#Gay #Grupal

bebado na favela, continuaçao, pedi ajuda aos traficantes e acabei sendo fodido por eles

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puta de machoi

o dia que dei pra 15 no cinemao porno,levei muita leitada e mijo no rabo

Eu sai cambaleando do beco, com,o corpo todo dolorido e pegajoso de porra seca dos mendigos. O cu ardia como fogo, esticado e vazando resquícios de esperma azedo, as pernas tremendo de tanto tesão e cachaça barata que me deixou zonzo. A rua da favela tava escura, só o som de tiros distantes e funk pesado ecoando. Bêbado pra caralho, eu pensei em pedir ajuda – mas no fundo, era mais tesão do que medo. meus olhos piscaram pra luz fraca de uma boca de fumo ali perto, onde os traficantes do bairro mandavam ver.

Eram uns oito malandros, Oi, tudo negões tatuados de balas e caveiras, com olhares que matavam ou fodiam. Cada um com rola de no mínimo 25cm, veiudas e grossas, marcando nas bermudas folgadas – eu via o volume balançando enquanto eles fumavam crack e contavam notas sujas. O chefe, um grandão chamado DJ, te viu tropeçando na entrada. "E aí, putinho? Tá perdido ou veio mamar?" Os outros riram, me rodando como lobos.

Eu gaguejei algo sobre socorro, mas o cheiro de maconha e suor macho me traiu – meu pau endureceu de novo, traindo o cansaço. DJ me puxou pelo colarinho, me jogando num colchão velho no canto do barraco, iluminado por uma lâmpada fraca. "Socorro? Aqui a gente dá é rola, vadia." Ele abriu a braguilha, e lá tava: um monstro preto de 25cm, cabeçudo e pulsando, fedendo a urina fresca de quem não limpava. "Abre a boca, pra te dar um 'socorro' quente."eu fiquei pensando o que será que ele quer dizer
Eles me despiram rápido, rasgando o resto da roupa suja. O primeiro mijo veio sem aviso: DJ apontou o pau pra minha cara e soltou um jato quente e amarelo, molhando seus cabelos, escorrendo pelo peito e pau. "Bebe, puta, isso é nosso vinho!" eu engoli o que pôde, o gosto salgado e amargo te fazendo tossir, mas excitado – era como ser marcado, humilhado pelos traficantes. Outro, um magrelo com rola reta e veiuda, se aproximou e mijou também nessa hora abri bem a boca ra tomar tudo , o líquido quente descendo na minha garganta que alimentando

Agora veio a pica pesada. DJ te enfiou o pauzão na minha boca, socando fundo até o saco peludo bater no meu queixo. "Chupa direito, sua vadia de favela!" eu sugava com vontade, a garganta se abrindo praquele tronco grosso, babando e engasgando, enquanto ele me fodia a garganta como se fosse um cu. Dois outros me seguraram pelos braços, e um terceiro – gordo, com pau curvado pra cima – me comeu o rabo sem piedade. Ele cuspiu na mão, mas era pouco; o pau de 26cm entrou seco, me rasgando de novo, me fazendo gritar em torno da rola na boca. "Toma, aguenta o tranco, puto!"

A suruba virou um caos sujo e ritmado. Eles me passavam como um brinquedo: um me fodia o cu enquanto outro enfiava pau na minha garganta , eu sentia cada veia pulsando dentro de mim, o cu se dilatando pra caber aqueles monstros – um deles tinha piercings na rola, roçando no meu ponto G a cada estocada, te fazendo tremer e gemer como uma cadela no cio. "Olha o putinho gemendo! Vai, DJ, dá mijo na boca dele pra calar."

DJ obedeceu: enquanto me comia a garganta, ele parou e mijou direto na sua goela, o fluxo quente me enchendo até transbordar pelos cantos da boca, misturando com saliva e pré-gozo. Eu engoli tudo, o estômago revirando de tesão podre. Outro traficante, com pau de 27cm e bolas imensas, me virou de lado e me fodeu de conchinha, enfiando devagar pra eu sentir cada centímetro invadindo, enquanto um parceiro mijava nas minhas costas, o jato quente escorrendo pro cu sendo fodido.

Eles me colocaram no centro, de quatro no colchão fedorento. Dois paus no cu ao mesmo tempo – um de cada lado, se alternando e às vezes forçando juntos, me esticando ao limite, dor queimando mas prazer explodindo. "Sente isso, vadia? Dois paus de traficante te arrombando!" euurrava, o corpo suado colando no deles, cheiro de crack, cigarro e macho no ar. Um me fodia a boca
Eu lambia, implorando por mais, "Me deem tudo, seus porcos!" Eles riam, me chamando de "banheiro humano". No meio da foda, um gozou no meu cu, porra grossa e farta jorrando fundo, lubrificando pros próximos. Outro na boca, me enchendo de leite salgado, me forçando a engolir ,A roda continuou por horas, cada traficante me usou pelo menos duas vezes. Um me fodeu de pé, me erguendo como um boneco, pau batendo no estômago; outro me sentou no colo dele, eu quicando no pauzão dele ,enquanto mijava de pau duro or conta das estocadas . nessa noite eu gozei três vezes,sem nem tocar no pau meu esperma misturando com o deles no chão, corpo trêmulo de exaustão e êxtase. No final, os oito me cercaram, masturbando paus latejantes na minha cara: um dilúvio de porra e mijo, jatos quentes me cobrindo inteiro – rosto, peito, cu, tudo escorrendo em poças fedorentas.

Eles me largaram ali, rindo e fumando, me chamando de "nossa puta oficial". Eu sorri, bêbado e fodido, o corpo marcado pra sempre..quer saber mais contros sobre isso ,bora bater um ao sobre o assunto,sou macho,discreto ,29 anos e bem puta ,me chama no tel @Massagista23cm não sou gp não .

MG-9710

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