A virgem do interior e o desejo proibido. Primeiro o cu!
Eu cheguei em Recife aos dezenove anos, virgem de buceta, mas com o cu já latejando de vontade de ser explorado. Deixei o interior de Pernambuco com uma mala pequena, uns vestidos floridos e um fogo que queimava baixo desde os dezessete, quando comecei a me tocar escondida, sempre evitando a entrada principal pra guardar pro tal “futuro marido”. Mas o resto do corpo? Esse eu queria entregar logo, sem dó. E foi exatamente isso que aconteceu: descobri o prazer pelo caminho de trás, com dor gostosa, plugzinhos, rolas grossas e uma liberdade que me fez gozar gritando em festas liberais de Boa Viagem. Hoje posto minhas aventuras em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026 – corre lá pra ver tudo e me conta nos comentários o que você faria comigo numa noite assim. Quer saber como uma menina da roça virou rainha do cu em poucos meses? Então segura aí que a história tá só começando.
Meu nome é Juliana, mas as meninas do apê me chamam de Juju. Divido um lugarzinho apertado na Boa Viagem com a Vanessa, 27 anos, corpo de academia e um olhar que já fode antes da boca abrir, e a Carol, 25, cheia de tatuagem, piercing na língua e uma gaveta que mais parece farmácia do prazer: lubrificante de todo tipo, plug de vários tamanhos, vibrador que parece foguete. Na primeira semana, depois de um porre de caipirinha de caju, a Carol me encarou por cima do copo:
— E aí, roceira gostosa… qual é a tua praia? Buceta, cu, boca… ou tudo junto?
Engoli seco, mas o álcool soltou a língua.
— Me toco todo dia, Carol. Mas a buceta eu guardo. Quero começar por trás. Quero sentir tudo ardendo, abrindo devagar…
Vanessa deu uma gargalhada baixa, sensual.
— Putinha virgem safada. Respeito total. Vamos te abrir direito, então.
Naquela mesma noite, me levaram pro quarto delas. Luz baixa, ventilador girando devagar. Carol pegou um plug pequeno, cor de pêssego, e passou lubrificante nos meus próprios dedos.
— Faz você mesma, Juju. Sente o teu calor.
Ajoelhei na cama, saia levantada, calcinha de lado. Toquei a entrada franzida, quente, pulsando. Empurrei devagar. Ardeu na hora, um fogo que subiu pela espinha e fez minha buceta pingar sem nem ser tocada. Respirei fundo, forcei mais. Quando o plug encaixou todo, soltei um gemidinho rouco. Vanessa veio por trás, colou o corpo no meu, mordiscou minha nuca.
— Isso, minha linda… você nasceu pra levar rola no cu.
A semana inteira andei com aquele plugzinho discreto por baixo da roupa. Cada passo na calçada da Avenida Boa Viagem era uma tortura deliciosa: o plug pressionava, roçava na próstata feminina, fazia meu clitóris inchar. No banheiro da universidade, trancava a cabine, levantava a saia, apertava o plug pra dentro com uma mão enquanto a outra roçava a buceta por fora, só lambuzando os lábios, sem enfiar nada. Gozava mordendo o braço pra não gritar, olhando no espelho rachado uma menina do interior se transformando em vadia confiante.
Na sexta veio o convite: festa liberal num apê de cobertura em Boa Viagem, vista pro mar, som ambiente, cheiro de incenso e sexo no ar. Vanessa me avisou:
— Aqui todo mundo é maior de idade, tudo na base do sim. Você manda no teu limite, tá?
Chegamos de vestido curtinho, sem nada por baixo. Eu tremia de nervoso e tesão. Carol apresentou um casal: a Marina, uns 32 anos, pele bronzeada, olhos verdes que pareciam me comer viva, e o André, 34, alto, mãos grossas, pau já marcando na calça. Conversamos sobre praia, cerveja gelada, e de repente estávamos no quarto master, cortina blackout, ar-condicionado gelado contrastando com o calor dos corpos.
Marina passou os dedos no meu pescoço, desceu pros peitos.
— Quer brincar, Juju?
Assenti, voz sumida. Ela me beijou devagar, língua invadindo, gosto de hortelã e desejo. André levantou meu vestido, viu que eu tava sem calcinha e sorriu.
— Caralho, que bucetinha linda… mas hoje é o cu que manda, né?
Marina ajoelhou, chupou meus mamilos com vontade, lambendo em círculos, mordendo de leve. Eu gemi alto. Carol ficou assistindo, mão dentro da própria calcinha. Vanessa veio por trás, sussurrou:
— Fala o que quer, safada.
Respirei fundo, voz tremendo de tesão.
— Quero levar no cu. Quero sentir rola grossa me abrindo, ardendo, me fazendo gozar sem parar.
Foi o estopim. André pegou lubrificante, esquentou nas mãos. Marina me chupou a buceta por fora, língua plana no clitóris, sem penetrar, só lambendo devagar enquanto eu rebolava no rosto dela. Vanessa tirou o plug com cuidado; senti o vazio, o ar fresco na entrada dilatada. André lambuzou tudo, dois dedos girando, abrindo devagar. Eu gemia, empinando mais.
— Relaxa, gostosa… respira comigo.
Me botou de quatro na cama, rosto no travesseiro macio. A cabeça do pau dele encostou, quente, grossa. Provocou: entrava um pouquinho, saía, entrava mais. Ardia pra caralho, mas era um ardor que fazia minha buceta contrair de vontade. Empurrei pra trás.
— Mete tudo, por favor…
Ele afundou devagar. A primeira metade entrou com fogo, meus olhos encheram d'água. Marina não parou: chupava meu clitóris com precisão, dois dedos na minha boca pra eu morder. André esperou eu me acostumar, depois meteu até o talo. Senti a virilha dele colada na minha bunda. Gozei na hora, um tremor violento, pernas moles. Ele parou, beijou minhas costas.
— Linda… quer mais?
— Mais… mete forte.
Ele começou a socar ritmado. Cada estocada arrancava um “ai” que virava “porra, sim, fode meu cu”. No quarto, a festa entrou: Carol chupando um cara na poltrona, Vanessa se masturbando olhando pra mim. Marina deitou de costas embaixo de mim, língua na minha buceta por fora, me levando pro segundo gozo. Gozei gritando, corpo convulsionando, e ouvi aplausos baixos, risadas excitadas.
Depois veio o Victor, amigo deles, 29 anos, pau curvado pra cima. Pedi pra ele meter só a pontinha, brincar na entrada dilatada enquanto André segurava minha mão e Marina sussurrava:
— Teu cu é o melhor da festa, Juju… olha como ele engole rola.
Victor entrou devagar, e eu aguentei mais uma rodada. No espelho do armário eu me via: cabelo grudado na testa, boca vermelha, olhos vidrados de prazer. A virgem da roça agora era centro de uma orgia, cu aberto, corpo suado, gozando sem parar.
De madrugada terminamos. André gozou nas minhas costas, jatos quentes que escorreram até a bunda; esfreguei com as mãos, lambi os dedos olhando pra Marina. Ela riu, me beijou com gosto de mim mesma. Victor gozou na camisinha, deitado do lado, e eu fiz carinho no rosto dele, agradecendo baixinho.
Nos dias depois, voltei pros meus rituais: banho quente, plug maior agora, jato da ducha na buceta por fora só pra enlouquecer o clitóris. Às vezes deitava na cama pensando na festa, esfregava na almofada com o plug enfiado fundo, gozava imaginando a próxima vez. Saía pra faculdade com as pernas moles e um segredo molhado entre as coxas.
Teve mais festas, mais rolas, mais bocas. Alguns pediam a buceta. Eu ria:
— Essa ainda tem dono. Quando eu quiser, eu entrego.
Talvez um dia eu entregue. Talvez não. O que importa é que abri meu corpo do jeito que quis, pela porta dos fundos, com dor que vira prazer, com tesão que não acaba. E toda vez que gozo assim, penso: quem diria que a menina da roça ia virar isso?
Se você chegou até aqui babando, imagina como ficam as aventuras que posto em www.selmaclub.com e www.fanvue.com/brazilians2026. Corre lá pra ver as fotos e vídeos quentes, comenta aqui embaixo o que você faria comigo numa próxima festa… quero saber tudinho. Me diz: você mete devagar ou mete forte? Tô esperando teu recado pra sonhar com você hoje à noite. 😈
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