#Traições

Sou evangélica.... Mas......

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Oi, gente... Eu sou a Selma, 1,66m, 68 kg agora, morena jambo, peitos fartos que mal cabem na blusa, cabelo cacheado bem volumoso caindo até a cintura. Aos 24 anos, casada, mas com um fogo que não apaga fácil. O que vocês vão ler aqui é a noite em que eu me entreguei completamente pro líder da minha congregação, um homem de 52 anos que todo mundo acha santo... mas que me fez gozar como nunca.

Tudo começou numa carona depois do culto de quarta-feira na Boa Viagem. Ele me deixou no ponto de ônibus perto da praia, mas o papo fluiu tão gostoso que ele ofereceu me levar até em casa, lá pro Cordeiro. No carro, o cheiro do perfume dele misturado com o ar quente de Recife já me deixou inquieta. Conversamos sobre tudo: trabalho, família, as dificuldades da vida... até que ele soltou, com a voz meio rouca: “Tá difícil em casa, Selma. Minha esposa não quer mais saber de nada. Faz meses que eu me viro sozinho, pensando naquela bucetinha inchada dela... mas nada.”

Eu senti um calor subindo pela barriga. Baixinho, quase sem querer, respondi: “Eu também tô cansada de me virar sozinha com os dedos... meu marido anda tão cansado que mal encosta em mim.” Ele freou o carro devagar num sinal, virou o rosto pra mim com os olhos brilhando. “Sério isso, menina? Tu tá falando sério?”

“Sério demais”, eu disse, sentindo a calcinha já grudando de tão molhada. Ele riu baixo, daquele jeito safado que ninguém imagina. “Então a gente tá no mesmo barco... que tal pular fora dele juntos, nem que seja por uma horinha?”

Meu coração disparou. “Só se for agora. Não aguento esperar.”

Ele não pensou duas vezes. Em vez de seguir pro Cordeiro, virou na direção da BR-101, procurando um canto mais reservado. Mas o tempo apertava — a esposa dele ia desconfiar se demorasse muito. Não deu pra chegar num motel decente. Ele estacionou num terreno baldio atrás de umas árvores perto da Várzea, onde quase ninguém passa à noite. O motor ainda quente, o som dos grilos lá fora, e a gente já se comendo com os olhos.

Eu me joguei no banco de trás primeiro. Ele veio atrás, arrancando minha blusa com pressa. Meus peitos saltaram livres, os bicos duros de tesão. Ele chupou um deles com força, mordendo de leve, enquanto a mão descia pela minha saia, abrindo caminho até minha buceta encharcada. “Caralho, Selma, tu tá pingando... que delícia de cheiro.” Ele enfiou dois dedos sem dó, mexendo rápido, fazendo barulhinho molhado que ecoava no carro.

Eu gemi alto, sem me importar se alguém ouvia. Tirei a calça dele com as mãos trêmulas. O pau dele pulou pra fora — grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Maior do que eu imaginava. “Tua mulher tem medo disso aqui, né?”, provoquei, lambendo a glande devagar, sentindo o gosto salgadinho. Ele agarrou meu cabelo cacheado e empurrou mais fundo na minha boca. “Chupa, sua safada... engole tudo.”

Engoli até onde deu, babando, engasgando um pouco, mas adorando cada segundo. Ele puxou meu corpo pra cima, me colocou de quatro no banco, empinando minha bunda. Arrancou minha calcinha de lado e enfiou de uma vez na buceta. A estocada foi tão forte que eu soltei um gritinho misturado com prazer. Ele metia como louco, igual cachorro no cio, batendo a pelve na minha bunda com tapas altos. “Toma, toma essa rola, sua putinha de igreja...”

Eu rebolava, sentindo ele pulsar lá dentro. “Vai, mete mais forte... me arromba!” Ele acelerou, grunhindo. Quando eu comecei a rebolar mais gostoso, apertando a buceta em volta dele, ele não aguentou: gozou jatos quentes bem fundo, enchendo tudo. Mas o pau continuou duro como pedra.

“Vira de quatro direito, empina essa bunda pra mim”, ele mandou. Eu obedeci, empinando mais, sentindo o líquido dele escorrer pelas coxas. Ele cuspiu no meu cuzinho, esfregou a cabeça do pau ali e empurrou devagar. Doeu pra caralho no começo — ardeu, esticou, eu mordi o banco pra não gritar alto demais. “Relaxa, Selma... deixa eu entrar nesse cuzinho virgem...” Aos poucos ele foi entrando inteiro, até as bolas baterem. A dor virou prazer misturado, uma queimação gostosa que me fez gemer rouco.

Enquanto metia no cu, ele batia siririca na minha buceta, dedos rodando no clitóris inchado. “Goza pra mim, vai... goza nessa pica que tá te comendo o cu.” Eu não aguentei: gozei tremendo toda, apertando ele lá dentro, sentindo um jorro quente escorrer. Ele deu mais umas estocadas fundas e gozou de novo, enchendo meu cu de porra quente, escorrendo devagar quando ele saiu.

A gente ficou ofegante, suados, o carro cheirando a sexo puro. Ele me deu um beijo na boca, lento, com gosto de pecado. “Isso não pode virar costume... mas caralho, como foi bom.”

Depois daquela noite, nada mais rolou. A gente se olhou diferente nos cultos, mas nunca mais se tocou. Pedimos perdão no nosso canto, cada um com sua culpa. Mas toda vez que eu passo perto dele, sinto um arrepio... e penso: será que um dia a gente não vai ceder de novo?

Se você gostou dessa aventura real e ficou com tesão imaginando cada detalhe, cada gemido, cada gota... imagina o que mais pode rolar nas próximas. Quer saber se vai ter continuação? Se eu vou ceder de novo, se ele vai me chamar pra outra “conversa pastoral” escondida?

Pra acompanhar todas as minhas aventuras quentes direto da fonte, procura na internet por: www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026

Me conta nos comentários: você já teve um desejo proibido assim? Já cedeu? Quero saber tudo... beijão molhado e até a próxima aventura! 🔥

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