Abusando de uma buceta desesperada pt2
parte 2 de como ajudei uma família em situação de rua e cobrei o pagamento com serviços sexuais
Os dias se arrastaram numa rotina que eu controlava com maestria. Maria se tornou minha puta particular, cedendo o corpo magro toda noite ou de manhã, quando as meninas ainda dormiam. Eu a fodia na cozinha enquanto preparava o café, inclinando ela sobre a pia, enfiando o pau na buceta dela que já se acostumava ao meu ritmo, os gemidos abafados pra não acordar Ana e Sofia. Ou no banheiro, de joelhos, chupando meu pau com a boca experiente, engolindo o sêmen quente como se fosse o preço da sobrevivência. Ela implorava sempre o mesmo: 'Senhor, continua só comigo. As meninas são puras, por favor.' Mas eu via o cansaço nos olhos dela, o corpo marcado por minhas mãos, e sabia que o tempo dela como escudo estava acabando. A dívida crescia – comida, roupas novas, até um pouco de dinheiro pra ela comprar cigarros. 'Você sabe que não dá pra sempre, Maria. As meninas vão ter que contribuir', eu dizia, enquanto metia nela por trás, sentindo o cu dela piscar de nervoso.
Passaram duas semanas assim, o subúrbio quieto abafando nossos segredos. Ana, a mais velha, de 18 anos, com aqueles olhos grandes e corpo começando a preencher as roupas que eu dei – uma saia justa que mostrava as coxas lisas, e uma blusa que apertava os seios pequenos mas empinados – parecia mais curiosa que assustada. Ela me olhava de canto, limpando a casa como Maria mandava, mas com um sorriso tímido que me deixava duro. Sofia, a caçula de 16, ainda era mais infantil, evitando meu olhar, mas Ana... ah, Ana tinha fogo nos olhos. Uma noite, depois de foder Maria no quarto, com ela gemendo 'Me enche de porra, senhor, mas deixa elas em paz', eu decidi apertar o cerco. Chamei Maria pra conversa na sala, enquanto as meninas assistiam TV no quarto delas.
'Senta aqui, sua cadela', ordenei, puxando ela pro sofá. Ela obedeceu, as pernas trêmulas sob a saia curta que eu gostava de ver nela. 'Duas semanas, Maria. Você aguentou bem, mas chega. Amanhã, a Ana vem pro meu quarto. Você vai ajudar, vai preparar ela pra mim.' Os olhos dela se encheram de lágrimas, a voz rouca de pobre tremendo: 'Não, senhor, por favor! Ela é virgem, mal sabe o que é isso. Eu faço o dobro, fodo mais, chupo até sangrar a boca, mas não a Ana!' Negociei ali, apertando a coxa dela, sentindo o calor subir. 'Ou ela, ou as duas saem na rua amanhã. Com fome de novo.' Maria chorou baixo, mas assentiu, quebrada. 'Tá bom... eu ajudo. Mas vai devagar com ela, ela é frágil.'
Na manhã seguinte, mandei Sofia pra rua brincar com umas crianças da vizinhança, longe o suficiente. Chamei Ana pra cozinha, onde Maria já esperava, o rosto pálido mas forçando um sorriso. Ana entrou, o cabelo castanho solto nos ombros, vestindo um vestidinho simples que eu comprei, colado no corpo suado do calor. 'Vem cá, filha', disse Maria, voz baixa e trêmula, como quem engole sapo. 'O senhor nos ajudou tanto... agora a gente tem que retribuir. Senta aqui do lado dele.' Ana piscou, confusa, mas sentou na cadeira ao meu lado, as coxas roçando na minha perna. Eu sorri, passando a mão na nuca dela, sentindo a pele macia de jovem. 'Você é bonita, Ana. Sua mãe me contou que você quer ajudar a família.'
Maria se ajoelhou entre nós, as mãos tremendo ao puxar a saia de Ana pra cima, revelando as calcinhas brancas de algodão, simples mas justas na boceta dela. 'Filha, relaxa. É como... como um trabalho. O senhor gosta de carinho, e a gente dá pra ele.' Ana corou, mas não recuou, os olhos fixos nos meus com uma mistura de medo e algo mais – curiosidade? Maria beijou a coxa da filha devagar, subindo, e eu vi o choque no rosto dela quando Ana não protestou. 'Mãe... eu já... eu sei como é', murmurou Ana, voz baixa, com sotaque de rua mas mais suave que o de Maria. A mãe parou, olhos arregalados. 'O quê? Você... com quem, menina?'
Ana baixou o olhar, mas continuou: 'Na rua, antes de vir pra cá. Um cara me dava comida as vezes... ele me tocava, e eu deixava, mas não deixei ele fazer com a Sofia. Não sou virgem, mãe. Faz um tempo.' Maria ficou boquiaberta, a surpresa misturada com alívio e vergonha. 'Poxa, filha... por que não disse? Ai, Deus...' Mas eu não dei tempo pra drama. Puxei Ana pro meu colo, beijando o pescoço dela, sentindo o cheiro fresco de sabonete jovem. 'Boa menina, sabia que você era safadinha', sussurrei, e ela riu nervoso, as mãos no meu peito. Maria, ainda de joelhos, ajudou tirando a blusa da filha, expondo os seios firmes, redondos, com mamilos rosados e duros de excitação.
Apertei os peitos de Ana, sentindo a carne macia ceder sob meus dedos, beliscando os bicos até ela gemer baixo, 'Hmm, .. devagar'. Maria desceu a calcinha da filha, revelando a buceta depilada pela metade, lábios rosados e já úmidos, inchados de tesão. 'Olha só, senhor, ela tá molhadinha. Minha menina cresceu', disse Maria, surpresa ainda ecoando, e guiou minha mão pra fenda dela. Enfiei um dedo devagar, sentindo o calor apertado, as paredes quentes se contraindo. Ana arqueou, mordendo o lábio: 'Enfia mais, tio... eu aguento'. Chupei um seio dela, sugando o mamilo com força, enquanto dois dedos agora bombavam na buceta, o som de molhado enchendo a cozinha. Maria assistia, mão na própria saia, tocando-se por instinto.
Levantei Ana, deitando ela na mesa da cozinha, as pernas abertas pro ar. Tirei a calça, o pau saltando duro, grosso, a cabeça brilhando de pré-gozo. Maria pegou ele na mão, masturbando devagar: 'Vai, filha, abre pra ele. É grande, mas você já sabe como é.' Ana obedeceu, separando os lábios com os dedos, expondo o buraco rosado piscando. Alinhei e enfiei devagar, sentindo a entrada apertada me engolir centímetro por centímetro, as paredes quentes e úmidas se moldando ao meu pau. 'Caralho, que delícia de buceta', gemi, e Ana respondeu com um gemido alto: 'Fode, fode fundo! Eu gosto assim!' Comecei a meter ritmado, o pau saindo e entrando, coberto de sucos dela, batendo no clitóris a cada estocada.
Maria se inclinou, lambendo o ponto onde eu entrava na filha, a língua roçando minhas bolas e a boceta de Ana, misturando saliva e excitação. 'Tá gostando, né, sua safada? Mamãe te ensinou errado', murmurou ela, voz rouca de ciúme e tesão. Virei Ana de lado na mesa, uma perna pra cima, e continuei socando, vendo o pau esticar a boceta dela, os lábios vermelhos se abrindo. Ela gozou rápido, o corpo convulsionando, apertando meu pau como uma mão. Não parei, metendo mais forte, as bolas batendo no cu dela. Maria chupava os seios da filha agora, sugando um mamilo enquanto eu fodia.
Puxei Ana pro chão, de quatro, e entrei por trás, segurando os quadris estreitos, bombando fundo, o som de pele contra pele ecoando. 'Me dá essa raba, Ana', ordenei, e ela empinou mais, gemendo 'Enfia tudo!'. Maria debaixo dela, lambendo o clitóris exposto, sentindo meu pau roçar a língua. O ritmo acelerou, suor escorrendo, e eu gozei forte, jatos de porra enchendo a buceta de Ana, escorrendo pelas coxas quando saí. Ela desabou, ofegante, rindo: 'Foi bom, mãe. Melhor que na rua.' Maria limpou o sêmen da filha com a boca, engolindo, olhos vidrados.
Depois, as duas se abraçaram na cozinha, corpos suados colados. 'Você me surpreendeu, filha', disse Maria, voz baixa. Eu assisti, pau semi-duro, pensando em Sofia no quarto ao lado. 'Agora é a vez da caçula, né? Ou vocês duas juntas da próxima?', provoquei, e Ana que estava sorrindo maliciosamente, ficou mais séria pensando na irmã mais nova, enquanto Maria baixava a cabeça. O jogo estava só esquentando.
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