#Virgem

Virgem matuta e o desejo proibido

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Eu cheguei em Recife aos dezoito anos, uma menina da roça cheia de fogo contido, decidida a descobrir o prazer pelo caminho que eu mesma escolhi: o cu primeiro, a buceta guardada como tesouro pra quem merecesse de verdade. Dividi apê no Pina com duas minas mais vividas, a Juliana, de vinte e sete, com aquele olhar que já viu tudo, e a Vanessa, vinte e cinco, corpo tatuado e boca suja que não perdoa. Na primeira semana, depois de um vinho barato, elas me perguntaram direto: “E tu, roceira gostosa, curte o quê de verdade?” Eu respondi sem rodeio: “Me toco toda noite desde os dezessete, mas só por fora. Quero começar por trás, a frente eu seguro.” Elas trocaram um olhar safado e riram. “Então vem que a gente te ensina direitinho.”

Naquela mesma noite, Vanessa pegou um plugzinho rosa clarinho, daqueles pra iniciante, passou lubrificante nos meus próprios dedos e me guiou. “Vai devagar, respira fundo, solta o ar.” O anel apertado resistiu um segundo, depois cedeu com um ardor quente que subiu pela espinha. Quando encaixou todo, Juliana se aproximou, me beijou devagar, língua dançando na minha, enquanto Vanessa sussurrava rouca: “Tu nasceu pra levar rola no cu, neném.” Meu corpo inteiro formigava, o plug pressionando pontos que eu nem sabia que existiam.

No dia seguinte, saí pra faculdade na UFPE com ele dentro, discreto debaixo da saia jeans curta. Cada passo na escada rolante, cada sentada na carteira, era um choque elétrico direto no clitóris. No banheiro do bloco de letras, tranquei a porta, levantei a saia, enfiei dois dedos roçando só a entrada da buceta, sem entrar, e apertei o plug pra dentro com a outra mão. Gozei mordendo o lábio pra não gemer alto, olhando meu reflexo no espelho sujo: olhos brilhando, bochechas vermelhas, uma roceira virando vadia no seu próprio ritmo.

A festa rolou numa cobertura em Boa Viagem, vista pro mar, som baixo, luz vermelha suave. Juliana me avisou: “Aqui é tudo no consenso, tu manda no teu limite.” Chegamos de vestidinho leve, sem nada por baixo. Vanessa me apresentou um casal amigo, a Camila e o Victor, ambos na casa dos trinta, ela com curvas que hipnotizam, ele com mãos grandes que pareciam feitas pra segurar quadril. Conversamos sobre praia, cachaça, até que Camila passou os dedos no meu pescoço e perguntou baixinho: “Quer experimentar?” Meu coração disparou. “Quero. Mas só por trás.”

Entramos no quarto principal, cortina fechada, ar-condicionado gelado contrastando com o calor da pele. Uma mesinha ao lado tinha lubrificante, camisinhas, toalhinhas úmidas. Camila me beijou primeiro, lento, língua explorando, me deixando mole. Victor levantou meu vestido, viu que eu estava sem calcinha e sorriu: “Safadinha preparada.” Camila ajoelhou, lambeu meus mamilos duros, chupando com vontade, enquanto Victor me segurava firme pela cintura. Vanessa encostou na parede assistindo, Juliana veio por trás e mordeu minha orelha: “Fala o que tu quer, vai.”

Respirei fundo, voz tremendo de tesão: “Quero que me comam o cu. Com força, mas devagar no começo.” Foi o estopim. Victor esquentou lubrificante nas mãos, passou devagar na entrada apertada. Camila abriu minhas pernas, lambeu minha buceta por fora, língua plana no clitóris, sem invadir, exatamente como eu gosto. Juliana tirou o plug com cuidado; senti o vazio pulsar, o ar frio lambendo o anel dilatado. Victor posicionou a cabeça grossa na entrada, provocou, entrava um pouquinho, saía, me fazendo implorar. “Agora, por favor…”

Ele empurrou. O ardor veio forte, um fogo que queimava gostoso, olhos lacrimejando de prazer e dor misturados. Camila não deixou eu perder o ritmo: chupava meu clitóris com precisão, dois dedos na minha boca pra eu morder. Victor esperou eu me acostumar, depois afundou mais, centímetro por centímetro, até a base bater na minha bunda. Eu estava cheia, aberta, entregue. Gozei rápido, corpo convulsionando, pernas tremendo. Ele parou, beijou minhas costas suadas: “Linda, tu aguenta mais?” “Mais, mete tudo.”

Ele acelerou, cadência perfeita, puxando meu quadril pra trás. Eu gemia alto: “Ai… sim… fode meu cu!” No quarto, a cena pegava fogo: Vanessa de joelhos chupando um cara qualquer, Juliana se tocando na poltrona, Camila com o rosto melado dos meus sucos. De repente senti um peido escapar, alto e sem vergonha, enquanto ele metia fundo. Todo mundo riu safado, e eu ri junto, excitada pra caralho. “Tá gostando do cheirinho da roça?” provoquei. Victor apertou mais forte: “Amo essa putaria toda.”

Camila deitou de costas embaixo de mim, eu sentei no rosto dela, buceta roçando na língua quente sem penetrar, enquanto Victor me abria mais por trás. Gozei de novo, gritando, corpo tremendo inteiro. Palmas baixas, risos, suspiros. Depois pedi pra Camila: “Me masturba, quero ver tu gozar.” Ela abriu as pernas, me mostrou o jeito: dedos rápidos no clitóris, olhar fixo no meu. Copiei, ela gozou arqueando as costas, agarrando meus pulsos: “Não para, caralho!”

Mais tarde entrou o Eduardo, vinte e nove, sorriso tímido mas pau duro. Pedi pra ele brincar na entrada enquanto Victor segurava minha mão. Ele foi paciente, só a cabecinha, entrando e saindo devagar. Olhei pro espelho do armário: cabelo desgrenhado, boca inchada de beijos, cu vermelho e dilatado, olhos de quem descobriu o paraíso. Gozei mais uma vez só de ver a cena.

A madrugada chegou. Victor gozou fora, jatos quentes no meu lombo, eu esfreguei com as mãos, lambi os dedos olhando pra Camila. Eduardo gozou na camisinha, deitei do lado dele fazendo cafuné. Juliana e Vanessa me abraçaram forte: “Bem-vinda ao clube, mana.”

Nos dias depois, voltei pros meus rituais. No banho do apê, plug dentro, jato quente batendo na buceta por fora, clitóris inchado dançando. Às vezes deitava na cama, almofada entre as pernas, esfregando enquanto apertava o plug, imaginando a próxima festa, o próximo pau grosso me abrindo mais. Gozava pensando: “E se da próxima eu deixar entrar dois de uma vez? E se eu soltar mais peido safado enquanto levo rola fundo?”

Meses rolaram, outras noites em Boa Viagem, em apartamentos no bairro de Santo Amaro, mais rolas no cu, mais gozadas altas, mais risadas depois do prazer. Alguns pediam a buceta. Eu ria: “Essa ainda tem dono. Quando eu quiser, eu dou.”

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Comentários (1)

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  • Wander: Será que vai aguentar uma dupla penetração no cu...?

    Responder↴ • uid:1e09qk6113g1