Brotheragem Sem Fronteiras: Bem-vindo ao Meu Mundo, Irmão
Nesta sociedade, punheta entre brothers é rotina: vestiário, bar, firma. Hetero chupa rola, gay fode sem drama. Alívio masculino é código de honra. Vem conhecer
Ei, cara.
Sim, você aí, do outro lado da tela, com a mão já no pau ou só pensando nisso. Relaxa, respira fundo. Eu vou te contar como é aqui, do jeito que as coisas realmente rolam nessa vida que a gente leva. Meu nome não importa muito — pode me chamar de Lucas, ou só de “irmão”, como todo mundo me chama. Tenho 24 anos, trabalho numa firma de engenharia, jogo bola todo sábado e, tipo a maioria dos caras que você conhece (ou vai conhecer), eu vivo num mundo onde brotheragem não é segredo, não é tabu, não é “coisa de gay”. É só... normal. É o que homem faz com homem pra ficar de boa.
Vou te explicar direto, sem enrolação, porque sei que você tá aqui pra isso: pra imaginar, pra sentir o tesão subindo enquanto lê. Então senta aí, abre a calça se quiser, e escuta.
Aqui, desde moleque a gente aprende que o corpo de homem tem necessidades que vão além de mijar e comer. O pau endurece, as bolas pesam, o tesão vem forte — e isso não é problema, é sinal de saúde. Ninguém te ensina a esconder. Ninguém te fala pra “se controlar”. Pelo contrário: te ensinam a dividir. Porque dividir alivia. Porque quando um brother tá de pau duro, o outro oferece a mão, a boca, o cu se rolar confiança. E ninguém perde status por isso. Hetero casado? Participa. Gay assumido? Participa mais ainda. Bi? Nem pensa nisso. Todo mundo é “homem que alivia com homem”. Ponto.
Na escola, o professor senta a gente em círculo e pergunta:
“Quem já gozou vendo outro cara gozar?”
Quase todo mundo levanta a mão. Porque em casa a gente vê. Pai batendo uma no banheiro com a porta aberta. Irmão mais velho chupando o amigo no quarto. Tio gozando na barriga do primo depois do churrasco. É cena comum. Ninguém surta. Ninguém filma escondido pra zuar. É só “ah, o tio tá aliviando, beleza”.
Aos 14, a aula vira prática. Você senta no banco do vestiário da escola, calça abaixada até o joelho, e o brother do lado pega no teu pau. Ele bate devagar, você bate nele. Vocês se olham, gemem baixo, gozam na barriga um do outro. O professor passa, corrige a pegada: “Mais firme na base, assim sai mais grosso”. Depois todo mundo limpa com lenço, dá um tapa no ombro do parceiro e vai pro próximo tempo de aula como se nada tivesse acontecido. Porque nada “errado” aconteceu. Foi só alívio.
No futebol do bairro, no vestiário do time da firma, no banheiro do bar depois da terceira cerveja — é igual. Você entra, vê um cara de pau duro encostado na pia, outro já punhetando ele. Alguém te olha e fala:
“Quer entrar na roda, irmão?”
Você entra. Em cinco minutos tem cinco paus duros se tocando em círculo. Um ajoelha, chupa dois de uma vez. Outro goza na cara do que tá sentado no banco. Todo mundo ri, limpa, pede outra cerveja. Se você é casado, tira a aliança pro bolso antes de meter o pau na boca do brother — tradição. Volta pra casa, beija a mulher, conta do jogo, e ninguém pergunta “onde você gozou hoje?”. Porque ela sabe: homem alivia com homem. É o código.
E o mais foda: não tem drama. Não tem “isso me faz gay”. Gay aqui é só o cara que prefere meter em homem o tempo todo, ou que namora homem. Mas o hétero que chupa rola no vestiário toda semana? Continua hétero. O bi que fode a namorada sábado e leva rola no cu domingo? Continua bi. Ninguém muda de time por causa de uma punheta coletiva ou de um boquete rápido no banheiro da rodoviária. É só tesão masculino. É só brother ajudando brother.
Então é isso que você vai ver nas histórias que a gente vai contar aqui.
Vai ter o moleque de 15 anos sendo “batizado” no time da escola, gozando pela primeira vez na boca do capitão enquanto o resto do time bate punheta em volta.
Vai ter o cara casado de 30 que entra no banheiro do bar, vê o amigo de infância e acaba gozando três vezes seguidas — na cara, na barriga, no cu — antes de voltar pra mesa com a esposa.
Vai ter o vestiário de academia lotado depois do treino pesado, vapor subindo, paus duros pra todo lado, gemidos ecoando enquanto um círculo de 12 caras se reveza chupando e punhetando até todo mundo esvaziar as bolas.
Vai ter o chefe e o estagiário no banheiro da firma, porta trancada, o chefe ajoelhado chupando o moleque enquanto fala “boa, garoto, goza na minha boca que eu limpo tudo”.
Tudo isso vai rolar. E você vai estar dentro, sentindo como se fosse você ali, pau na mão, gemendo junto.
Tá pronto pra mergulhar de vez?
Me conta nos comentários qual história você quer primeiro,
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Comentários (2)
Anonono: Isso é o comportamento normal da direita conservadora no mundo todo. Um estudo conjunto de várias universidades Americanas (incluindo Harvard and Stanford) demonstrou que todo homem com ideias de direita ou conservadoras é homoerótico (ou seja que dar para outro homem). Inclusive a raiva dos direitistas dos gays vem de quererem acabar com a competição, já que todo direitista conservador é gay passivo. Um macho não pode querer "seguir um lider" isso é coisa de gay.
Responder↴ • uid:1coxx67j8rjG_o_P: Mano... menos análise e mais punheta
• uid:h6r6a2gzk