo da fazenda, 23 anos, contratado há poucos meses. Ele estava debaixo do chuveiro improvisado — só uma mangueira pendurada num cano alto, água fria caindo direto no corpo moreno e musculoso de tanto trabalho braçal. Zé era alto, ombros largos, braços grossos cobertos de pelos escuros, peito definido com uma linha de pelos pretos descendo reto até o umbigo e sumindo num arbusto pubiano denso e selvagem.

Clara prendeu a respiração.

Ele ensaboava o corpo com sabão em barra, mãos grandes deslizando pelo peito, descendo pela barriga, até segurar o pau pesado entre as pernas. Mesmo mole, era grosso, comprido, a cabeça rosada aparecendo por entre a pele escura, balançando enquanto ele lavava. As bolas eram grandes, penduradas baixo, cobertas por pelos cacheados que grudavam na pele molhada. Zé virou de costas e Clara viu as nádegas firmes, musculosas, com uma penugem escura na fenda. Ele passou a mão entre as pernas, lavando tudo com calma, sem pressa, como quem não tem ninguém olhando.

O calor subiu pelo ventre de Clara. Ela apertou as coxas uma contra a outra, sentindo um formigamento novo, úmido, entre as pernas. Nunca tinha visto um homem pelado de verdade. Só nas revistas velhas que achou no quarto do irmão uma vez, mas aquilo era diferente: era real, cheiro de sabão misturado com suor de homem, vapor subindo da água fria, o som da respiração dele.

Zé terminou, desligou a mangueira, sacudiu o corpo como cachorro molhado. O pau balançou forte, batendo na coxa. Ele pegou a toalha pendurada no prego e se enxugou devagar, esfregando entre as pernas, depois nas costas. Clara sentiu o rosto queimar. Quando ele se virou de frente de novo, o pau já estava meio inchado, talvez pelo frio da água ou por algum pensamento solto. Ele deu duas palmadas leves na própria bunda, riu sozinho, e vestiu a cueca boxer cinza que marcava tudo.

Clara saiu correndo antes que ele a visse, coração na boca, calcinha úmida grudando na pele.

Naquela noite, deitada na cama do quarto simples, ventilador girando devagar no teto, ela não conseguia dormir. A imagem do Zé pelado não saía da cabeça. O pau grosso, as bolas peludas, o jeito como a água escorria pelos pelos do peito. Ela passou a mão por cima da camisola fina, roçando os mamilos duros, depois desceu até a virgem bucetinha, tocando de leve por cima da calcinha. Estava molhada como nunca. Mas não sabia direito o que fazer. Só esfregava devagar, imaginando o cheiro do Zé, o calor do corpo dele.

Então veio o pensamento proibido: se o Zé era assim… como seriam os outros homens da casa?

O irmão dela, Thiago, 21 anos, trabalhava na roça desde menino, corpo mais magro que o do Zé, mas definido, pele bronzeada, pelos finos no peito e uma trilha escura descendo até a virilha. Sempre andava de short folgado em casa, e Clara já tinha reparado no volume quando ele se sentava de pernas abertas no sofá.

E o pai… Seu João, 45 anos, viúvo há dez anos, homem grande, barriga de quem come bem, peito largo coberto por um tapete grosso de pelos grisalhos misturados com pretos, braços fortes, pernas grossas. Clara lembrava de vê-lo sem camisa no calor, suor escorrendo pelos pelos do peito, calça jeans marcada na frente por um volume que ela nunca tinha ousado encarar de verdade.

A curiosidade virou uma coceira insuportável.

No dia seguinte, Clara inventou uma desculpa para ficar em casa enquanto os homens trabalhavam. Esperou o meio-dia, quando o sol estava mais quente e todos tomavam banho antes do almoço.

Primeiro foi o Thiago.

Ela se esgueirou até a janela do banheiro dos fundos — uma janelinha alta, mas com uma tábua solta que dava para espiar se subisse num banquinho. Thiago estava lá, nu, de costas para ela, lavando o cabelo. Corpo jovem, músculos definidos de trabalho, bunda firme, coxas fortes. Quando virou de lado, Clara viu: pau médio, mas grosso, circuncidado, cabeça rosada brilhando de sabão, bolas médias cobertas por pelos pretos e cacheados. Ele se ensaboava com calma, mão deslizando devagar pelo pau, como se estivesse se masturbando sem perceber. Clara mordeu o lábio, apertou as coxas. O pau do irmão começou a endurecer um pouco, ficando mais pesado, veias aparecendo. Ele deu uma risadinha sozinho, talvez lembrando de alguma safadeza, e continuou lavando.

Clara sentiu um jorro quente entre as pernas. A calcinha estava encharcada.

Mas o desejo maior ainda era pelo pai.

No fim da tarde, quando Seu João voltou do pasto, suado, sujo de terra, ele foi direto para o chuveiro externo — aquele aberto, só com uma cortina de lona velha que balançava com o vento. Clara se escondeu atrás do galinheiro, coração disparado.

Ele tirou a camisa primeiro. Peito largo, pelos grossos e grisalhos molhados de suor, mamilos escuros grandes. Depois a calça. Sem cueca. O pau saltou livre: grande, grosso, meio mole mas impressionante, pendurado sobre bolas pesadas e peludas, cobertas por uma mata densa de pelos escuros e grisalhos. Ele abriu a torneira, água fria caindo no corpo. Passou sabão no peito, descendo devagar, esfregando os pelos pubianos com força, segurando o pau inteiro na mão grande, puxando a pele para trás, lavando a cabeça grossa e roxa. As bolas balançavam enquanto ele se lavava entre as pernas, mão passando por trás, lavando a bunda peluda.

Clara apertou os seios por cima da blusa, respiração curta. O pai virou de costas e ela viu tudo: nádegas grandes, musculosas, fenda escura com pelos pretos. Ele se abaixou para lavar as pernas e o pau ficou pendurado entre as coxas, balançando como pêndulo.

Quando ele terminou e se enxugou com a toalha velha, o pau estava semi-ereto, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. Ele deu um tapa leve na própria coxa, resmungou algo sobre o calor, e entrou em casa.

Clara ficou ali, encostada na cerca, pernas tremendo, bucetinha latejando, virgem mas louca de tesão. Sabia que aquilo era errado. Sabia que não devia. Mas a curiosidade tinha virado fome.

Naquela noite, deitada na cama, ela tirou a calcinha devagar, abriu as pernas e tocou pela primeira vez de verdade: dedo deslizando na entrada molhada, imaginando os três homens da fazenda — o peão, o irmão, o pai — todos pelados, todos duros, todos olhando para ela.

Ela gozou pela primeira vez na vida, mordendo o travesseiro para não gemer alto, corpo tremendo, pensando que aquilo era só o começo.

Porque agora ela queria mais do que espiar.

Queria tocar. Queria sentir. Queria saber como era ter um daqueles paus dentro dela.

E a fazenda era grande. Tinha muito lugar escondido.

Tinha muito tempo.

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Fim (por enquanto).

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