Vida louca
Em um simpósio, no Nordeste Brasileiro, conheci Silvana, doutora em cirurgia plástica que trabalhava no Rio de Janeiro, 1,72m, semblante sedutor, falsa magra, loira natural, extremamente sensual. Meu nome é Alberto, doutor em cirurgia torácica, 1,85m, corpo atlético, olhos e cabelos castanhos. Eu e Silvana nos envolvemos tornamo-nos conhecidos na ponte área, pois um fim de semana ela vinha para São Paulo e no outro eu ia para o Rio, até que ela prestou concurso para lecionar na mesma Universidade que eu leciono, sendo a melhor colocada no certame, mudou-se para cá, passando a trabalhar também no mesmo hospital que eu. Passamos a morar juntos. Eu com trinta e nove anos e ela com trinta e sete, todo tempo que tínhamos disponíveis passávamos na cama, com o seguinte compromisso: Se um dos dois quisesse deitar com uma terceira pessoa, deveria comunicar o outro. Passados cinco anos, nossa convivência continuava sendo ótima, até o dia que parei em uma padaria para fazer um lanche e vi a Martha, uma baixinha, bundudinha, peitudinha, com vinte e cinco aninhos, uma graça, abordei a gostosa e marquei encontro no dia seguinte no mesmo local. No dia seguinte disse a ela que era casado, ela não se importou, sentindo que aquela delícia estava na minha, marquei um encontro em um shopping no sábado a tarde. Fiel a nosso acordo, contei para Silvana, ela ficou empolgadíssima e acabamos combinando que ela iria junto. No sábado deixei Silvana no carro, subi à praça de alimentação, onde Martha já me esperava e fui direto, minha mulher queria assistir, meio acanhada, Martha concordou e eu a arrastei para o estacionamento. Silvana estava aguardando do lado do carro, assim que nos aproximamos, elas riram alegremente deixando-me a sensação que as duas se conheciam. As duas sentaram no banco de trás e passaram a cochichar uma no ouvido da outra, até que vi pelo retrovisor as duas se beijando, fiquei louco, planejava ir a um certo motel, mas como as duas estavam se pegando como duas loucas, entrei no primeiro que encontrei. Quando entramos na suíte, as duas se jogaram na cama e deixaram a luz bem fraquinha, minha tesão estava a mil, quando elas armam um sessenta nove ainda de calcinhas, fazendo aquelas tetas se massagearem, arrancaram a peça de roupa que ainda usavam. Aquela bundinha linda rebolando na minha frente foi uma tentação muito grande, encapei o bruto ouvindo as duas gemerem muito e enfiei minha vara no rabo da Martha. Gozamos quase juntos, Silvana foi a primeira, sendo chupada por Martha, enquanto a chupava, teve uma verdadeira convulsão orgástica. Quando senti aquele cuzinho mastigar minha piroca, indicando que Marta estava gozando, enchi a camisinha dentro daquele buraco guloso, levantei e fui ao banheiro descartar a camisinha aproveitei e tomei um banho. Era a primeira vez que estávamos com uma terceira pessoa na cama e ao voltar para suíte descobri o que estava de estranho, Martha era na verdade um belo travesti em quem minha mulher tinha implantado os seios de silicone, obviamente se reconheceram quando as apresentei. Eu nunca tinha comido nenhum travesti e fui engado pelas duas que fizeram questão de levar a farsa até o fim e aquela visão da minha mulher massageando outro cacete provocou em mim, uma ereção maior que o normal, deitei e puxei minha mulher por cima de mim e penetrei sua buceta dei algumas bombadas enquanto alisava aquele outro par de seios, minha mulher já excitadíssima diz para Martha: "Agora". Martha coloca uma camisinha e deita sobre nós dois e penetra o cuzinho da minha mulher que se comportou como uma louca entre nós dois, debatendo-se como se não tivesse amanhã. Foi também a primeira DP que fiz com minha mulher, até hoje, ela jura que foi a primeira dela também. Foi uma das nossas melhores fodas, gozamos profundamente e para finalizar a tarde, as duas me fizeram uma chupeta em conjunto enquanto se masturbavam. Durante dois ou três meses, metíamos gostoso lembrando daquela tarde, naquelas ocasiões, minha mulher fazia questão de brincar me chamando de corno, o que me excitava muito até que em uma quinta a noite, Silvana quicando na minha piroca diz: "Amanhã vamos comer outra pessoa juntos". Assim que ela acabou de falar gozamos forte. No fim da sexta feira, ao contrário do normal, Silvana assumiu o volante do carro, após rodarmos por algum tempo, paramos em frente do escritório do nosso contador. Na calçada vi uma das atendentes do escritório, uma mulher com pouco menos de trinta anos, assumidamente lésbica, trajada conforme sua opção, um camisão de flanela sobre uma camiseta, bermudão com uma corrente dependurada, tênis sem meia. Quadril largo, seios e bunda grandes, braços de halterofilista, cabelo curtinho e olhar sério, assim era Lucy, que ao reconheceu minha mulher, abriu um sorriso, sem falar nada nossa nova companhia abriu a porta de trás e entrou, as duas trocaram um beijinho rápido entre os bancos, Lucy limitou-se a perguntar: "Tudo certo doutor?". Eu fiz sinal de positivo ainda meio balançado com a surpresa. Depois de rodarmos um bom tempo, entramos em um motel. Lucy subiu a escadaria de mãos dadas com minha mulher com as chaves da suíte na mão, abriu a porta e as duas já entraram se agarrando, minha mulher soltou o coque e balançou os cabelos, Lucy empolgada, agarrou minha esposa e trocaram um beijo lascivo . Lucy foi tomar banho, minha mulher massageou meu pau e falou no meu ouvido: "O que o meu corninho achou da surpresa?". Tentando manter a calma, repeti aquela velha piada: "É para ver ou para comer?". Nos amassamos gostoso, logo Lucy sai do banheiro enrolada em uma toalha, eu e Silvana entramos, dei uma pinceladas com minha pica naquela racha gostosa e quase meto nela lá mesmo, mas voltamos para a suíte, minha mulher deitou e as duas se embolaram, meu pau quase estoura de tesão quando vi Lucy esfregar o grelo no rego de Silvana que desesperada de tesão batia os braços e as pernas na cama. Quando minha mulher armou aquela cara de tesuda, Lucy a virou de frente e passou a mamar nela. Tentei evitar de colocar a mão no pau para não gozar, vendo minha esposa delirar de prazer. Lucy deitou com as pernas escancarada e pude ver seu grelo duro, praticamente um pintinho e minha mulher transtornada caiu de boca entre as pernas de Lucy. Colocando a cabeça de sua fodedora entre suas pernas, minha esposa produziu o som de uma gata no cio, em um sessenta e nove fenomenal. Iniciei uma punheta, mas não devo ter feito mais que meia dúzia de movimento e gozei, lançando esperma no chão da suíte. As duas gozaram fazendo-me ouvir aquele som delicioso que recompôs minha ereção.As duas ficaram naquela posição por algum tempo. Voltaram ao amasso, excitada, minha mulher fala: "Vem meu amor, come meu namorado". Lucy escorrega até a ponta da cama de joelhos arrebita o cuzinho, assim que a cabeça entrou, fez aquele som de quem não está acostumado a tomar no cu, confirmei ser verdadeiro o som, pois, nunca tinha comido um cuzinho tão apertado, mas a natureza falou mais alto, enquanto Lucy chupava a buceta de Silvana, também rebolava no meu pau mostrando que gostava de ser enrabada.
Uma semana depois, no sábado durante o almoço, minha esposa abre o celular e fala: "Estou na dúvida, quem eu convido para passar a noite conosco, Martha ou Lucy? " Ri e concordamos que deveríamos chamar os dois.
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