O macho da minha mãe [2]
Não pode cobiçar a mulher do próximo. Mas e o macho da minha mãe?
Três semanas depois que voltei pra casa, aconteceu uma coisa que não consegui tirar da cabeça. Era uma manhã de quarta-feira. Minha mãe estava fora desde segunda porque a paciente dela tinha piorado e a família pediu que ficasse mais tempo. Eu estava sozinho em casa com meu pai dormindo no quarto. Acordei cedo, o corpo acostumado com o horário antigo de entregador. Levantei às sete, fiz um café forte na cozinha e liguei o rádio baixinho pra não acordar ele. Mas naquele dia o calor já apertava às oito, sol batendo na janela como se quisesse arrombar o vidro. A cidade no verão é assim: acorda quente e só piora, ar úmido grudando na pele, camisa colando antes mesmo de você sair.
Fui pro banheiro tomar banho. O chuveiro elétrico da gente é aquele modelo barato de loja de construção, noventa reais, que faz barulho de motor velho quando liga. Tirei a roupa, joguei no cesto ao lado da pia, abri no frio máximo e a água gelada tomou conta rápido. O banheiro é pequeno: azulejo branco rachado, espelho embaçado de anos, vaso do lado do box, pia com sabonete quase no fim. Cheiro de umidade misturado com o desodorante na prateleira. Ensaboei o corpo, deixando a água fria batendo na pele quente do calor, e enquanto ensaboava o pau, minha cabeça viajou para noites antigas, com rolos rápidos que não preenchiam nada.
Mas aqui em casa o tesão era outro nível: mais fundo, mais perigoso, girando todo em torno dele.
Não ouvi nada. O barulho do chuveiro abafava tudo, e os passos no corredor de madeira passaram despercebidos. A porta nunca fechou direito desde criança: empurra e parece trancada, mas qualquer empurrão abre se não girar a chave. Nunca tranquei quando o chuveiro estava ligado, hábito antigo. O ar úmido do banheiro embaçava o espelho inteiro, a temperatura pesada como sauna improvisada. Eu estava lavando o cabelo, o shampoo escorrendo nos olhos, quando senti a corrente de ar quente entrando.
O ar mudou, se mexeu de um jeito diferente. Olhei pela fresta da borracha do box e o coração disparou: ele estava lá.
De costas pra mim, cueca boxer cinza, na frente do vaso. Ainda no automático de quem acabou de acordar, cabeça inclinada, ombros soltos. Não tinha me visto, ou o sono estava tão forte que nem processou o chuveiro ligado. Coçou a barriga devagar, soltou um gemido baixo de quem se espreguiça depois de noite pesada no trampo. A cueca tinha descido um pouco de um lado, mostrando a dobra da bunda branca contrastando com a pele mais escura das coxas. Eu congelei. Sabonete escorregou da mão e caiu no piso com um ploc molhado. O cheiro dele chegou junto com o ar quente: suor noturno, axila quente, virilha depois de algumas horas deitado.
Fiquei parado, o coração martelando. O tempo que um homem leva pra mijar de manhã é longo, ainda mais depois do turno da noite se ficar focado por muito tempo. Fiquei ali o tempo inteiro, do outro lado do box. As costas largas, nuca com cabelo solto (ele devia ter dormido sem prender, coisa rara), ombros marcados por marcas pequenas de anos de trabalho. Cueca meio caída, linha da virilha exposta. O jato saía forte, o barulho de mijo batendo na água ecoando no banheiro úmido apesar do chuveiro.
Meu pau reagiu na hora, endurecendo debaixo da água gelada. Tentei não olhar, mas os ouvidos voltavam para o som da mijada dele. Vi o contorno enquanto ele mijava, grosso mesmo mole, cabeçuda, veias marcadas. Ele sacudiu duas vezes, forte, sem frescura. Meu cu piscou sozinho, imaginando aquela grossura abrindo espaço dentro de mim.
Quando ele terminou e começou a se virar, desviei o olhar, mas não fui rápido o suficiente. No segundo entre acabar e eu desviar, reparei em tudo. A cueca ainda aberta, tecido afastado do jeito de quem nem se preocupou em arrumar logo. Base larga, cabeça vermelha contrastando com a pele branca, veias pulsando levemente, saco pendurado, bolas grandes e suadas.
Foi quando notei que ele me encarava. Parou um segundo, os olhos grogues se abrindo mais, processando. Depois arrumou a cueca sem pressa nenhuma, do jeito de quem faz porque precisa, não porque está envergonhado. Puxou o elástico, deu uma coçada rápida nas bolas por cima do tecido, grunhiu baixo “porra de calor”, a voz rouca de sono, e saiu. Fechou a porta devagar, fazendo um clique suave ecoando no banheiro que agora só tinha o barulho do chuveiro.
Fiquei debaixo da água gelada mais dez minutos sem conseguir sair. Meu pau duro pra caralho, soltando pré-gozo que se misturava ao sabão, latejando sem parar. Bati uma punheta ali mesmo, encostado na parede fria, imaginando aquela rola na minha boca, o gosto salgado de pica que mijou recentemente, o cheiro invadindo as narinas.
— Pai… me fode!
Gemi baixo e gozei forte, as pernas tremendo por alguns segundos enquanto o leite jorrava para o ralo. Saí do banheiro tremendo, mas não de frio: era tesão reprimido, daqueles que deixa o corpo quente e o coração na boca.
***
O dia inteiro foi uma tortura.
Tinha conseguido um freela temporário em uma livraria. O trabalho era bem tranquilo, mas naquele dia, catalogando livros novos, até o chefe notou
— Que foi, Lucas? Tá distraído hoje.
Só consegui rir forçado:
— Calor tá matando né, chefe.
Almocei sem sentir o gosto. À tarde, no depósito atrás das estantes, o tesão não parava.
Voltei pra casa no fim da tarde, o sol ainda alto, calor abafado. Ele já estava acordado, na cozinha, regata branca colada, bermuda folgada. “Boa tarde, Luquinha”, grunhiu, a voz rouca, barba por fazer coçando no queixo. Só respondi “boa, pai”, evitando olhar nos olhos dele, mas sentindo o cheiro: suor de sono misturado com café. Sentei do outro lado da mesa, peguei um pão, estômago revirado.
Ele falava do trampo:
— Máquina quebrou de novo, porra de chefe não conserta.
Eu assentia, mas meus olhos escapavam pro volume na bermuda.
— Tá quieto hoje, moleque. Algum problema?
Neguei:
— Nada não, só o calor.
Mas o calor vinha de dentro. Queria ajoelhar ali mesmo e mamar aquela rola que eu tinha visto de manhã.
Naquela noite, depois que ele saiu pro trabalho e fiquei sozinho, tranquei o quarto. Bati punheta até a mão doer. Não foi a primeira vez. Foi a primeira vez que não tentei parar. Imaginei ele entrando no box comigo, me virando contra a parede fria, cuspindo no meu rabo, dedando forte com aqueles dedos grossos de macho trabalhador, depois metendo a pica cabeçuda devagar, abrindo caminho, gemendo rouco “toma, viadinho”. Gozei forte na barriga, leite quente escorrendo.
Mas o tesão continuou, e dessa vez falou mais alto. Levantei, fui pro banheiro e bati outra, de joelhos no piso frio imaginando ele mijando na minha cara, na minha boca. o jato quente salgado enchendo minha garganta. Enquanto fantasiava com ele dizendo “Toma tudo, filho”, gozei de novo.
Preciso explicar uma coisa antes de continuar.
Saber que sentia tesão pelo Diogo não era novidade daquele dia no banheiro. Vinha crescendo devagar fazia anos, daquele jeito que você só percebe quando já tomou conta de tudo. Comecei a prestar atenção diferente quando os hormônios explodiram, e aquilo foi só aumentando. Nas tardes de domingo ele lavando o carro no quintal, mangueira na mão, água escorrendo, bermuda molhada marcando tudo, e eu fingindo brincar com o cachorro mas reparando cada detalhe.
— Vem ajudar, Luquinha.
Ele me chamava, e eu ia, passando o pano, esbarrando “sem querer” para sentir sua pele.
Ele era exatamente o tipo que eu tinha na cabeça como referência de masculinidade antes mesmo de ter palavra pra isso. Macho escroto, que resolve problema com ferramenta e problema emocional com silêncio. Que ocupa espaço sem pedir licença. Ele assistia MMA na TV gritando “bate nesse viado”, bebendo cerveja, arrotando alto, e eu do lado rindo junto imaginando ser o viado dele. Quando consertava o carro na garagem, deitado no chão, o suor pingando, eu “ajudava” com as ferramentas, tesão me deixando tonto.
Com ele não era fantasia abstrata, era concreto. Estava ali todo dia. Acordava de cueca, andava pela casa sem camisa, tomava cerveja com o braço levantado mostrando a axila sem nem perceber. Nas noites em que minha mãe trabalhava e ele folgava, ficava mais à vontade: andava de cueca pela casa o dia todo, coçando as bolas na sala, deixando seu cheiro dominar o espaço.
— Faz um rango pra mim, Luquinha? Tô com fome.
Ele pedia e eu cozinhava sem nem pensar, só para sentir os olhos dele em mim como eu sabia que ele fazia. Ou era só minha cabeça? O que importa é que o tesão virava punheta noturna, imaginando ele me pegando na cozinha, me virando na pia, metendo por trás enquanto gemia.
Até o dia do banheiro eu tinha conseguido enfiar aquilo numa gaveta lá no fundo. Mas depois daquele dia a gaveta não fechou mais. A imagem da rola balançando pesada, o cheiro de mijo no ar úmido, me deixou louco. Nos dias seguintes eu até evitava olhar pra ele na mesa, mas o tesão cozinhava devagar, deixando o ar da casa pesado. Ele até notava, mas só ria escroto:
— Qual foi, Luquinha? Tá estranho, parece até que viu fantasma.
Eu só murmurava “nada”, mas por dentro queria ajoelhar e engolir aquela pica até o talo, sentir o leite quente dele escorrendo na garganta. O banheiro abriu tudo. O fogo queimava mais forte que qualquer pudor ou tabu por ele ser o homem da minha mãe.
Os dias depois foram de tensão pura. Na quinta ele acordou cedo, entrou na cozinha enquanto eu tomava café, de cueca, o pau marcando a ereção matinal.
— Bom dia, moleque
Ele coçou o saco sem vergonha e meu cu piscou na hora, o pau começando a dar sinal de vida. Respondi com voz tremendo levemente. Ele sentou do lado e pegou o pão, seu cheiro me invadindo. Conversamos bobagem, mas meus olhos escapavam pro volume toda hora.
— Tá olhando o quê? — perguntou rindo.
Respondi que nada e corei. Mas o tesão crescia, pronto pra explodir em qualquer esbarrão.
Na sexta, com minha mãe ainda fora, ele chegou do trampo moído, tomou banho e sentou no sofá de cueca, abrindo uma cerveja logo cedo.
— Vem ver TV, Luquinha.
Sentei do seu lado, nossas pernas se tocando ligeiramente, o calor do corpo dele irradiando. Notei seu pau marcando na cueca fina.
— Tá quente pra caralho! — resmungou, abrindo as pernas mais, o volume balançando livre.
Sentia meu cu piscando
— Sim, pai — concordei, a voz fraca.
Ele notou, olhou de lado, mas não disse nada.
A tensão era elétrica, o ar da sala pesado de desejo não dito. O banheiro foi o gatilho definitivo. Mas o fogo já estava aceso fazia tempo. Agora era só questão de tempo pra tudo pegar fogo de vez, pra aquela rola encontrar o caminho pro meu rabo faminto.
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