#Corno #Incesto

Minha neta casou com um pastor

1.1k palavras | 0 | 4.63 | 👁️
Alberto

Tenho duas filhas, uma separada a muitos anos e uma lésbica que nunca juntou os trapos com nenhuma das suas namoradas. Viúvo resolvi deixar minhas filhas viverem suas vidas como acham que devem viver. Logo após o casamento de minha neta quando tinha apenas dezoito anos, com quem sempre fui muito apegado, mudei-me para uma cidade de porte médio no Litoral. Eventualmente, minhas filhas me ligavam, mas minha neta me ligava todas as semanas sem falta. Apesar de satisfeito com minha vida de aposentado com uma namoradinha ali e outra lá, passei a ficar preocupado com os telefonemas da minha neta, percebi claramente que seu casamento estava muito desgastado, muito devido às convicções de seu marido que era um pastor quinze anos mais velho que ela. Em um sábado logo cedinho, quando eu me preparava para uma caminhada na praia, o interfone do meu quitinete tocou e eu surpreso autorizei a subida da minha netinha. Ao abrir a porta, ela me abraça e chora copiosamente, notei marcas escura em seu braço branquinho, mas a deixei a vontade para falar, sua primeira frase foi: "Meu casamento acabou, não quero mais saber daquele louco". Aos cinquenta e cinco anos, tinha aprendido a ouvir mais do que falar. Ouvi com paciência os mesmos relatos que ela costumava fazer ao telefone, mas tinha algo que ela não estava falando, inclusive o motivo das manchas escura em seu braço. Percebendo que ela não tinha trazido qualquer roupa, mandei ela ficar a vontade e desci passei na farmácia, comprei um remédio para hematomas na forma de spray, em uma loja de departamento comprei duas bermudas, quatro calcinhas, dois sutiãs, um tênis e quatro camisetas. Ao voltar para meu apartamento, aquele corpinho gostosinho estava coberto só com uma camisa social minha e pude ver nas coxas da minha netinhas várias marcas, Assim que lhe mostrei as compras, ela se trancou no banheiro e colocou uma das calcinhas novas. Suzi notando que eu tinha visto as marcas, começou a se abrir. Relatou que seu marido passou a agredi-la desde que ela sugeriu a ele uma relação anal, que ela queria muito experimentar, mas que era considerado por seu marido um grande pecado, a partir daquele momento, ele passou a considera-la uma vagabunda e sempre que se deitavam, ele lembrava das palavras dela e tomado pela raiva promovia uma sessões de desobsessão, agredindo-a. Para fazer-me acreditar, mostrou-me seu lindo bumbum com a marca de quatro dedos impresso em cada nádega. Revoltado, com pena e tesão alisei aquelas nádegas volumosas e surpreso, a vi balançar o quadril e fechar os olhos, mais surpreso ainda fiquei ao ver na camisa social a marca de seus mamilos duros. Tentando me controlar, passei o spray nos braços e nas coxas dela, mas perdido no que o marido dela certamente chamaria de luxuria, ao invés de passar o spray naquelas nádegas provocantes eu beijei o local, minha netinha gostosa, levou as mãos aos seios e gemeu, não um gemido de dor, mas sim de prazer. Já descontrolado, afastei a calcinha e passei a língua em seu rego, aquele corpinho jovem e carente estremeceu a ponto de eu perceber que ela ia perder o equilíbrio a fiz ajoelhar no tapete ao mesmo tempo que baixava sua calcinha, abri suas nádegas e admirei seu cuzinho rosa piscando irresistivelmente para mim e enfiei a língua nele, assim que comecei o processo, senti minha mão que estava em uma de suas coxas molharem, afastei a cabeça e constatei que minava abundantemente liquido daquela bucetinha cabeluda fazendo de suas coxas duas cachoeiras, voltei a penetrar aquele cuzinho com a língua e ela tremeu gemendo enquanto gozava esplendorosamente, já louco por ver como aquela mulher jovem gozava, a peguei no colo levando-a a minha cama e a deitei deixando sua bundinha para fora do colchão, levantei suas pernas apoiando seus calcanhares em meu ombro, segurei minha pica que estava tão dura quanto ficava quando eu tinha vinte anos e forcei, assim que a cabeça entrou, Suzi teve uma maravilhosa convulsão orgástica e eu continuei empurrando sentindo que aquele túnel nunca tinha sido usado pois ao mesmo tempo que ela exibia em suas feições extremo prazer, fazia também caretas de dor. Passei a fazer movimentos com o quadril e a masturbar aquela bucetinha com meus dedos até encher seu canal de esperma levando-a a outro demorado e profundo gozo. Trocamos nosso primeiro beijo lascivo e ela me disse com voz tesuda: "Você não tem ideia de quantas vezes sonhei com isso, quero morar aqui para termos momentos como esse todos os dias". Pequei minha netinha no colo e a levei para o chuveiro, lá mandei ela arreganhar a perna e fiz o que seu marido nunca mais depois do casamento deixou ela fazer, peguei a tesourinha, aparei seus pentelhos, depois peguei um barbeador descartável e raspei caprichosamente seus peles pubianos e a levei novamente para a cama. Ali fiz sua buceta conhecer os prazeres de uma língua pode proporcionar e recebi como recompensa, várias esguichadas de liquido vaginal na cara. Ao tentar penetrar aquela bucetinha, minha neta me avisa que eu teria que gozar fora como seu marido fazia para não engravida-la, pois sua religião não permitia métodos anticonceptivos, desesperado, tirei do criado mudo uma camisinha, enfiei naquela buceta apertadinha fazendo-a conhecer um pau encapado. Ela gozou gostoso sentindo a camisinha encher de porra dentro dela. Faz mais de um ano que Suzi mora comigo, seu marido, nunca bateu nossa porta.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos