#Corno #Traições

Minha esposa me fez de corno com razão

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FilósofoDeJúpiter

Ela deu o rabo com certeza e eu me senti um corno completo em saber isso.

Sempre fui fiel a minha esposa assim como eu tenho certeza que ela também sempre foi. Vivíamos uma vida tranquila de um casal que se amava e se respeitava. Não tínhamos nenhum problema financeiro ou de relacionamento. Nossa filha já estava entrando em idade escolar e tínhamos planos para que ela começasse a estudar piano. E foi assim que conheci a que seria a sua a sua futura professora de música, e acabamos por ter um affair momentâneo. Foi tudo muito rápido e pontual, em uma tarde em um motel, mas infelizmente a amiga de minha esposa me viu no meu carro saindo do motel acompanhado de outra mulher e obviamente foi leal com a minha esposa. Foi assim que a nossa vida mudou.

Na noite em que a sua amiga me denunciou foi que tivemos a primeira discussão em nosso quarto. Eu não tinha nenhum argumento que pudesse usar em minha defesa, pois a sua amiga havia emparelhado o seu carro junto ao meu, buzinando e acenando, pensando obviamente que ques esava ao meu lado era a minha esposa, e para a sua surpresa era outra mulher.

Nessa primeira discussão foi com tom mais baixo que o normal. A minha esposa deixou claro que não iria me cobrar fidelidade alguma. Ao contrário do que eu imaginava que o estrago seria, ela se colocou muito ponderada, me deixando sem ação e sem argumentos. Eu preferia que tivesse perdido a cabeça, gritado e até me xingado, mas não o fez. Mostrou um grande autocontrole e dona da situação, que me deixou totalmente sem ação. Nos dias seguintes ela não me olhava nos olhos e falava apenas o essencial. Apesar de continuarmos a dormir na mesma cama, aquilo tudo era uma grande tortura para mim. A minha vida que era muito estável, de repente passou a ser de uma grande instabilidade emocional a ponto de me fazer perder o foco que eu tinha no meu trabalho e na minha vida como um todo. Até que um dia, não aguentando mais, resolvi ter outra conversa. Foi a partir dessa conversa que as nossas vidas tomaram outro rumo.

Nesse dia eu estava muito angustiado e queria que tudo se resolvesse, foi quando ela me disse, mantendo o mesmo tom de respeito e educação, que ela achava que possuía o mesmo direito que eu achava que tinha. Disse que iria conhecer outro homem e iria fazer sexo com ele, e que ela estava precisando fazer isso para me desculpar, mas que jamais iria me perdoar. Eu não respondi nada, fiquei calado, até que depois de alguns minutos de silêncio, ela acrescentou que fazia tempo que eu não a procurava e sabendo que eu saía com outras mulheres, isso a fez imaginar que ela não me satisfazia, e que isso a fazia pensar que não era mulher suficiente para mim. Aquilo me cortou mais ainda o coração, pois não era verdade. Ela sempre foi uma mulher muito bonita no auge dos seus 32 anos. Corpo bem definido, 1,72 de altura, quadriz largos, seios lindos, cinturinha bem definida, pernas grossas e uma bunda que a diferenciava de todas as mulheres que já tive. Qualquer homem iria adorar tê-la na cama e é claro que eu também adorava, mas por alguma razão eu passei a me dedicar tanto à empresa, que o estresse me tirava totalmente do eixo a ponto de realmente negliegenciar a nossa relação sexual. Até que depois de mais alguns minutos de silêncio, veio a grande surpresa na sua declaração. Disse com essas palavras: "... nós não estamos vivendo a vida de uma casal em nossa cama. Eu quero também me sentir amada e desejada. Quero fazer sexo e sentir prazer, e também quero sentir que dou prazer. Quero encontrar alguém assim como você encontrou. Quero fazer sexo anal...", e voltou a ficar calada.

Depois dessas palavras, especialmente sobre o detalhe do sexo anal, me veio um conjunto de sensações. Uma mistura de surpresa e excitação que me deixou louco. Naquele momento eu não comentei mais nada, e nem ela, mas a partir daquela noite ela passou a falar comigo no dia seguinte, a se relacionar normalmente, e aos poucos a nossa vida foi voltando ao que era antes, mas com uma exceção, quando eu a procurava na cama, ela dava a entender que ainda não queria. Demonstrava que ainda estava ressentida, e não estava totalmente aberta para fazer amor comigo. Mas eu já considerava que a minha vida estava de novo entrando nos eixos a não ser por esse detalhe que não queria fazer amor.

Os dias foram se passando e eu sempre imainava que ela poderia já estar me traindo, mas nunca falava nada. Em casa era tudo normal com exceção apenas de não fazermos amor. Isso me incomodava, mas como tudo era muito recente, eu não queria forçar a barra e por tudo a perder. Foi quando um dia ela me ligou e disse que chegaria um pouco tarde pois teria que ficar depois do expediente para resolver um problema no trabalho. Não me falou o que seria mas eu desconfiei que poderia ser algum encontro amoroso, afinal eu já estava à espera que isso fosse acontecer, e quem sabe depois disso ela poderia me perdoar a ponto de voltar a fazer amor comigo novamente. Nessa noite eu fui dormir por volta das 22h00 e ela ainda não havia chegado. Achei que não deveria ligar e enviei apenas uma mensagem no Whatsapp, mas ela viu a mensagem e não me respondeu. Aquilo nunca havia acontecido e então a minha suspeita de que estaria com alguém aumentou mais ainda. Já era quase meia-noite quando ela chegou a casa, entrou no nosso quarto e trocou de roupa, colocando um dos seus pijaminhas de algodão. Quando ela se deitou ao meu lado eu senti um cheiro de perfume de sabonete. Imaginei na hora que seria do motel. Isso me deixou estremamente excitado. Perguntei se estava tudo bem na empresa, e ela respondeu de forma meiga com um "hum hum". Eu a abracei de conchinha e encostei um meu pau que já estava muito duro na sua bunda macia e gostosinha, e ela sentindo o meu pau duríssimo, empinou ainda mais a bundinha como se me dissesse "agora pode". Ela estava feliz e muito, muito carinhosa, e o cheiro do motel me embriagava de tal forma que eu queria lamber aquela bucetinha linda que ela tem. Abaixei os shortinho dela e abri as perninhas, e quando cai de boca na xaninha me deparei com a bucetinha toda lisinha. Ela nunca havia deixado a bucetinha tão lisinha assim. Estava certo que fez isso para agradar o outro macho. Eu chupei muito a xoxotinha dela, e ela se contorcia e me diza palavras em nexo, mas algumas eu pude entender, como "... sente o ... dele", tá gostando da ... dele". Acho que ela estava se referindo ao cheiro dele ou até mesmo a porra dele, e cada vez que ela falava isso mais desejo eu tinha de chupá-la. Até que nos viramos e ela sentou em cima de mim. Meu pau nunca esteve tão duro como estava. Ela começou a cavalgar lentamente e me fazia carinhos nos cabelos e me beijava. Eu segurava a sua bunda com as mãos até que toquei no seu cuzinho lembrando sobre as suas palavras daquele dia. Assim que toquei senti logo que estava um pouquinho dilatado, ela ficou ofegante e deu um gemidinho como se tivesse incomodado. Ela deu o rabo com certeza e eu me senti um corno completo em saber isso. Imaginei ela toda submissa como sempre foi, de quatro, levando no cu no motel enquando eu estava na nossa cama esperando pacientemente. Com o dedinho enfiado no cuzinho dela e o meu pau enterrado na sua bucetinha toda lisinha, eu gozei como nunca havia gozado antes, e ela me beijou de forma selvagem, como nunca havia me beijado antes.

Depois dessa noite, a nossa relação ficou melhor do que era antes de tudo acontecer. Fazíamos amor com mais frequência e com mais vontade. De vez em quando ela chegava mais tarde em casa, e o padrão era sempre o mesmo, eu enviava uma mensagem no whatsapp e ela lia mas não respondia. Quando chegava em casa, colocava o pijaminha de algodão, toda cheirosa com perfume que eu já conhecia, e fazíamos amor. Eu acredito que o seu namoradinho era fixo, e desconfio que ele a penetrava só na bunda, e que ela queria ser penetrada mesmo só na xoxotinha em casa, para se sentir completa.

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