#Incesto #Teen #Virgem

A Filha de uma amiga

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Conto ficticio sobre iniciação da filha da minha amiga, com permissão dela

Meu nome é Claudio, hoje tenho 45 anos e o caso ocorreu há 20 anos atrás, quando tinha 25. Nessa época conheci uma mulher de nome Marilda, que veio do nordeste para trabalhar numa casa de família próxima a minha, e consigo, trouxe junto sua filha Graziela, uma linda menina, esperta, inteligente e alegre, onde criava sozinha, pois era mãe solteira e o pai da menina, sumiu no mundo quando soube que estava gravida. Em pouco tempo, fiquei amigo da Marilda e sempre que tinha um tempo, conversávamos muito na porta da rua. Em suas folgas, as vezes saíamos para bater papo e tomar uma cerveja. Marilda tinha minha idade e uma pessoa muito agradável. O tempo foi passando e cada dia mais, Marilda se sentia mais a vontade com nossa amizade e dizia que jamais teve um amigo tão próximo assim, onde podia confiar, mas deixava claro que era somente amizade, pois gostava mesmo de homens mais velhos e me via como um irmão. Uma ocasião, quando estávamos na minha casa assistindo TV, passou uma matéria na TV, contando sobre um caso de incesto consensual entre pai e filha ocorrido na Austrália. Como é um assunto que me interessa, comecei a conversar com ela a respeito e perguntei sobre sua opinião e ela disse que desde que não haja violência e que a vontade seja de ambos, não via problema. Nessa hora, confessei a ela que se tivesse essa oportunidade de iniciar uma filha, com todo amor e carinho, eu faria, pois seria o porto seguro de todas as duvidas e curiosidades dela. Nesse momento ela me confidencia que desde nova tinha um relacionamento em segredo com o pai dela e que ele a iniciou em tudo e falou que foi a melhor coisa que aconteceu na vida dela, e que durou até a vida adulta dela, quando infelizmente o perdeu devido a um infarto. Ela disse que sofreu muito e que jamais deixaria de relacionar com ele. Depois de um tempo, conheceu o pai da Grazi e engravidou dele, mas ele foi embora antes dela dar a luz a Grazi. E então eu perguntei a ela se ele não tivesse ido embora e fosse um bom marido e pai, se ela gostaria que a filha tivesse uma experiência igual a dela, e ela disse que sim, pois um homem de confiança que amasse a filha, ensinaria tudo com amor e bem melhor do que os rapazes da vida, principalmente naquele momento onde ela já se preocupava, pois Grazi já fazia muitas perguntas e era uma menina precoce em relação as sensações do próprio corpo e falando de forma rasgada, “Ela era safadinha pra isso”.
Nessa hora, fiz uma pergunta pra Marilda, “Você sabe que eu tenho um carinho enorme pela Grazi, mimo ela como se fosse uma filha, você sabe que jamais faria algo ruim pra ela. O que você acharia se eu assumisse esse papel, cuidando dela com muito amor? Você permitiria?”
Nessa hora, ela olha pra mim e diz que não teria pessoa melhor e perguntou se realmente faria isso. Respondi que faria, desde que ela permitisse e a Grazi deixasse e sentisse bem. E então ela topou e só me pediu que jamais fizesse nada a força e contasse pra ela tudo e eu disse que podia ter certeza que jamais trairia a confiança delas. Nessa hora Marilda chama a Grazi e explicou a ela que a partir daquele momento, além dela, a mae, podia também confiar em mim, podia perguntar “aquelas” duvidas para mim e não precisava ter vergonha do corpo comigo, que podia ficar pelada comigo e eu tinha autorização pra tocar e mecher nela e que isso era um assunto somente entre nós três, e Grazi aceitou e concordou, pois já tinha muito carinho e afinidade comigo, e Marilda perguntou se ela gostou dessa novidade e ela olhando pra mim, deu um sorriso safado e balançou positivamente a cabeça.
Não demorou muito, Grazi falou que ia no banheiro e quando terminou, chamou a mãe pra limpar (tinha esse costume ainda)... Marilda olha pra mim e pergunta se quero ir limpar ela... Olhei com cara de entusiasmo e disse SIM!... Marilda então fala pra Grazi que tava ocupada e se podia me mandar... Grazi falou que sim...
Fui pro banheiro e confesso que foi uma mistura de sensações boas. Perguntei pra ela se usava papel ou duchinha... ela curiosa falou que usava papel, mas como era a duchinha? Nessa hora expliquei que era melhor, mais higiênico e perguntei se podia usar e ela deixou... Peguei a duchinha, agachei de frente a ela e comecei a lavar o bumbum... Confesso que fiquei louco e fazia bem gostoso, passando o dedo bem na entrada do anus e pedia pra ela relaxar e forçar pra abrir um pouco, pois ia lavar direitinho... Ela então relaxou e forçou abrindo um pouco o anus e eu massageando e bem devagarzinho introduzindo o dedo. Percebia que ela tava com cara de prazer e então perguntei se tava gostando e ela balançou positivamente a cabeça... Nessa hora, perguntei se podia lavar um pouquinho mais dentro e ela falou que sim e tava muito gostoso. Ela relaxou tanto, que não demorou muito, meu dedo já tava inserido e ela falou que parecia coco saindo... Comecei então bem devagar a fazer vai e vem e ela amando...
Quando tirei o dedo, falei se ela queria aproveitar e lavar a xaninha também, e ela queria... então fui passando a duchinha, massageando a xaninha, jogava jato de agua no clitóris e massageava junto... Ela falou pra mim que não parasse, pois tava muito gostoso, até que em pouco tempo, percebi que ela contraiu o corpo, tremeu um pouco e como eu tava agachado em sua frente, ela me abraçou forte, nessa hora parei e disse que tinha acabado e vesti sua calcinha e short e saímos do banheiro. Chegando na sala, meio bamba e sonolenta, Marilda muito curiosa pergunta pra ela se gostou de eu ter limpado... E ela falou que eu limpava bem melhor que ela e que se quando tivesse vontade, podia atravessar a rua e vir na minha casa fazer 1 e 2... Marilda disse que podia e eu falei pra ela que sempre que quisesse, podia ficar lá em casa. Os dias foram passando e ela passou a ficar muito comigo em casa. Pediu pra que eu desse banho, e não perdia a oportunidade de ter o bumbum e a xaninha mexida por mim. Um dia disse pra ela, que tinha outro jeito de limpar a xaninha depois do xixi, sem usar a duchinha e ela logo pediu que mostrasse e então no xixi seguinte, ela me chama pra limpar a xaninha e mostrar. Nessa hora, peguei ela no colo, levei pra cama, deitei de pernas abertas e chupei como nunca e o tesão era muito... Ela no começo olhou com certa duvida mas rapidinho fechou o olho e começou a amar aquilo. Chupei ate sentir que havia gozado, parei e perguntei o que tinha achado e ela perguntou se eu não tinha nojo... então eu respondi que dela não tinha e que faria sempre que pedisse, e ela disse que foi muito mais gostoso do que a duchinha e perguntou se podia fazer igual quando fosse coco, e então eu falei que do jeito certo eu faria... A partir daí, sempre que estava comigo, so queria ir fazer xixi pra ganhar lambida. Um dia percebi que fez um coco mais ressecado e então na hora de limpar, passei primeiro o dedo seco e percebi que praticamente não sujou dai disse que podia limpar lambendo e ela bem safadinha já falou “Vamos então!!!” e levei no colo, coloquei de bruços com o bumbum bem arrebitado e comecei a lamber... Era muito gostoso, apesar de bem levemente um amarguinho que acabou logo. Pedi a ela que relaxasse e forcasse e então comecei a enfiar a língua no cuzinho e ela falando assim “Ai que gostoso... não para... “ e isso me deixava louco... tive uma ideia, e falei pra ela se queria pum de mentira, e ela “SIM”, foi quando soprava no cuzinho empurrando ar pra dentro e ela peidava de volta morrendo de rir e falava “MAIS...”
Cada nova brincadeira, ela chegava empolgada pra contar pra mae, e Marilda chega pra mim e fala como eu era safado e dá uma risada falando que quem tava ficando com vontade era ela e que qualquer hora ia me pedir também... Mas logo para de brincar e olha com um olhar de amor pra mim e agradece por estar fazendo com muito amor e carinho e percebendo o quanto a Grazi tava amando...
Grazi não saia mais da minha casa e algumas vezes dormia comigo, e nessas ocasiões, brincávamos por horas... Numa dessas, realizei um feitiche de deitar e a mulher agachar no meu rosto e fazer xixi na minha boca, eu sonhava em fazer, mas nunca tive coragem de realizar com as mulheres que envolvi, mas vendo aquela xaninha pura, limpa, livre de qualquer impureza, logo pedi a ela numa noite que dormiu comigo, disse a ela que tinha como fazer xixi sem precisar sair do quarto e ela perguntou como era, pois queria mesmo ir no banheiro naquele momento e eu na maior excitação mandei ela agachar com a xaninha bem perto da minha boca e disse que podia fazer... Ela com olhar curioso, agachada com a xaninha na minha boca começou a liberar bem devagar e eu comecei e beber... ela então riu, relaxou e liberou o xixi normal... eu bebia e ficava louco, pois sonhava há muito tempo de fazer e tava fazendo sabendo que era limpo e puro... quando ela acabou, comecei e chupar gostoso, ela gozou, mas continuei e fui chupando tudo e ela amando... deitei ela então em cima de mim e deixei meu pênis bem localizado na região do clitóris e mexia seu quadril para que esfregasse a xaninha no meu pênis... ela com a cara de prazer me diz que tava gostoso e que ia sentir de novo a tremida... Foi ai que pela primeira vez, comecei a beijar ela na boca e ela me abraçava apertado, mostrando que tava amando aquilo, até que percebi que começou a me abraçar forte, e contrair o corpo mostrando que tava chegando... nessa hora não resisti e gozei junto com ela, lambuzando toda sua xaninha de esperma... ainda ficamos um pouco abraçados e beijando, foi quando ela me disse que queria muito beijar e que adorou a sensação de beijar. Quando levantou, me perguntou tudo sobre meu gozo e eu expliquei tudo e ela muito curiosa perguntou se podia experimentar como era sentir o pênis introduzindo na xaninha e a partir dai, começamos a trabalhar uma situação para que houvesse uma penetração prazerosa e sem dor. Começamos a acostumar o canal vaginal primeiro com o dedo... praticamente ela passou a dormir toda noite comigo, Marilda um dia brincou que tava com ciúmes e tava animada em saber que eu ia tirar a virgindade dela, pediu inclusive se no dia podia ficar escondida vendo.
Toda noite então, ela chegava e sentava de perna aberta no meu colo de frente e esfregava a xaninha no meu pênis enquanto ficávamos um bom tempo beijando, dali íamos pra cama e então eu fazia um oral pra ficar bem lubrificado e relaxada a vagina. Quando percebia, passava um pouco de KY no dedo, e começava de leve a introduzir, as vezes beijava ela enquanto fazia isso e sentia a respiração ofegante. Nas primeiras vezes, introduzia pouco, ate ela dizer que tava começando a doer e tirava, mas com o passar dos dias, já havia conseguido introduzir completamente o dedo e ficar fazendo vai e vem enquanto beijava ela ou lambia o clitóris, sempre percebendo um leve gemido de prazer, a respiração ofegante e ela dizendo as vezes que tava muito bom e não demorou muito ela começar a dizer que me amava e que me queria pra sempre. Comprei 3 vibradores de tamanhos diferentes, sendo o maior, praticamente a grossura do meu pênis, e então depois de acostuma-la com o dedo, parti pro vibrador menor que era um pouco mais grosso que meu dedo, rapidamente ela acostumou e assim fomos no decorrer dos dias, dilatando bem progressivamente a vagina ate que chegou o dia em que ela já havia acostumado com o ultimo, perguntei se estava preparada e ela disse que era o momento que mais queria e então, recostei na cama e coloquei ela por cima vindo agachando para que pudesse controlar de acordo com a vontade dela e começou a introduzir, nessa hora, eu tive que segurar pra não gozar, pois era muito tesão... Ela não demorou para conseguir introduzir praticamente tudo e começou a subir e descer gemendo de prazer, me beijando e abraçando... naquela posição mesmo, comecei a perceber que ela estava começando a querer gozar, foi ai que levei o dedo no clitóris e massageava enquanto ela cavalgava e não demorou muito vi que estava chegando e nessa hora não resisti e gozamos juntinho, e o desejo foi tanto que gozei muito profundo nela, mesmo sabendo que já menstruava. Foi uma noite incrível e chamei Marilda pra contar... ela ficou chateada por não presenciar, mas expliquei que foi melhor, pois ela ficaria mais a vontade, e depois da própria Grazi contar tudo super empolgada pra mãe, Marilda olha e me fala que não quer ser avó e que eu não brincasse com isso, mas não precisaria preocupar, pois estava nos dias da menstruação dela chegar... Nossa relação ficou intensa, ela praticamente morava comigo, vivíamos como casal e namorávamos todo dia. O tempo passou e ela encorpou mais ainda e já conseguíamos sair como namorados... Vivemos esse romance por anos, mas sua mãe precisou voltar pro nordeste para resolver a questão do inventário e o seu namorado era aposentado, bem de vida, sugeriu ir junto para ajudar em toda estrutura e junto deles, Grazi foi também... Ficou a saudade e a boa lembrança desse período muito especial.

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Comentários (1)

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  • Solteiro: Conto muito bom e delicioso pegar uma novinha cabaço com o aval da mãe ou do pai devia ter comido o cuzinho dela também por essa razão dou 4 estrelas

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