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Minha mãe

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Sandra

Nunca fui daquelas piriguetes que só falam de sexo e se vangloriam de meter todo fim de semana, muito pelo contrário, apesar de adorar ouvi-las e até sentir algum tesãozinho imaginando-as naquelas situações contadas, tenho como bússola moral minha mãe, um mulherão de 1,75 m, magra, elegante, com um corpão todo proporcional, de andar ereto, tida como uma enérgica professora de exatas, lecionava pela manhã na Universidade Federal, dando aulas em três cursos diferentes, no período da tarde, é orientadora pedagógica em uma escola tradicional, onde estudei praticamente a vida toda. Quando eu tinha cerca de quatorze anos, meus pais se separaram, minha mãe, mantendo sua dignidade, manteve-se sem namorado, reservando apenas uma noites por semana para jantar com as amigas e colegas de magistério, pelo menos era no que eu acreditava. Com pouco mais de dezesseis, minha mãe passou a autorizar meu pernoite na casa do meu pai aos fins de semana, que já ele estava morando com outra mulher. Tive alguns namoradinhos, mas nenhum deles me empolgou o suficiente para eu ter momentos mais íntimos com eles. Voltei a ser aluna da minha mãe, quando entrei na faculdade e no primeiro fim de semana depois de meu aniversário de dezoito anos, acordei tarde no sábado, dei um beijinho nela e a avisei que dormiria na casa do meu pai, chegando lá, ganhei um celular novo, mas minha madrasta tinha sido operada da vesícula e resolvi voltar para casa para deixa-los mais a vontade. Entrei em nosso apartamento pela cozinha e escutei um som diferente vindo da sala de jantar, temendo ser um assalto, abri uma fresta na janelinha do passa prato e quase desmaiei com o que vi, minha mãe deitada sobre a mesa com os joelhos levantados com as pernas arreganhadas, minha professora de Física - I com a cabeça no meio das pernas da minha mãe, com um vibrador enterrado na buceta. Chocada sai do apartamento, peguei o elevador e fiquei algum tempo sentada na recepção do prédio sem saber o que fazer. Mais calma, pedi para o porteiro chamar meu apartamento pelo interfone, assim que minha mãe atendeu eu perguntei se ela queria que eu levasse pão para o lanche pois eu ia dormir em casa. Ela pela primeira vez desde que eu lembro mostrou insegurança na voz e me disse que eu deveria trazer pães a mais, pois tínhamos visita. Fui calmamente até a padaria, comprei pão, leite e frios e subi. As duas estavam perfeitamente vestidas e com as posses que lhes eram características, com o que fiquei puta. Logo após o lanche, a "visita" foi embora, tomei um banho e me preparei para dormir só de calcinha, como de costume. Quando ela entrou no meu quarto e sentou na minha cama, usando apenas um roupão atoalhado, para me dar um beijinho de boa noite, fui objetiva: "Por que você nunca me falou?". Ela ficou vermelha na hora, mas manteve-se aparentemente calma e respondeu: "Nunca lhe disse o que ?". Mostrando indignação respondi: "Sempre afastei alguns pensamentos com medo do que você diria, mas assisti você e a professora Claudia na sala de jantar hoje mais cedo". Ela ficou completamente sem ação e as lágrimas correram por seu rosto, com pena dela, a abracei e ela deitou-se a meu lado. Ficamos ali nos alisando como mãe e filha por bastante tempo, até que ela resolveu falar baixinho no meu ouvido: "Perdi um casamento por não conseguir esconder minhas preferencias, não quero perder você pelo mesmo motivo". Sem saber como consolar aquela mulher que eu sempre admirei, beijei sua boca e ela em um impulso transformou aquele beijo carinhoso em um beijo lascivo enfiando a língua na minha boca. Separamos nosso rosto e nos olhamos nos fundos de nossos olhos e foi a ver de eu beija-la com desejo e ela chupou minha língua de um modo tão gostoso que eu massageei de leve seus seios. Ela então desabafou: "Você sempre foi meu fruto proibido". Falando isso passou a mamar em meus seios, nossa que delícia aquela sensação de ter uma boca sugando tudo que cabia dentro dela e ir diminuindo o volume até chupar só o mamilo, abri seu roupão e devolvi a mamada do mesmo modo, minha mãe não era mais aquela pessoa cheia de posse, era uma fêmea que gemia como se tivesse sofrendo e ela mesmo por cima da minha calcinha passou a massagear meu grelo fazendo com que eu molhasse toda a peça de roupa e com uma expressão tesuda, tirou minha calcinha completamente úmida e pela primeira vez na vida senti meu grelo ser sugado, todo meu corpo vibrou e meus tendões endureceram, assim que ela enfiou a língua na minha racha, minha musculatura, especialmente do abdômen passaram a tremer e eu entrei em transe, gozando forte na boca da minha mãe e quando tentei chupa-la ela me segurou e disse: "Não filha, não podemos fazer mais isso". Levantou e se trancou em seu quarto. No domingo acordei com o som do chuveiro e vi minha mãe passar em frente a meu quarto e corri para o chuveiro, tomei um banho rápido e entrei no quarto de minha mãe nuazinha ela ainda estava em frente do espelho de corpo inteiro com a escova de cabelo nas mãos e não lhe dei tempo, puxei a ponta da toalha que estava enrolada pouco acima de seus seios fazendo-a ir ao chão, empurrei minha mãe contra o espelho e ajoelhei em sua frente enfiando a cabeça entre suas pernas ouvi apenas ela falai : "Aí filha..." Vencida pela que provavelmente sonhava em fazer a muito tempo levantou uma das pernas e eu penetrei sua volumosa buceta raspada com minha língua sentido suas mãos em meus cabelos e o gosto de uma buceta gostosa na boca, levei meus dedos a meu grelo e logo o quarto se inundou com nossos gemidos, foi nosso primeiro gozo juntas. Nos abraçamos e nos deitamos em sua cama. Hoje tenho uma namorada e continuo sendo a amante de minha mãe.

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