Escravo Familiar: Capítulo 6 (O Batismo - Blasfêmia)
Escravo Familiar: Capítulo 6 (O Batismo - Blasfêmia)
Na manhã seguinte, acordei primeiro do que ele, retirei delicadamente seu braço de cima de mim e me levantei sem fazer barulho.
Abri a porta do banheiro, e me dirigi ao sanitário me sentando, fiz minhas necessidades e me encaminhei para o chuveiro. Abri o chuveiro na temperatura morna entrando na água logo em seguida, ao me molhar peguei um pouco do xampu aplicando na minha cabeça careca, lavei atrás das orelhas, por dentro, lavei meu rosto com sabonete líquido e fui descendo, quando cheguei no meu ânus ao passar o sabão, senti um pouco de ardência, massageei cada resto de prega que eu ainda tinha e depois me dirigi as pernas e os pés.
Logo em seguida me enxaguei e desliguei o chuveiro. Enquanto eu me secava, escutei meu pai se espreguiçar na cama e se levantar.
Escutei seus passos vindo em direção ao banheiro, ele então abriu a porta entrando, sorriu ao me encontrar nu me secando.
— Bom dia Nego, dormiu bem? Ele me perguntou me dando um beijo na boca de bom dia.
— Sim papai! , e o senhor? Falei me afastando um pouco, e continuando a me secar.
— Com você? Sempre. Ele respondeu.
Papai levantou a tampa da privada que eu tinha deixado abaixada, direcionou sua pica na privada, e despejou seu delicioso mijo.
Xiiiiiiii
Minha boca salivava de vontade, mas não pedi. Papai chacoalhou seu membro espanando as últimas gotas do seu mijo na privada. Ele deu descarga e guardou seu delicioso membro na cueca, com a mão que ele segurou a pica, ele esfregou delicadamente no meu nariz me fazendo sentir o cheiro, e que delícia, eu amo o cheiro da pica dele, um cheiro doce e salgado ao mesmo tempo.
Papai então lavou a mão com água e sabão, e saiu do banheiro, eu estendi a toalha de volta no vidro do box e sair para o quarto.
Ele não estava presente no quarto então, fui me arrumar para o meu batismo, ele seria agora de manhã e não poderia atrasar. Meu pai tinha provavelmente preparado algo muito especial para hoje e estou louco para ver.
Coloquei uma calcinha fio dental roxa escura, uma meia longa daquelas que sobem até as coxas, uma blusa de mangas curtas justa lilás, e uma calça branca, nos pés um tênis roxo. Passei um perfume mais fresco e logo em seguida sair do quarto indo atrás do meu pai.
O encontrei tomando café no andar de baixo na cozinha.
— Ué Papai o senhor não vai começar a se arrumar? Meu batismo é daqui a pouco.
— Calma minha riqueza, papai vai tomar café primeiro antes de colocar a roupa. Meu pai disse me dando um beijo na bochecha.
Aproveitei então que estava na cozinha e preparei algo para comer, sentei na mesa e tomei meu café da manhã. Depois avisei ele que eu iria para casa da minha mãe para saber se ela já estava se arrumando.
Saí de casa e fui para a casa dos fundos onde minha mãe mora. Entrei chamando por ela:
— Véia! Já está pronta?
— Oi filhote, estou aqui no quarto terminando de me arrumar! , cadê seu pai?
— Está terminando de tomar café para ir se arrumar.
— E lerdeza, tomara que ele não nos atrase, se não o Padre vai ficar uma fera. Disse mamãe me beijando na bochecha.
Um tempo depois lá estávamos nós três indo para o batismo. No carro ia somente eu, meu pai e minha mãe, meus outros irmãos e irmãs, iriam nos encontrar na igreja.
*Ambiente J: A Igreja
O tempo passou rápido, e então papai estacionou o carro no estacionamento da igreja. Saímos do carro apressados, estávamos em cima da hora marcada.
Ao entrarmos na igreja encontramos toda a nossa família já acomodados nos bancos da primeira fileira. Passei a observar o lugar, a igreja estava toda decorada com flores atropa Belladonna, no corredor principal por onde passamos tinha um limitador de ferro decorado com um tecido branco, com aplicações de flores
Roxas, nas pilastras da igreja tinham vasos grandes com as mesmas flores de Belladonna. Todos estavam somente de roupas íntimas simples, as mulheres estavam de calcinha e sutiã, e os homens apenas de cueca, todos descalços, foi a recomendação do meu pai para os convidados, no altar encontrei o Padre José, ele é um homem negro retinto, sua cabeça era careca e brilhosa, ele estava usando uma batina branca e roxa que descia até seus pés grandes descalços, na mão segurava um terço preto, estava com um sorriso lindo no rosto.
Cumprimentei todos dando beijos e abraços, alguns dos presentes vinham de cidades mais distantes, e em breve seriam honrados após o batismo, assim que meu senhor pai conseguisse organizar tudo.
Cerca de uma hora depois a cerimônia começou.
— Bem vindos a todos! Proclamou o padre. Estamos aqui hoje para o batismo do Escravo Familiar João Pedro de Andrade, onde irei abençoar sua jornada em satisfazer todos os homens da família que assim o desejar, com permissão do seu pai carnal João Andrade e do seu pai celestial Cornífero, peço te pai celestial que ilumine a vida e a jornada desse jovem escravo, para que ele possa cumprir com seu destino por mim proferido. Sua missão na terra será satisfazer sexualmente seus senhores familiares até a sua morte.
O Padre se virou para o meu padrinho Leandro que estava a sua esquerda, pedindo para que se aproximasse.
— O senhor pode proclamar sua promessa por gentileza. Disse o Padre para o meu Padrinho.
— Eu Leandro Cunha de Andrade renuncio ao pecado carnal e professo a fé no ser celestial.
Então depois o Padre virou-se para meu pai e dono e disse:
— Muito bem! Agora o senhor seu João.
— Eu João Batista de Andrade, renuncio ao pecado carnal e professo a fé no ser celestial.
— Aproxime - se de mim meu jovem. Disse - me o Padre.
Eu me aproximei dele ficando aos seus pés.
— Ajoelhe - se. Ele me pediu. Beije minhas mãos e depois meus pés.
Me ajoelhei, segurando suas mãos, eu as beijei, as mãos do Padre eram macias e quentes, no seu dedo anelar esquerdo reparei na aliança com o nome de sua esposa.
Depois me inclinei para frente indo em direção aos seus pés, primeiro eu cheirei FSSSSS! , depois comecei a beijar e lamber cada parte dos seus imensos pés.
Reparei que os convidados nos bancos se remexiam, com o canto do olho vi algumas mulheres se inclinando em direção ao meio das pernas dos seus parceiros, retirarem seus membros para fora das vestes e depois começarem a chupa - los.
O Padre José me pegou pela face erguendo me, e olhando no fundo dos meus olhos sorriu:
— Muito bem meu Jovem! , agora chupe meu caralho, sua hóstia será meu leite quente e grosso.
Ele abriu sua batina e a retirou, deixando cair no chão, ele estava com aquela geba preta brilhosa dura, manipulou ela fazendo movimentos de vai e vem, apontou ela em direção a minha boca me fazer abrir os lábios, não resisti e cai de boca no seu pau preto cheiroso e cabeçudo, rodava a língua na cabeça da sua pica enquanto ele se contorcia de prazer.
O Padre passou então a segurar firme na minha cabeça deixando-a imobilizada, e com o quadril desferiu bombadas fortes na minha garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum! , senhor Celestial, profetize esse belo e tenro jovem, tranforme - o em um ser que dê prazer a homens iguais a mim senhor, eu lhe peço e invoco a besta, que ela entre nesse jovem e o transforme em um depósito de porra, para que seus senhores possam usufruir das dádivas de ter um escravo sexual.
Depois de fazer a proclamação, o padre José começou a bombar com mais rapidez e então gozou fartamente na minha boca, me inundando e me fazendo engasgar.
COFF COFF COFF
Eu engoli tudo, o que escapou da minha boca, o padre empurrou com o dedo de volta para dentro dela. Ele então se virou de costas para mim, me oferecendo seu cu preto raspadinho, a bunda do padre era linda, grande redonda e empinada, ele abriu suas nádegas com as mãos e eu caí de boca no seu cuzinho.
— huuum! O Padre gemia. Isso meu jovem, de prazer ao seu padre.
O Padre José rebolava na minha boca gemendo alto, para que todos os presentes pudessem escutar.
Logo em seguida o padre parou de esfregar o cu na minha cara e me ergueu do chão, me colocou com as mãos na mesa onde tinham as hóstias e empinou meu rabo para ele.
Agachou e enfiou a cara no meu cu, línguando e cutucando com o dedo meu buraquinho.
— huuum padre, assim! Com força vai, chupa!
O Padre José línguava forte meu cuzinho rosado, depois passou a enfiar um dedo, depois dois me alargando. Em seguida me virou de frente para ele, levantou e chupou meus mamilos, huuum! , voltou a se agachar e pegando no meu pau duro caiu de boca, me fazendo urrar de prazer.
— Aaaaaã!
Ele sugava forte, rodava a língua na cabeça do meu pinto, me fazendo tremer e me contorcer de prazer. Cinco minutos e eu explodindo em sua boca em um gozo farto.
Ele se levanta e me vira de costas para ele novamente, empina minha bunda abrindo as bandas, depois pincela seu cajado na portinha do meu cuzinho e pressiona.
— Aaaaaaah! Meu cu! Aaaaãh!
Ele vai entrando bem devagar me abraçando pela cintura para eu não escapar da sua piroca de 20 centímetros por 18 de grossura até chegar nas bolas. Eu gemo de dor e prazer ããããh!, então ele passa a bombar de vagar e depois rápido
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— HUUUUUUUUUUM! Gememos em uníssono.
Na plateia todos estavam transando com a cena, se acabando em prazeres de ante do ser bestial.
Com as bombadas frenéticas nós dois gozamos juntos e desabafos no chão do altar grudados.
— Huuum!
O Padre logo saiu de dentro de mim, chamando meu Pai para tomar seu lugar, papai subiu as escadas do altar vindo em minha direção, seu pau duro já era meu conhecido de 17 cm babava com a saliva que minha mãe havia depositado conforme assistiam o batismo. Eu ainda em pé apoiado na mesa do padre estava a espera de papai, quando ele chegou até mim meu cuzinho piscou loucamente, ele foi para minha frente dando a volta na mesa, quando chegou a minha boca deu um tapinha na minha face, pedindo para que eu abrisse a boca, eu separei meus lábios e então papai foi enfiando sem pressa seu lindo caralho.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu alto. Chupa a pica do papai meu amor. Meu pai me disse.
Eu então o chupei com força, tirando altos gemidos de prazer da boca gostosa do meu pai e senhor.
— Huuuuuuuuuum! , isso minha putinha, chupa o caralho que te fez, o ser celestial aqui presente estará satisfeito, em presenciar você honrando seu papai, minha vida.
— huuuuuuuuuum. Eu gemia com papai esticando cada vez mais forte na minha boca, chegando a dilacerar minha garganta.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Aaaaaaah, toma leite meu filho, toma leite meu amor, aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Ele inundou minha boca e garganta de porra grossa.
Ele então retirou seu pau ainda duro de dentro da minha boca e ofereceu seu cuzinho rosado e peludinho para mim.
Segurando na minha cabeça, ele enfiou meu rosto no meio das suas nádegas e começou a rebolar na minha cara.
— huuuuuuuuuum. Ele gemia. Então ele passou a peidar.
PUUUM! , PUUUM...
Aaaah!
Depois ele saiu da minha cara, e se dirigiu ao meu cu, e virou de bruços em cima da mesa do padre e abriu minhas nádegas, se agachou e começou a línguar meu cuzinho.
— aaaaaaah! Huuuuuuuuuum!
Eu gemia desesperadamente, meu corpo estava ficando cansado, mas ainda faltava meu padrinho para me foder.
Papai se levantou parando de chupar meu cu, pincelou seu caralho gostoso na entrada do meu cu e começou a introduzir.
— aaaaaaaaaaaah !
— Shhh, calminha filhote, papai vai fazer com carinho.
Quando ele introduziu até às bolas, ele deu uma rebolada, e começou a socar, ploc, ploc, ploc, ploc... , de início lentamente, e depois pegou velocidade e começou a estocar com violência.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
A plateia estava alucinada, eles já tinham gozado centenas de vezes, e quanto mais gozavam, mais eles queriam gozar.
Papai destruía meu cuzinho, se exibindo aí máximo para o público, eu gemia em um misto de prazer e dor. Passando se um tempo papai gozou forte dentro de mim gemendo alto e logo em seguida desabando.
— AAAAAAAAAAAAAAAAH, PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF!
Ficamos estatelados no chão gozado por alguns minutos. Ao redor eu escutava o pessoal gemendo e gozando.
Huuuuuuuuuum! Pffffffffffffffffffffffff!
Mais alguns minutos se passaram até eu sentir meu pai exausto se levantar e dar seu lugar para meu padrinho.
Meu Padrinho me pegou no colo, eu estava mole, cansado, mas queria muito dar para ele. Ele então me colocou no colo me erguendo do chão.
Ele se aproximou da mesa do Padre José e me deitou de barriga para cima, em seguida puxou minha cabeça até ficar pendurada para fora da mesa, abriu minha boca e socou seu pau até minha garganta.
— aaaaaaah! Ele gemeu baixinho.
Esperou um minuto para que minha garganta se acostumasse com a invasão novamente, e em seguida começou a bombar lentamente.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
Seu saco batia no meu nariz, o cheiro era delicioso, quente e amadeirado, ele fazia carinho na minha garganta enquanto estocava forte seu belo cacete. Em seguida, após um belo tempo, ele saiu de dentro da minha boca ainda sem gozar, foi para minhas pernas e me virou de bruços.
Subiu em cima da mesa junto comigo, abriu minhas nádegas, e começou a introduzir seu cacete no meu rabo.
— Aaaaaaaaaaaah! Eu gritei, eu estava muito assado, dolorido.
Ele colocou até às bolas, gemendo e rebolando. Em seguida começou a bombar lentamente, com o tempo ele foi aumentando o ritmo das estocadas, me fazendo chorar de dor e tesão.
— huuuuuuuuuum
Minhas lágrimas escorriam, enquanto ele fodia meu cuzinho ardido. Ele segurava em meus ombros firmemente e socava com volúpia no meu rabo ardido.
— Me come Padrinho, mostra para mim sua devoção ao ser bestial.
— Toma pica meu afilhado, você merece muito leitinho nesse cu gostoso e arrombado.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Aaaah, estou gozando porra! Aaaaaaaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!
Ele desabou cansado em cima de mim. Após alguns minutos se recompôs, mas faltava uma parte, eu estava estatelado no chão de barriga para cima, então meu padrinho ficou de cócoras na minha cabeça, e apontou seu cuzinho rosado na minha boca, sentando logo em seguida.
Comecei a chupar, ele rebolava na minha boca, eu línguava seu cuzinho deixando ele bem molhado, huuuuuuuuuum!
— Que tesão da porra! Meu padrinho disse rebolando seu cuzão na minha boca.
Depois ele se levantou me libertando de seu cu.
Com os três machos satisfeitos, fomos levados até uma banheira dourada. Meu pai retirou o grande véu que me cobria da cabeça aos pés, mas que naquelas circunstâncias já estava destruído, e me colocou dentro da banheira, a plateia estava exausta e só observando o que iria acontecer.
Os três então apontaram os paus flácidos para meu corpo, vê começaram a mijar, me banhando inteiro da cabeça aos pés.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiii…
Depois cada membro que assistia a tudo e estavam sentados nos bancos se levantaram, e cada um veio me banhar com seu mijo. Tanto os homens quanto as mulheres me banhavam.
Não era permitido que eles tentassem fazer sexo comigo, e quem tentasse algo seria punido.
Após todos terem finalmente esvaziado suas bexigas na banheira, os meus três machos teriam que me mergulhar na banheira, para que o batismo pudesse ser concluído.
Meu pai ficou do meu lado esquerdo segurando minha mão, enquanto meu padrinho ao lado direito segurando a minha outra mão, o padre na minha cabeça segurando meus ombros, e então os três me mergulharam na banheira, cobrindo cada centímetro do meu corpo com a urina sagrada.
Ao voltar para a superfície da banheira, todos aplaudiam, a primeira parte do batismo tinha sido concluída.
*Ambiente P: A Capela Elétrica
Ao ser erguido da banheira, meu pai e meu padrinho me ajudaram a sair da banheira, em seguida entraram dois coroinhas carregando uma nova banheira, dentro dela estava água pura para que eu me enxaguasse do banho dourado.
Meu pai e meu padrinho me conduziram até ela, e ajudaram a entrar e fui mergulhado pelos dois na água cristalina. Quando subi todos aplaudiam.
O Padre se aproximou, e passou a última etapa do batismo.
— Essa primeira etapa foi concluída com sucesso, o Escravo Familiar está batizado, o público presente por favor levantem - se, os homens por gentileza façam uma fila no corredor principal de ambos os lados, e fiquem de frente para a passagem.
Todos os homens presentes fizeram o que o Padre José pediu, formaram um corredor imenso, vê todos aqueles machos nus em fila, me deu um friozinho na barriga.
— Todos estão com vontade de urinar? Perguntou o padre.
— Sim! Todos brandaram em uníssono.
— Ótimo, então que a chuva de benção caia sobre o escravo Familiar, da Família Andrade.
Todos os presentes aplaudiram, eu fiquei de joelhos no início da fila, no meio do corredor de homens. Fui engatinhando e aos poucos todos os homens do corredor me banharam com seu mijo.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Quando cheguei no final meu Pai, meu padrinho e o padre vieram ao meu encontro. Todos ao redor se dispersaram se preparando para irem embora.
O Padre se aproximou de mim e do meu pai e padrinho, e nos comunicou:
— Agora é a última parte, onde nós quatro iremos para a Capela Elétrica ao lado da igreja. O pessoal já foi liberado, vocês podem liberar as parceiras de vocês, falou o padre para meu pai e meu padrinho, e me encontrem na capela em seguida.
Nós nos despedimos do pessoal, meu pai convocou a minha mãe o que o Padre tinha orientado. Minha mãe concordou com a cabeça e reuniu o restante do público que sobrou, guiando todos para fora e justificando o que estava acontecendo.
— Vamos lá! Disse o Padre para nós três.
Seguimos o Padre em direção a Capela.
Ao chegarmos a porta, o Padre a destrancou, e conduziu nós três para dentro. A capela era linda por dentro era ao contrário da igreja, preta tinha esculturas tanto de Cornífero quanto de Hecate nas paredes penduradas, havia uma mesinha pequena no fundo da capela com alguns óleos e ervas.
— Bom agora vamos consumar de vez o batismo do Escravo. Primeiro ajoelhe - se meu bem, bem no centro da capela.
Fui para o meio vazio da capela e me ajoelhei. Logo em seguida os três vieram já nus me rodeando. Para a consumação final do batismo eu terei que transar com o Padre e meu padrinho juntos.
Então ajoelhado peguei em seus deliciosos membros e comecei a chupar.
GLUB! GLUB! GLUB! ...
— aaaah!
Suspiravam os dois enquanto eu revezava chupando ambas as picas.
O Padre José segurava na minha cabeça enquanto socava gostoso na minha boca enquanto, ao mesmo tempo, rebolava.
De frente para a cena, meu pai começou a se masturbar assistindo só Padre e meu padrinho me fodendo.
O Padre José libertou minha cabeça, dando lugar ao meu padrinho, meu padrinho repetiu os movimentos do padre, acariciando minha cabeça enquanto seu delicioso membro entrava e saia da minha boca gulosa.
Papai não aguentou mais e veio em minha direção colocando seu cacete no meu rosto, oferecendo para eu chupar.
Sai da pica do meu padrinho e cai de boca no meu papai, tirando vários gemidos de prazer de sua garganta.
— Huuuuuuuuuum!
Papai bombou por um tempo e se afastou ainda de pau duro, sem gozar.
Em seguida, fui deitado pelo padre no chão de bruços, ele pegou um lubrificante neutro que estava na mesinha ao fundo da capela, e veio em minha direção.
Ele então se debruçou em cima de mim, passou o lubrificante no seu mastro e no meu cuzinho arregaçado, me fazendo gemer de prazer e dor.
Em seguida pincelou gostoso seu caralho na portinha do meu cu, e forçou seu caralho para dentro, me tirando gemidos altos.
— HUUUUUUUUUUM! . Ai, padre, meu cuzinho!
— Calma escravinha, vai ficar gostoso. Huuuuuuuuuum! Ele gemeu me penetrando bem fundo. Em seguida começou a se mover lentamente, para dentro e para fora do meu cu ardido.
Com o dedo ele pegou um pouco de lubrificante e colocou na minha boca, em seguida chamou meu pai para minha frente, meu pai entendeu o recado e foi logo metendo a pica na minha boca.
— huuuuuuuuuum! Eles gemiam enquanto me penetravam.
Aos poucos os dois começaram a bombar ritmadamente.
Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc Ploc...
Papai se contorcia na minha língua, enquanto o Padre no meu cu. Meu pai chamou com o dedo meu Padrinho Leandro para participar da brincadeira.
Ao se aproximar, meu padrinho tomou lugar do meu pai indo foder minha boca, o padre José saiu das minhas ancas dando lugar ao meu pai.
Os dois machos então, começaram a foder forte minha boca e meu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...
— Huuuuuuuuuum, gemíamos os três juntos.
PLOC PLOC PLOC...
Após alguns minutos meu pai saiu de trás dando espaços para meu padrinho, o Padre voltou para minha boca e juntos voltaram a me foder, deste vez com mais força do que antes.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC....
As estocadas eram mais violentas me causando um tesão alucinado.
Huuuuuuuuuum! Gemíamos juntos. Passou 10, 20, 60 minutos, até eu sentir ambos gozarem juntos dentro de mim.
— Aaaaaã, toma porra putinha escrava, ! Disse meu padrinho.
O Padre na minha boca gozou, me fazendo engolir cada gota de seu doce sêmen.
Depois os três se posicionaram na minha frente, apontaram as picas para minha boca e um de cada vez colocou o pau nela e despejou seu delicioso mijo quente.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Eu engoli tudo sem desperdiçar nada. Me levantei do chão, o padre nos levou para o banheiro do lado de fora da capela, e lá nós quatro tomamos banho e nos trocamos.
Com a chegada do fim do batismo, eu, meu padrinho e meu pai, fomos dispensados. Nos despedimos do Padre José agradecendo por tudo. Papai e eu fomos atrás da mamãe para irmos embora. Ao encontrarmos ela nos despedimos dos familiares que restaram e fomos embora para casa.
Dali para frente só o destino e meu senhor saberá o que irá acontecer comigo.
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