A Gaiola do Pai e o Canivete do Avô
um pastor impõe gaiola de castidade ao filho por motivos religiosos, ameaçando capá-lo como fez o avô ao tio rebelde.
**Aviso**: Conto de ficção erótica EXTREMA, dark, com incesto familiar, dominação religiosa, humilhação genital, ameaça de castração real, descrição detalhada de corpos peludos e atos sexuais explícitos. Totalmente fictício e fantasioso. Não reflete nenhuma prática segura ou real. Leitura apenas para maiores de 18 anos com fetiche por pelos, controle e violência erótica.
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A sala de oração no porão era pequena, abafada, cheirando a incenso de igreja velha, suor masculino e o leve odor almiscarado de pelos úmidos. Duas velas grossas tremiam, iluminando a cruz de madeira escura e o corpo nu e ajoelhado de Lucas.
Lucas tinha 22 anos, mas o corpo ainda era o de um jovem que mal tinha saído da adolescência: pele clara, lisa no peito e na barriga, com apenas uma trilha fina e macia de pelos pretos descendo do umbigo até o púbis. Ali, o pelo pubiano era denso, cacheado, quase selvagem — um tufo escuro e grosso que cobria completamente a base do pau e envolvia os dois ovos pesados e rosados. As coxas tinham pelos finos e escuros subindo até a virilha, e a bunda redonda e firme mostrava uma penugem clara, quase invisível, que brilhava de suor sob a luz das velas. O pau, agora meio mole de medo, media uns 16 cm em repouso, circuncidado, cabeça rosada e sensível, veias discretas aparecendo sob a pele fina. As bolas eram grandes, penduradas baixo, cobertas por aquela pelagem macia que Lucas nunca raspava porque o pai sempre dizia que “o corpo que Deus deu deve permanecer natural”.
Pastor Jonas, 48 anos, era o oposto perfeito: um homem grande, largo, peludo como um urso. Peito largo coberto por um tapete grosso de pelos pretos e grisalhos que desciam até a barriga saliente mas firme, formando uma linha densa que se abria num arbusto selvagem no púbis. Os pelos pubianos dele eram longos, grossos, quase 5 cm de comprimento, emaranhados, cheios de suor e cheiro forte de macho dominante. O pau dele — mesmo semi-duro — já era uma coisa impressionante: 20 cm de carne grossa, veias saltadas, cabeça larga e roxa, saindo de dentro daquele ninho peludo como um animal saindo da toca. As bolas eram enormes, peludas, cobertas por uma camada densa de cabelo escuro que grudava na pele suada. Pelos também cobriam os braços fortes, as costas largas e até a fenda da bunda quando ele se virava. O cheiro dele enchia o porão: suor, colônia barata de igreja e aquele almíscar profundo de macho que nunca se depila.
Jonas segurava o cinto de castidade de aço frio na mão direita. Com a esquerda, acariciava lentamente a cabeça do filho, descendo os dedos grossos e peludos pelo pescoço dele.
— Levanta a camisa, meu filho. Mostra pro papai e pro Senhor esse corpo que eu criei… e que eu vou proteger.
Lucas obedeceu, tremendo. A camiseta subiu, revelando o peito liso, mamilos pequenos e rosados, a trilha de pelos macios. A calça de moletom foi puxada para baixo devagar pelo próprio pai. Jonas se ajoelhou na frente do filho, nariz quase encostado na virilha peluda de Lucas, inalando fundo o cheiro jovem de suor e medo.
— Olha só esses pelos bonitos… tão naturais, tão de homem… Mas o diabo usa eles pra te tentar, né? — Jonas passou a barba áspera e peluda contra o tufo pubiano do filho, lambendo uma vez a base do pau, sentindo o gosto salgado dos pelos. — Hoje eu vou trancar essa tentação. Mas antes… você precisa entender o que acontece quando um filho desobedece de verdade.
Ele abriu o anel largo do cinto de castidade e o colocou na base do saco de Lucas, apertando devagar. O metal frio tocou a pele quente e peluda. Lucas gemeu, o pau começando a inchar apesar do medo.
— Calma… — Jonas segurou as bolas peludas do filho com uma mão enorme, apertando levemente, rolando os ovos entre os dedos enquanto os pelos faziam cócegas na palma calejada. — Seu tio Mateus… meu irmão mais novo… tinha 19 anos quando se perdeu. Igualzinho você. Corpo bonito, cheio de pelos, pau sempre duro, batendo punheta escondido. Seu avô, que Deus o tenha, descobriu. E decidiu que a única forma de salvar a alma dele era… capar.
Lucas engoliu em seco, o pau agora completamente duro dentro da mão peluda do pai, pulsando contra os dedos grossos.
Jonas continuou, voz baixa e rouca, enquanto encaixava a gaiola por cima do pau do filho, empurrando a carne quente e peluda para dentro das grades apertadas. Cada movimento fazia os pelos pubianos de Lucas roçarem no aço, criando uma fricção deliciosa e humilhante.
— Seu avô amarrou o Mateus numa mesa velha de madeira, igual essa aqui. Tirou toda a roupa. O corpo do Mateus era parecido com o seu… peito liso, mas com uma mata de pelos pretos grossos na virilha, bolas grandes e cabeludas que balançavam. Avô pegou uma navalha afiada, ensaboou tudo com sabão de barbear. Passou devagar, raspando cada pelo pubiano do Mateus. Eu assisti tudo, escondido atrás da porta. Cada fio sendo raspado… a pele ficando lisinha, rosada, exposta. Mateus chorava e implorava, pau duro de nervoso, cabeça brilhando de pré-gozo.
Jonas girou a gaiola, apertando até o metal morder a pele sensível logo acima das bolas peludas de Lucas. O clique do cadeado ecoou. A chave foi pendurada no pescoço de Jonas, caindo bem no meio do tapete peludo do peito dele.
— Depois da raspagem… avô pegou um elástico bem apertado, amarrou na base do saco do Mateus, bem acima das bolas. Deixou as bolas incharem, roxas, peludas ainda brilhando de suor. Então veio o bisturi. Cortou devagar, um lado de cada vez. Mateus gritava como um animal. Sangue escorrendo quente pelos pelos das coxas dele. Avô arrancou os dois ovos inteiros, ainda quentes, e mostrou pra ele. Depois cauterizou com ferro quente. O cheiro de carne queimada… de pelos queimados… encheu a sala. Mateus nunca mais ficou duro. Virou um eunuco manso, obediente, que só servia pra chupar e limpar a casa. Viveu até os 40 anos como servo do avô.
Jonas se levantou, abriu a própria calça devagar. O pau enorme saltou, pesado, cheirando forte, cercado por aquele arbusto selvagem de pelos longos e emaranhados. As bolas peludas balançavam baixo, quase batendo nas coxas.
— Se você desobedecer, Lucas… se eu te pegar batendo punheta dentro dessa gaiola, ou olhando coisa errada… eu vou fazer igual. Vou raspar esse teu tufo bonito todo. Vou amarrar essas bolas peludas que eu tanto gosto de cheirar… e vou capar você eu mesmo. Com meu próprio canivete. Vou deixar você sentir cada corte, cada bola sendo arrancada enquanto eu enfio meu pau na sua boca pra você não gritar tanto. E depois você vai viver pra sempre com uma cicatriz lisinha no lugar onde tinha homem. Entendeu?
Lucas assentiu, lágrimas escorrendo, a gaiola apertando dolorosamente o pau latejante, os pelos pubianos presos nas grades, puxando a cada respiração.
Jonas segurou a nuca do filho e enfiou o pau peludo até o fundo da garganta de uma vez. O cheiro forte do arbusto pubiano encheu o nariz de Lucas — suor, mijo seco, macho dominante.
— Chupa, filho. Mama no pau do papai enquanto sente o peso dessa gaiola. Sente como seus pelos ficam presos no metal… como suas bolas peludas estão livres só porque eu permito. Se você for bom… eu deixo você lamber minhas bolas cabeludas todo dia. Se não… amanhã mesmo eu começo a afiar o canivete.
Lucas chupava com desespero, língua correndo entre os pelos longos da base do pau do pai, engasgando no cheiro denso, saliva escorrendo pelo queixo enquanto a gaiola apertava mais e mais. Jonas fodia a boca com força, segurando as orelhas do filho, bolas peludas batendo no queixo liso de Lucas.
— Isso… boca quente… corpo peludo do meu filho todo meu… se você gozar na gaiola sem permissão, eu capo. Se você olhar pra qualquer mulher, eu capo. Você é meu eunuco em potencial agora.
Ele gozou com um rugido baixo, enchendo a garganta de Lucas com jatos grossos e quentes, segurando a cabeça firme enquanto os pelos pubianos do pai roçavam o nariz do filho. Quando tirou, esfregou o pau ainda babando na cara de Lucas, lambuzando os lábios com porra e deixando fios de cabelo pubiano grudados na saliva.
Depois, puxou o filho de pé, abraçou-o forte, peito peludo esfregando no peito liso de Lucas, mão descendo para apertar a gaiola e as bolas peludas expostas.
— Agora ajoelha de novo. Vamos orar. E toda vez que você sentir o metal apertando esses pelos bonitos… lembre do tio Mateus. E de como vai ser lindo ver você sem bolas… se eu precisar te salvar.
A voz de Jonas começou a rezar, baixa e rouca:
— “Mortificai os vossos membros… que estão sobre a terra…”
Enquanto Lucas, de joelhos, gaiola pesada, pelos presos, pau latejando em agonia, sentia o cheiro do pai ainda na boca e a ameaça queimando na mente.
A nova vida tinha começado.
E o canivete do avô ainda estava guardado na gaveta de cima — limpo, afiado, esperando.
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