Parte 1: O Pesadelo de Traição
Luana, é uma linda garota magra do cabelo cacheado, tendo seus 20 anos e acaba tendo um pesadelo, na qual traia seu marido João, 19 com o Tonilson (18).
Esse conto é baseado em um Pesadelo Real da minha Esposa. Atenção, somente este primeiro conto (parte 1) é baseado na história real. Após isso é apenas a imaginação perversa. A História será contada na perspectiva de Luana.
No sonho, eu me via de volta à roça, sob o sol poente que pintava o céu de laranja e vermelho, como um fogo distante que aquecia minha pele. O ar estava carregado com o cheiro de terra úmida e capim fresco, misturado ao suor sutil do dia de trabalho. Eu sabia que algo proibido estava prestes a acontecer, mas uma curiosidade ardente me impulsionava, como se meu corpo agisse por conta própria, guiado por um desejo primal que eu não conseguia ignorar.
De repente, eu o via: Tonilson, com seu corpo forte e bronzeado pelo sol, os músculos definidos sob a camisa suada e aberta no peito. Seus olhos escuros me fitavam com uma intensidade faminta, e eu sentia um formigamento subir pela minha espinha. Sem palavras, eu o levava para o quarto antigo da casa, as tábuas de madeira rangendo sob nossos pés, o ar lá dentro mais quente, mais confinado, como um casulo secreto. A porta se fechava atrás de nós com um clique suave, isolando-nos do mundo lá fora. Meu coração batia acelerado, uma mistura de excitação e expectativa que fazia minha respiração vir em golfadas curtas.
Eu me aproximava dele primeiro, meus dedos tremendo levemente ao tocar seu rosto áspero, sentindo a barba por fazer roçar minha pele. "Vem", eu sussurrava, e nossos lábios se encontravam em um beijo urgente, faminto. Sua boca era quente e insistente, a língua explorando a minha com uma lentidão deliberada que enviava ondas de calor pelo meu corpo. Eu me pressionava contra ele, sentindo o contorno rígido de seu desejo através das roupas finas, e um gemido escapava dos meus lábios enquanto eu roçava meu quadril no dele, deliberadamente, sentindo cada centímetro de sua excitação crescer contra mim. Era como dançar em um ritmo proibido, meus movimentos fluidos e provocantes, o atrito criando faíscas de prazer que se espalhavam pelo meu ventre.
Ele me guiava para a cama velha, o colchão afundando sob nosso peso, e suas mãos grandes e calejadas começavam a explorar. Ele desabotoava minha blusa devagar, revelando minha pele nua aos poucos, seus dedos traçando linhas de fogo ao longo dos meus seios, apertando suavemente, fazendo meus mamilos endurecerem sob o toque. Eu arqueava as costas, convidando mais, e ele respondia baixando a cabeça, sua boca capturando um deles, sugando com uma pressão perfeita que me fazia ofegar. "Mais...", eu pedia, minha voz rouca de desejo, e ele obedecia, descendo beijos pelo meu abdômen, desabotoando minha saia e puxando-a para baixo junto com a calcinha, deixando-me exposta, vulnerável e ansiosa.
Agora nua, eu me sentia como uma deusa selvagem na roça, o ar fresco da janela aberta contrastando com o calor do seu corpo sobre o meu. Ele se posicionava entre minhas pernas, seus olhos fixos nos meus enquanto sua boca descia mais, beijando a parte interna das minhas coxas, provocando com lambidas leves que me faziam contorcer. Quando sua língua finalmente me tocava lá, no centro do meu prazer, era como um raio — quente, úmida, circulando devagar no meu clitóris, depois mergulhando mais fundo, explorando cada dobra com uma habilidade que me levava à loucura. Eu agarrava os lençóis, meus quadris se erguendo para encontrá-lo, ondas de êxtase construindo-se camada por camada. "Não para...", eu implorava, e ele intensificava, adicionando dedos que me penetravam ritmicamente, curvando-se para acertar aquele ponto sensível dentro de mim. O prazer crescia, incontrolável, até que eu chegava ao ápice — um orgasmo explosivo que me fazia tremer inteira, meu corpo convulsionando enquanto eu gritava seu nome, as estrelas dançando atrás das minhas pálpebras cerradas.
Mas o sonho não parava aí. Recuperando o fôlego, eu o puxava para cima, invertendo as posições. Agora era minha vez de explorar. Eu desabotoava sua calça, liberando sua ereção dura e pulsante, e a tocava com curiosidade, sentindo a pele macia sobre a rigidez, meu polegar circulando a ponta úmida. Ele gemia baixo, e isso me excitava mais. Eu o beijava de novo, descendo pelo seu peito, lambendo o suor salgado da sua pele, até chegar lá embaixo. Minha boca o envolvia devagar, saboreando-o, movendo-me para cima e para baixo em um ritmo que o fazia agarrar meu cabelo. "Você é incrível...", ele murmurava, e eu acelerava, misturando mãos e boca até sentir seu corpo tenso, à beira do limite.
Não satisfeitos, nós rolávamos na cama, corpos entrelaçados em uma dança selvagem. Ele me penetrava então, devagar no início, preenchendo-me completamente, cada estocada enviando choques de prazer pelo meu corpo. Eu envolvia minhas pernas ao redor dele, cravando as unhas nas suas costas, guiando o ritmo para mais rápido, mais profundo. Nós experimentávamos posições — eu por cima, cavalgando-o com movimentos circulares que me faziam gemer alto; ele por trás, suas mãos nos meus quadris, puxando-me contra ele com força possessiva. Fazíamos de tudo: oral mútuo, toques exploratórios em lugares proibidos, sussurros sujos que aumentavam a intensidade. O quarto ecoava com nossos sons — gemidos, suspiros, o slap ritmado de pele contra pele. O prazer se acumulava de novo, e nós chegávamos juntos ao clímax final, um êxtase compartilhado que nos deixava ofegantes, suados e entrelaçados.
No sonho, tudo era puro desejo, uma liberação selvagem e sem inibições, como se a roça inteira fosse nosso playground secreto. Mas, ao acordar, o eco do prazer se misturava à realidade, deixando-me com uma sensação de anseio misturado a culpa.
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Fiquem ligados nos próximos capítulos 🔥
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