#Incesto

Convivendo com minha filha e minha neta - segunda parte

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Alberto

Mantendo uma relação incestuosa com minha filha de trinta e cinco anos, aos cinquenta e dois, fazia de tudo para minha neta de dezoito anos não perceber. Festejei muito quando minha neta foi aprovada no vestibular de medicina na faculdade de nossa cidade mesmo. Em uma sexta feira, paguei a matrícula financeira da faculdade de Silvia, minha neta. No caminho de volta, da faculdade, parei para reservar o aluguel de uma lancha para o dia seguinte. Logo após sairmos do escritório do locatário, minha neta que estava mais agarrada comigo que com a própria mãe, me pergunta se eu ia levar alguém comigo no dia seguinte, respondi que não, ela toda charmosa pediu para eu leva-la. O sábado amanheceu ensolarado, acordamos cedo e fomos para o píer onde tomei posse da lancha, Durante o percurso, Silvia tirou a camiseta e a bermuda, ficando apenas com seu biquininho, assim que vi as bochechas de sua bundinha, fiquei de pau duro, mas meu desespero maior foi ver que sua volumosa buceta não cabia dentro daquele paninho, hora saia de um lado, hora saia do outro. Silvia durante todo o tempo, se segurava em meu pescoço para não cair e é claro que viu minha ereção, meu pau tentava se livrar da sunga a todos os instante e minha neta sem piedade esfregava seu corpinho durinho no meu. Durante a navegação eu estava em um estado lastimável de pré gozo, tentando pensar em outras coisas, até que chegamos a uma ilha com uma praia maravilhosa, joguei a poita e pulei no mar pensando em bater uma punheta disfarçadamente, mas a danada pulou atrás de mim e novamente abraçou meu pescoço com os braços e minha cintura com as pernas, descansando sua bunda na minha rola, deu uma reboladinha e um sorriso maroto, não resisti a seus lábios entre abertos e a beijei gulosamente e ela correspondeu chupando demoradamente minha língua, só interrompendo o beijo para dizer: "Eu sabia que meu primeiro beijo seria maravilhoso, estou pronta para ir em frente". Subimos no barco e voltamos a nos beijar, a safadinha me fez gozar só esfregando seu corpo no meu, ao perceber que eu estava com a sunga toda melada de porra, voltei a pular no mar e me limpei, quando voltei ao barco, Silvia estava nuazinha em um claro pedido por rola, tirei minha sunga e a abracei sentindo seus espasmos musculares, a deitei no fundo do barco, levantei seus joelhos e admirei aquele volumoso Monte de Vênus coberto por pentelhos caprichosamente aparados bem baixinho, abri com os dois indicadores os grandes lábios virgens e abocanhei o grelinho rosa sugando com toda a vontade de minha tara, ela emite aquele som maravilhoso de mulher tentando respirar fundo e segura minha cabeça, passei minha língua naquela racha deliciosa e a levei a um gozo profundo, sentindo suas coxas tremerem em volta minha cabeça. Ao sentir que ela não estava mais pressionando minha cabeça, escorreguei sobre aquele corpinho jovem e nos beijamos, meu pau entrou certinho entre suas pernas, roçando aquela bucetona ela voltou a se contorcer e tremer e com a dificuldade para falar balbucia: "Não para está uma delícia, mas não goza assim pois posso engravidar". Segurei o gozo sabendo do risco que estava correndo e continuei friccionando sua racha vendo-a gozar novamente abraçadinha em mim. Ela ciente do risco de engravidar ainda virgem, assim que terminou de gozar, virou o corpo e abocanhou minha caceta, recebendo quase imediatamente jatos de leitinho na boca. Engoliu quase tudo, mas virou o rosto para eu não vê-la com a boca esporrada e jogou-se ao mar, dei um tempinho e pulei atrás. Vendo que outra lancha se aproximava, voltamos para o barco e nos vestimos. Coloquei o barco em movimento a baixa velocidade, passamos a conversar como um casal de namorado e ela com aquela carinha de sacana, falou que sabia da relação incestuosa que eu tinha com a mãe dela, o que não foi surpresa para mim, ela não era boba e sua mãe querendo meter todos os dias, era claro que pelo menos ela desconfiaria, mas fiquei surpreso quando ela revelou que sua Suzi minha filha, sabia das intenções de Silvia de me seduzir, sem saber o que dizer, devo ter feito aquela cara de bobo e ela então confessou que Suzi não nos tinha acompanhado no passeio a seu pedido e por saber da minha obsessão por ela, o que me deixou mais perdido ainda. Continuamos conversando e minha neta relatou a conversa que teve com a mãe na noite anterior, onde ambas prometeram controlar os ciúmes que era característica das duas para me fazerem feliz.
Assim que chegamos em casa, as duas se trancaram na suíte de Suzi, minha apreensão estava na tampa, quando minha neta saiu de lá e passou pela sala de estar com um belo sorriso, logo depois, minha filha sentou-se a meu lado, beijou meu rosto dizendo: "Acho que você vai ter que aposentar para dar conta de duas". Rimos mas aquela era a mais pura verdade. Na segunda a noite, noticiei às duas que só teria mais aquela semana de trabalho, após o que me dedicaria exclusivamente a ser pai e avó.
No sábado, passei a manhã arrumando as coisas que tinha trazido do escritório, e depois do almoço, sentei-me na cadeira de balanço adormecendo. Quando acordei, a porta da suíte de minha neta estava aberta e ela estava foleando uma revista vestindo um de seus biquininhos, entrei, aquela carinha de menina levada não me enganou, tentei passar a chave na porta, mas a chave não estava lá, quando cheguei perto da cama a danadinha tirou o sutiã e eu cai de boca naqueles lindos par de seios mamando como um bezerro faminto, ouvindo seus gemidos tesudos. Quando tirei a bermuda, Silvia tirou a calça do biquini, colocou dois travesseiros empilhados e apontou para a mesinha de cabeceira, mostrando-me o tubo de gel, desesperado mergulhei entre suas nádegas e enfiei a língua em seu cuzinho, fazendo-a choramingar, devo ter comido aquele cuzinho gostoso com a língua por mais de dez minutos enquanto minha netinha se debatia com as mãos na virilha, até que ela gozou sem economizar os gritinhos de prazer, continuei alisando aquelas nádegas deliciosas, até que ela falou com vozinha de criança mimada: "Vovozinho, como o cuzinho de sua netinha, come". Rapidamente peguei o tubo de gel, coloquei o bico do tubo no buraquinho e apertei, passei bastante gel na cacete, apontei a pica e forcei, o corpo da minha netinha deu um pulinho quando a cabeça entrou, vi no espelho grudado na porta do closet que minha neta estava fazendo um "O" com os lábios e a careta de dor que fez logo depois, forcei mais um pouco e ela provando sua disposição, balançou a bundinha para um lado e para o outro, mordeu as costas do dedo indicador com o punho cerrado e arrebitou mais ainda, vendo que aquele rabinho até então virgem tinha aceitado mais da metade do meu cacete, passei a fazer o movimento de vai e vem, deliciando ao ver o biquinho que aquele cuzinho formava a cada puxada, uivei como um lobo que acabara de abater sua caça, fazendo minha neta gozar junto comigo. Só então, percebi a presença da minha filha na suíte, com cara de tarada, aproximou-se e antes de eu tirar a pica do rabo de minha neta, beijou a testa da filha e me deu um beijo na boca.

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Comentários (3)

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  • Sófiaz: Eu queria muito conversar sobre contos assim... T Sofirskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
    • Pluma Do Prazer: Pode puxar

      • uid:yq67gs4z
  • Márcio: Esses relatos de relações incestuosas são bons demais T fcct88 por incrível que pareça é mais comum do que a gente imagina. Votado

    Responder↴ • uid:81rcpa6uhm