#Gay #Incesto #Traições

O macho da minha mãe [1]

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UmaLontra

Não pode cobiçar a mulher do próximo. Mas e o macho da minha mãe?

Olá, pessoal. Essa é a primeira vez que tento escrever aqui. A história será um pouco longa pra conseguir desenvolver bem, mas acredito que vai valer a pena! Os nomes foram alterados.

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Meu nome é Lucas, ou Luquinha para algumas pessoas mais próximas. Tenho vinte e três anos, sou branquinho, cabelo loiro, 1,76 de altura. Sempre fui magro daquele jeito que as pessoas param, olham e perguntam se eu como, e eu respondo na lata que como mais que qualquer uma delas. É verdade: é genética pura. O problema é que essa magreza para mais ou menos na altura do quadril. Abaixo da cintura eu viro outro cara: uma bunda redondinha, bem formada, que chama atenção pra caralho no corpo magro. Cresci ouvindo piada pra todo lado por causa disso. Aprendi a conviver, e com o tempo até gostar, de certa forma. Tipo, na escola os garotos zoavam que eu tinha “o rabão maior que as mina”, a gente ria junto, mas eu fui percebendo que realmente chamava atenção de um jeito diferente. Não que eu tivesse outros traços femininos ou coisa do tipo, mas a bunda é a bunda. E eu aprendi a usar isso pra me sentir bem, principalmente quando saquei que meu tesão não era só por buceta. Tinha algo mais. Um fogo que queimava de verdade quando eu via um moleque ou um cara macho de verdade, daqueles brutos, sem frescura nenhuma.
Cresci no norte do estado, região onde o calor do verão é daqueles que castiga pra valer. Aqui todo mundo se conhece, ou conhece alguém que conhece. A cidade tem fábricas têxteis espalhadas por todo lado, mas ainda é de porte médio: nem grande demais, nem pequena demais. Nas ruas mais antigas dos bairros onde eu cresci ainda sobrevive aquele jeito de interior. Casas com portão de ferro, quintal com mangueira, vizinho que sabe exatamente o horário que você chega. Aqui o povo é assim: vai ao supermercado, encontra o primo do amigo que trabalha na padaria e conta a vida inteira enquanto embala o pão.
No verão o asfalto ferve, as ruas ficam vazias porque ninguém aguenta o sol rachando a cabeça. À noite os botecos lotam, a rapaziada bebendo cerveja, jogando sinuca, som alto rolando. É o tipo de lugar onde você cresce sabendo que o mundo é bem maior, mas acaba voltando porque o conforto é esse: todo mundo sabe seu nome e ninguém pergunta demais da sua vida particular… a não ser que você dê mole.
Fui embora aos dezoito anos atrás de vida independente. Trabalhei no que apareceu, morei em república, entreguei comida de bicicleta por mais de um ano. Era uma correria do caralho: pedalando debaixo de chuva grossa, subindo ladeiras intermináveis com a mochila pesada nas costas, lidando com cliente fresco que reclamava que o lanche chegou frio ou que a coca tava sem gás. Mas eu curtia a liberdade pra valer! Morar com a galera da faculdade, fumar um beck no final do dia, sair pra balada e pegar quem desse na telha. Tinha uns rolos com minas, rápidos, sem compromisso. Mas também comecei a experimentar com uns caras. Um encontro no cinema, uma mamada no banheiro do bar, uma brotheragem rápida numa rua afastada. Foi numa dessas que eu saquei de verdade que meu tesão por machos era real, e não só curiosidade de moleque querendo comparar pica com os amigos. Eu gostava do cheiro. Do peso. Da textura.
Mas não deu certo na outra cidade. A casa foi assaltada, levaram notebook, celular, até a bike que eu usava pra trampar. O colega que morava comigo pirou de vez e voltou pra casa dos pais, me deixando sozinho, sem grana pro aluguel e comendo miojo todo santo dia. Só me restou ligar pra minha mãe num sábado à tarde e contar o que eu tinha tentado evitar ao máximo. Ela mandou o dinheiro da passagem sem fazer pergunta nenhuma e ainda completou:
— Volta pra casa que aqui tem quarto e tem comida.
E tinha mesmo.
Mas também tinha o meu padrasto… Porra!
Diogo não era daqueles pais afetuosos que vão pra reunião de escola ou brincam no quintal. Era mais o tipo que chegava, resolvia o que precisava resolver, tomava cerveja no fim de semana e não tinha frescura com nada. Ele entrou na nossa vida quando eu tinha uns sete anos e ficou. Quando você cresce com um homem dentro de casa, ele vira referência paterna, referência masculina. Talvez por isso eu me acostumei tão fácil a chamá-lo de pai. Ele me ensinava as coisas práticas da vida: trocar pneu de carro, consertar encanamento vazando na pia da cozinha, lidar com o banco quando a conta tava no vermelho.
— Vem cá, Luquinha. Aprende isso que homem de verdade não precisa dos outros pra qualquer coisa.
Eu ficava do lado dele, observando ele suado, camiseta colada no corpo peludo, e já sentia um formigamento esquisito. Na época eu achava que era só admiração.
Ele tem uns quarenta e dois anos, branco, pele que avermelha fácil quando bebe ou pega sol demais. Um metro e oitenta e dois. Corpo de quem sempre trabalhou pesado e, depois de certa idade, ganhou aquela barriga que só a cerveja de fim de semana proporciona. Não é enorme, não chega a mudar a silhueta toda. É mais a barriga de um homem casado que não precisa mais impressionar ninguém, aparece quando a camiseta tá por dentro da calça, mas some razoavelmente quando ele tá de bermuda e camisa larga. Uma barriga que faz parte do corpo masculino, não um defeito. Quando ele senta no sofá ela deixa os pelos escapando pela camisa velha, dando aquele ar de macho que não se depila nem pra agradar ninguém.
O cabelo é preto, na altura dos ombros, com fios brancos aparecendo devagar. Os cachos pesados quase sempre presos num rabo de cavalo com elástico. Quando solta (coisa rara, porque ele acha frescura), o rosto fica enquadrado de outro jeito, parece mais novo, mais solto. Teve um dia que o elástico estourou na mão dele e ele passou o dia inteiro com o cabelo solto. Essa imagem ficou gravada na minha cabeça com uma nitidez que eu não pedi e nunca consegui apagar. Ele xingava baixo, “porra de elástico vagabundo”, coçando a cabeça, e os cachos caíam nos ombros largos, molhados de suor porque era verão. Eu via tudo da cozinha, fingindo lavar louça, mas com o pau já ganhando vida dentro da bermuda.
A barba ele faz só uma vez por semana, normalmente domingo. O resto do tempo deixa crescer uns quatro a seis dias: escura, grossa, de quem tem pele branca e pelo forte. Coça quando você passa a mão e deixa a pele do rosto vermelha e sensível por horas depois da gilete. Ele raspa no banheiro com a porta aberta, espuma no rosto, lâmina passando devagar. Eu gostava de assistir quando era moleque, prestar atenção no barulho da lâmina raspando, no cheiro de sabão barato misturado com o suor dele.
Mas o que realmente define ele, do jeito que nenhuma outra coisa define, é a pentelhada. O homem é peludo como gente de verdade: sem filtro, sem pose de revista. Não é pelo arrepiado, fofo, tipo almofada. É pelo fininho, grudado, grosso e escuro que não para de crescer. Cobre antebraços do pulso até o cotovelo, pernas, parte das coxas, e se espalha pelo peito e barriga de forma natural: mais concentrado no meio, engrossando no osso do peito e nos mamilos, rareando nas laterais. Na barriga a trilha grossa desce do umbigo em linha reta, firme, sem desvio, entrando no elástico da cueca ou da calça. Os pelos dos sovacos são de outro nível: quando ele levanta o braço aparece uma mata escura, intensa, nunca aparada. Com o calor aquilo produz um cheiro impossível de ignorar. O cheiro inebriante de macho sem filtro, sem desodorante caro, sem nada entre o corpo e o ar. O nariz capta antes de qualquer julgamento. Quando ele esticava o braço pra coçar ou alcançar alguma coisa, o cheiro exalava forte: axila suada misturada com o dia inteiro de trabalho. Eu sentia de longe quando era moleque. Agora, adulto, aquilo virava tesão puro, cu piscando só de imaginar enterrar o nariz ali.
Ele trabalha no turno da noite numa fábrica têxtil, das 21h às 6h da manhã. Chega em casa antes do sol nascer, dependendo do ônibus. Dorme até duas ou três da tarde. Acorda, almoça, fica em casa, toma banho às sete e meia e volta pro trampo. Rotina igual há mais de quinze anos, sem grande variação. Reclama das máquinas velhas, mas nunca muda.
É o tipo de macho que aceita a vida como ela vem, grunhindo e seguindo em frente.
Minha mãe, Sílvia, trabalha como cuidadora de idosos. O horário não é fixo: quando o paciente piora ela pode passar dias, às vezes uma semana inteira, sem voltar pra casa. A família paga o extra de pernoite e é esse extra que fecha as contas no fim do mês. Por isso é comum ela ficar fora por longos períodos. Quando ela está em casa, meu pai muitas vezes já saiu pro trabalho ou ainda está dormindo. Ela é uma mulher forte, daquelas que criaram filho sozinha antes de casar de novo. Diogo foi quem trouxe estabilidade, grana pro aluguel, comida na mesa. Mas o casamento deles está morno faz tempo. Eu via as discussões leves, nada de grito, ela reclamando que ele não dava mais atenção e ele respondendo que tava cansada do dia de trabalho. Não rolava mais fogo. E eu, no meio disso tudo, comecei a notar o homem da minha mãe de um jeito que eu não devia.
Esse era o casamento deles: dois adultos funcionais dividindo casa e orçamento com a cortesia eficiente de quem já passou da fase da paixão e ficou só na rotina. A rotina bastava pra manter as coisas andando. Não brigavam, mas tinha uma ausência de calor que às vezes doía mais que briga. Dormiam na mesma cama, mas eu via que não rolava mais nada: meu pai virava pro lado, roncava alto, e minha mãe ficava no celular até pegar no sono. Eu, crescendo, via aquilo e pensava no que eu não queria pra mim.
Quando eu voltei pra casa, tudo parecia exatamente igual: cozinha pequena, sala com sofá desgastado onde meu pai sentava pra assistir futebol xingando o juiz de filho da puta, quarto do casal com lençois cheirando a recém-lavados, e meu quarto ao lado, cama de solteiro e paredes marcadas de pôsteres antigos. Ele me recebeu com um abraço forte:
— Bem-vindo de volta, Luquinha. Agora vai arrumar um trampo por aqui ou vai ficar só mamando na teta da mãe?
A segunda parte ele sussurrou baixo no meu ouvido e riu, a barba por fazer raspando no meu pescoço. Eu ri junto, mas senti um susto quando reparei na sensação da barba e meu pau pulsou sem pedir licença.
A verdade é que meu tesão por ele começou bem antes, lá pelos onze anos, com os hormônios a mil. Nessa época eu já ficava de olho nele sempre que dava, principalmente quando ele acordava com o pau duro pra mijar. Dormia só de cueca boxer velha, daquelas que mal seguram o volume. Eu via o contorno exato da rola, cabeçuda, meio torta pro lado esquerdo, pentelhos pretos escapando pelas laterais. Meu pau endurecia na hora e eu corria pro quarto bater uma punheta pensando naquele cheiro de macho suado.
As coisas começaram a mudar de verdade num dia que eu estava tomando banho e ele entrou sem bater, coçando a barriga peluda.
— Preciso mijar urgente, Luquinha.
Abaixou a cueca ali mesmo, pica grossa balançando, pentelhos molhados de suor, soltou um jato forte no vaso. Barulho de mijo batendo na água, cheiro invadindo até o vapor. Eu olhei disfarçando, hipnotizado. Depois que ele saiu bati uma punheta ali mesmo, gozando na parede do box, pensando naquela pentelhada dele.
Com os anos o tesão só cresceu. Eu espiava ele no sofá, pernas abertas, cueca marcando o pau mole, saco pendurado. Quando minha mãe ficava fora por causa do trabalho, a casa era só nossa e a tensão ficava gigante. Ele notava meus olhares, mas só ria.
— Qual foi, viado? Tá olhando o quê?
Parecia zoeira. Pelo menos eu achava.
Eu cozinhava pra ele e ele comia, só resmungando em aprovação. À noite, quando eu ouvia ele no banheiro mijando forte antes de entrar no banho, meu cuzinho piscava imaginando seu corpo. As punhetas viraram diárias, eu pensando nele me dominando, me chamando de putinho e enchendo meu rabo de leite. A cidade, com seu calor e rotina, só atiçava cada vez mais aquilo, me deixando louco de tesão.
Eu sempre notei o homem que estava lá. Mas agora, de volta, percebia que o tesão também estava.

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