O amigo do meu irmão
Vou contar da vez que o melhor amigo do meu irmão comeu meu cuzinho enquanto eu estava sozinho em casa
Meu irmão, Caio (22y), tem vários amigos da faculdade que geralmente traz aqui em casa, mas o caso do Davi (21y) é diferente. Eles são praticamente melhores amigos e fazem de tudo juntos.
Davi é um cara magrelo, recém iniciado na academia, então tem poucos músculos marcando. Tem rosto magro, barba no estilo bigode com cavanhaque, pele morena de sol e cabelos bem loiros. É alto (provavelmente 1,80), um pouco mais alto que meu irmão e tem um jeito meio marrento.
Já eu e meu irmão somos brancos, praticamente não pegamos sol. Apesar da diferença de idade (tenho 16y), muitos nos perguntam se somos gêmeos. Olhos castanhos, cabelo castanho claro. Sou bem magricelo, mas meu irmão já tem músculos bastante definidos pela academia. Eu tenho 1,70 e meu irmão cerca de 1,78.
Bom, sempre que Davi está aqui em casa, eu tenho ao máximo ficar na sala, pra ver eles conversando, se zoando. Gosto principalmente quando eles falam de sexo. Eles se seguram quando estou perto, mas ouvi várias vezes eles falando de minas da faculdade que comeram e etc. Sempre ficava imaginando o Caio fazendo o mesmo comigo.
De uns tempos pra cá, eu comecei a sentir uns olhares mais longos do Caio em minha direção, uma preocupação de saber se eu estava por perto. Certa vez, eu estava no quarto quando eles chegaram e ouvi ele perguntando se eu estava em casa.
Enfim, num desses dias que estava extremamente quente, entrei na sala e estavam os dois sentados no sofá, conversando. Ambos estavam sem camisa e só com um short bem leve, estilo desses de futebol. Na hora eu entrei em pânico vendo aquele macho gostoso largado no sofá, todo suado.
Ele tinha alguns pelos no peito, mas minha preocupação era a barriga, que tinha alguns pelos descendo pelo caminho do paraíso.
Tentei disfarçar, mas tenho certeza que ele notou eu olhando, pq ficou me encarando por alguns segundos antes de voltar a conversar com meu irmão.
Fui até a cozinha pegar uma coca para aliviar o calor e tive uma ideia.
Voltei pra sala e avisei meu irmão que eu iria tomar banho pra aliviar o calor. Ele disse que tudo bem, mas notei que ganhei a atenção do Davi.
Então fui até meu quarto, peguei uma toalha e me dirigi só de cueca pro banheiro, mas fiz questão de deixar uma fresta da porta aberta. Era essencial pro meu plano.
Me despi e entrei no banho. Tentei prestar atenção discretamente se alguém passaria pelo corredor.
Nos primeiros minutos, nada, achei que estava enganado, até que vi Davi passando. Ele tentava disfarçar, mas fazia questão de olhar pra dentro do banheiro. Para mim, completamente nu, de costas para a porta, mostrando pra ele meu rabinho branquinho e sem nenhum pelo.
Fiz questão de nessa hora começar a ensaboar meu rabinho. Eu esfregava ele, passava os dedos entre as bandas pra lavar bem a entradinha.
Davi parecia hipnotizado. Queria muito saber se ele estava duro me olhando. Pensei que com certeza estava.
Em dado momento, virei um pouco pra olhar diretamente pra ele, que tomou um susto, mas dei um sorriso pra ele e dei uma pegada gostosa na minha bunda, pra mostrar que era bem pra ele que eu estava me exibindo.
Infelizmente, logo o Davi voltou até meu irmão. Não sei qual a desculpa ele deu pra sair antes, mas não pudemos fazer nada naquele dia, mas ao menos tinha a certeza de que ele tinha tesão em mim tb.
Alguns dias depois, meu irmão não teria aula por ser feriado, então ele ficaria na casa da namorada. Meus pais não estariam em casa porque tiveram que viajar pra resolver um assunto familiar, então eu estaria sozinho.
Fiquei me perguntando se Davi apareceria ali procurando meu irmão, quase torcendo pra isso acontecer.
Não precisei ficar nisso muito tempo porque, enquanto eu assistia à TV na sala, ouvi alguém chamar pelo meu irmão no portão de casa. Era o Davi.
Fui até a porta atender.
— Oi Davi - falei - O Caio está na casa da Fernanda hoje. Deve dormir lá.
— Ah, achei que ele fosse só mais tarde - respondeu ele
— Mas se quiser, pode entrar, já que vc veio até aqui nesse calor
Ele aceitou. Ofereci uma água ou uma coca pra ele se refrescar. Ele aceitou coca e sentamos no sofá da sala.
— Então - eu comecei - vc tinha que falar algo sério com meu irmão?
— Não, não - respondeu ele - não é nada grave. Só gosto de conversar com ele.
Estranhei, mas deixei por isso mesmo.
Comecei a reparar nele. A pele morena toda suada, a camiseta regata tinha manchas de suor em vários pontos. Os braços dele já estavam mais definidos por conta da academia.
— Nossa - disse ele, me tirando do meu transe - Tá calor pra porra né?
Eu concordei
— Posso tirar a camisa? - ele perguntou.
Disse que sim, mas sentia meu corpo todo tremer. Eu estava sozinho em casa com aquele macho lindo, meu desejo por ele a mil.
Ele tirou a camisa e notei os pelinhos dele descendo até a cueca com o elástico à mostra. Reparei que havia um volume discreto, provavelmente exacerbado pelo short de tactel.
— Então, se vc está com calor, pode tomar um banho pra se refrescar - ele falou, me pegando de surpresa.
Ele me olhava com um olhar safado. Meu tesão subia pela espinha
— Talvez eu vá - respondi, meio nervoso - vai querer me assistir de novo?
Não tinha ideia de onde saiu essa confiança. Meu corpo inteiro tremia de tesão e antecipação.
Ele pareceu pensar numa resposta, mas não veio. Por um momento ele pareceu nervoso tb.
Um leve momento de tesão se formava entre nós, mas ele foi quebrando quando Davi deu uma pegada no pau por cima do tecido do short e eu imediatamente encarei aquele volume maravilhoso.
Estava muito maior agora, parecia grosso e chegava a esticar o tecido pelo lado da perna. Eu salivei na hora.
— Quer dizer que o maninho do Caio é caidinho na pica? - falou ele com certo ar de graça.
Não falei nada, só continuei encarando aquele volume enquanto ele apertava, quase se masturbando pelo tecido.
— Quer pegar? Pode… - disse ele.
Por um momento fiquei incerto se aquilo era mesmo real, mas estiquei minha mão pra pegar.
Sentir aquele pau na minha mão, mesmo pelo tecido era indescritível. Sentia ele pulsar, o calor emanava pelo tecido. Tudo que eu queria era ver ele de perto.
Me ajoelhei na frente dele e fiquei encarando aquele volume, enquanto apalpava.
— Caralho - ele falou, surpreso - Que putinho… Dá uma cheirada nele!
Eu já não respondia mais por mim, apenas obedecia os comandos daquele macho.
Me curvei sobre ele e comecei a passar o nariz pela extensão daquela pica. O cheiro era delicioso demais. Cheirava a pré-gozo, xixi e suor, uma combinação que eu jamais diria que me daria tesão, mas nele, naquele momento, eu sentia como se fosse o paraíso.
Cheirava e apalpava o pau dele e ouvi ele gemer. Olhei pra ele e ele me encarava, com um olhar diferente. Era um olhar de tesão. Desejo puro.
— Vai putinho, vai liberando ele devagar… Cheira os pelinhos enquanto isso.
Eu obedeci. Fui abaixando o short e a cueca devagar, enquanto sentia o cheiro de suor e macho que exalava dos pelos da barriga e do púbis dele.
Quando notei que estava chegando na base da pica, dei uma lambida nos pelos, pra sentir o gosto do macho. Ele delirou, me chamou de putinha safada. Me deu tesão ver que dei tesão a ele.
Continuei descendo, agora expondo a base da pica. Ele com certeza aparava os pelos, pq dava pra notar uma clara divisão onde acabava os pelos e começava a pica e as bolas.
Fui expondo aquela pica, um pouco mais escura que o corpo dele, tipo caramelo e vi que de fato ela era muito grossa e estava muito dura, feito pedra. Dei um beijo no corpo da pica e ele gemeu, mostrando que eu estava no caminho certo.
Continuei assim até expor a cabeça, que era bem rosinha, completamente exposta. Era um pouco menor que o corpo da pica, mas não chegava a ser desproporcional. Peguei firme aquela pica e fiquei admirando aquele macho.
Ele me olhava com cara de tesão. O peitoral a mostra, multiplicando meu tesão por ele.
Sem pensar duas vezes, lambi a cabeça da pica, fazendo ele jogar a cabeça pra trás e gemer alto. Senti o gosto forte de xixi e o pré-gozo dele que agora escorria. O corpo dele arrepiou enquanto eu continuava. Deixei a cabeça dele bem babada, enquanto ele gemia.
Ele começou a fazer carinho no meu rosto. A mão daquele macho me deixou louco.
Parei de lamber e usei toda a baba pra punhetar ele e de repente “plec”. Levei um tapa na cara.
Ele me encarava e disse:
— Não mandei parar, putinha!
Nisso senti meu corpo todo tremer de tesão e voltei a lamber a pica dele, mas dessa vez não só isso. Intercalava com sugadas na cabeça, fazendo ele gemer mais fundo.
Continuei assim e aos poucos fui chupando mais e mais aquela pica grossa de quase 19cm. Sentia o forte gosto de suor, me fazendo querer ainda mais
A mão de Davi nos meus cabelos, empurrava minha cabeça pra baixo, pra engolir mais aquela pica deliciosa.
Quando eu não aguentei mais e engasguei, levei mais um tapa.
— Putinha minha tem que aguentar a pica sem engasgar…
Ele falava e eu deseja mais e mais daquela pica. Engasguei e levei mais um tapa.
Aquela altura eu não era mais virgem, mas aquela era a maior pica que eu já tinha chupado, não estava acostumado ainda.
Continuei chupando ele até que consegui engolir tudo sem engasgar. Nessa hora ele prendeu minha cabeça e começou a foder minha boca.
Tomei um susto no começo e comecei a lacrimejar, mas ouvir ele gemendo de prazer fodendo minha boca era uma sensação indescritível.
Logo ele soltou minha cabeça e conseguir tomar fôlego. Olhei pra ele que sorria de satisfação.
— Nossa, se eu soubesse que o maninho do Caio era assim, eu tinha metido a pica antes!
— Então mete - falei enquanto ofegava.
Vi o brilho no olhar dele.
Ele levantou e mandou eu ficar de quatro no sofá.
— Deixa eu ver esse rabinho - ele falou enquanto abaixava minha bermuda e minha cueca.
Eu empinava pra ele, pra mostrar bem meu rabinho pra ele.
— Nossa, que cuzinho rosinha. - ele falou - Já levou pica?
— Nunca… - falei, mesmo sendo mentira, queria ver o tesão dele nas alturas. E funcionou.
Nessa hora ele deu um tapa no meu rabinho e meteu a língua no meu cuzinho, lambendo ele gostoso.
Eu gemi manhoso. Adorava ter meu cuzinho linguado.
— Que delicia - eu falei.
Senti ele apertar minha bunda a ouvir isso e intensificar as lambidas.
Eu tava doido de tesão. Queria sentir ele me penetrando com aquela pica grossa.
Ele lambia e alternava com tapas na minha bunda, enquanto eu gemia com o rosto contra as almofadas do sofá. Meu rabo totalmente empinado praquele macho se satisfazer.
— Po, que putinho gostoso. Quer pica, meu putinho? - ele perguntou
— Quero… - respondi manhoso.
— Então pede com jeitinho…
Olhei pra ele com a maior cara de putinho que eu sabia fazer e falei
— Quero pica, meu macho…
Ele respondeu com um tapa na minha bunda.
Vi ele indo em direção aos quartos enquanto eu ficava ali empinado pra ele. A pica dele dura balançava de um lado pro outro, me hipnotizando. Logo depois ele voltou com um vidro de lubrificante.
— O Caio disse que sempre tem um na gaveta do guarda-roupas.
Ele deu mais um tapa na minha bunda e despejou um pouco de lubrificante na minha entradinha. Era gelado, arrepiou meu corpo todo.
Ele colocou um pouco mais na pica e posicionou o corpo atrás de mim.
Ele tinha o maior cuidado. Mesmo eu não sendo virgem, não tinha tanta experiência e aquela pica não era para amadores.
Ele pressionou a cabeça na minha entradinha e forçou um pouco. Senti minha entradinha resistir. Tentei relaxar ao máximo enquanto ele forçava mais um pouco.
Quando minhas pregas cederam e engoliram a cabeça da pica dele, senti minha mente girar. Não vou mentir dizendo que não doeu, é claro. Mas eu resisti da melhor forma que consegui.
Com alguns minutos, meu cuzinho tinha se acostumado e sentir ele introduzindo mais e mais a pica.
Cada vez mais, me sentia mais preenchido por aquela pica. Nunca tinha sentido aquela sensação. Era como se sempre tivesse faltava uma pica grossa no meu cuzinho.
Eu gemia e o Davi tb.
— Porra, que cuzinho apertado - dizia ele - Se o Caio imagina o que to fazendo com o maninho dele.
— Ele não precisa saber - disse - Que pica deliciosa.
Com essa última fala ele meteu com força o restante da pica. Eu gemi forte, quase um grito. Sentia a pica na boca do meu estômago. Nunca tinha sentido aquilo antes.
E nisso, senti o Davi de fato me foder. Ele se movia pra frente e pra trás, o barulho do quadril dele batendo contra minha bunda preenchia a sala. Nossos gemidos não eram contidos, ambos estávamos sem fôlego.
Davi metia a pica fundo no meu cuzinho, era a melhor sensação que eu já senti.
Os movimentos dele ficaram mais ritmados, mais fortes e mais fundos. Os gemidos dele, mais graves e profundos, até que senti uma explosão quente dentro de mim. Ele gemeu e tremeu todo o corpo e jogou o peso do corpo contra o meu.
Ele tinha gozando dentro de mim. Era minha primeira vez levando uma leitada daquele jeito e posso dizer que viciei desde então.
Passados alguns momentos, ele se jogou no sofá, completamente molenga.
— Vem cá - disse ele, abrindo o braço pra deitar com ele.
Ele então me puxou e me beijou. Um beijo calmo, gostoso e profundo.
— Porra, como vc é gostoso, pqp - disse ele quando cessou o beijo.
— É e o que digo de vc né - disse rindo.
— Porra, teu irmão vai me matar - disse ele, levando a mão a testa
— Eu falei sério, ele não precisa saber - disse - até pq, quero de novo…
Ele me olhou sério, e retribui com um selinho.
Ficamos ali o resto da tarde. Eu chupei ele de novo logo depois e ele gozou na minha boca. Que leite gostoso pqp.
No fim da tarde ele foi embora. Até então, meu irmão não descobriu nada e transamos mais algumas vezes desde então.
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Comentários (1)
Beto: Que conto exitante do caralho meu cuzinho tá piscando tive que fuder com um desodorante que eu achu uma delícia passei uma hora fudendo meu cu até gosar e dessa vez eu lambi todo goso você foi muito detalhiista poristo deu tanto tesão ainda hoje vou dar meu cuzinho a uma Rola de verdade foi massa seu conto
Responder↴ • uid:muiqg94x8