Meu pai me pegou na cama com a minha mãe
Depois de provar pela primeira vez a minha mãe, agora tinha que encarar o meu pai, e como ele lidaria com isso.
Eu devia estar em pânico ao ver o meu pai ali parado na porta. Era uma noite quente de verão, e ele tinha chegado mais cedo do trabalho. Eu estava na sua cama completamente nu, junto com a minha mãe, sua mulher, e lá estava ele, com um olhar enigmático pousado em nós.
Ao se sentar na cama, ele se virou quase de frente comigo. E então beijou minha mãe no rosto, acariciando o seu corpo sem se importar com a sua nudez.
"Acho que cheguei na hora certa!", ele sorriu e ficou me olhando.
Não, ele não estava olhando pra mim como meu pai; estava quase me comendo com os olhos. Na hora eu notei o volume na sua calça, enquanto ele admirava a minha ereção. Não imaginei que, ao levantar uma perna, pra lhe dar um ângulo melhor, ele fosse deslizar a mão pelo meu peito, descendo até quase o meu pau.
"Era isso o que tinha em mente, meu bem?", minha mãe sorria pra ele, passando a mão no meu cabelo.
"Acho que dessa vez você se superou, querida!", e os dois se beijaram, dessa vez com mais saliva e mãos pelo corpo todo, numa cumplicidade entre os dois que só agora eu entendia.
"Por que não fica mais à vontade?", ela puxou a sua gravata e começou a despi-lo.
Quando meu pai subiu na cama, fiquei olhando pro seu corpo, ali deitado. Sua barriga lisa e abdômen definido eram cobertos por pêlos, e passando os dedos parecia de um garoto da minha idade. Ele tinha um queixo anguloso, levemente coberto por uma barba curta. Seus olhos escondiam bem sua verdadeira natureza, de um certo mistério e insinuação.
Meu pai poderia facilmente ter sido modelo. E saber do seu segredo de repente me enchia de tesão. Senti meu pau crescer e meu coração disparar enquanto inalava seu cheiro e um certo perfume de colônia masculina.
"Pelo jeito, parece que puxou o pai", ele se referia à minha ereção. "Tal pai, tal filho?", e nós dois rimos.
Claro que ele já tinha visto o meu pau... e um pouco mais. A diferença era a presença da minha mãe. E havia entre os dois algo não dito, que parecia oculto no silêncio daquela sua cumplicidade.
A única peça de roupa que lhe faltava tirar era a cueca boxer preta. Notei que o volume dela estava ficando maior. Ele me olhava discretamente, mal escondendo o tesão de me chupar, bem ali na frente da minha mãe. Até que abaixou a mão e apertou o pau que estava crescendo.
"Eles têm vida própria, não é?"
Sem realmente esperar uma resposta minha, ele continuou acariciando o pau por cima da cueca. Então minha mãe puxou de vez, revelando seu pauzão de cabeça roxa e brilhando com uma gota de líquido pré-ejaculatório.
Eu queria muito me inclinar e abocanhá-lo, e sentir o seu pau crescer na minha boca. Senti uma onda de prazer percorrer o meu corpo e comecei a entrar em pânico. Estava prestes a gozar na frente do meu pai, enquanto pensava em chupar o seu pau. E ao mesmo tempo, minha mãe parecia muito querer uma sacanagem a três.
Ela estava entre nós dois, e havia uma tensão sexual intensa entre nós, fosse entre minha mãe e eu, ou entre ela e meu pai, ou mais ainda, entre meu pai e eu — embora essa eu não sei se ela tinha percebido. Meu pai então se moveu entre nós, com o pau visivelmente duro feito pedra, assim como o meu. Ele se aproximou, me envolveu com seus braços grandes e peludos, me puxou para perto do seu peito e me abraçou.
"Estou orgulhoso, filho, de como cuidou da sua mãe", e então me beijou no rosto. "Agora, por que os dois não continuam de onde pararam?"
Me aconcheguei no peito do meu pai. Com o rosto pressionado contra o seu peito peludo, inalei seu cheiro de trabalho árduo, misturado com um pouco de suor e loção pós-barba. Senti seu pau grosso pressionando contra o meu. Suas mãos percorreram minhas costas algumas vezes antes de ele beijar o topo da minha cabeça.
Minha mãe estava curvada, ao lado do meu pai. Me ajoelhei atrás dela, segurei as laterais das suas nádegas para ter mais firmeza e lambi a fenda das suas nádegas com vontade, deixando a saliva escorrer. Depois, enfiei a língua e a lambi, curtindo a sensação da sua carne ali e o gosto da sua xoxota.
"Ah... sim, querido... me deixa molhada!", ela suspirava.
Continuei por alguns instantes, satisfazendo meu desejo pela bunda dela com a minha boca e minha língua. Ela então puxou um travesseiro e colocou por baixo, empinando a bunda. Estava incrivelmente sexy naquela posição.
Eu ainda estava babando só de olhar, apesar de já tê-la lambido bastante. Mas dessa vez, meu pai também veio se juntar ao banquete. Nos posicionamos de forma que, enquanto mamãe estava meio de quatro, eu ficasse de um lado e ele do outro.
Abaixei a cabeça e lambi o seu botão cor-de-rosa, e então enfiei minha língua no ânus dela, deixando minha saliva escorrer para dentro.
"Ooh... sim", respondeu mamãe. "Assim mesmo."
"Agora, minha vez", disse o meu pai.
Parei de lamber mamãe e então papai abaixou a cabeça, cheirou o cu dela e enfiou a língua no ânus da mamãe, onde a minha estivera um instante atrás.
"Isso, meu bem... mais fundo", incentivou mamãe.
Enquanto papai continuava lambendo e enfiando a língua lá dentro, me movi para perto do rosto dela e ofereci meu pau duro.
Me ajoelhei na frente do rosto dela, segurando meu pau pela base. Ela então pegou nele, estendendo a língua em volta da cabeça. Até que num movimento só o engoliu de vez e começou a chupar e lamber.
Então lá estava meu pai com a língua no cu da minha mãe, e eu com meu pau metido até a garganta dela!
Mas eu não queria gozar logo; ainda queria entrar no cu da minha mãe mais uma vez. Então, eu e meu pai trocamos de lugar. Ele se levantou com o pau duro balançando na frente dele e pegou na cômoda um pote de vaselina.
Ele se ajoelhou atrás dela novamente e, colocando o dedo indicador no pote, pegou um pouco do creme e espalhou delicadamente sobre o cu dela, inserindo um pouco com o dedo também. Ver a ponta do dedo dele entrando no cu da mamãe fez meu pau duro se contrair ainda mais.
Eu podia ver que papai estava sendo bem gentil. Primeiro, a ponta do dedo indicador e depois mais e mais dele entraram nela, até a primeira junta. Mamãe gemia de quatro, movendo os quadris em resposta.
Ela então apoiou os cotovelos para se sustentar completamente enquanto permitia a entrada e rebolou a bunda em resposta aos toques do meu pai. Olhar pra ela daquele jeito, com a cabeça levemente inclinada para baixo e a bunda empinada, com o dedo indicador do meu pai dentro do seu ânus, era uma visão incrivelmente excitante!
"Ela está pronta agora", disse o meu pai, ao retirar o dedo.
Me ajoelhei atrás da minha mãe, segurando meu pau. Podia ver que o anel dela pulsava em antecipação, os músculos contraindo e relaxando, mostrando que ela estava excitada.
Assim que a cabeça do meu pau tocou o anel em forma de estrela ao redor do ânus da mamãe, empurrei suavemente, forçando para dentro do orifício que já havia sido alargado pelas cutucadas do meu pai. Quando a glande entrou um pouco, ela deu um suspiro.
"Isso, amor!", disse ela. "Agora, até o fundo."
Empurrei mais fundo e senti as paredes do reto dela se contraírem em torno do meu pau. Foi maravilhoso sentir a pressão ali, ainda tão apertado, mesmo depois de ter comido ela no banheiro.
Empurrei mais fundo e ela deu outro suspiro. Eu já estava quase todo dentro dela, então recuei lentamente e empurrei para frente novamente.
"Isso!", disse minha mãe. "Agora me fode com força."
Comecei a estocar, aumentando o ritmo e adorando a sensação.
Enquanto eu fodia o cu da minha mãe, meu pai se moveu para perto do rosto dela, ajoelhou-se na frente dela, que não perdeu tempo e abocanhou o seu pau. De repente, estávamos os dois fodendo ela ao mesmo tempo, meu pai metendo na boca dela eu no seu cu.
Aos poucos fomos aumentando o ritmo dos movimentos, estocando mais rápido. Minha mãe empurrava o cu para trás enquanto eu a fodia, e meus testículos batiam na bunda dela. Segurei ela pela cintura com força para ter uma boa pegada enquanto metia tudo.
Eu estava fodendo com toda a minha força. Como eu tinha me segurado por tanto tempo antes, eu sabia que ia gozar logo. Continuei, penetrando e saindo, para frente e para trás. Até que finalmente não aguentei mais e comecei a gemer; instantes depois estava gozando no cu da minha mãe. As ondas de prazer me dominavam, enquanto metia nela meu pau lambuzado de porra, enchendo o seu cu.
Observando tudo, enquanto acariciava o meu peito, meu pai não podia estar mais excitado. E depois de mais alguns instantes, metendo na boca dela, ele também começou a gozar, ejaculando na boca da mamãe, que engolia a porra dele com avidez.
Mamãe lambeu o pau dele até ficar limpo, enquanto meu pau saía do cu dela, amolecendo, e todos nós desabamos na cama, ainda meio ofegantes. Depois de alguns minutos nos recuperando, fomos pro banheiro tomar uma ducha.
"Assim que estiverem prontos, quero experimentar os dois ao mesmo tempo dentro de mim!", e enquanto segurava o meu pau, minha mãe me sorria com uma cara de safada.
Eu mal podia acreditar que ela estava mesmo falando de uma dupla penetração. Mas, pela sua expressão, ela não parecia estar de brincadeira.
"Vou estar pronto de novo logo, já que insiste, mãe", eu disse, com um sorriso malicioso.
"Promete?", ainda segurando o meu pau, ela se inclinou e começou a me beijar. E meio rebolando a bunda pro meu pai, ela ficou entre nós dois. Até que se virou pra ele e também o beijou. E quando voltou-se pra mim, os três nos beijamos ao mesmo tempo.
Havia naquele momento muito tesão, desejo reprimido e algo que aos poucos começava a se revelar na nossa relação. E quando voltamos pra cama, tudo foi meio que inevitável, como se nos permitíssemos o proibido do nosso desejo.
Depois eu conto tudo o que rolou.
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